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        <titleproper encodinganalog="title">**Acervo da Unidade Arquivos Privados**</titleproper>
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        <publisher encodinganalog="publisher">**Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami**</publisher>
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      <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Acervo da Unidade Arquivos Privados**</unittitle>
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      <note>
        <p>Criado em 05 de agosto de 1976, pelo Decreto Municipal nº 4047, com o objetivo de guarda e gestão da documentação oficial e privada de interesse da história local e regional. Vinculado administrativamente ao Museu Municipal e funcionando em prédio anexo ao mesmo, ambos estavam subordinados à Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Em 1997, pela Lei Municipal nº 4704 , foi denominado Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami em homenagem ao cidadão caxiense que manteve, por muitos anos, o Centro Informativo da História Caxiense, destacando-se como pesquisador e escritor, apesar de trabalhar como barbeiro e alfaiate. Os documentos por ele recolhidos e preservados foram fundamentais para o início da formação do acervo que hoje constitui o patrimônio documental público de Caxias do Sul. Em 1998, pela Lei Municipal nº 5026, o Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami foi desvinculado administrativamente do Museu Municipal, ano em que também foi criada a Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul e o Departamento de Memória e Patrimônio Cultural. Essas ações representaram não só um avanço significativo para o próprio Arquivo, mas também para a preservação da memória e do patrimônio, valorizando a cultura da cidade. A instituição destacou-se por sua dinamicidade naquele período inicial, desde a participação na elaboração das primeiras leis de proteção ao patrimônio histórico-cultural, até o desenvolvimento de atividades acima das suas reais possibilidades de orçamento, seja na realização de exposições e publicações, seja na classificação e guarda dos acervos recolhidos ou doados.</p>
      </note>
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    <odd type="publicationStatus">
      <p>Publicado</p>
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      <corpname role="Produtor" id="atom_118532_actor">&lt;strong&gt;Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami&lt;/strong&gt;</corpname>
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    <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
      <p>Alguns dos propósitos do Arquivo Histórico Municipal são alcançados quando a memória de uma família, indivíduo ou empresa é doada: a confiança da comunidade na instituição pública e no trabalho desenvolvido pelos servidores, o entendimento do doador sobre a importância dessa ação para a história da cidade em que vive e, principalmente, a atuação no acesso a fontes de pesquisa únicas, que só são encontradas em acervos privados. É importante ressaltar que o ato de doar documentos para uma instituição arquivística caracteriza a incorporação de fontes ao acervo, o que o torna cada vez mais completo e rico de informações, alcançando, assim, diversas temáticas de pesquisas.<lb/><lb/>Quando um documento é doado, este não é somente transferido da sacola ou pacote em que chega para uma caixa em uma prateleira, onde é mantido até sua catalogação ser iniciada. O mesmo é direcionado à Comissão de Avaliação de Acervo, criada para analisar as doações, utilizando-se de diversos conceitos pré estabelecidos, como valor histórico, condições física e de integralidade das informações, entre outros. Após essa primeira etapa, o documento passa ao pré-processamento, pois precisa aguardar sua catalogação na reserva técnica, sempre em melhores condições de armazenamento; dependendo da quantidade de itens, um único acervo demora até anos para ser organizado e o que é doado, geralmente, não é catalogado na mesma data em que é recebido.<lb/><lb/>As doações são oficializadas através da emissão de um Termo de Doação, assinado pelas partes envolvidas: instituição mantenedora e doador. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
    </acqinfo>
    <custodhist encodinganalog="3.2.3">
      <p>![AHMJSA_Divulgacao](https://i.postimg.cc/WzWQvtjS/IMG-6653.jpg)<lb/><lb/>A história de indivíduos e famílias, as particularidades das atividades econômicas aqui desenvolvidas, desde o estabelecimento dos pequenos artesãos até as grandes indústrias da vitivinicultura e da metalurgia, podem ser reconhecidas nos documentos que integram a Unidade Arquivos Privados.<lb/><lb/>Composto, em sua maioria, de doações provenientes da comunidade caxiense, o acervo é formado por documentos textuais e bibliográficos – cadernos de anotações, documentos pessoais, livros de registros, correspondências, material de publicidade, entre outros, além de documentos iconográficos, em diferentes suportes – negativos em vidro ou flexíveis, slides, álbuns fotográficos, fotografias em papel, cartões-postais, desenhos, rótulos e cartazes impressos.<lb/><lb/>A produção dos fotógrafos que atuaram em Caxias do Sul desde os seus primórdios, também compõe o acervo da Unidade, com destaque para o Fundo Studio Geremia, adquirido pelo Município em 2002.</p>
    </custodhist>
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        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Família Bornheim**</unittitle>
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          <unitdate datechar="acumulação" normal="1879/2017" encodinganalog="3.1.3">1879 - 2017</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        **29 (vinte e nove) documentos bibliográficos, 07 (sete) documentos cartográficos, 01 (um) documento eletrônico, 1178 (hum mil, cento e setenta e oito) documentos iconográficos, 782 (setecentos e oitenta e dois) documentos textuais e 18 (dezoito) documentos tridimensionais**    </physdesc>
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            <language langcode="ger">alemão</language>
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            <language langcode="fre">francês</language>
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          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Para elaboração da história da família Bornheim, foram utilizadas informações de documentos do próprio fundo documental e da entrevista produzida pela Unidade Banco de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com Irmgard Cecília e Amalia Marie Gerda Bornheim, em 27/03 e 05/04/2006.
<lb/>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:
<lb/>Itens do próprio fundo documental;
<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);
<lb/>Site do Centro de Memória da Câmara Municipal de Vereadores de Caxias do Sul e Biblioteca Nacional;
<lb/>Entrevista cedida por Irmgard e Gerda Borheim para a Unidade Banco de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal, em 27/03 e 05/04/2006;
<lb/>Coluna “Memória” do jornal Pioneiro;
<lb/>https://www.iph.uni-rostock.de/mitarbeitende/homepage-reinhard-hesse/;
<lb/>https://www.leprogres.fr/
<lb/>http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2018/02/memoria-mauro-de-blanco-no-atelier-de-teatro-da-alianca-francesa-em-1961-10164393.html
<lb/>http://www.al.rs.gov.br/legis/M010/M0100099.ASP?Hid_Tipo=TEXTO&amp;Hid_TodasNormas=46675&amp;hTexto=&amp;Hid_IDNorma=46675
<lb/>http://www.cbg.org.br
<lb/>http://jornalsemanario.com.br/dados-historicos-da-fenavinho-continuacao/
<lb/>https://www.escavador.com/sobre/649425/sandra-coelho-franco</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia: INDÍGENA; NEGRA.</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/5/3/e/53ea8f15bc316e768b426e50f97828f58cad455c73da7a28857e3066112b0207/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_BOR.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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            <famname id="atom_118528_actor">**Família Bornheim**</famname>
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          <note>
            <p>**Hermann Bornheim** (Bremen, Alemanha; 08/01/1882 a 23/10/1958, filho de Heinrich Engelbert Bornheim e Auguste Gädeke), operário, e sua esposa Ida Marie Minna Kruse, (Lauenburgo, Alemanha; 05/01/1880 a [indeterminado]), filha de Wilhelm Martin Eduard Kruse e Sophie Catharine Marie Frank, casados a 25/03/1905, migraram junto de seus dois filhos, Helmut Engelbert (Bremen, Alemanha; 07/10/1905 a 23/02/1980) e Agnes (23/07/1907), da cidade portuária de Bremen – Alemanha, situada ao norte do país, para o Brasil (chegada em 21/09/1921). Por um curto espaço de tempo, a família Bornheim permaneceu em Minas Gerais, onde Agnes contraiu febre amarela. Procurando um lugar melhor para se estabelecerem e sabendo que o clima ao sul do Brasil era mais semelhante ao de seu país natal, Hermann seguiu para o Rio Grande do Sul e, ao conhecer melhor as condições de moradia, trouxe o restante de sua família para radicar-se em Caxias – RS. Foi sócio proprietário da empresa Matte &amp; Bornheim, que comercializava produtos elétricos, instalada abaixo da residência de Fioravante Zatti, à rua Júlio de Castilhos, próximo ao Banco da Província e defronte à Agência Ford da cidade. Entre 1937 e 1938, a razão social da firma foi alterada para “Eletricidade e Bazar Bornheim”, quando mudou o ramo de atuação (produtos elétricos, bazar e utilidades para o lar) e sua sede para o piso inferior da residência da família Scotti, defronte à praça Dante Alighieri, na esquina das ruas Júlio de Castilhos e Marquês do Herval. Na metade da década de 1950, a loja passou para a razão social “Gruber &amp; Bornheim Ltda.”. Germano, como Hermann era conhecido na cidade, era, ainda, grão mestre do núcleo maçônico da cidade.<lb/><lb/>**Helmut Bornheim**, primogênito de Hermann e Marie, começou a trabalhar na unidade da Companhia Rio Grandense de Usinas Elétricas em Bento Gonçalves – RS em 26/07/1925, lotado no cargo de Eletricista Especializado; encaminhou pedido de exoneração em  31/10/1927 e foi readmitido em 01/02/1928.  A 15/06/1953, tornou-se Diretor dos Serviços Industriais da Comissão Estadual de Energia Elétrica, na Sub-residência de Caxias do Sul – RS, designado como Encarregado dos Serviços Técnicos. Em visita à família, Helmut conheceu Amélia Cecília Brentano, amiga de sua irmã que estudava no Colégio Americano de Porto Alegre – RS. Ela estava em período de férias na cidade quando acompanhou Agnes à estação férrea para recebê-lo; foi amor à primeira vista. Cecília não chegou a formar-se pois largou os estudos para casar-se com Helmut, em 29/12/1928. Da união, nasceram seus três filhos:  Gerd Alberto, Irmgard Cecília e  Amália Marie Gerda Bornheim. Helmut foi um dos fundadores da SORSUL – Sociedade Representantes Comerciais do Nordeste do Rio Grande do Sul.<lb/><lb/>**Agnes Bornheim** era casada com Pedro Kerber, engenheiro elétrico francês radicado em Caxias – RS, com quem teve dois filhos legítimos, Pedro Paulo (nascido em Março de 1934) e Leo Carlos, e uma filha adotiva, Melita Witt. Kerber foi engenheiro chefe da usina elétrica da Companhia Rio Grandense de Usinas Elétricas instalada em Caxias, além de membro do Conselho Consultivo do núcleo caxiense da Liga de Defesa Nacional e do Conselho Fiscal do Aeroclube de Caxias do Sul. Auxiliou, ainda, na concepção dos desenhos de cachos de uvas feitos em pedras portuguesas e do novo traçado da praça Dante Alighieri, durante a administração de Dante Marcucci. Após o falecimento de Pedro Kerber, Agnes casou-se novamente com Evaldo Horbach, transferindo residência para Gramado – RS.<lb/><lb/>**GERD ALBERTO BORHEIM**<lb/>Gerd Alberto Bornheim, nasceu em 19/11/1929, em Caxias – RS, e faleceu em 05/09/2002, na cidade do Rio de Janeiro – RJ. Estudou no Ginásio Municipal Nossa Senhora do Carmo e, após sua formatura, decidiu que ia ingressar na Faculdade de Medicina; foi quando mudou-se para Porto Alegre – RS, em 1945. Constatando que era um curso caro, iniciou os estudos em Comércio, seguindo os passos de seus familiares. Começou a trabalhar na Sidney Ross Company e deu-se conta de que aquilo não era o que queria para sua vida e, mesmo com uma promoção irrecusável oferecida pela empresa, a Filosofia passou a ser sua aspiração. Junto ao serviço militar no CPOR – Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, iniciou seus estudos em Filosofia na PUC – Pontifícia Universidade Católica, onde formou-se em 1951; sua formação tomista proporcionou-lhe familiaridade com os clássicos e o aprendizado de latim e grego. Como bolsista do governo francês, por meio da Alliance Française, chegou a Paris em 1953, para contato com o pensamento filosófico contemporâneo. Nos cursos de Jean Hyppolite e Jean Wahl, conheceu a obra de Martin Heidegger. Conviveu com intelectuais consagrados como Merleau-Ponty, Piaget e Bachelard. No ano seguinte, transferiu-se para Oxford, na Inglaterra, para cursar Filosofia Política e Literatura Inglesa Contemporânea e, em 1955, frequentou aulas de arte e cultura gótica na Universidade de Freiburg im Breisgaus, na Alemanha. Retornou ao Brasil, em 1955, para lecionar Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Cristo Rei, de São Leopoldo – RS, e na UFRGS – Universidade do Rio Grande do Sul, na matéria de Filosofia Alemã. Um ano depois, passa a integrar o corpo docente da PUC como professor de História da Filosofia. Publicou artigos em suplementos literários de periódicos da imprensa, produção que, por vezes, serviu de matéria-prima para seus futuros ensaios. Com a criação e efetivação do Curso de Estudos Teatrais da Faculdade de Filosofia da UFRGS, em dezembro de 1957, pelo reitor Elyseu Paglioli, é convidado junto ao diretor e teórico italiano Ruggero Jacobbi para assumir a direção e ministrar as disciplinas de Teoria e História do Teatro e Direção Teatral. Jacobbi desdobra o Curso de Estudos Teatrais em dois setores: o Curso de Cultura Teatral, destinado a professores, intelectuais, estudantes e pessoas interessadas em conhecer e analisar os problemas do teatro, e o Curso de Arte Dramática, destinado exclusivamente à formação de atores. 	Ruggero Jacobbi regressa a Roma, em 1960, e Gerd Bornheim assume a direção da escola até 1969, sendo responsável inicialmente pelas aulas de Teorias do Ator: estética e poética da encenação e, mais tarde, por História e Estética do Teatro.<lb/><lb/>Com a instauração do Regime Militar no Brasil, foi cassado em novembro de 1969, mas não porque tivesse algum envolvimento com organizações políticas clandestinas, mas por influenciar com suas ideias os jovens universitários que participavam da resistência à ditadura militar. Na onda de repressão que se seguiu o Golpe de 1964 e se agrava no fim de 1968 com o AI-5 – Ato Institucional Número Cinco, acabou impedido de trabalhar como professor. Passou dois anos dando aulas em um curso pré-vestibular e todos os meses era chamado para depor na Polícia Federal. Em 1972, aceitou o convite para dar aulas no Instituto de Filosofia da Universidade de Frankfurt – Alemanha, onde lecionou durante um semestre letivo. Posteriormente, vai para Paris e lá mora por quatro anos; para sobreviver, deu aulas de alemão e cuidou da organização da galeria de arte Jean Charles Lignel, no Boulevard Saint-Germain. Retornou ao Brasil em 1976 e, após três anos, a anistia lhe permitiu retomar as atividades no magistério superior. Em 1979, é convidado a lecionar Filosofia na UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, na qual permaneceu de 1979 a 1991, aposentando-se por tempo de serviço, quando começou a lecionar na UERJ – Universidade do Rio de Janeiro.<lb/><lb/>Gerd Bornheim, um dos principais filósofos brasileiros, faleceu em 05/09/2002, aos 72 anos, em sua casa no bairro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, em consequência de um tumor no cérebro. Seu corpo foi cremado na Capela E do Cemitério São Francisco Xavier (Caju). Era solteiro e deixou um filho adotivo, Romildo, e um neto, Anderson, de três anos de idade. Considerado um dos principais filósofos brasileiros, Gerd realizou importantes trabalhos sobre teatro e reflexão estética, que se tornam referência fundamental para a apreensão e compreensão de diversos aspectos da área teatral, entre eles, o sentido do trágico, a estética brechtiana e o teatro contemporâneo. Como escritor, destacou-se pela densidade e clareza de sua análise crítica e, como conferencista, atraiu plateias numerosas por sua competência filosófica e capacidade de comunicação. Dedicou especial atenção a Bertolt Brecht e seu impacto no teatro do século XX no livro “Brecht: A Estética do Teatro”, publicado em 1992, onde analisa o estético, o social e o especificamente teatral na obra de Brecht, em uma inédita perspectiva de abordagem. Um de seus últimos livros, “Páginas de Filosofia da Arte”, publicado em 1998, reúne ensaios - que de acordo com a nota introdutória "nasceram de certa dispersão, ou da diversidade de interesses do autor" - escritos a partir de 1986 para jornais, revistas e obras coletivas. Os trabalhos relacionados ao teatro discorrem sobre variados temas: Shakespeare, teatro besteirol, teatro experimental, Gerald Thomas e Brecht.<lb/><lb/>**IRMGARD CECÍLIA BORNHEIM**<lb/>Irmgard Cecília Bornheim, nasceu em Caxias – RS a 22/10/1930 e faleceu em Caxias do Sul – RS a 23/07/2013. Era carinhosamente chamada de “Eme” por seus familiares e amigos. Estudou na Escola Complementar e completou o ginasial no Colégio São Carlos, formando-se em Dezembro de 1948 e na Escola de Comércio dessa mesma instituição em 09/12/1951. Teve sua vida dedicada à cultura e à educação. Antes de formar-se em História, trabalhou como professora nos colégios São José e Santa Catarina, bem como auxiliou no atendimento aos alunos do Ginásio Noturno para Trabalhadores. Formou-se professora em 1964 e foi nomeada para trabalhar em Vacaria – RS. A partir de 1965, começou a lecionar no Colégio Estadual Cristóvão de Mendoza, onde de 1969 a 1972 foi assistente de Romano Lunardi, então diretor, e do qual atuou como diretora, junto a Nilton Scotti, no ano de 1973. Foi professora da UCS – Universidade de Caxias do Sul, no departamento de Filosofia, Pedagogia e História, desde 1965.<lb/><lb/>Em 1974, foi cedida pela Secretaria Estadual de Educação para a Secretaria de Ensino como assessora do Secretário da UCS e, entre 1976 e 1985, atuou como diretora do Centro de Humanidades e Artes da UCS, órgão que congregava quatro departamentos: de Artes, Letras, História e Geografia e Filosofia, Psicologia e  Sociologia. Também foi coordenadora das promoções culturais alusivas aos 10º aniversário da instituição. Junto ao cargo, ainda acumulou as atribuições de supervisão, delegada pela Coordenadoria de Extensão e Relações Universitárias como o “Atelier Livre”, Curso Fundamental de Educação Artística e o Coral. 	Em 1977, Irmgard foi reconhecida como “Personalidade/77 em Promoção Cultural” pela Rádio Princesa. Em 1984, recebeu a “Medalha do Mérito Universitário e, em Dezembro de 2003, recebeu a distinção acadêmica de Professora Emérita, ambas homenagens prestadas pela UCS. Em 30/04/2010, recebeu a medalha “Homenagem à Docência Acadêmica” por parte da ADUCS – Associação dos Docentes da Universidade de Caxias do Sul.<lb/>		Em 11/05/2009, a Medalha Monumento Nacional ao Imigrante da Prefeitura de Caxias do Sul.<lb/><lb/>**AMÁLIA MARIE GERDA BORHEIM**<lb/>Amália Marie Gerda Bornheim, nascida em 25/08/1933, em Caxias – RS, e falecida em 20/09/2017, em Caxias do Sul – RS, vítima de uma infecção intestinal. Recebera o nome de “Amália” em homenagem à sua avó paterna, que era também sua madrinha, e “Marie” à sua avó materna, e era chamada somente de “Gerda” por seus amigos e familiares. Estudou na Escola Normal Duque de Caxias e ali formou-se professora, em 1952. Em 1956, iniciou o curso de Belas Artes na Escola Municipal de Belas Artes de Caxias do Sul, porém, sem concluí-lo. Posteriormente, foi nomeada para lecionar no interior como professora primária, permanecendo por mais tempo em Jaquirana, à época 5º Distrito de São Francisco de Paula – RS, e em Flores da Cunha – RS.<lb/><lb/>Por meio da Delegacia de Educação, foi convidada a fazer um curso técnico de Direção de Escolas Primárias e Supervisão Escolar, no Instituto General Flores da Cunha, em Porto Alegre – RS, como bolsista. Chegou a retornar para Caxias do Sul para assumir o cargo de Supervisora da 4ª Delegacia de Educação, porém, voltou à capital para trabalhar em sala de aula, onde morou com seu irmão, Gerd, e permaneceu por 15 anos. Em em virtude da doença de seus pais, precisou voltar à sua cidade natal para auxiliá-los; foi quando começou a trabalhar no colégio Maguary e, posteriormente, no Grupo Escolar Presidente Vargas, onde foi vice diretora (a partir de 1977) e aposentou-se.<lb/><lb/>Foi sócia e membro do conselho da Seção de Caxias do Sul da UBT – União Brasileira dos Trovadores, a partir de 1996, e sócia trovadora do Clube da Simpatia em Olhão – Portugal, a partir de 2000. Desde o primário, Gerda teve o hábito de escrever, mas nunca havia levado essa vocação a sério; com a aposentadoria, a paixão por escrever aflorou novamente em sua vida e passou criar trovas, haicai, poesias, verso livre e  sonetos, publicados em periódicos de São Paulo – SP e Caxias do Sul. Suas trovas integram inúmeras publicações do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Gerda foi premiada em diversos concursos municipais, estaduais, nacionais e internacionais no período de 1996 a 2004, além de ter recebido diversas menções honrosas e especiais, entre elas, a Láurea Lítero-Cultural Nacional Dona Iraídes Amélia do Prato, pela criação dos poemas “Borboleta I”, “Borboleta II” e “A Palavra”, por meio da Casa do Poeta Brasileiro de Goiânia – GO, em 2003.<lb/><lb/>Os irmãos Bornheim participaram ativamente na criação do Atelier de Teatro da Aliança Francesa, em 1959, idealizado por Nilton Scotti, após retornar de Porto Alegre – RS, já formado em Arquitetura, onde integrou o Teatro Universitário. O objetivo era mudar a história do teatro caxiense; os textos das peças eram encenados pela trupe formada por nomes como Rose Scotti, Ely Andreazza, Lorita Sanvitto Andreazza, Darwin Gazzana, Zilá Dankwardt de Azevedo, David e Gloria Andreazza, Corina Wainstein, Hermínio Bassanesi, Ítala Nandi, Ênio Bernardi, Nilo Andreolla, Bruno Segalla e Mauro De Blanco.</p>
          </note>
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          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação acumulada pela família Bornheim. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta. Os documentos integrantes do fundo tem caráter original.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![BR.RS.AHMJSA.AP.BOR_01.04.002.008_PO](https://i.ibb.co/J3nJ052/BOR-01-04-002-008-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.BOR – Família Bornheim**<lb/><lb/>#### **Série 01. Helmut Engelbert Bornheim**<lb/>##### **_Subsérie 01.01. Genealogia_**<lb/><lb/>#####**_Subsérie 01.02. Documentação privada_**<lb/>Dossiê 01.02.001. Documentos pessoais<lb/>Dossiê 01.02.002. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 01.02.003. Correspondências<lb/><lb/>#####**_Subsérie 01.03. Documentação profissional_**<lb/>Dossiê 01.03.001. Carl Franke Bremen<lb/>Dossiê 01.03.002. CEEE – Comissão Estadual de Energia Elétrica<lb/><lb/>#####**_Subsérie 01.04. Vida em família_**<lb/>Dossiê 01.04.001. Amélia Cecília Brentano<lb/>Dossiê 01.04.002. Matrimônio e Relações Familiares<lb/><lb/>#### **Série 02. Os irmãos Bornheim**<lb/>#####**_Subsérie 02.01. Gerd Alberto Bornheim_**<lb/>Dossiê 02.01.001. Documentos pessoais<lb/>Dossiê 02.01.002. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 02.01.003. Editoras e publicações de livros<lb/>Dossiê 02.01.004. Correspondências<lb/>Dossiê 02.01.005. Eventos e homenagens<lb/><lb/>#####**_Subsérie 02.02. Irmgard Cecília Bornheim_**<lb/>Dossiê 02.02.001. Documentos pessoais<lb/>Dossiê 02.02.002. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 02.02.003. Correspondências<lb/>Dossiê 02.02.004. Eventos e homenagens<lb/><lb/>#####**_Subsérie 02.03. Amália Marie Gerda Bornheim_**<lb/>Dossiê 02.03.001. Documentos pessoais<lb/>Dossiê 02.03.002. Correspondências<lb/>Dossiê 02.03.003. Poemas e publicações<lb/>Dossiê 02.03.004. Eventos e homenagens<lb/><lb/>#####**_Subsérie 02.04. Relações familiares e sociais_**<lb/><lb/>#####**_Subsérie 02.05. A Aliança Francesa_**<lb/>Dossiê 02.05.001. Atelier de Teatro da Associação de Cultura Franco Brasileira – Aliança Francesa de Caxias do Sul<lb/>Dossiê 02.05.002. Nilton Carlos Scotti</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <famname role="Produtor" id="atom_118528_actor">&lt;strong&gt;Família Bornheim&lt;/strong&gt; </famname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos podem ter restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado. Os negativos flexíveis , correspondentes à maioria dos positivos mais recentes, foram eliminados em 27/09/2019, devido à sua relevância como fonte.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O acervo é composto pela incorporação dos documentos doados por Amélia Cecília Brentano Bornheim, em 16/04/1985, e provenientes do espólio de Irmgard Cecília e Amália Marie Gerda Bornheim, em 01/11/2017 e 29/11/2018.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental da família Bornheim é composto a partir de três doações distintas:<lb/>1. em 16/04 e 16/11/1985, Amélia Cecília Brentano Bornheim doou, ao então Museu Municipal, fotografias relativas à unidade da Companhia Riograndense de Usinas Elétricas em Bento Gonçalves - RS, da qual Helmut Engelbert Bornheim, seu marido, era funcionário;<lb/>2. em 01/11/2017, Irmgard Cecília e Amália Marie Gerda Bornheim, filhas do casal, doaram, a partir de seu espólio, documentos de seu acervo familiar ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami. A documentação foi recolhida na residência das irmãs por servidores da instituição, que foram acompanhados por Lívio Susin, inventariante responsável pelo processo de espólio;<lb/>3. em 29/11/2018, Lívio Susin retornou ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, trazendo documentos textuais, tridimensionais e fotografias para serem incorporados às doações anteriores.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Março/2019 a Setembro/2019<lb/>29 de maio de 2024</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Processamento Técnico – Catiuscia Xavier.
<lb/>Digitalização de Imagens – Catiuscia Xavier.</p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua totalidade, por documentos originais.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Entrevista produzida pela Unidade Banco de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com Irmgard Cecília e Amalia Marie Gerda Bornheim, em 27/03 e 05/04/2006, com a temática ANTROPOLOGIA: etnologia alemã em Caxias do Sul, além de outras entrevistas que citam integrantes da família Borheim, tais como as de história de vida de Lino Casagrande, Corina Frigeri Wainstein, Hermínio Bassanesi, Ruben José Festugato, Paulo de Tarso Carneiro, Ieda Maria Vargas e Helena Lunardi e Euclides Carlos Orlandi;<lb/>2. Livros que mencionam ou fazem relação aos integrantes da família Bornheim estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados interna da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Heitor Curra**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-CUR</unitid>
          <unitdate datechar="acumulação" normal="1869/2020" encodinganalog="3.1.3">1869 - 2020</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        **03 (três) discos compactos, 01 (um) documento cartográfico, 83 (oitenta e três) documentos bibliográficos, 364 (trezentos e sessenta e quatro) documentos iconográficos, 512 (quinhentos e doze) documentos textuais e 02 (dois) documentos tridimensionais**    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ger">alemão</language>
            <language langcode="fre">francês</language>
            <language langcode="eng">inglês</language>
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para elaboração da biografia de Heitor Curra, foi utilizado o livro "Heitor Curra – Um Cidadão Florense: vida e obra", de Evandro Luiz de Oliveira e Lourdes Curra.<lb/><lb/>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);<lb/>CINQUANTENARIO DELLA COLONIZZAZIONE ITALIANA NEL RIO GRANDE DEL SUD - VOLUME I. BERNARDI, Mansueto; BAREA, José (Dom); BENVEGNÚ, Cleto (Dom); BALEN, João Maria (Dom); GOBBATO, Celeste; TRUDA, Francesco de Leonardo; et alli. 2a. Edição. Porto Alegre, RS : Posenato Arte &amp; Cultura, 2000.<lb/>O INSTANTE E O TEMPO: A FOTOGRAFIA EM CAXIAS DO SUL, 1885-1960. FRIES, Sônia Storchi. 1ª Edição. Caxias do Sul : Secretaria Municipal da Cultura, 2016.<lb/>NOVA TRENTO: SEUS RELIGIOSOS E RELIGIOSAS – 125 ANOS DE COLONIZAÇÃO ITALIANA NO RS. COLODA, Antônio; COLODA, Valentim Antônio ; COLODA, Frei Santos Carlos. 1ª Edição. Passo Fundo, RS: Editora Berthier. 2003.<lb/>NOSSA HISTÓRIA - DE NOVA TRENTO A FLORES DA CUNHA. VAILATTI, Gissely Lovatto; MAZZAROTTO, Graziela (organizadores); BULLA, Adriana; CONTE, Claudete Gaio; GALIOTTO, Fátima Caldart; ...; PANIZZON, Rejane Cavagnolli; et alli. 1a. Edição. Porto Alegre, RS : Editora Evangraf, 2006<lb/>O CAPUCHINHO FREI GENTIL (Padre Frei Gentil De Caravaggio Da Ordem Dos Capuchinhos). STAWINSKI, Vítor (Padre Frei; Padre Frei Alberto de S. M. de Caxias). Caxias do Sul, RS: Tipografia São Miguel, 1970.<lb/>OS CAPUCHINHOS DO RIO GRANDE DO SUL. COSTA, Rovílio; DE BONI, Luis A. 1ª Edição. porto Alegre, RS: EST Edições; Correio RioGrandense, 1996.<lb/>CINCOENTA ANOS DE ATIVIDADES APOSTÓLICAS DOS CAPUCHINHOS NO RIO GRANDE DO SUL (1896-1946). CHAVES, Teodoro de Alfredo (Padre Dr.). Porto Alegre, RS: Tipografia do Centro, 1946.<lb/>COOPERATIVAS VINÍCOLAS DE FLORES DA CUNHA. MOLON, Floriano. Porto Alegre, RS : Evangraf, 2009.<lb/>FAMÍLIA CURRA: 127 ANOS NO BRASIL. 1877 – 2004. CURRA, Idalina Gerosolima; Caxias do Sul, RS: Lorigraf – Gráfica e Editora. 2004.<lb/>FERRARI, CALEGARI E MANCUSO: LENTES ITALIANAS SOBRE O RIO GRANDE DO SUL, de Leonardo de Oliveira Conedera, Doutorando/PPG em História/PUCRS;<lb/>http://www.google.com;<lb/>http://maps.google.com.br/;<lb/>http://pt.wikipedia.org/;<lb/>http://wikimapia.org;<lb/>http://http://liquid.camaracaxias.rs.gov.br;<lb/>http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/;<lb/>https://jornaloflorense.com.br/;<lb/>http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2018/11/memoria-os-freis-capuchinhos-e-a-musica-10646767.html;<lb/>https://www.camaraflores.rs.gov.br;<lb/>https://www.floresdacunha.rs.gov.br;<lb/>https://paroquiafloresdacunha.wordpress.com/<lb/>https://www.camaravacaria.rs.gov.br/noticia/fotografo-fernando-anello-in-memoriam-recebe-homenagem-na-camara</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia: NEGRA.</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/0/2/f/02fc0ec61b3e28a5a4866529df65d0151154b93efd43ade367ea275d109be067/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_CUR.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <famname id="atom_118547_actor">**Família Curra**</famname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-b42d7509bb32ec094e1ec6826c52e9e1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**Pietro Curra** (22/11/1853 a 10/12/1919), seguindo o exemplo de muitos imigrantes italianos, chegou ao Brasil em 1877 e radicou-se em Nova Trento – RS, onde casou-se com Catharina Fiorese (28/09/1861 a 25/11/1938), também imigrante italiana, a 27/12/1881. Eles tiveram nove filhos: Giuseppe (15/11/1881 a 16/03/1951), Serafina (13/05/1883 a 22/04/1953), João (25/08/1888 a 20/03/1959), Thereza Joana (10/11/1890 a [indeterminado]), Rosa (21/04/1895 a 20/10/1951), Amália Virgínia (14/10/1897 a 14/12/1918), Maria, Ettore (10/07/1899 a 15/04/1973) e Luiza (21/12/1901 a 08/12/1971).<lb/><lb/>**Giuseppe Curra**, filho dos imigrantes Pietro Curra (procedente de Piemonte – Itália) e Catharina Fiorese (procedente de Vicenza – Itália), nasceu em 15/11/1881, na 11a. Légua do Travessão Garibaldi, da então implantada Colônia Caxias, mais precisamente na área dos primitivos povoados de São Pedro e de São José, que reunidos por volta de 1885 formariam a vila de Nova Trento. Casou-se com Zaida Marchioro (25/03/1882 a 17/05/1962) em 02/06/1901, com quem teve  quatorze filhos: sete destes faleceram ainda bebês; os demais eram Ignez, Anúncio, Zaida, Pedro, José Olinto, Luiza e Nelli. José, como ficou conhecido posteriormente, sempre trabalhou e morou em sua terra natal: tinha uma fábrica de cerveja e indústria de refrigerantes, implantada no início do século e que funcionou até a década de 1930. Como bancário, exerceu a função de correspondente da primeira agência bancária do Banco do Estado do Rio Grande do Sul na localidade. Sempre foi atuante na política, atuando pela emancipação de Nova Trento, junto ao Intendente Joaquim Mascarello e vários outros líderes políticos. Fez parte do primeiro Conselho Municipal, exercendo o mandato de 1924 a 1928.<lb/><lb/>**Serafina Curra**, filha dos imigrantes Pietro Curra (procedente de Piemonte – Itália) e Catharina Fiorese (procedente de Vicenza – Itália), nasceu em 13/05/1883, na 11a. Légua do Travessão Garibaldi, da então implantada Colônia Caxias, mais precisamente na área dos primitivos povoados de São Pedro e de São José, que reunidos por volta de 1885 formariam a vila de Nova Trento. Em Garibaldi – RS, ingressou no Postulado da Congregação das Irmãs de São José de Chambéry, a 15/10/1907, passando ao Noviciado em 09/01/1908. Fez os Votos Temporários em 01/01/1910 e os Perpétuos em 13/01/1915. Exerceu sua vocação entre 1910 e 1921, como professora, nas escolas São José de Garibaldi, Montenegro – RS e Caxias – RS e na Escola Rainha da Paz, de Lagoa Vermelha – RS. Acumulou os cargos de professora e Madre Superiora entre os anos de 1922 e 1926, atuando na Escola Rainha da Paz e  e na Escola Regina Coeli, de Veranópolis – RS. Exclusivamente como Madre Superiora, atuou entre os anos de 1927 e 1953, nas cidades de Vacaria – RS (Escola São José), Rio Grande – RS (Escola Joana D’Arc e Hospital Beneficência Portuguesa ), Porto Alegre – RS (Hospital São Pedro), Caxias do Sul – RS (Hospital Nossa Senhora de Pompéia), Antônio Prado (Hospital São José), Veranópolis – RS (Hospital Nossa Senhora de Lourdes) e Lagoa Vermelha (Hospital São Paulo). Faleceu em Garibaldi, a 22/05/1953.<lb/><lb/>**João Curra**, filho dos imigrantes Pietro Curra (procedente de Piemonte – Itália) e Catharina Fiorese (procedente de Vicenza – Itália), nasceu em 25/01/1988, na 11a. Légua do Travessão Garibaldi, da então implantada Colônia Caxias, mais precisamente na área dos primitivos povoados de São Pedro e de São José, que reunidos por volta de 1885 formariam a vila de Nova Trento. Era caixeiro viajante e em Esmeralda – RS conheceu sua então futura esposa, Maria Amélia Kuzer Cramer (06/05/1916 a 30/05/1960), com quem casou-se e teve nove filhos: Maria Catarina, Pedro Manoel, Laura, Odila, Paulo Heitor, Anoir José, Julieta Albertina, Ignês e Iray. Fixou residência em Sananduva – RS, dedicando-se ao transporte de cargas. Com o intuito de salvar a vida de sua esposa enferma, viajou a cavalo para São Paulo – SP para compra de medicamento, período em que manteve seu sustento através da profissão de fotógrafo. Ao regressar da capital paulista, montou um curtume. Para possibilitar a continuidade dos estudos de seus filhos, João e a família mudaram-se para Caxias – RS, onde estabeleceram-se com comércio de secos e molhados. Faleceu em Caxias do Sul, em 20/03/1959.<lb/><lb/>**Heitor Curra** nasceu em 10/07/1899, em Nova Trento, Segundo Distrito de Caxias – RS. Foi batizado como “Ettore Antonio”, mas quando adulto, ao necessitar de uma nova cópia da certidão de nascimento, foi-lhe fornecido um novo documento com o nome “Heitor”. Vale lembrar que neste novo documento consta como data de nascimento outra data: 11/07/1899. Realizou seus estudos iniciais na Escola Particular São José, na localidade onde nasceu; já em 1913, foi matriculado no extinto Seminário Imaculada Conceição, em São Leopoldo – RS, onde realizara estudos que correspondem, atualmente, aos ensinos Fundamental e Médio. Na grade curricular do Seminário, estavam previstas as matérias de Religião, Português, Latim, Italiano, Aritmética, Geografia, Caligrafia, Canto, Desenho, Francês e História Universal. Em seu primeiro ano, seu aproveitamento não era satisfatório mas, à medida que os anos avançaram, o desempenho e aplicação melhoraram consideravelmente, permanecendo na instituição até 1917.<lb/><lb/>Em 1919, Curra foi a São Paulo – SP, onde prestou Serviço Militar; foi aprovado como Reservista do Tiro de Guerra no. 35 da capital paulista em Agosto de 1920. Empregou-se na Sociedade Territorial Sul-Brasileira H. Hacker e Cia., onde exerceu atividades contábeis, além de auxiliar no expediente, até 1922. De volta ao distrito de Nova Trento, conseguiu emprego no Banco Francês e Italiano de Caxias – RS, permanecendo ali até Julho de 1923, quando surge a possibilidade de trabalhar em Nova Vicenza, atual cidade de Farroupilha – RS, como guarda-livros do Depósito de Secos e Molhados por Atacado de Angelo Antonello, onde permaneceu até 1924. sua estada em Nova Vicenza foi curta mas suficiente para conhecer Ignez Clementina Jaconi, filha de Umberto Jaconi e Lucina Fin, sua então futura esposa. A decisão de unirem-se em matrimônio foi concretizada em 18/10/1926, em cerimônia civil na casa dos pais de Ignês, situada à rua Júlio de Castilhos, em Caxias. Faustino Gomes, primeiro suplente do Juiz distrital em exercício, Hugo Argenta e José Eberle foram testemunhos. No dia 20, casaram-se no religioso, em Nova Vicenza. O casal teve quatro filhos: Nestor, Humberto Pedro, Lourdes e Heitor Filho.<lb/><lb/>Em 18/03/1925, Curra desempenha sua primeira função pública e é nomeado Tesoureiro Municipal da Vila de Nova Trento – RS. Solicitou sua exoneração em 30/04/1927, para concorrer ao cargo de Conselheiro Municipal, do qual tomou posse em 20/09/1928 e atuou até 24/12/1930. Foi nomeado para Primeiro Suplente do Juiz Distrital em 20/06/1929 e permaneceu nessa função por quatro anos.<lb/>Atuou ativamente pelas cooperativas agrícolas de Nova Trento, como guarda-livros, fundador e organizador:<lb/>– de 1930 a 1932, na Sociedade Cooperativa Vitivinícola 3 de Outubro Ltda. e na Cooperativa Agrícola São Pedro Ltda.;<lb/>– de 1931 a 1932, na Sociedade Cooperativa Vitivinícola Santo Antônio Ltda.;<lb/>– de 1932 a 1934, na Sociedade Cooperativa Vitivinícola Trentina Ltda.<lb/><lb/>Posteriormente, realizou especializações na área de Contabilidade e Advocacia, sendo identificado como “Contador Provisionado”, com base no artigo 3 do Decreto 21.033, de 08 de fevereiro de 1932, e “Advogado não Diplomado”, pertencente à OAB – Ordem dos Advogados do Brasil desde 12/10/1932. Ascendia profissional e politicamente, através de várias nomeações concedidas. Era partidário do PRL – Partido Republicano Liberal, fundado em 1932 pelo então General Flores da Cunha, que contava com uma Comissão Diretora Municipal do partido na Vila de Nova Trento, onde possuía alta representatividade e era presidida por Curra. Em função disso e de sua forte atuação na sociedade, ele é nomeado Prefeito da localidade, em ato assinado pelo então Interventor General Flores da Cunha, em 02/03/1933. No pleito seguinte, realizado em 1935, Curra é eleito por voto popular, permanecendo no cargo até 1941. Paralelo ao cargo de Prefeito, foi nomeado para os cargos de Presidente de Junta de Alistamento Militar e Presidente da Comissão Central de Recenseamento (de 1933 a 1941) e, de forma interina, para desempenhar a função de Delegado de Polícia (de 22/05/1934 até 07/02/1936). Curra e seu cunhado, Alexandre Valsechi, possuíram uma fábrica de armas de caça, localizada em Flores da Cunha – RS e denominada “Valsechi, Curra &amp; Cia”. A empresa teve licença para atuar na confecção de armamento concedida pelo Ministro de Estado dos Negócios da Guerra a 12/08/1937.<lb/><lb/> Após a morte de sua mãe, a casa dos Curra passou a ser utilizada por Heitor e sua família; em 1941, a família fixou residência em Caxias – RS. Ele se desvincula da vida política e passa a exercer a atividade de Escrivão do Civil e Crime, Júri e Execuções Criminais e é nomeado para as funções de Secretário da Junta de Alistamento Militar, até 1960, ano em que solicita sua aposentadoria. Em sua vida privada, é sabido que Curra falava italiano gramatical e francês, além de possuir o hábito da leitura: em sua biblioteca, guardava livros das mais variadas áreas – política, romances, história, religião, enciclopédias, dicionários – e um vasto acervo na área jurídica. Era assinante das revistas e jornais da época. Participava de eventos culturais que ocorriam em Nova Trento, como teatro ou cinema, pois gostava muito. A música fazia parte de sua vida e praticou canto quando esteve matriculado em São Leopoldo – RS. Admirava melodias de sopro, principalmente por flauta, instrumento que aprendera a tocar com muito estudo e empenho. Quando jovem, era fascinado por futebol, paixão que herdou do pai que, além de atuar como jogador, muito contribuiu para a formação de alguns clubes esportista de Nova Trento, atual Flores da Cunha – RS. Heitor Curra faleceu em 15/04/1973, em virtude de um enfarte do miocárdio. Como homenagens póstumas, recebeu a denominação do “Campeonato Municipal do Interior Heitor Curra”, realizado em Flores da Cunha no ano de 1980, e a denominação de ruas em sua cidade natal e no bairro Madureira, em Caxias do Sul – RS.<lb/><lb/>**Lourdes Curra**, filha de Heitor Curra e de Ignez Clementina Jaconi Curra, nasceu em Flores da Cunha – RS, a 17/03/1933, onde viveu até seus oito anos de idade, mudando-se com a família para Caxias – RS em 1941. Estudou parte do ensino fundamental na Escola São José de sua cidade natal e cursou Magistério na Escola Duque de Caxias, já em Caxias do Sul – RS. No Instituto de Educação General Flores da Cunha, em Porto Alegre – RS, ela formou-se Técnica em Supervisão Escolar. Na Universidade de Caxias do Sul, graduou-se em Pedagogia. Aos 17 anos, quando aluna de Magistério, escreveu seu primeiro livro, o manuscrito “A Princesinha Marta”, originado de um pedido que sua professora de Português, Marianinha de Queiroz, fez à turma de alunas durante a aula e que fora publicado em 2007 – um dos seus títulos de referência.<lb/><lb/>Profissionalmente, exerceu as funções de professora primária e do ensino médio, fiscal de ensino e trabalhou na então 4ª Delegacia de Ensino, como supervisora e fiscal de ensino. Em 2003, Lourdes começou a publicar suas obras literárias, voltadas principalmente para o público infanto juvenil, público que demonstra amor especial, e adulto, sendo quatro destes em braile: “O coração vê além do horizonte”, “Saga do caminhante do céu”, “A luz dos anjos”, “Primavera do coração”, “Esperança”, “Um Sonho de Esperança”, “Rapa Nui, o umbigo do mundo”, “Autobiografia de Titi: o pássaro cantador”, “Uma história de amor”, “A Princesinha Marta e um sonho de criança”, “Sapolândia” e “Eureca!!!”. Possui também livros que fazem uma reflexão sobre maneiras de bem viver, como “O jogo da vida: aprendendo a jogar”, e biográficos: um, em parceria com Evandro Luiz de Oliveira, sobre seu pai, intitulada “Heitor Curra – um Cidadão Florense Vida e Obra”, lançada em 2006, e “A Saga do Guerreiro Xavante Orestes Serinhonsa Aedzane”, lançado em 2018.<lb/><lb/>Foi uma das fundadoras do Clube de Mães “Santa Mãe de Deus” do bairro Pôr do Sol, de Caxias do Sul – RS, no qual trabalhou de 1984 a 2014. Desde 2007, Lourdes ocupa a cadeira número 26 da Academia Caxiense de Letras e participa de Feiras do Livro em todo o Estado do Rio Grande do Sul; foi “Escritora Homenageada” na 30ª Feira do Livro de Caxias do Sul e “Patrona” da 37ª edição da Feira do Livro de Flores da Cunha, ambas em 2014.<lb/><lb/>Lourdes faleceu em 25/09/2021.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada por integrantes da família Curra, além de documentos produzidos e acumulados por Nestor e Lourdes Curra, seus filhos. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta. A maioria dos documentos textuais tem caráter original.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![CUR_01.01.007_PO](https://i.postimg.cc/qRjLM6WP/CUR-01-01-007-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.CUR – Heitor Curra**<lb/><lb/>####**Série 01. Vivências em Família e em Comunidade**<lb/>####**_Subsérie 01.01. Genealogia_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.02. Vida Privada_**<lb/>Dossiê 01.02.001. Documentos pessoais de Heitor Curra<lb/>Dossiê 01.02.002. Documentos acumulados por Heitor Curra e família<lb/>Dossiê 01.02.003. Lourdes Curra<lb/>Dossiê 01.02.004. Heitor Curra Filho<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.03. Lazer e Relações Sociais_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.04. Igreja Matriz de Nova Trento_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.05. Cooperativismo_**<lb/>Dossiê 01.05.001. Consórcio das Cooperativas Agrícolas da Região Italiana do RS<lb/>Dossiê 01.05.002. Cooperativa Viti-Vinicola 3 de Outubro Ltda.<lb/>Item Documental 01.05.003. Atestado de vínculo empregatício<lb/>Dossiê 01.05.004. Sociedade Cooperativa Viti-Vinícola São João Ltda.<lb/>Dossiê 01.05.005. Cooperativa Viti-Vinícola São Pedro Ltda.<lb/>Dossiê 01.05.006. Cooperativa Viti-Vinícola Trentina Ltda.<lb/>Dossiê 01.05.007. Sociedade Cooperativa Viti-Vinícola Otávio Rocha<lb/><lb/>####**Série 02. Carreira profissional e empreendedorismo**<lb/>####**_Subsérie 02.01. Profissional liberal_**<lb/>Item Documental 02.01.001. Currículo<lb/>Dossiê 02.01.002. Atestados de vínculo empregatício<lb/>Dossiê 02.01.003. Certificações e Qualificações<lb/><lb/>####**_Subsérie 02.02. Funcionalismo público_**<lb/>Dossiê 02.02.001. Cargos públicos de provimento na Vila de Nova Trento (RS)<lb/>Dossiê 02.02.002. Cargos públicos de provimento em Caxias do Sul (RS)<lb/><lb/>####**_Subsérie 02.03. Fábrica de Armas Valsechi, Curra &amp; Cia._**<lb/><lb/>####**Série 03. A atuação na Política**<lb/>####**_Subsérie 03.01. Correligionário do Partido Republicano Liberal_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 03.02. Prefeito de Nova Trento / Flores da Cunha (RS)_**<lb/>Dossiê 03.02.001. Gestão 1933 – 1935<lb/>Dossiê 03.02.002. Candidatura para as Eleições de 1935<lb/>Dossiê 03.02.003. Gestão 1936 – 1940</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <famname role="Produtor" id="atom_118547_actor">&lt;strong&gt;Família Curra&lt;/strong&gt; </famname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos têm restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado. Alguns documentos sem datas ou informações relevantes foram devolvidos à doadora.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O acervo foi doado pela família Jaconi, em 10/09/1981, por Lourdes Curra, filha de Heitor Curra, entre Maio e Julho de 2014 e nos dias 02/08/2016 e 17/07/2019, por Elenira Inês Prux, em 16/05/2022,  Paula Elisa Curra, em 08/11/2022, e Maurício D’Andrea Curra, em 24/07/2023.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>Entre Maio e Julho de 2014, Lourdes Curra, filha de Heitor Curra, doou documentos textuais, iconográficos e bibliográficos produzidos e acumulados por seu pai, Heitor Curra, para o Arquivo Histórico Municipal Pedro Rossi, de Flores da Cunha – RS. Por motivos pessoais, resgatou toda a documentação e manteve-a em sua residência até 02/08/2016, quando decidiu doá-la ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami. Devido à doação, Lourdes foi homenageada com uma placa durante a cerimônia do aniversário de 40 anos da instituição caxiense, realizada em 05/08/2016.<lb/><lb/>Em 17/07/2019, Lourdes fez nova doação ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, composta de livros, santinhos, livretos, cartões-postais e fotografias.<lb/><lb/>Informações acerca de datas, locais e identificação de pessoas foram extraídos do livro “Heitor Curra – Um Cidadão Florense: Vida e obra”, de Evandro Luiz de Oliveira e Lourdes Curra.<lb/><lb/>Em 16 de maio de 2022, Elenira Inês Prux, servidora do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, doou fotografias adquiridas na antiga residência de Lourdes Curra, durante a realização de uma venda dos objetos e móveis do local, organizada pelos familiares.<lb/>Em 08/11/2022, Paula Elisa Curra, filha de Nestor Curra, doou documentos produzidos e acumulados por sua tia, Lourdes Curra.<lb/><lb/>Em 24/07/2023, Maurício D’Andrea Curra doou um projeto arquitetônico e fotografias acumuladas por seu pai, Nestor Curra.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Outubro/2017; Outubro/2018 a 19/12/2018; Outubro/2019; Outubro/2024 a 09/01/2025.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Processamento Técnico – Catiuscia Xavier.
<lb/>Digitalização de Imagens – Deise Cristiane Giacomoni e Catiuscia Xavier.</p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua totalidade, por documentos originais, cujas cópias digitais foram cedidas à doadora e ao Museu e Arquivo Histórico Pedro Rossi de Flores da Cunha – RS.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Documentos relacionados a Heitor Curra integram os fundos documentais Diretoria da Colônia Caxias e Comissão de Terras e Medição dos Lotes em Caxias e Gabinete do Executivo do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>2. Entrevista produzida pela Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com a temática “POLÍTICA: Partido Comunista” (com Ernesto Bernardi), tratando das prisões após a Intentona Comunista (Mário Fontana, Thomas Ferreira de Almeida, Heitor Curra, Mantovani, Rossato);<lb/>3. Documentos e fotografias relacionados a Heitor Curra integram os fundos documentais Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda. (VRG), Daniel de Castro Fortuna (DCF), Aparício Postali (PST), Enio Luiz Arioli (ALE), Vicente Argenta (ARG), Família Saldanha (SAL), João Brusa Neto (BSA) e Silvio Toigo (TOI), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>4. Livros que mencionam ou fazem relação a Heitor Curra estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados interna da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>**HEITOR CURRA – UM CIDADÃO FLORENSE: VIDA E OBRA**. OLIVEIRA, Evandro Luiz de; CURRA, Lourdes. Caxias do Sul, RS: Editora do Maneco, 2006.</p>
        </bibliography>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Família Braghirolli**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-BRA</unitid>
          <unitdate datechar="acumulação" normal="1890/1980" encodinganalog="3.1.3">1890 - 1980</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        **141 (cento e quarenta e um) documentos iconográficos, 145 (cento e quarenta e cinco) documentos textuais e 01 (um) documento tridimensional**    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);<lb/>Jornais da Hemeroteca Digital do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, disponíveis nos sites da Biblioteca Nacional e do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia: NEGRA; [INDÍGENA].</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/7/f/1/7f173b0b51d64c9a88ea77bee9a7c5ed198beb71e0aa3bc2e7455d4ae5218ad6/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_BRA.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <famname id="atom_118617_actor">**Família Braghirolli**</famname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-e5ff10433386bad4fe501dc8a418e6d3" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**Rodolfo Ermenegildo Secondo Braghirolli**, filho de Carlos Braghirolli e Lucia Braghirolli, nasceu em San Benedetto Po, província de Mantova (Mântua), Itália em 15 de abril de 1860, sendo batizado na Igreja Paroquial de “S. Siro vescovo”, na localidade de San Siro, município de San Benedetto Po. Em 1869, ainda menino de nove anos, mas já alfabetizado com diploma de distinção, Rodolfo chegava a Caxias com seu pai Carlos Braghirolli, que aqui chegando e encontrando só mato, ele, um intelectual, enfrentou um grande desespero por não encontrar o conforto necessário nem recursos básicos para instalar sua família. O pequeno imigrante Rodolfo foi crescendo na “Freguesia de Santa Teresa” e ajudou a construir Caxias. Muito jovem, dedicou-se à profissão de alfaiate, ensinando-a a outros jovens e paralelamente os alfabetizando espontaneamente. Pelos anos de 1880, fez curso de aperfeiçoamento em alfaiataria em Turim-Itália, na Academia de Victorio Raffignone, seu professor. Foi um dos primeiros imigrantes italianos a se naturalizar brasileiro. De profissão industrialista, estabelecido com oficina de alfaiate e confecção de roupas feitas, foi premiado com Diploma de Menção Honrosa na Exposição Estadual do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, em 1901. Teve seu trabalho reconhecido no âmbito internacional, quando da sua premiação na exposição de Turim, no ano de 1911, ocasião em que exibiu seus trabalhos de corte. Foi pioneiro no ramo da alfaiataria e da construção civil nos primórdios da cidade. Em 1915, foi eleito presidente da associação denominada União Geral dos Alfaiates. Casou-se com Josefina Rosina Braghirolli em 14 de fevereiro de 1885, em Caxias (RS), na Igreja de Santa Teresa. Do matrimônio nasceram 12 filhos, sendo que os cinco primeiros (Luiza, Higinia, João, Rômulo e Dina) faleceram muito cedo; os outros são: Hygina, Sylvia, Aldo, Dyna, Lyna, Yolanda, e Branca (falecida com 14 anos de idade). Em 1887, foi um dos fundadores da então Sociedade Italiana de Mútuo Socorro Príncipe de Nápoles, mais tarde Sociedade Caxiense de Mútuo Socorro, sendo em sucessivas diretorias, vice-presidente, secretário, 1o secretário do Conselho Diretivo e conselheiro. Em 14 de setembro de 1897 foi nomeado para o cargo de 1o Suplente do Juiz Distrital da sede do município de Caxias pelo então Presidente do Estado, Júlio Prates de Castilhos, para o mandato de quatro anos. Em 1o de fevereiro de 1898, a Inspetoria Escolar da 3a Região, com sede em Montenegro, que tinha jurisdição sobre a Vila de Santa Teresa e como inspetor Lucio Brasileiro Cidade, nomeia através deste, Rodolfo Braghirolli como membro do Conselho Distrital do distrito escolar de Caxias. Em 08 de julho de 1901 participa da fundação da Associação dos Comerciantes de Caxias e na Assembleia Geral de fundação da entidade foi eleito membro do Conselho Fiscal, juntamente com Rodolfo Felix Laner e Ludovico Sartori, sendo-lhe conferido o título de Sócio Honorário nos quarenta anos da fundação, quando era presidente, Ottoni Minghelli.<lb/><lb/>Em setembro de 1906, por proposta de Arthur de Lavra Pinto, Rodolfo Braghirolli foi unanimemente aceito como sócio contribuinte do Grêmio Literário Caxiense. Rodolfo Braghirolli estava também entre os que, em 1908, fundaram a Associação “União Conductora”, que tinha por fim manter um carro fúnebre para a condução dos mortos, sem distinção de posição e nacionalidade. Em 30 de junho de 1910 lhe foi conferido o título de sócio remido da referida associação, sendo na ocasião o presidente, Miguel Muratore. Também em 1910, Rodolfo Braghirolli foi um dos oradores oficiais na inauguração da Estação Férrea, um avanço que pleiteava junto ao governo estadual desde de 1897. Fez parte do primeiro grupo de representantes do teatro amador em Caxias. Foi membro da Sociedade Filodramática, representando-a juntamente com Pedro Stangherlin, Antonio Piccoli, Angelo Manfro, Nicolau Salermo e Luiz Curtolo. Foi um dos sócios-fundadores do Clube Juvenil, tendo feito, em 1909, um empréstimo de 10 mil réis, ação assinada pelo presidente da agremiação Hermenegildo Buratto e pelo tesoureiro Victorio Rossi. Em 25 de agosto de 1927 adquire o antigo Cine Theatro Apollo e inicia sua reconstrução após o incêndio ocorrido em 28 de maio de 1927, sendo o mesmo reformado em 1952, quando passa a se denominar Cine Teatro Ópera, sob direção de Júlio Ribeiro Mendes. Foi membro do Conselho Municipal (atual Câmara de Vereadores), na época de Tancredo Feijó. Em 1954, seu nome foi um dos escolhidos pelo prefeito municipal Major Euclides Triches, para denominar uma das ruas da cidade. Rodolfo Braghirolli faleceu em Caxias (RS) a 11 de fevereiro de 1942, com 82 anos de idade. Seu atestado de óbito foi firmado pelo Dr. Luiz Faccioli, que deu como causa da sua morte, a febre urinosa.<lb/><lb/>**Josefina Rosina Braghirolli**, filha de Candido Rosina e Margarida Basanella Rosina, nasceu na localidade denominada Alba de Rovereto, província de Trento, do então Reino da Áustria-Hungria, mais tarde Reino da Itália, em 1o de setembro de 1867. Seu pai Candido era oficial de marceneiro e considerado na Itália um grande artista. Dona Bepa, como carinhosamente a chamavam, chegou com seus pais ao Brasil, em São Sebastião do Caí em 1o de janeiro de 1877, após ter desembarcado no Rio de Janeiro de uma viagem de quarenta dias de navio. Casou-se com Rodolfo Braghirolli em 14 de fevereiro de 1885, tendo doze filhos ao total, dos quais cinco morreram precocemente e uma ainda adolescente. Com vários filhos para cuidar, Josefina trabalhava ainda na alfaiataria ao lado do marido e prestava assistência aos clientes e amigos que vinham de Vacaria e se hospedavam num barracão aos fundos da residência da família, situada na avenida Júlio de Castilhos. Josefina Braghirolli exerceu seu direito ao voto nas eleições para presidência da República em 1945, aos 78 anos de idade e para prefeito de Caxias do Sul em 1951, com 84 anos de idade, ambas ocasiões registradas nos jornais Diário do Nordeste e O Pioneiro, respectivamente. Em 27 de agosto de 1976, Mário Gardelin enquanto Vereador pela Arena, indicou seu nome para denominação de rua (Indicação 346/76). Josefina Braghirolli faleceu em 02 de maio de 1961. Conforme certidão de óbito, as causas de sua morte foram insuficiência hepática, uremia e diabetes.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada pela família Braghirolli. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este recebeu intervenções técnicas de conservação e restauro em alguns de seus documentos, porém, existem outros documentos que necessitam de técnicas de intervenções, por isso, apresentam restrições de consulta. A maioria dos documentos textuais tem caráter original.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![BRA_03.01.001_PO](https://i.ibb.co/y4Pt7Gj/BRA-03-01-001-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.BRA – Família Braghirolli**<lb/><lb/>####**Série 01. Rodolfo Braghirolli**<lb/>####**_Subsérie 01.01. Documentos pessoais_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.02. Documentos acumulados_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.03. Diplomas_**<lb/><lb/>####**Série 02. Josefina Rosina Braghirolli**<lb/>####**_Subsérie 02.01. Documentos pessoais_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 02.02. Documentos acumulados_**<lb/><lb/>####**Série 03. Matrimônio de Rodolfo Braghirolli e Josefina Rosina Braghirolli**<lb/>####**_Subsérie 03.01. Relações familiares_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 03.02. Aldo Carlo João Rodolfo Braghirolli_**<lb/>Dossiê 03.02.001. Documentos pessoais e acumulados<lb/>Dossiê 03.02.002. Aldo Carlo Júlio Braghirolli<lb/><lb/>####**_Subsérie 03.03. Sylvia Braghirolli_**<lb/>Dossiê 03.03.001. Documentos acumulados<lb/><lb/>####**_Subsérie 03.04. Dyna Braghirolli_**<lb/>Dossiê 03.04.001. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 03.04.002. Vida profissional<lb/>Dossiê 03.04.003. Relações com a cidade<lb/><lb/>####**_Subsérie 03.05. Lyna Braghirolli _**<lb/>Dossiê 03.05.001. Documentos acumulados<lb/><lb/>####**Série 04. Acumulados da família**</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <famname role="Produtor" id="atom_118617_actor">&lt;strong&gt;Família Braghirolli&lt;/strong&gt; </famname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; alguns documentos já receberam intervenções técnicas de conservação e restauro, porém, existem outros documentos que necessitam de intervenções, por isso, apresentam restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O fundo documental é formado por doações feitas por membros da família, em diferentes períodos e pelo professor Mário Gardelin:<lb/>Dyna Braghirolli e Lyna Braghirolli, filhas de Rodolfo Braghirolli e Josefina Rosina Braghirolli, efetuaram doações em 16/12/1974, 03/02/1975, 01/12/1980, 10/12/1980, compostas por fotografias, recortes de jornais, documentos diversos;<lb/>Aldo Braghirolli Menna Barreto, doação efetuada em 08/06/2018, constituída por fotografias, recortes de jornais, documentos;<lb/>Mário Gardelin, doação efetuada em 08/10/2008, constituída por fotografias.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental é formado em sua maioria por documentos provenientes de doações feitas por membros da família, em diferentes períodos e por doações de itens documentais iconográficos realizada por Mário Gardelin (professor, jornalista, historiador, escritor, político, dentre outras atribuições), nascido a 14/01/1928 em Santa Bárbara de Ana Rech e falecido a 04/04/2019 em Caxias do Sul.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Abril de 2022 a Outubro de 2022.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais, em sua grande maioria.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua grande maioria, por documentos originais.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Documentos relacionados à família Braghirolli integram o fundo documental da Diretoria da Colônia Caxias e Comissão de Terras e Medição dos Lotes em Caxias (ofício do Palácio do Governo - 5ª Diretoria, José Júlio de Albuquerque Barros, para o Engenheiro Diretor da Colônia Caxias, comunicando devolução de título definitivo do lote urbano nº 10 da quadra 21, vendido em hasta pública a Rodolfo Braghirolli; requerimento de Clemente Fonini para o Presidente da Província solicitando a concessão do lote n.º 4 da quadra n.º 23 da sede Dante, em nome de Rodolfo Braghirolli, que nunca fora ocupado; ofício de Rafael Augusto Brandão, Engenheiro da Inspetoria Especial de Terras e Colonização em Porto Alegre, para o Engenheiro Chefe da Comissão de Terras em Caxias, comunicando o envio do requerimento de Clemente Fonini, em que o mesmo alega ocupar o lote n.º 4 da quadra n.º 23 da sede Dante, concedido a Rodolfo Braghirolli) do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/><lb/>2. Entrevistas produzidas pela Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com diversos entrevistados, com temáticas relacionadas aos membros da família e suas atividades profissionais e sociais (origens e formação do coral Santa Teresa, arte da música, curso de bordado do Círculo Operário com a professora Sylvia Braghirolli, aulas de Educação Física no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer com a professora Lyna Braghirolli, cinemas mudos acompanhados pela pianista Dina Braghirolli);<lb/><lb/>3. Fotografias relacionadas à família Braghirolli integram os fundos documentais Família Saldanha (SAL), Studio Geremia (GER), Biblioteca Pública (BIP) – Álbum da Exposição Comemorativa do “Cinquantenario della Colonizzazione Italiana nel Rio Grande del Sud - 1875-1925”, Domingos Mancuso (MAN), João Spadari Adami (JSA), Suely Bascú (SBU), Família Batasttini (BTA), Frederico Bergmann (BER), Henriqueta Bonnett (BON), Maria Elizabetha Parolini Eberle (EME), Eunice Faccioli (FAC), Iracema Faccioli (FFI), Guimarães Francisco da Silva, Alice Gasperin (GAS), Família Gianella (GIA), Juliana Lamb (LAM), Família Pezzi (PZZ), Sérgio Henrique Salvador (SSH), Zila Guidalli Sehbe (SZG), Romana Bragatti da Veiga (BRV), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/><lb/>4. Documentos relacionados à família Braghirolli integram os fundos documentais Enio Arioli (ALE), Família Horn (OVH), Ivanyr Euclínia Marchioro (IMA), Família Rossi (ROS), Luiz Napolitano (NAP), Família Coulon (COU), Família Thimmers Comandulli (CTM), Vicente Argente (ARG), Coleção Especial   Santinhos (STN), Frederico Bergmann (BER), Caxias Tênis Clube (CTC), Dario Granja Sant’Anna (DGS), Família Ungaretti (UNG), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/><lb/>5. Livros que mencionam ou fazem relação a Rodolfo Braghirolli e os serviços e comércio de Caxias-RS; Josefina Rosina Braghirolli (Dona Bepa) e as primeiras levas de imigrantes que viram Caxias nascer e prosperar; loja de chapéus de Sylvia Braghirolli (estabelecimento citado no livro de Loraine Slomp Giron, “Dominação e Subordinação – mulher e trabalho na pequena propriedade”, lista de nomes das mulheres proprietárias constantes no livro de Lançamento de Indústrias – Intendência de Caxias de 1924); José Afonso Braghirolli Galvão e o Rotary Caxias do Sul Imigrante estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados interna da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Aldo Pedro Fedrizzi**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-FED</unitid>
          <unitdate datechar="acumulação" normal="1930/1998-07" encodinganalog="3.1.3">1930 - 1998-07</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        **03 (três) documentos bibliográficos, 41 (quarenta e um) documentos iconográficos e 83 (oitenta e três) documentos textuais**    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="eng">inglês</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia: NEGRA.</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/b/a/7/ba751f009c7467021a941b4aa9ac807ad153872758cf64d83d1fad6280429574/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_FED.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <persname id="atom_118647_actor">**Aldo Pedro Fedrizzi [e família]**</persname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-650eb76fc262e6dfbeee15a44b980a69" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**Aldo Pedro Fedrizzi** nasceu no dia 07 de agosto de 1920, na localidade de São Romédio, situado no Travessão Santa Teresa da Quinta Légua de Caxias do Sul. Era filho de Antonio Fedrizzi e Eliza Gollo Fedrizzi e neto de Celeste Fedrizzi e Raimunda Webber Fedrizzi. Casou-se no dia 04 de maio de 1946, na Catedral Diocesana Santa Teresa, com Aládia Celínia Pedron, nascida aos 21 de outubro de 1923 e filha de Luminato Pedron e Maria Segat Pedron. O pai de Aládia, Luminato Pedron, foi um grande empresário, proprietário de cantina de vinhos e um dos primeiros sócios da Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda.; foi sócio, ainda, de uma empresa de materiais de construção, além de possuir sociedade em outros ramos de negócios.<lb/><lb/>Aldo e Aládia tiveram três filhos: Aldo José Pedron Fedrizzi, nascido a 23 de abril de 1956 (casou-se com Jaqueline de Azevedo e tiveram um filho, chamado Arthur de Azevedo Fedrizzi, nascido em 25 de janeiro de 1993; Arthur nascera surdo, como o pai); Arnaldo Pedron Fedrizzi, nascido a 22 de janeiro de 1958 e Arlete Regina Pedron Fedrizzi, nascida a 18 de Março de 1960.<lb/><lb/>Aldo foi fundador do Instituto de Educação de Surdos (em 22 de agosto de 1960), visando não só um tratamento para o filho bem como um auxílio a outros pais que também tiveram filhos com a mesma necessidade especial. Aldo José foi o primeiro aluno matriculado da instituição, localizada na Vila Kayser e anexa ao Grupo Escolar João Paternoster, atual Escola Olga Maria Kayser. Aldo foi buscar em Porto Alegre o professor surdo David Battastini Filho para ministrar aulas ao filho e aos demais alunos que estavam sendo matriculados na Instituição. O Instituto usou esta sala do grupo escolar Paternoster por pouco tempo, pois, entre os meses finais de 1960 até o início de março de 1961, o Instituto de Educação de Surdos usou uma construção de madeira que foi a biblioteca Monteiro Lobato, no Parque Infantil Monteiro Lobato, no então Bairro Guarany, atual bairro Exposição.<lb/>Em março de 1961, mudou-se para o Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer; em agosto de 1963, o instituto retornou para o local onde estava a biblioteca (Rua Santos Dumont, próximo da MAESA), mas com nova sede: um prédio em alvenaria, onde permaneceu de 1963 a 1986. Atualmente (2016), no mesmo prédio inaugurado em 1963, funciona a Sociedade dos Surdos de Caxias do Sul e o Centro de Atenção Psicossocial.<lb/><lb/>Aldo Pedro Fedrizzi faleceu aos 04 de maio de 1992 e Aládia Celínia Pedron Fedrizzi faleceu aos 27 de Outubro de 2014.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentos e fotografias acumulados por Aldo Pedro Fedrizzi [e família].</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![FED_01.01.04_PO](https://i.ibb.co/sjGd1WN/FED-01-01-04-PO.jpg)<lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.FED – FEDRIZZI, Aldo Pedro**<lb/><lb/>####**Série 01. Genealogia**<lb/>####**_Subsérie 01.01. Família Fedrizzi e Gollo_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.02. Família Pedron e  Segat_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.03. Família Fedrizzi e Pedron_**<lb/><lb/>####**Série 02. Vida Social**<lb/>####**_Subsérie 02.01. Festas e Comemorações Diversas_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 02.02. Santinhos e Lembranças de Falecimento_**<lb/><lb/>####**Série 03. Vida Profissional**<lb/>####**_Subsérie 03.01. Metalúrgica Abramo Eberle S.A._**</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="Produtor" id="atom_118647_actor">&lt;strong&gt;Aldo Pedro Fedrizzi [e família]&lt;/strong&gt; </persname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Acervo em bom estado de conservação; é necessária a restauração de apenas alguns itens.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>O acervo doado por Aládia Celínia Pedron Fedrizzi, esposa de Aldo Pedro Fedrizzi, foi avaliado por funcionário responsável da Unidade Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami e está, em sua totalidade, sob guarda da Instituição, em caráter permanente.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>Doação de Aládia Celínia Pedron Fedrizzi e Frei Celso Bordignon, em Agosto/2001 e 28/02/2002, por meio de Termo de Doação.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Existe possibilidade de futuras incorporações ao acervo.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>Informações acerca de datas, locais e identificação de pessoas foram extraídas da biografia de Aldo Pedro Fedrizzi e da história administrativa da Fundação do Instituto de Educação de Surdos, de autoria de Aldo José Pedron Fedrizzi e seu primo Gilmar Angélico Pedron Lorenzi, com a colaboração de Maria Cristina Ferrari (artista plástica e pedagoga, Professora de Libras na Ulbra, La Salle e Senac, Vice-presidente da Associação do Grupo de Surdos de Carazinho e voluntária do Núcleo de Estudo sobre Educação de Surdos de Passo Fundo).</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Abril e Maio de 2016.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Processamento técnico dos documentos feito por Jovita Galeão Santos Sampaio e Eunice Cruz de Lima (Novembro/2010) e Catiuscia Xavier (Maio/2016).
<lb/>As fotografias foram processadas tecnicamente por Deise Cristiane Giacomoni (Abril e Maio/2016).</p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>Todos os documentos integrantes deste acevo são originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>Aldo José Fedrizzi possui cópias digitais das fotografias.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Existe um projeto de residência de propriedade de Aldo Pedro Fedrizzi na Unidade de Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>2. Existe uma entrevista de Alvis Fiedler Santos, na qual fala sobre a história da comunidade de São Romédio e seus primeiros moradores, onde se encaixam as famílias Pedron e Fedrizzi, na Unidade de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.<lb/>3. Existem Fundos Documentais em nome de Luminato Pedron, pai de Aládia Celínia Pedron Fedrizzi, (Fundo Pedron, Luminato – LPN) e em nome de Gilmar Angélico Pedron Lorenzi (Lorenzi, Gilmar Angélico Pedron (Família) - LOE) na Unidade Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.<lb/>4. Existem livros disponíveis, apenas para consultas, na Biblioteca do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami que integram o Fundo “Lorenzi, Gilmar Angélico Pedron (Família) – LOE”.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrições, dando-se preferência ao acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>O acervo pode ser reproduzido por meio fotográfico ou digital (conforme política da Instituição, por meio de assinatura de Declaração de Uso de Imagens). Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados interna da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>Informativo Eberle. Ano XV. Caxias do Sul, RS; Abril a Setembro de 1971. Número 116. (Artigo “Quem é quem na MAESA”).</p>
        </bibliography>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Família Gianella**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-GIA</unitid>
          <unitdate datechar="acumulação" encodinganalog="3.1.3">[1880]-2001</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        432 (quatrocentos e trinta e dois) documentos iconográficos, 252 (duzentos e cinquenta e dois) documentos textuais, 09 (nove) documentos tridimensionais.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:<lb/>Itens e informações do próprio fundo documental;<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);<lb/>Jornais da Hemeroteca Digital do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, disponíveis nos sites da Biblioteca Nacional e do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul;<lb/>https://ancestors.familysearch.org/en/KNR3-GWW/livia-viero-1890-1975</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>*Raça/cor/etnia: NEGRA; [INDÍGENA].</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/9/5/9/959d35f772cdfeae23940a9527cc0d4e5ac926a58c7bcdda92cc4ca7bf2b1065/GUIA_BR_RS_AHMJSA.AP_GIA.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <famname id="atom_119549_actor">**Família Gianella**</famname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-61f65ececadebeb91b36c36bbf2bb3a9" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**Matteo Carlo Gianella**, filho de Giuseppe Gianella e Maria Stornelli Gianella, nasceu em 10 de novembro de 1883 na região de Piemonte, Província de Vercelli, na localidade de Crocemosso, Itália. Desde de menino, Matteo trabalhou em pequenas tecelagens e já aos seis anos de idade conseguia ganhar algumas “liras” emendando fios. Aos 15 anos foi promovido a técnico no ofício de fiandeiro e aos 17, Matteo já havia conseguido economizar algum dinheiro. Incentivado pelo pai, partiu para a América, estabelecendo-se em Buenos Aires, onde permaneceu por 11 anos trabalhando na sua profissão. Encarregado de montar o maquinário da Fábrica de Lã Campomar (Campomare), e posteriormente outra fábrica, denominada Buzzalla, Matteo ganhou experiência no ramo da tecelagem na capital argentina.<lb/><lb/>Porém, foi através de um anúncio de jornal em Buenos Aires, e em meio a muitas dificuldades na capital argentina, que Matteo decidiu vir para o Brasil por volta de 1913, ano em que recebeu o convite de Hércules Galló para ajudar a instalar em Galópolis a fiação e fábrica de fios que veio a se transformar no Lanifício São Pedro, posteriormente, Lanifício Sehbe S.A. Com conhecimento técnico em máquinas e especialização no ramo têxtil, foi designado a montar os equipamentos do lanifício, onde trabalhou por quatro anos. Naquela localidade, Matteo conheceu Ermelinda Viero, com quem casou a 04 de março de 1916. O casal teve seis filhos, dos quais dois faleceram ainda pequenos, sendo um deles, José, que faleceu aos 4 anos. Chegaram à idade adulta: Doviglio, Remo, Italia e Elite.<lb/><lb/>O sonho de abrir sua própria tecelagem começou a ser realizado após seu casamento com Ermelinda, quando o jovem casal estabeleceu-se em Santa Lúcia da IX Légua, dando início a uma pequena indústria com tecnologia rudimentar, que fabricava artigos para montaria. Ermelinda tingia e bordava as peças, que eram comercializadas no armazém de Abramo Eberle. O empreendimento começou em 1917, com máquinas de segunda mão e outras desenvolvidas pelo próprio Matteo, na Oficina Mecânica de Bortolo Triches, avô de Euclides Triches. Depois, com a ajuda do sogro Andrea Viero, o qual foi seu sócio por aproximadamente dois anos, Matteo adquiriu de Bortolo Triches, a propriedade que pertencia inicialmente à família Corsetti, às margens do Arroio Tega, no arrabalde Santa Catarina.<lb/><lb/>Surgiu, porém, um problema, não havia dinheiro para comprar a lã, matéria-prima da fábrica. Foi quando dona Ermelinda lembrou-se de que o colchão que haviam recebido de presente quando casaram continha aproximadamente 40 quilos de lã. Poderiam desmanchá-lo e assim dar início aos trabalhos da fábrica em 1920, quando a sociedade é modificada, entrando Domingos Viero em lugar de seu pai. Nessa época, a empresa denominava-se Matteo Gianella &amp; Viero, que perdurou durante 20 anos. Tempo em que a produção diversificou-se e pavilhões foram sendo construídos. À medida em que novas máquinas iam sendo compradas, Matteo acrescentava as de sua própria inventividade. Em 1940, os filhos do casal, Doviglio e Remo, assumem a parte transferida por Domingos Viero e a empresa passa a se chamar Matteo Gianella &amp; Cia. Após a morte de Matteo, em novembro de 1942, a razão social passa a ser Vva. Matteo Gianella &amp; Cia.<lb/><lb/>Matteo Gianella teve seu nome designado para nomear uma das ruas do bairro Santa Catarina e também duas escolas da cidade, uma localizada em Santo Homo Bom, Zona Pigatto, no interior de Ana Rech, inaugurada em maio de 1953 e outra no bairro Santa Catarina, denominada nos anos de 1980, Escola Estadual de 1o Grau Matteo Gianella, oriunda da fusão da Escola Reunida Santa Catarina, posteriormente, Escola Isolada do Bairro Santa Catarina, com o G.E. Aristides Germani.<lb/><lb/>**Ermelinda Viero Gianella**, filha de Andrea Viero e Eliza Depauli Viero, nasceu em 27 de junho de 1893, em São Pedro da 3ª Légua, onde estudou na escola da professora Candinha Bay. Após concluir a “Seleta”, foi convidada por sua professora para ajudá-la na escola, devido ao seu destaque nos estudos e ao grande número de alunos para atender. Ermelinda cuidava do material didático e das lousas ou pedras para que estivessem limpas na hora de serem usadas. Porém, o que Ermelinda desejava mesmo era costurar e, depois de algum tempo mudou-se para a casa de parentes, em Caxias, onde trabalhava como doméstica no turno da manhã, e à tarde frequentava a casa de Maria Bragagnollo, na época uma das melhores modistas, para aprender corte e costura. Já dominando a nova profissão, voltou para a Terceira Légua e começou a costurar.<lb/><lb/>Ermelinda conheceu Matteo Gianella na festa do Santo Padroeiro, no entanto, o casal teve muitas dificuldades para levar o namoro a diante, pois como Matteo era bem mais velho e vinha de Buenos Aires, o pai de Ermelinda, preocupado com a possibilidade de ele ser um homem comprometido, criou muitos empecilhos para que o casamento se realizasse e só permitiu depois que Matteo provou que realmente era solteiro. Ermelinda e Matteo casaram em 04 de março de 1916 e fixaram residência em Galópolis, em uma das casas de alvenaria do Lanifício, onde Matteo ainda trabalhou por algum tempo.<lb/><lb/>Entretanto, desgostoso com os baixos salários que recebia, Matteo se propôs a abrir seu próprio estabelecimento e construiu seus primeiros teares, porém, não tinha dinheiro para adquirir a matéria-prima. O pai de Ermelinda, entusiasmado com a iniciativa do genro, decidiu associar-se no negócio e comprou as terras e o moinho que pertenciam à família Corsettti, no arrabalde de Santa Catarina, onde foi instalado o primeiro Lanifício Matteo Gianella. Com dificuldades financeiras para dar início ao negócio, Matteo tentou arranjar dinheiro emprestado. Não conseguindo seu intento, Ermelinda propôs desmanchar o colchão “de pura lã” que haviam ganhado dos familiares, como presente de casamento. De posse da matéria-prima deram início ao novo lanifício, no qual Ermelinda se ocupava de forma intensa, fiando, cardando, operando nos teares e cuidando dos livros da empresa, além de realizar suas tarefas de dona de casa e mãe.<lb/><lb/>Ermelinda, que era boa costureira e desenhista, desempenhou múltiplas funções, cuidando dos negócios quando o marido se ausentava e assumindo gradativamente responsabilidades para o bom andamento da empresa. Durante o período em que Matteo se encontrava em Caxias, o trabalho de supervisão era dividido entre os dois. Ermelinda tomava conta da produção dos setores onde trabalhavam as mulheres, e Matteo se ocupava mais com a produção de fios e tecidos. Desse modo, Ermelinda teve importante participação no lanifício fundado em 1917, sendo considerada a primeira mulher em Caxias a operar uma máquina de malhas, a qual foi importada da Itália por Matteo.<lb/><lb/>Aos 49 anos, Ermelinda fica viúva e leva adiante o empreendimento, dando continuidade às suas atividades na fábrica, que passa a denominar-se Vva. Matteo Gianella &amp; Cia., cuidando dos negócios e dando rumo à tecelagem, até entregá-la para os filhos, quando a razão social da empresa passa a ser Vva. Matteo Gianella &amp; Filhos. Ao final da década de 1960 é fundada a Fiação Ermelinda Gianella S.A., especializada em fios para malharia, tricô e tapeçaria. Além de todas as tarefas que desempenhava na empresa, Ermelinda encontrava tempo para auxiliar os operários da fábrica e os moradores do bairro com roupas, alimentos, medicamentos e palavras de conforto quando necessário. Sempre comprometida com as questões sociais, Ermelinda trabalhou para a construção da atual Igreja de Santa Catarina, ajudou na fundação do Grêmio Esportivo Gianella e se empenhou para que fosse criada a Escola Estadual Matteo Gianella. Estava sempre presente nas atividades ligadas à igreja e à escola. As festas de Santa Catarina e de 1o de Maio eram comemoradas com os operários, sempre com um concorrido churrasco de confraternização.<lb/><lb/>Conforme entrevista de seu filho Doviglio Gianella ao jornal Pioneiro, edição de 25 e 26 de novembro de 2000, Ermelinda ajudou a fundar, [em 1949], a Ordem Terceira de São Francisco em Caxias do Sul.  Com o falecimento de Ermelinda, em 2 de julho de 1969, o complexo já havia se desdobrado em Lanifício Matteo Gianella Ltda e Fiação Ermelinda Gianella S.A., que no final da década de 1970, muda sua razão social para Ermelinda Gianella Ltda.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada pelas famílias Viero Gianella, Pezzi Gianella e Gianella Mondadori Alves, sendo a maioria dos documentos textuais de caráter original. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este recebeu intervenções técnicas de conservação e restauro em alguns de seus documentos, porém, existem outros documentos que necessitam de técnicas de intervenções, por isso, apresentam restrições de consulta.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![GIA_03.01.001.001_PO](https://i.ibb.co/wr4Xtx8/GIA-03-01-001-001-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.GIA – Família Gianella**<lb/><lb/>####**Série 01. Matteo Carlo Gianella**<lb/>#####**_Subsérie 01.01. Documentos pessoais_**<lb/>#####**_Subsérie 01.02. Documentos acumulados_**<lb/>#####**_Subsérie 01.03. Correspondências_**<lb/><lb/>####**Série 02. Ermelinda Viero Gianella**<lb/>#####**_Subsérie 02.01. Documentos pessoais_**<lb/>#####**_Subsérie 02.02. Documentos acumulados_**<lb/>#####**_Subsérie 02.03. Correspondências_**<lb/><lb/>####**Série 03. Família Viero Gianella**<lb/>#####**_Subsérie 03.01. Relações familiares_**<lb/>Dossiê 03.01.001. Documentos acumulados<lb/><lb/>#####**_Subsérie 03.02. Doviglio Gianella_**<lb/>Dossiê 03.02.001. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 03.02.002. Correspondências<lb/><lb/>#####**_Subsérie 03.03. Remo Gianella_**<lb/>Dossiê 03.03.001. Documentos pessoais e acumulados<lb/>Dossiê 03.03.002. Correspondências<lb/><lb/>#####**_Subsérie 03.04. Italia Gianella Baldisserotto_**<lb/>Dossiê 03.04.001. Documentos pessoais e acumulados<lb/>Dossiê 03.04.002. Correspondências<lb/><lb/>#####**_Subsérie 03.05. Elite Gianella Tonolli_**<lb/>Dossiê 03.05.001. Documentos acumulados<lb/><lb/>#####**_Subsérie 03.06. Vínculos sociais_**<lb/>#####**_Subsérie 03.07. Relações com a cidade_**<lb/><lb/>####**Série 04. Família Pezzi Gianella**<lb/>##### **_Subsérie 04.01. Mary Pezzi Gianella_**<lb/>Dossiê 04.01.001. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 04.01.002. Correspondências<lb/><lb/>#####**_Subsérie 04.02. Matrimônio de Remo Gianella e Mary Pezzi Gianella_**<lb/>Dossiê 04.02.001. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 04.02.002. Leila Maria Pezzi Gianella<lb/><lb/>#####**_Subsérie 04.03.Família Gianella Mondadori Alves_**<lb/>Dossiê 04.03.001. Atilio Mondadori Alves<lb/>Dossiê 04.03.002. Matrimônio de Leila Maria Pezzi Gianella e Atilio Mondadori Alves<lb/><lb/>####**Série 05. Família Pezzi Gianella**<lb/>#####**_Subsérie 05.01. Complexo fabril_**<lb/>Dossiê 05.01.001. Fábrica e entorno<lb/>Dossiê 05.01.002. Seções, máquinas e instalações<lb/><lb/>#####**_Subsérie 05.02. Funcionários e colaboradores_**<lb/>Dossiê 05.02.001. Documentos acumulados<lb/><lb/>#####**_Subsérie 05.03. Administrativo_**<lb/>Dossiê 05.03.001. Propaganda e Marketing<lb/>Dossiê 05.03.002. Gestão financeira e contabilidade<lb/><lb/>#####**_Subsérie 05.04. Exposições_**<lb/>Dossiê 05.04.001. Diplomas e premiações<lb/>Dossiê 05.04.002. Festa da Uva<lb/><lb/>####**Série 06. Acumulados da família**<lb/>#####**_Subsérie 06.01. Documentos textuais_**<lb/><lb/>#####**_Subsérie 06.02. Documentos bibliográficos_**<lb/><lb/>#####**_Subsérie 06.03. Documentos iconográficos_**<lb/>Dossiê 06.03.001. Fotografias</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <famname role="Produtor" id="atom_119549_actor">&lt;strong&gt;Família Gianella&lt;/strong&gt; </famname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; alguns documentos já receberam intervenções técnicas de conservação e restauro, porém, existem outros documentos que necessitam de técnicas de intervenções, por isso, apresentam restrições de consulta. A maioria dos documentos textuais tem caráter original.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado. A mesma está sob guarda da Instituição, em caráter permanente.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O fundo documental é formado, em sua maioria, por doações feitas por membros da família Gianella, em diferentes períodos:<lb/>1. Família Gianella, doações efetuadas em 15/05/1980, 01/12/1980, 1984, 22/03/1984, 09/04/1984 e 1990, compostas por fotografias e documentos;<lb/><lb/>2. Mary Pezzi Gianella, nora de Matteo Gianella, efetuou doações em 10/11/1983, 16/01/1986, 20/04/1990 e 1993, constituídas por fotografias, documentos e livros;<lb/><lb/>3. Gabriel Gianella Mondadori Alves, bisneto de Matteo Gianella, efetuou doações em 20/10/2000, 07/10/2002, 16/10/2002, 11/09/2019, constituídas por fotografias, documentos, livros, almanaques, publicações, jornais, gravação da solenidade do 18o aniversário do Grêmio Esportivo Gianella (disponível na Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico João Spadari Adami).</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Há previsão de futuras incorporações ao acervo.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental é formado em sua maioria por documentos provenientes de doações feitas por membros da família, em diferentes períodos. Documentos relacionados à Italia Gianella Baldisserotto foram doados pelo Museu dos Capuchinhos (Muscap) em novembro de 2017. Entre novembro de 2023 e janeiro de 2024 foram incorporadas ao quadro de arranjo da família Gianella, por possuírem maior relação orgânica com esse fundo, as seguintes doações: 02 (dois) itens iconográficos doados por Merina G. Viero em 02/06/1989, 06 (seis) itens iconográficos doados pela família Viero em 27/11/1981, 01 (um) item iconográfico doado por Renato Henrichs em 12/05/1998, 01 (um) item iconográfico doado por Maria Emilia Parolini Pezzi Portela em 01/12/1980, 01 (um) item iconográfico doado por Raul Zanatto em 2005, 01 (um) item iconográfico doado pela família Niederauer em 1981, 01 (um) item iconográfico sem registro de doação, 02 (dois) itens iconográficos doados por Elisa Viero Périco em 27/11/1981.<lb/><lb/>Fotografias e documentos doados por membros da família Gianella, e que possuíam relação orgânica com a família Pezzi foram incorporados aos fundos documentais da família Pezzi (PZZ) e de Aurora Pezzi Ungaretti (UPA), durante a elaboração desse quadro de arranjo.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Criação: Outubro de 2022 a Abril de 2024, por Deise Cristiane Giacomoni.<lb/>Revisão: 26/06/2024, por Catiuscia Xavier.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais, em sua grande maioria.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua grande maioria, por documentos originais.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Documentos relacionados à família Gianella integram o fundo documental Educação Municipal (Escola Municipal de 1º Grau Incompleto Matteo Gianella. Denominação anterior: Escola Isolada Matteo Gianella, localizada em Santo Homo Bom – Ana Rech, documentos referentes aos anos de 1960 a 1993) e o fundo documental Obras Públicas (projeto arquitetônico para construção do posto de Gasolina Gianella &amp; Cia, na av. Júlio de Castilhos, esquina com a rua Marechal Floriano. Data aproximada: 1950-1960; projeto da fábrica de tecido Matteo Gianella &amp; Viero, acompanha planta baixa e memorial descritivo. Responsável: Silvio Toigo. Data aproximada: 1937; projeto arquitetônico inexistente. Proprietário: Duilio Gianella. Data aproximada: 1966; projeto arquitetônico inexistente. Proprietário: Fiação Ermelinda Gianella S.A. Data aproximada: 1971; projeto arquitetônico para construção de loja comercial no bairro São Pelegrino. Proprietário: Remo Gianella. Data aproximada: 1979; projeto arquitetônico de uma casa em madeira industrializada. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella Ltda. Data aproximada: 1978; projeto arquitetônico e hidrossanitário de loja comercial no bairro São Pelegrino. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella Ltda. Data aproximada: 1978, acompanha memorial descritivo; projeto arquitetônico para construção de restaurante e depósito no bairro Santa Catarina. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella Ltda. Data aproximada: 1978, acompanha memorial descritivo; projeto arquitetônico e hidrossanitário de edifício residencial no bairro Santa Catarina. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella Ltda. Data aproximada: 1979, acompanha memorial descritivo; projeto arquitetônico para construção de pavilhão industrial no bairro Santa Catarina. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella Ltda. Data aproximada: 1970, acompanha memorial descritivo; projeto arquitetônico para ampliação de pavilhão industrial no bairro Santa Catarina. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella Ltda. Data aproximada: 1971, acompanha memorial descritivo; projeto arquitetônico e hidrossanitário de edifício residencial no bairro Santa Catarina. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella Ltda. Data aproximada: 1980, acompanha memorial descritivo; projeto arquitetônico para construção de fábrica de tecelagem no bairro Santa Catarina. Proprietário: Lanifício Matteo Gianella &amp; Cia. Data aproximada: 1963, acompanha memorial descritivo; projetos de pavilhões industriais nos bairros São José e Nossa Senhora de Fátima. Proprietário: Fiação Ermelinda Gianella. Datas aproximadas: 1972, 1973, 1976, 1977, 1981) do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/><lb/>2. Entrevistas produzidas pela Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com diversos entrevistados, com temáticas relacionadas aos membros da família e suas atividades profissionais e sociais (história de vida de Matteo Gianella, Doviglio Gianella, Lanifício Matteo Gianella, Fiação Ermelinda Gianella, Grêmio Esportivo Matteo Gianella, Cooperativa Matteo Gianella);<lb/><lb/>3. Fotografias relacionadas às famílias Viero Gianella, Pezzi Gianella e Grêmio Esportivo Gianella integram os fundos documentais Suely Bascú (SBU), Família Pezzi (PZZ), Iria Loss Viero (VIE), Hermes João Webber (HJW), Studio Geremia (GER), Liga Caxiense de Futebol (FUT), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/><lb/>4. Documentos relacionados a membros da família Gianella, à Sociedade de Bochas Grêmio Esportivo Gianella e ao Lanifício Gianella integram os fundos documentais Sociedade Recreativa, Cultural e Esportiva Az de Ouro (Bocha) - Este fundo faz parte do Projeto: "Rede de Documentação e Memória do Esporte Caxiense", Stela Luiza Alberti Lisot (LST), Festa da Uva (FUV), Luiz Henrique Santini (SAN), Rosalina Andreazza (RMA), União Sindical de Caxias (USC), Luiz Napolitano (NAP), Júlio João Eberle (JJE), Bila Segalla Vial (VIA), Frederico Bergmann (BER), Família Ungaretti (UNG), Coleção Especial Santinhos (AHM.05), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/><lb/>5. Livros que mencionam o Lanifício Matteo Gianella, a Fiação Ermelinda Gianella, o Grêmio Esportivo Gianella, o Restaurante Gianella e membros da família: Matteo Gianella, Ermelinda Viero Gianella, Doviglio Gianella e Remo Gianella estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados interna da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Gazola S.A. Indústria Metalúrgica**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-GZL</unitid>
          <unitdate id="atom_119596_event" normal="1932/2010" encodinganalog="3.1.3">1932-2010</unitdate>
          <unitdate normal="1925/2008" encodinganalog="3.1.3">[1925] a 2008</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        54 (cinquenta e quatro) documentos bibliográficos, 1.275 (hum mil, duzentos e setenta e cinco) documentos iconográficos, 48 (quarenta e oito) documentos textuais e 01 (um) documento tridimensional    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para atribuição de data, localizações e identificação de pessoas foram utilizados:<lb/>Acervo do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami e site do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul;<lb/>Publicação “INDÚSTRIA METALÚRGICA GAZOLA – ÁLBUM COMEMORATIVO DO VIGÉSIMO QUINTO ANIVERSÁRIO (1932 – 1957)”. 1a. Edição. SPALDING, Walter (organizador).Caxias do Sul, RS: IP, 1957;<lb/>http://www.google.com.br/;<lb/>http://www.bangue.com.br/portal/; http://www.bangue.com.br/portal/a-usina-terra-nova/;<lb/>http://www.terranova.ba.io.org.br/;<lb/>http://www.empresascnpj.com/s/empresa/gazola-sa-industria-metalurgica/88611983000224/;<lb/>http://www.receita.fazenda.gov.br/;<lb/>http://www.mercadolivre.com.br/;<lb/>http://http://liquid.camaracaxias.rs.gov.br/;<lb/>http://wp.clicrbs.com.br/memoria;<lb/>http://www.juventude.com.br/;<lb/>http://www.simecs.com.br/;<lb/>http://http://jcrs.uol.com.br/;<lb/>http://www.caixars.com.br/historia;<lb/>http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/;<lb/>http://segundaguerra.net/as-armas-da-feb-na-segunda-guerra-mundial/;<lb/>http://www.tele-rio.com/nossahistoria.htm;<lb/>http://www.fotolog.com/abelmoreira/;<lb/>http://anba.com.br/;<lb/>Boletim Informativo do Museu e Arquivo Histórico Municipal, número 6, Reedição 1990.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia: NEGRA.</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/7/3/9/7395c6189531df56b5d17c02f3d40224d2527fbc45bab7a352cf9a545fbba1a3/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_GZL.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <famname id="atom_119596_actor">**Família Gazola**</famname>
            <corpname id="atom_119578_actor">**Gazola S.A. Indústria Metalúrgica**</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-e467abe99ae6d02a427bd1233e85c483" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**José Gazola** nasceu em Antônio Prado – RS, aos 07/09/1902. Formou-se como Técnico Rural, na cidade de Viamão – RS, e foi professor em Rio Grande – RS; posteriormente, trabalhou em Caxias, nas firmas Amadeu Rossi e Granzotto &amp; Cia. Ainda moço, interessado na metalurgia e correlatos, aproveitou uma oportunidade surgida com a Revolução Constitucionalista, quando o Estado-Maior do Exército no Rio Grande do Sul procurou nos meios locais atender às imediatas necessidades de armamento. Gazola contatou a chefia militar em Porto Alegre, prontificando-se a tentar o fabrico do material bélico desejado: a primeira granada fuzil, tipo V.B. (Viviam Brezière), desenhada pelos órgão técnicos do antigo Arsenal de Guerra de Porto Alegre. Já em fins do mês de Julho de 1932, adquiriu algumas máquinas e, com urgência, organizou a firma “José Gazola e Cia.”, da qual faziam parte seus irmãos Antônio e Sílvio. Instalada a firma e montada a fábrica, foram iniciados os trabalhos e, trinta dias após o recebimento do desenho, José Gazola apresentou os primeiros exemplares do novo artefato bélico, com fabrico ainda inédito no Brasil.<lb/><lb/>Terminada a Revolução Constitucionalista, os irmãos Gazola, depois de muitos estudos e pesquisas junto a firmas berlinenses, instalaram a primeira fábrica no Brasil de espoletas para caça com a razão social “Gazola, Travi &amp; Cia.”, por ocasião da associação de Marcos Travi. O êxito de suas operações foi grande, tanto que a firma resolveu, então, importar equipamentos e instalar a primeira forja de cutelarias na região nordeste do Rio Grande do Sul, que foi a segunda em todo o Brasil. Enquanto José Gazola percorria o país pesquisando matérias-primas e lançando novos produtos, seus irmãos, Sílvio e Antônio, com operários ainda inexperientes, atendiam os serviços internos.<lb/><lb/>Entre 1940 e 1942, José Gazola reúne os membros da empresa e resolve viajar ao Rio de Janeiro, oferecendo seus serviços aos órgãos técnicos do Ministério da Guerra e da Marinha, que, embasados na experiência anterior de 1932, não tiveram dúvidas em aceitar. A empresa iniciou, então, a fase de produção de material bélico por decreto (de 10 de Dezembro de 1942): a indústria Gazola foi declarada “de interesse militar”, fornecendo peças e elementos de munição para artilharia e infantaria. Em 1946, recomeçou a fabricação de cutelarias finas, o que permitiu que a empresa entrasse novamente no mercado e buscasse nos Estados Unidos da América novas máquinas e equipamentos para enriquecer seu parque industrial. As linhas “Elmo”, “Elmo Cutelaria”, “Elmo Inox”, “Elo”, “Gazola” e “Vulcano Munições” eram marcas registradas da empresa, que tinha, ainda, representantes e caixeiros viajantes em 18 estados brasileiros, além de uma unidade em Nova Iorque (EUA). A partir de 1990, a companhia expandiu seu portfólio de produtos com o início da produção de panelas de aço inoxidável e ingressou no mercado de componentes e acessórios para implementos rodoviários.<lb/><lb/>Combalida por dificuldades financeiras, a empresa teve sua falência decretada em agosto de 2009 e, desestruturada pelo período em que permaneceu fechada, a companhia não logrou sucesso em sua tentativa de recuperação e teve suas operações fabris encerradas em meados de 2010.<lb/><lb/>José Gazola foi, ainda, um dos fundadores do Rotary Clube, assim como do Lions Clube de Caxias do Sul e do Grupo das Falenas. Foi presidente da Associação Comercial e do Clube Juvenil. Era casado com Odithe Silla Gazola, com quem teve dois filhos: Livio Cesar (seu sucessor na empresa) e Júlio Lúcio Gazola. Era detentor da Ordem do Pacificador, concedida pelo Exército, de comenda na Ordem do Cavalheiro, conferida pelo Governo Italiano e Ordem do Mérito Marechal Rondon. José Gazola faleceu aos 69 anos, em Caxias do Sul, a 20/03/1972.<lb/><lb/>**Ivo Antônio Gazola** era filho de Reinaldo Gazola, natural de Antônio Prado – RS, e Maria Luiza Carletti, nascida na Itália. Após concluir o ginásio, matriculou-se no curso de “Perito Contador, no colégio Nossa Senhora do Carmo, trabalhando durante o dia. No seu aniversário de 17 anos, ingressou na empresa de seu tio, José Gazola, a Gazola Indústria Metalúrgica Ltda., quase no mesmo ano em que, por Decreto-Lei de Getúlio Vargas, esta foi considerada de interesse militar e passou a produzir materiais bélicos para o Exército Nacional. Na nova produção, Ivo passou do Almoxarifado para a Química, produzindo fulminato de mercúrio, o explosivo destinado ao carregamento de granadas, função esta exercida até o acidente que enlutou a firma e inúmeras famílias caxienses: a violenta explosão na fábrica, no final de 1943.<lb/><lb/>Após 1950, passou a atuar como Gerente do Almoxarifado da empresa, escalonando para Gerente de Escritório Central, depois para Gerente Financeiro, Gerente de Vendas e, finalmente, em 1979, para Diretor Comercial. Como funcionário e administrador, viveu anos de expansão na conquista de novos mercados, obtendo subsídios de visitas a feiras e exposições nacionais e internacionais, como na África e em Milão.<lb/><lb/>Ivo Gazola também de destacou na comunidade caxiense por anos de leonismo: foi presidente do Lions Clube da cidade e responsável, como tesoureiro, pela construção da escola Melvin Jones. Ligado ao ramo da metalurgia, foi diretor financeiro e, posteriormente, presidente da ABITAC – Associação Brasileira da Indústria de Talheres e Cutelaria, Utensílios Domésticos, Hospitalares e Similares, em São Paulo, por duas gestões, quando viabilizou a instalação da sede da entidade junto à FIERGS, em Porto Alegre – RS, o que possibilitou um melhor atendimento à categoria. Em 1987, Ivo Antônio Gazola recebeu homenagem da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil/RS pelos 55 anos de atividades da empresa Gazola S.A. Em 1992, foi agraciado com o Troféu Caxias 116, através do Jornal Pioneiro e da Rádio São Francisco; em 1993, foi reconhecido como “Colaborador Emérito do Exército” pelo Exército Brasileiro. Já em 2008, Ivo foi homenageado com o “Mérito Metalúrgico Gigia Bandera”, por sua visão estratégica, representação institucional, empresarial e de defesa da livre iniciativa.<lb/>Em 1948, Ivo Gazola casou-se com Beloni Meyer, de Veranópolis – RS, com quem teve seus quatro filhos: Maria Tereza, Paulo Cesar, Luiz Alberto e Thais. Ivo Antônio Gazola faleceu em Caxias do Sul, aos 87 anos.<lb/><lb/>**Livio Cesar Gazola** nasceu em Caxias do Sul em 29/09/1928. Seus pais, José Gazola e Odithe Silla Gazola, imigrantes italianos, residiram inicialmente em Antônio Prado e junto aos filhos, por volta de 1920, vieram residir em Caxias.<lb/><lb/>No ano de 1954, Livio Cesar Gazola ingressou na empresa de seu pai, a Indústria Metalúrgica Gazola Ltda., no cargo de Assessor do Departamento Técnico. Três anos depois, assumiu o cargo de Chefe de Compras e, no ano de 1960, após a realização de curso de pós-graduação no exterior, assumiu o cargo de Diretor. Foi uma nova fase: a responsabilidade e os encargos foram se tornando mas amplos e o desafio cada vez maior e abrangente. Em 1969, foram inauguradas as novas instalações de Gazola S.A.: sua área física fora ampliada e uma nova estrutura tecnológica implementada, o que motivou a visita de autoridades de expressão nacional, como a do então Presidente da República, Costa e Silva. Já em 1972, fruto de sua dedicação e conhecimento, Livio passou a ocupar o cargo de Diretor Presidente da empresa e, concomitantemente, dirigiu as empresas Brazex S.A. – Predial, Indústria e Comércio, Brazmar S.A. – Hotéis, Turismo e Empreendimentos Imobiliários e Brazpar – Administração e Participações Ltda.<lb/><lb/>Paralelamente às atividades de empresário, Livio desempenhou funções nos mais variados segmentos da sociedade caxiense. Nos anos de 1961 e 1962, presidiu o Rotary Clube de Caxias do Sul; de 1962 a 1964, o SIMECS – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul. Já em 1965, presidiu o Centro Cultural Norte-Americano de Caxias do Sul; no ano de 1969, a convite do então prefeito, Hermes João Webber, Livio Cesar Gazola foi presidente da Festa da Uva. Participou, ainda, da direção do Clube Juvenil, passando a integrar, mais tarde, seu Conselho Fiscal. Na FIERGS – Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, ele ocupou cargos importantes entre as décadas de 1960 e 1970, como Presidente do Conselho Deliberativo Superior e atuando em Diretorias. Na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul, foi presidente do Conselho Deliberativo (1989 a 1991) e, posteriormente, do Conselho Superior da instituição. Em 1976, Livio Cesar Gazola foi nomeado presidente do Esporte Clube Juventude, do qual era torcedor e, mesmo findo seu mandato, continuou trabalhando pelo clube esmeraldino, integrando Conselhos e assessorando sua presidência. Em 1987, foi homenageado com o “Mérito Metalúrgico Gigia Bandera” e, em 18/11/1997, recebeu a Comenda do Décimo Aniversário do SENAI José Gazola – Centro de Formação Profissional. Em 20/08/1998, recebeu o título de Cidadão Emérito da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. Permaneceu na presidência da Gazola S.A. Indústria Metalúrgica até 2004, quando passou a integrar o Conselho de Administração da empresa.<lb/><lb/>Livio Cesar Gazola casou-se, em Julho de 1956, com Sandra Souza Leão de Oliveira, que conheceu em uma viagem ao Rio de Janeiro e com quem teve quatro filhos: Luiz Eduardo, Ana Isaura, Flávia e Adriana. Ele faleceu aos 78 anos, em Caxias do Sul, vítima de insuficiência cardíaca.</p>
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          <note>
            <p>Durante o ano de 1932, em todo o mundo, surgiam apreensões que desequilibraram as finanças dos países; na Europa, o Fascismo e o Nazismo criavam vulto, enquanto na Rússia crescia a introdução de uma política que combatia tanto a democracia quanto como o que denominavam “burguesia”. No Brasil, havia dois anos que ocorrera a Revolução de 1930, que mudara a situação política, social e financeira do país; as relações entre o Governo Provisório e alguns partidos políticos, principalmente gaúchos, foram tornando-se cada vez mais tensos, culminando na Revolução Constitucionalista, movimento armado ocorrido no estado de São Paulo que tinha por objetivo derrubar o governo provisório de Getúlio Vargas e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. Então, no auge da campanha, o Governo, sabendo da necessidade de reforçar suas posições e da escassez de elementos materiais e deficiência de munições, recorreu ao estado do Rio Grande do Sul para a fabricação de tudo quanto fosse possível para atingir seus objetivos; o Estado-Maior do Exército no Rio Grande do Sul procurou nos meios locais atender às imediatas necessidades, encontrando diversas dificuldades.<lb/>	Foi neste cenário que José Gazola, ainda moço e que de longa data se vinha interessando pela metalurgia e correlatos, aproveitou a oportunidade e procurou contato com a chefia militar em Porto Alegre, prontificando-se a tentar o fabrico do material bélico procurado: a primeira granada fuzil, tipo V.B. (Viviam Brezière), desenhada pelos órgãos técnicos do antigo Arsenal de Guerra de Porto Alegre. Já em fins do mês de Julho de 1932, adquiriu algumas máquinas e, com urgência, organizou a firma “José Gazola e Cia.”, da qual faziam parte seus irmãos Antônio e Sílvio. Instalada a firma e montada a fábrica, foram iniciados os trabalhos e, trinta dias após o recebimento do desenho, José Gazola apresentou os primeiros exemplares do novo artefato bélico, com fabrico ainda inédito no Brasil; com êxito em todas as provas e experiências feitas na linha de tiro da Brigada Militar do Estado, José Gazola assinou o primeiro contrato de material bélico com o Governo Federal, para fornecimento às forças armadas brasileiras.<lb/>	Terminada a Revolução Constitucionalista, os irmãos Gazola, depois de muitos estudos e pesquisas junto a firmas berlinenses, instalaram a primeira fábrica no Brasil de espoletas para caça com a razão social “Gazola, Travi &amp; Cia.”, por ocasião da associação de Marcos Travi. O êxito de suas operações foi grande, tanto que esta foi sondada por industriais paulistas, aos quais foi vendida a pequena mas bem montada fábrica de munições. A firma resolveu, então, após minuciosos estudos, importar equipamentos e instalar a primeira forja de cutelarias na região nordeste do Rio Grande do Sul, que foi a segunda em todo o Brasil. Enquanto José Gazola percorria o país pesquisando matérias-primas e lançando novos produtos, seus irmãos, Sílvio e Antônio, com operários ainda inexperientes, atendiam os serviços internos.<lb/>	Mesmo com a qualidade de seus produtos e acabamento que consolidaram o nome de sua indústria em todo o território nacional, os irmãos Gazola enfrentaram muitas dificuldades, não apenas pela falta de mão de obra especializada, mas também pelo descrédito a que foi lançada a produção nacional, devido à falta de apoio e incentivo dos poderes públicos; obrigados a reverter os pequenos lucros em novo maquinário, conseguiram aumentar a empresa e também melhorá-la.<lb/>	Já em 1939, novos acontecimentos, desta vez internacionais, alteraram os planos traçados pela empresa: a Segunda Guerra Mundial, iniciada na Europa, transformou o ambiente comercial e industrial pela suspensão da exportação de matérias-primas daquela origem; somente os Estados Unidos da América atendiam pedidos, originando uma corrida para obtenção de matéria-prima nacional. Começa, então, o período de racionamento e reaproveitamento, obrigando a metalurgia nacional a fabricar novos produtos para garantir sua sobrevivência. Apesar da segurança brasileira em relação à gravidade dos acontecimentos, já entre 1940 e 1942, o país começou a movimentar-se quanto à defesa e armamento, mobilizando a indústria para suprir do que viria a necessitar para a defesa e mobilização das Forças Armadas. José Gazola, ante a situação, reúne os membros da empresa e resolve viajar ao Rio de Janeiro, oferecendo seus serviços aos órgãos técnicos do Ministério da Guerra e da Marinha, que, embasados na experiência anterior de 1932, não tiveram dúvidas em aceitar.<lb/>	A empresa iniciou, então, a fase de produção de material bélico, utilizando-se de motores a óleo, gasolina e gás pobre, devido à falta de energia elétrica suficiente, tudo sob a fiscalização técnica militar; por decreto (de 10 de Dezembro de 1942), a indústria Gazola foi declarada “de interesse militar”, fornecendo peças e elementos de munição para artilharia e infantaria, espoletas, detonadores, petardos, bujões para bombas de aviação e atuando na recuperação de carregadores para projéteis e outros objetos de guerra e precisão. A responsabilidade deste compromisso foi grande e exigiu o aumento de espaço: em amplo terreno de 30.000 m², devidamente arborizado e adaptado, foi estabelecida a segunda unidade industrial da empresa, destinada exclusivamente à confecção de material de guerra.<lb/>Agindo de forma intensa e acelerada, em 22/07/1943, uma violenta explosão, ainda com causa indeterminada, fez voar pelos ares o principal pavimento da nova fábrica, destruindo-o completamente e ocasionando na morte de cinco operárias. Assim, em questão de minutos, desaparecia todo o patrimônio da empresa, pois as instalações não estavam cobertas por seguro. Este desastre abalou profundamente os dirigentes da mesma, mas, estimulados pelas autoridades militares e civis do Estado e da União, o pavilhão foi reconstruído e equipado novamente, reiniciando o ritmo de trabalho que continuou até o término da Segunda Guerra, em 1945.<lb/>	Em homenagem às vítimas da explosão, foi construído, ainda em 1943, o Marco em Memória às Moças Operárias, junto a um dos pavilhões de munições da empresa. Seu formato lembra um obelisco e possui uma placa de bronze; o marco foi tombado pelo Município de Caxias do Sul e lançado no Livro do Tombo em 30 de junho de 2003.<lb/>	Em 1945, foi admitido um novo cotista: era José Ariodante Mattana, o que elevou o capital da empresa e, cessada a fabricação de material bélico em larga escala, foi iniciada a de artigos domésticos. Em 1946, recomeçou a fabricação de cutelarias finas, o que permitiu que a empresa entrasse novamente no mercado e buscasse nos Estados Unidos da América novas máquinas e equipamentos para enriquecer seu parque industrial, além do projeto de fabricação de projéteis perfurantes antitanques. Já em 1949, após estudos realizados em terras norte-americanas, as indústrias Gazola fecharam seu primeiro contrato para fornecimento de modelos 37 mm para as forças brasileiras.<lb/>	Deste mesmo ano até 1952, sua produção aumentou consideravelmente, mas seus escritórios e expedição tornaram-se precários; pensando nisso, a empresa construiu um moderno edifício e transferiu a Direção e os setores de Contabilidade, de Mostruários e Expedição, além de uma loja de vendas a varejo – a “Brazex” – para o mesmo. A construção do “Edifício Brazex”, em linhas modernas, obedeceu ao chamado “estilo funcional”, dotada com equipamento de calefação, o que abriu uma nova era nas edificações de Caxias do Sul. Neste contexto, sua razão social muda novamente, passando a chamar-se “Indústria Metalúrgica Gazola Ltda.”, devido à saída dos quotistas Marcos e Otarino Travi. A direção ficou com José e Sílvio Gazola, José Ariodante Mattana e Ernesto Cecílio Russomanno assumiram como Subdiretores e Ivo Gazola como Chefe dos Escritórios.<lb/>	O parque industrial da Indústria Metalúrgica Gazola Ltda., expandido e inaugurado em Março de 1966, era composto de duas unidades, onde funcionavam as máquinas operatrizes e gabinetes de desenho, de metrologia, de resistência dos materiais, de aparelhos de controle, de calibragem e cunhagem, além de produção de artefatos bélicos e de precisão, de munição e armas para caça, peças para máquinas automotoras e de usinagem, peças de precisão para automóveis e caminhões, engrenagens para caixas de câmbio e transmissão. As linhas “Elmo”, “Elmo Cutelaria”, “Elmo Inox”, “Elo”, “Gazola” e “Vulcano Munições” eram marcas registradas da empresa, que tinha, ainda, representantes e caixeiros viajantes em 18 estados brasileiros, além de uma unidade em Nova Iorque (EUA).<lb/>	Em 1967, a empresa tornou-se sociedade anônima e, em 1971, realizou a abertura de seu capital na Bolsa de Valores de São Paulo. Em Março de 1974, foi inaugurada a nova fábrica de tesouras, com ampla divulgação na imprensa.<lb/>	A partir de 1990, a companhia expandiu seu portfólio de produtos com o início da produção de panelas de aço inoxidável. Em 1999, ingressou no mercado de componentes e acessórios para implementos rodoviários.<lb/>	Combalida por dificuldades financeiras, a empresa teve sua falência decretada em agosto de 2009. Um mês mais tarde, devido a recurso provido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, foi possibilitada a retomada de suas atividades – fato que só ocorreu em meados de Dezembro do mesmo ano. Desestruturada pelo período em que permaneceu fechada, a companhia não logrou sucesso em sua tentativa de recuperação e teve suas operações fabris encerradas em meados de 2010.<lb/>	O registro de companhia aberta foi suspenso pela Comissão de Valores Mobiliários pela primeira vez em 16/04/2010, em virtude da não publicação de demonstrativos financeiros desde o exercício de 2008. Em maio de 2012, o registro foi definitivamente cancelado pela autarquia. Em 2013, parte do acervo da companhia foi adquirido por dois empresários e itens históricos de propriedade da empresa, tombados pelo município, começaram a ser catalogados com o objetivo de integrar um museu.<lb/>	Em novembro de 2013, por ocasião da conclusão de processo sancionador conduzido pela Comissão de Valores Mobiliários, os administradores da empresa receberam condenações, na forma de multas e inabilitações de exercício de função em companhias abertas, sob a alegação de abuso de poder de controle.</p>
          </note>
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          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentos e fotografias produzidos e acumulados pela empresa Gazola S.A. –  Indústria Metalúrgica.</p>
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        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![GZL 01.02.01.001.05 PO](https://i.ibb.co/bLQF2dm/GZL-01-02-01-001-05-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.GZL – Gazola S.A. Indústria Metalúrgica**<lb/><lb/>####**Grupo 01. Administração**<lb/>#####**_Série 01.01.Constituição e História_**<lb/>Dossiê 01.01.001. Fundação e Relações com a Cidade<lb/><lb/>#####**_Série 01.02.Patrimônio_**<lb/>_Subsérie 01.02.01.Fábricas_<lb/>Dossiê 01.02.01.001. Fábrica de Materiais Bélicos e Talheres<lb/>Dossiê 01.02.01.002. Nova Fábrica de Talheres<lb/>Dossiê 01.02.01.003. Fábrica de Tesouras<lb/>Dossiê 01.02.01.004. Filial Baiana<lb/><lb/>_Subsérie 01.02.02.BRAZEX_<lb/><lb/>#####**_Série 01.03.Recursos Humanos_**<lb/>_Subsérie 01.03.01.Gestão Administrativa e Colaboradores_<lb/>Dossiê 01.03.01.001. José Gazola<lb/>Dossiê 01.03.01.002. Ivo Antônio Gazola<lb/>Dossiê 01.03.01.003. Lívio César Gazola<lb/>Dossiê 01.03.01.004. Colaboradores<lb/><lb/>_Subsérie 01.03.02. Relações com os Funcionários_<lb/>Dossiê 01.03.02.001. Explosão na Fábrica de Materiais Bélicos: memória e homenagens<lb/>Dossiê 01.03.02.002. Atividades de Integração para Funcionários e Colaboradores<lb/>Dossiê 01.03.02.003. Confraternizações da empresa<lb/>Dossiê 01.03.02.004. O Gazolino<lb/><lb/>#####**_Série 01.04. Eventos_**<lb/>_Subsérie 01.04.01.Atos Cívicos_<lb/><lb/>_Subsérie 01.04.02.Visitas Ilustres_<lb/>Dossiê 01.04.02.001. Instituições e Empresariado<lb/>Dossiê 01.04.02.002. Militares<lb/><lb/>####**Grupo 02. Produtos Finais**<lb/>#####**Série 02.01. Esforço de Guerra_**<lb/><lb/>#####**_Série 02.02. Cutelaria e Utilidades Domésticas_**<lb/>Dossiê 02.02.001. Talheres e Instrumentos de Corte<lb/>Dossiê 02.02.002. Baixelas e Panelas<lb/><lb/>#####**_Série 02.03. Ferramentas e Ferragens em Geral_**<lb/><lb/>####**Grupo 03.Marketing**<lb/>#####**Série 03.01.Publicidade e Propaganda**<lb/><lb/>#####**Série 03.02.Feiras e Exposições**<lb/><lb/>#####**Série 03.03.Festa da Uva**<lb/>_Subsérie 03.03.01.A Participação da Gazola_<lb/><lb/>_Subsérie 03.03.02. Livio Cesar Gazola: Presidente da Festa da Uva de 1969_</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <famname role="Produtor" id="atom_119596_actor">&lt;strong&gt;Família Gazola&lt;/strong&gt; </famname>
          <corpname role="Produtor" id="atom_119578_actor">&lt;strong&gt;Gazola S.A. Indústria Metalúrgica&lt;/strong&gt; </corpname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Alguns documentos textuais necessitam reparos; os documentos iconográficos, em sua maioria, apresentam bom estado de conservação.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>O acervo doado por Ivo Antonio Gazola está, em sua totalidade, sob guarda do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, em caráter permanente.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>Livio Cesar Gazola, em 09/12/1993 e 21/11/2006; Odilon Superti, em 05/09/2008; Ivo Antonio Gazola, em 13/09/2012.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Há previsão de futuras incorporações ao acervo.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental é formado, em sua maioria, por doações feitas em diferentes períodos:<lb/>1. Em 09/12/1993, Livio Cesar Gazola, doou fotografias relativas ao período em que foi presidente da Festa Nacional da Uva realizada em 1969.<lb/>2. Na data de 05/09/2008, Odilon Superti, Diretor Comercial da Gazola S. A. – Indústria Metalúrgica, autorizou o Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami a usar 20 (vinte) imagens cedidas em suporte digital sobre a empresa, para fins de pesquisa, sempre havendo a menção de que os originais, em suporte positivo, se encontravam em posse da Gazola S. A. Indústria Metalúrgica.<lb/>3. Em 21/11/2006, Livio Cesar Gazola voltou a fazer mais uma doação de fotografias.<lb/>4. Em 2010, funcionários do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami auxiliaram a historiadora Maria de Fátima Valentini Canevese nos procedimentos de higienização, identificação e catalogação de peças, fotografias e documentos, até então acondicionados de forma inadequada, para a constituição do então futuro Memorial Gazola, que seria aberto à visitação de escolas, universidades e ao público em geral.<lb/>5. Em 13/09/2012, Ivo Antonio Gazola, doou quinhentos e trinta e seis fotografias ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, incluindo os originais das vinte imagens cedidas anteriormente em suporte digital. Além disso, a doação incluiu documentos, recortes de jornais, catálogos e diplomas.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>O processamento técnico do acervo foi feito por Tadiane Tronca, Deise Cristiane Giacomoni e Douglas Silva, entre os anos de 2013 e 2016. Em 2016, o quadro de arranjo foi modificado para adequar-se à NOBRADE, com processamento técnico feito por Catiuscia Xavier (Junho/2016 a Abril/2017).<lb/>Revisão em 27/06/2024, por Catiuscia Xavier.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>A maioria dos documentos integrantes deste acervo são originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>Foram cedidas cópias dos documentos catalogados neste acervo e de seu quadro de arranjo para o Memorial Gazola, no formato de cooperação entre instituições de memória. Esta ação foi oficializada durante a solenidade que marcou o lançamento do novo site do Memorial Gazola, em 22/11/2017: https://www.memorialgazola.com.br.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Existem projetos arquitetônicos de propriedade da empresa Gazola, Travi e Cia. / Gazola S.A. – Indústria Metalúrgica (ampliação da empresa, galpão, pavilhões, depósito de explosivos, paiol para depósito de espoletas, fábrica de tesouras, de pavilhão que abrigaria o setor administrativo, refeitório, cozinha e vestiários), além de projeto referente ao Edifício Brazex, todos arquivados na Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>2. Existe entrevista com Ivo Antônio Gazola na Unidade de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami e outras onde a empresa Gazola, Travi e Cia. / Gazola S.A. – Indústria Metalúrgica aparece como subtema;<lb/>3. Os Fundos Documentais Toigo, Silvio (TOI), Vicenzi, Santo – Família (NZI), D’Arrigo, José (JDA), Família Ungaretti (UNT), Mattana, José Ariodante (MAT), Argenta, Vicente (ARG), Eberle, Júlio João – Família (JAE), Lisboa, Joaquim Pedro (JPL), Gasperin, Alice (GAS), Cruz Vermelha Brasileira – Núcleo Caxias (VBC), Estação Ferroviária de Caxias do Sul (EFE) e Festa da Uva (FUV, que integram a Unidade Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, possuem documentos relativos ou que mencionam a empresa Gazola, Travi e Cia. / Gazola S.A. – Indústria Metalúrgica;<lb/>4. Existem livros disponíveis para consulta, na Biblioteca do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, relativos ou que mencionam a empresa Gazola, Travi e Cia. / Gazola S.A. – Indústria Metalúrgica.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Os retratos têm restrições quanto à reprodução, de acordo com a legislação em vigor, necessitando de autorização do retratado ou de seus familiares; o acesso é feito, preferencialmente, via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>O acervo pode ser reproduzido por meio fotográfico ou digital (conforme política da Instituição, por meio de assinatura de Declaração de Uso de Imagens). Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados da Instituição e na plataforma de pesquisa online.</p>
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      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Odila Zatti**</unittitle>
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          <unitdate datechar="acumulação" normal="1900/2015" encodinganalog="3.1.3">[1900] - 2015</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        13 (treze) documentos bibliográficos, 454 (quatrocentos e cinquenta e quatro) documentos iconográficos, 130 (cento e trinta) documentos textuais e 01 (um) documento tridimensional    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para elaboração da biografia de Odila Zatti, foram utilizadas informações trazidas pela doadora, Marta Festugato Lenzi, sua filha,e documentos do próprio fundo documental.<lb/><lb/>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:<lb/>Documentos do próprio fundo documental;<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);<lb/>Site do Centro de Memória da Câmara Municipal de Vereadores de Caxias do Sul;<lb/>Colunas “Memória”, do jornalista Rodrigo Lopes, publicadas no jornal Pioneiro;<lb/>AS SOCIEDADES PRAIANAS NA ARQUITETURA DO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL. OTTO, Marione Denise. Dissertação apresentada ao Programa de Pesquisa e Pós - Graduação em Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como requisito parcial para obtenção de título de Mestre em Arquitetura. Área de concentração: Teoria, História e Crítica da Arquitetura Orientador: Prof. Dr. Cláudio Calovi Pereira. Porto Alegre, RS. 2016.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia: NEGRA.
<lb/>Pessoa com Deficiência (PCD) / Pessoas com Deficiência (PCDs).</p>
          </note>
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            <persname id="atom_119784_actor">**Odila Zatti**</persname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-fa025503d1a93e2551da85f5f655c561" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Nascida a 21/11/1914 em Caxias – RS, Odila Zatti era a filha única do casal Fioravante Zatti (18/12/1892 a 10/03/1936; filho do casal Giacomo Zatti e Luisa Fregonese) e Leonilda Fasoli Zatti (26/09/1893 a 20/03/1969; filha do casal Giacomo Fasoli e Felicita Fabris), fundadores da casa de comércio que marcou época na então rua Júlio de Castilhos, entre as ruas Borges de Medeiros e Alfredo Chaves.<lb/><lb/>Iniciou seus estudos no Colégio Pompéia das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, de Ana Rech, localidade de Caxias. Bastante avançada para a época, a jovem Odila dividia-se entre os bailes de Carnaval do Clube Juvenil, as férias em Torres – RS e as aulas de piano, pintura e dança – em especial o famoso charleston, tão em voga nos bailes dos anos 1920. Concluiu os estudos no Gymnasio Estadoal Feminino Nossa Senhora do Bom Conselho de Porto Alegre – RS: gostava muito das viagens de trem até à capital junto a outros estudantes de Caxias. Sua mãe, Leonilda, a visitava com frequência. Odila formou-se em 14/12/1934.<lb/><lb/>O título de Rainha da Festa da Uva chegou em janeiro de 1934, dois anos após um episódio que poderia ter comprometido toda a história, quando ainda em Porto Alegre contraiu febre tifoide, perdendo todo o cabelo. De volta a Caxias e recuperada da doença, a jovem de 19 anos foi eleita por voto popular e, na sequência do resultado, ovacionada na varanda de sua casa pelo público e pela Banda do Batalhão de Caçadores.  A coroação deu-se em 24/02/1934, em cerimônia realizada no Clube Juvenil, com presenças de José Antônio Flores da Cunha, Interventor Federal, e Joaquim Pedro Salgado Filho, Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio.<lb/><lb/>Odila sagrou-se Rainha acompanhada pelas aias Yvonne Paganelli, Carmem Hipólito e Ilka Falcão Fontoura, e pelas princesas Alda Gomes, Julieta Dal Prá e Zaíra Pante, com quem participou do corso ocorrido durante a Festa, em um carro alegórico de dezessete metros de comprimento. Sua filha Marta relata que, ao contar a história aos filhos, imitava a música da banda e as palmas das pessoas para que deixasse suas imaginações correrem e que a mãe emprestava às filhas pequenas as pedras preciosas que integravam o traje oficial de rainha, para que brincassem. Sua coroa pertence, atualmente, à filha Vera Festugato De Carli; já o vestido de Odila foi doado ao grupo de teatro da Aliança Francesa, para ser utilizado nas montagens teatrais do grupo, atuante entre 1958 e 1964.<lb/><lb/>Odila Zatti casou com o médico Gaston Festugato, filho de Antonio Natale (20/08/1881 a 10/01/1970; filho de Giovanni Batista Festugato e Angela Pelosato) e Olga Boscaro Festugato (07/08/1886 a 27/12/1953; filha de Agostino Boscaro e Luisa Santini), em 27/09/1939, nascendo dessa união os filhos Carlos (14/02/1941), Beatriz (15/02/1942), Vera (17/01/1944), Marta (10/10/1950) e Maria (26/11/1954).<lb/><lb/>Ela faleceu em 13/09/1990, aos 76 anos, vítima de parada respiratória e problemas no fígado.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação acumulada por Odila Zatti, além de documentos póstumos acumulados pela família. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta. Os documentos integrantes do fundo tem caráter original.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![OZT_01.02.001.049_PO](https://i.ibb.co/dJ8zLxs/OZT-01-04-010-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.OZT – Odila Zatti**<lb/><lb/>####**Série 01. Vida Privada**<lb/>####**_Subsérie 01.01. Genealogia_**<lb/>Dossiê 01.01.001. Fioravante e Leonilda Zatti<lb/>Dossiê 01.01.002. Maria Fasoli<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.02. Documentação Particular_**<lb/>Dossiê 01.02.001. Documentos pessoais<lb/>Dossiê 01.02.002. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 01.02.003. Homenagens póstumas<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.03. Matrimônio_**<lb/>Dossiê 01.03.001. Gaston Festugato<lb/>Dossiê 01.03.002. Núpcias de Odila e Gaston<lb/><lb/>####**_Subsérie 01.04. Viagens e Lazer_**<lb/><lb/>####**Série 02. Vida Escolar**<lb/>####**_Subsérie 02.01. Gymnasio Estadoal Feminino Nossa Senhora do Bom Conselho_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 02.02. A Febre Tifoide_**<lb/><lb/>####**Série 03. Festa da Uva**<lb/>####**_Subsérie 03.01. Odila Zatti a as Festas da Uva_**<lb/><lb/>####**_Subsérie 03.02. Reinado e Festa da Uva de 1934_**</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="Produtor" id="atom_119784_actor">&lt;strong&gt;Odila Zatti&lt;/strong&gt; </persname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos têm restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado. Alguns documentos sem datas ou informações relevantes foram devolvidos à doadora, bem como fotografias reproduzidas de acervos cujos proprietários não foram identificados.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O acervo foi doado por Marta Festugato Lenzi, filha de Odila Zatti, em 22/02/2018 e em 01/03/2018.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>Entre Fevereiro e Março de 2018, Marta Festugato Lenzi, filha de Odila Zatti, doou documentos tridimensionais, textuais, iconográficos e bibliográficos acumulados por sua mãe para o Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami. Devido à doação, Marta foi convidada a gravar entrevista para a Unidade Banco de Memória Oral e teve o reconhecimento da importância de sua iniciativa documentada na coluna “Memória”, publicada no jornal Pioneiro e de autoria do jornalista Rodrigo Lopes; você pode ler a reportagem no link:<lb/>&lt;http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2018/03/memoria-para-recordar-de-odila-zatti-a-rainha-da-festa-da-uva-de-1934-10188069.html&gt;)<lb/><lb/>Informações acerca de datas, locais e identificação de pessoas foram extraídos do depoimento de Marta à Unidade Banco de Memória Oral e ao jornal Pioneiro, bem como do conteúdo deste fundo documental.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Processamento Técnico – Catiuscia Xavier; Digitalização de Imagens – Catiuscia Xavier.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição de Dezembro de 2018 a Março de 2019.</p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua totalidade, por documentos originais, cujas cópias digitais foram cedidas à doadora.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Documentos relacionados a Heitor Curra integram os fundos documentais “Obras Públicas” e “Gabinete do Executivo” do Arquivo Permanente da Administração Pública do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>2. Entrevista produzida pela Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com a temática “História de Vida”, com Marta Festugato Lenzi, filha de Odila;<lb/>3. Documentos e fotografias relacionados a Odila Zatti integram os fundos documentais Festa da Uva (FUV), Caxias Tênis Clube (CTC), João Spadari Adami (JSA), Família Saldanha (SAL), Studio Geremia (GER) e Julio Calegari (CAL), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>4. Livros que mencionam ou fazem relação a Odila Zatti estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados interna da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Família Ungaretti**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-UNG</unitid>
          <unitdate datechar="acumulação" normal="1880/2009" encodinganalog="3.1.3">[1880] a 2009</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        215 (duzentos e quinze) documentos bibliográficos, 14 (quatorze) documentos cartográficos, 1.272 (hum mil, duzentos e setenta e dois) documentos iconográficos, 1.383 (hum mil, trezentos e oitenta e três) documentos textuais e 26 (vinte e seis) documentos tridimensionais    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ger">alemão</language>
            <language langcode="spa">espanhol</language>
            <language langcode="fre">francês</language>
            <language langcode="eng">inglês</language>
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);<lb/>Jornais da Hemeroteca Digital do  Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, disponíveis nos sites da Biblioteca Nacional e do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul;<lb/>http://wikipedia.com/;<lb/>MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos. Verbete Reforma Capanema. _Dicionário Interativo da Educação Brasileira - Educabrasil_. São Paulo: Midiamix, 2001. Disponível em: &lt;https://www.educabrasil.com.br/reforma-capanema/&gt;;<lb/>https://www.saomarcos.rs.gov.br/municipio/historia;<lb/>https://adalbertoday.blogspot.com/2012/01/hotel-elite-e-holetz.html<lb/>https://www.hoteltermas.com.br/nossa-historia/<lb/>https://www.descalvadonews.com.br/noticias/2015/maio/09nhototico.htm<lb/>https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/memoria/noticia/2018/05/memoria-exposicao-das-portas-de-bronze-na-maesa-em-1959-10348396.html<lb/>https://www.cachoeiradosul.rs.leg.br/institucional/historia/historico-da-camara<lb/>https://bafafa.com.br/turismo/historias-do-rio/trampolim-da-praia-de-icarai-construido-em-1937-e-demolido-em-1964<lb/>_RAÍZES DE SÃO MARCOS E CRIÚVA - XII ENCONTRO DOS MUNICÍPIOS ORIGINÁRIOS DE SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA._ POSSAMAI, Osmar João (Padre); BERTELLI, Áureo; CASTILHOS, Evaldo Prux de; ALVES, Luiz Antônio; BOSSARDI, Leiva Terezinha Ramos; REIS, Luiz Guiomar Gonçalves dos; MICHELON, Maria Marta Polo; ALVES, Sandra Maria Schmith; BARROSO, Véra Lucia Maciel (organizadores). Porto Alegre, RS: Editora EST. 2005;<lb/>_HISTÓRIA DO POVO DE ANA RECH - VOLUME I – PARÓQUIA_. DALL' ALBA, João Leonir (Padre); TOMIELLI, Antônio (Padre); RECH, Juarez Enio; SUSIN, Valter Antônio. 1ª Edição. Caxias do Sul, RS: Educs, 1987.<lb/>_HISTÓRIA DO POVO DE ANA RECH - VOLUME I – DISTRITO_. DALL' ALBA, João Leonir (Padre); TOMIELLI, Antônio (Padre); RECH, Juarez Enio; SUSIN, Valter Antônio. 1ª Edição. Caxias do Sul, RS: Educs, 1997.<lb/>_HISTÓRIA DE CAXIAS DO SUL- SOCIAIS - 4º TOMO_. ADAMI, João Spadari. 1ª Edição. Caxias do Sul, RS: Editora e Tipografia São Paulo, 1966.<lb/>_AS SOCIEDADES PRAIANAS NA ARQUITETURA DO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL_. OTTO, Marione Denise. Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Faculdade de Arquitetura; PROPAR – Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura: Porto Alegre, RS. 2016.<lb/>_RELENDO O POEMA ANTÔNIO CHIMANGO_. Léa Masina – Crítica Literária e Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, disponível no sítio http://www.celpcyro.org.br/.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.
<lb/></p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia: NEGRA; INDÍGENA; AMARELA.
<lb/>Pessoas com Deficiência (PCD).</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/0/f/c/0fc8e9b2df426b635e2143693457f257d61c5355417bc1c5ef50b8f9b2d757f8/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_UNG.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <famname id="atom_119802_actor">**Família Ungaretti**</famname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-5eb89f53972f633dee995b8e0accecb8" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**Annuccio Ungaretti**, filho de Geremias e Clelia Ungaretti, nasceu em Valdottavo, Província de Lucca – Itália, a 08/12/1861; migrou para o Brasil em 03/11/1893, a convite de seu irmão Américo Ungaretti que já vivia em solo brasileiro à época e com quem posteriormente associou-se no comércio de fazendas, com lojas em Santo Amaro – SP, São Jerônimo – RS e Porto Alegre – RS. Em viagem para a zona colonial italiana no Rio Grande do Sul, conheceu Eulália Lunardi (07/08/1880 a 03/06/1912), filha de Romano Lunardi e Antonia D’Ambroz Lunardi, com quem casou-se em 29/08/1896 e teve cinco filhos: Júlio, Dario Romano (21/12/1900 a 27/02/1985), Clélia Antonieta (24/03/1903), Iris (09/01/1905 a 02/06/1988) e Nady Hilda (11/12/1907). Após o matrimônio, passou a residir na então Villa de Santa Tereza de Caxias – RS, onde foi um dos primeiros exportadores de vinho e videiras finas da região.<lb/><lb/>Em chácara de sua propriedade, na área próxima ao então futuro Parque da Imprensa, Annuccio dedicou-se ao cultivo de oliveiras: contava com 110 árvores, plantadas a partir de 1903, e das quais colhia cerca de 4.000 kg de azeitonas. Esta atividade merece grande destaque, já que recebera diversos prêmios em exposições, como a medalha de ouro na 2ª Exposição Agro-Pecuária, realizada na capital gaúcha em 1912, na categoria “azeitonas em conserva”, a medalha de prata na Exposição Internacional do Centenário da Independência, realizada no Rio de Janeiro – RJ em 1922, na categoria “Azeitonas – classes 35 e 36”, a medalha de ouro na Exposição Municipal de Caxias – RS, realizada em 1925, na categoria “Conservas de Azeitonas”.<lb/><lb/>Após o falecimento de Eulália, casou-se novamente com Maddalena Pilla Celi (07/12/1878 a 19/06/1938), viúva de Luciano Celi, industrial do ramo alimentício de Porto Alegre – RS, com quem teve três filhos (Nilo Antônio, nascido em 14/12/1915; Ugo Silvio René, nascido em 15/08/1917; Gema Maria Eulália, nascida em 01/09/1921) e dois enteados (José Ettore Pilla Celi, pintor e fotógrafo conhecido como “Heitor Celi”, e Stella Pilla Celi, nascida em 17/10/1909).<lb/><lb/>Foi proprietário do segundo quiosque comercial construído na praça Dante Alighieri, onde mantinha o “Bazar Familiar”, cujo contrato com a Intendência Municipal foi assinado em 17/11/1898 e rescindido pela mesma por meio do Ato nº 08, de 12/04/1909, publicado na edição de 17/04/1909 do jornal O Brazil. Ali, foram comercializadas miudezas, fazendas, brinquedos, entre outros. Na década de 1920, já figurava como agente da Loteria Estadual na cidade, nomeação que perdurou até 1942. Também foi proprietário da “Loja Americana”, bazar localizado à então rua Júlio de Castilhos, 79.<lb/><lb/>A residência de Annuccio Ungaretti, localizada à atual avenida Júlio de Castilhos, onde está construído o Edifício Martinato, foi referência para a fundação de duas instituições importantes para os caxienses: do Sport Club Ideal, primeiro clube de futebol caxiense, fundado em 1910, com a sede instalada aos fundos da residência e que posteriormente passou por uma fusão com o Sport Club Juventude, e da primeira policlínica caxiense, também fundada em 1910, composta de consultórios, sala de operação e alguns quartos hospitalares para os doentes atendidos pelos médicos Cesar Merlo, cirurgião, Vicente Bornancini, oculista, e Henrique Fracasso, então futuros proprietários do Hospital Nossa Senhora de Pompéia.<lb/><lb/>No âmbito social, participou da Comissão Provisória em prol da fundação da Associação dos Comerciantes de Caxias do Sul, à época Villa de Santa Teresa de Caxias, junto a Ítalo Bersani, Luiz Baldessarini, Mário Marsiaj e Luiz Pieruccini, cuja assembleia ocorreu em 08/07/1901, nos salões da Sociedade Operária Príncipe de Nápoles, e que atualmente corresponde à CIC – Câmara de Indústria e Comércio. Annuccio foi eleito para integrar a Comissão Fiscal da associação.<lb/><lb/>Em 1913, quando o Colégio Nossa Senhora do Carmo estava instalado em um barracão aos fundos da Igreja Matriz de Caxias – RS, foi criado o Curso Noturno, elementar e comercial, sob a orientação do clero e do Clube Literário Recreio Dante, fundado em 10 de Abril pelo vigário Dom João Meneguzzi. Tinha por finalidade promover a educação, instrução e lazer “com moderação” dos alunos e sua primeira diretoria foi formada por José Panceri, Annuccio Ungaretti e Abramo Eberle; funcionou por quase 20 anos.<lb/><lb/>Fez parte do Conselho Fiscal da Cooperativa Agrícola de Caxias junto a Antonio Giuriolo, Miguel Muratore, Abramo Eberle e Mansueto Pezzi, e foi sócio-fundador da Sociedade Operária Príncipe de Nápoles, além de atuar como Delegado da Real Agência Consular Italiana na cidade. Em 28/09/1930, Annuccio participou das festividades de inauguração do novo edifício do Colégio Murialdo de Ana Rech, convidado como Paraninfo. 	Mário Gardelin, enquanto Vereador, indicou seu nome para denominação de rua (Indicação 398/75), localizada no bairro Sagrada Família, em Caxias do Sul – RS. Faleceu em 22/01/1954, com 93 anos, vítima de marasma senil.<lb/><lb/>**Júlio Lunardi Ungaretti**, primogênito de Annuccio e Eulália Lunardi Ungaretti, nasceu na Villa de Santa Teresa de Caxias – RS, em 28/05/1897. Casou-se com Lyra Bernardi (de 13/06/1897 a 17/12/1977; filha de Paulino e Mary R. Bernardi), a 18/02/1922, em Porto Alegre – RS, com quem teve quatro filhos: dois meninos (Aldo Luiz e Marco Antônio), que faleceram ainda crianças, Neda (15/01/1923) e Marisa (16/06/1931 a 24/06/2002). Neda casou-se com Euclides Triches, a 15/12/1951, com quem teve um filho, André; Marisa casou-se com Itacir Romeu Rossi, um dos proprietários do Cine Real, a 03/02/1951, com quem teve cinco filhos: Itacir, Valter, Júlio, Tiago e Diogo.<lb/><lb/>Foi empresário industrial no ramo de tecelagem e confecção: a Tecelagem Marisa Ltda., criada em 1929, tinha sua produção destinada a tecidos e artefatos de seda e rayon. Em 1951, devido ao crescimento da empresa, abriu capital, transformando –se em S/A: passou a fabricar lingerie, jersey de acetato, nylon e poliéster, possuindo tinturaria própria. Associado à Celso Tadei, Júlio também era proprietário da Bioquímica Nacional Ltda., do ramo de tecelagem e tinturaria.<lb/><lb/>Foi presidente da Associação Comercial de Caxias do Sul – RS, entre 1947 e 1949, e Presidente da Comissão Organizadora da Festa da Uva, nas edições de 1950 e 1954. Foi de sua iniciativa a contratação do pintor italiano Aldo Locatelli para a execução do painel retratando o início da colonização italiana que encontra-se no atual Centro Administrativo Municipal, antigo pavilhão de exposições da Festa da Uva. Fez parte do Rotary Clube de Caxias do Sul e foi um dos fundadores do Centro Ítalo-Brasileiro. Seu nome foi indicado para denominação de avenida, localizada no bairro Desvio Rizzo, em Caxias do Sul – RS. Faleceu em 31/12/1990.<lb/><lb/>**José Ettore Pilla Celi**, nasceu no dia 01/02/1907, em Porto Alegre – RS, filho de Maddalena Pilla Celi e Luciano Celi. Desde cedo demonstrou gosto pelo desenho, sendo incentivado pelos familiares e, aos poucos, foi se aperfeiçoando. Quando passou a assinar suas obras, optou pelo nome Heitor Celi, seu segundo nome traduzido para o português. Seu pai, um industrial do ramo alimentício, faleceu jovem, vítima de um incêndio que atingira uma de suas fábricas. Para distraírem-se, Heitor e sua irmã Stella (a outra irmã, Hilda, faleceu repentinamente), passaram a visitar parentes em Caxias – RS, onde sua mãe conheceu o também viúvo Annuccio Ungaretti, pai de cinco filhos. Os viúvos casaram-se e uniram suas famílias.<lb/><lb/>Nos anos 1930, Heitor decidiu morar no Rio de Janeiro – RJ, onde frequentou o curso de Belas Artes e paralelamente estudou fotografia. Uniu a fotografia à pintura (fotopintura) e fazia retratos a óleo. Na década de 1940, retornou a Porto Alegre, abrindo um atelier denominado "Studio de Arte e Fotografia", na Rua da Praia. Nesta fase, o contato com sua família fica mais assíduo, o que o fez transitar nas sociedades porto-alegrense e caxiense: fez retratos e fotopinturas de Alda Muratore Eberle com os filhos, do casal Salatino, Bispo Dom José Baréa e dos empresários Eduardo Mosele e Aristides Germani. Também pintou retratos para a Metalúrgica Abramo Eberle Ltda. Faleceu em Porto Alegre, no dia 21/05/1959, vítima de um derrame cerebral.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada pelas famílias Ungaretti e Ungaretti Triches. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta. A maioria dos documentos textuais tem caráter original.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![BR.RS.AHMJSA.AP.UNG_01.01.011_PO](https://i.ibb.co/k0ZF13k/UNG-02-01-005-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.UNG – Família Ungaretti**<lb/><lb/>#### **Série 01. Annuccio Ungaretti**<lb/>##### **_Subsérie 01.01. Documentos pessoais_**<lb/>##### **_Subsérie 01.02. Documentos acumulados_**<lb/>##### **_Subsérie 01.03. Empreendimentos e propriedades_**<lb/>Dossiê 01.03.001. Atividades profissionais<lb/>Dossiê 01.03.002. Patrimônio imóvel<lb/>Dossiê 01.03.003. Inventários e formais de partilha<lb/>Dossiê 01.03.004. Ações e investimentos<lb/>##### **_Subsérie 01.04. Correspondência_**<lb/>##### **_Subsérie 01.05. Premiações e homenagens_**<lb/>Dossiê 01.05.001. Exposições e prêmios<lb/>Dossiê 01.05.002. Distinções e honrarias<lb/>Dossiê 01.05.003. Homenagens póstumas<lb/><lb/>#### **Série 02. Matrimônio de Annuccio Ungaretti e Eulália Lunardi Ungaretti**<lb/>##### **_Subsérie 02.01. Eulália Lunardi Ungaretti_**<lb/>##### **_Subsérie 02.02. Dario Romano Ungaretti_**<lb/>Dossiê 02.02.001. Documentos pessoais e acumulados<lb/>Dossiê 02.02.002. Correspondências<lb/>Dossiê 02.02.003. Vida profissional e empreendimentos<lb/>Dossiê 02.02.004. Patrimônio<lb/>Dossiê 02.02.005. Espólio de Dario Ungaretti<lb/>##### **_Subsérie 02.03. Clélia Antonieta Ungaretti Bernardi_**<lb/>##### **_Subsérie 02.04. Iris Ungaretti_**<lb/>##### **_Subsérie 02.05. Nady Hilda Ungaretti Cruz_**<lb/>Dossiê 02.05.001. Documentos pessoais e acumulados<lb/>Dossiê 02.05.002. Vida profissional<lb/><lb/>#### **Série 03. Júlio Lunardi Ungaretti**<lb/>##### **_Subsérie 03.01. Documentos pessoais_**<lb/>##### **_Subsérie 03.02. Documentos acumulados_**<lb/>##### **_Subsérie 03.03. Vida familiar_**<lb/>Dossiê 03.03.001. Lyra Bernardi Ungaretti<lb/>Dossiê 03.03.002. Matrimônio e relações familiares<lb/>Dossiê 03.03.003. Progênie<lb/>##### **_Subsérie 03.04. Patrimônio e vida profissional_**<lb/>Dossiê 03.04.001. Bens Particulares<lb/>Dossiê 03.04.002. Relações empresariais<lb/>Dossiê 03.04.003.Tecelagem Marisa S.A.<lb/>##### **_Subsérie 03.05. Homenagens e vida em sociedade_**<lb/>Dossiê 03.05.001. Eventos e solenidades<lb/>Dossiê 03.05.002. Distinções e honrarias<lb/>##### **_Subsérie 03.06. Festas da Uva e eventos paralelos_**<lb/>Dossiê 03.06.001. Festa da Uva de 1950 e a Grande Exposição Agro-Industrial<lb/>Dossiê 03.06.002. Monumento Nacional ao Imigrante<lb/>Dossiê 03.06.003. Feira Industrial e Festa da Uva de 1954<lb/>Dossiê 03.06.004. Eventos e homenagens relacionados às Festas da Uva<lb/><lb/>#### **Série 04. Matrimônio de Annuccio Ungaretti e Maddalena Pilla Ungaretti**<lb/>##### **_Subsérie 04.01. Maddalena Pilla Ungaretti_**<lb/>##### **_Subsérie 04.02. Nilo Antônio Pilla Ungaretti_**<lb/>##### **_Subsérie 04.03. Ugo Silvio René Pilla Ungaretti_**<lb/>##### **_Subsérie 04.04. Gema Maria Eulália Pilla Ungaretti_**</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <famname role="Produtor" id="atom_119802_actor">&lt;strong&gt;Família Ungaretti&lt;/strong&gt; </famname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos têm restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado.<lb/>Em 20/04/2022, André Ungaretti Triches autorizou a eliminação de um álbum fotográfico acumulado por Nilo Antônio Pilla Ungaretti, seu tio avô, que não apresentava valor histórico, devido ao seu conteúdo apresentar apenas caráter íntimo e pessoal.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O fundo documental é formado por diversas doações, feitas por integrantes da família distintos, em períodos diferentes:<lb/>1. Nilo Ungaretti, filho de Annuccio Ungaretti e Madalena Pilla Ungaretti, efetuou doações em Fevereiro de 1989 e de 1991, 03/05/1993, 11/03/1994, 19/04/1994, 28/12/1994 e 25/07/1997, compostas de jornais, revistas, documentos diversos e livros;<lb/>2. em nome de toda a família Ungaretti, efetuada em Novembro de 1990, constituída de documentos diversos;<lb/>3. Gema Ungaretti, filha de Annuccio Ungaretti e Madalena Pilla Ungaretti, efetuou doações em 17/02/1993, 02/02/1994 e 03/10/2001, compostas de documentos diversos, livros e fotografias;<lb/>4. Neda Mary Eulália Ungaretti Triches, filha de Júlio Ungaretti e Lyra Bernardi Ungaretti, efetuou doações em 25/10/2002 e 28/04/2005, compostas de revistas, jornais, fotografia e documentos diversos;<lb/>5. André Ungaretti Triches, filho de Euclides Triches e Neda Mary Eulália Ungaretti Triches, efetuou grandes doações em 09/01/2017, 21/08/2018, 04/09/2018, e 12/09/2018, compostas de documentos pessoais e diversos, cartões-postais, livros, publicações, recortes de jornais e fotografias acumulados pelas famílias Ungaretti e Ungaretti Triches.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental é formado por documentos provenientes de diversas doações, feitas em nome da família e por diferentes integrantes da família, em períodos diferentes. A maior parte da documentação foi doada diretamente no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, porém, uma parte dela foi coletada na última  residência de Júlio Ungaretti, localizada na rua Os Dezoito do Forte e mais conhecida como “Chácara dos Ungaretti” (em processo de tombamento pela Divisão de Proteção ao Patrimônio Histórico e Cultural de Caxias do Sul, órgão atrelado à Secretaria Municipal de Cultura), acondicionada em caixas, estantes e armários, bem como no porão da mesma.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Criação: 23/10/2019 a 27/04/2022; 30/04/2022 a 16/09/2022.<lb/>Revisão: 12/07/2024.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua totalidade, por documentos originais.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Documentos relacionados à família Ungaretti integram os fundos documentais do Gabinete do Executivo (relativos a Julio Ungaretti e as Festas da Uva, além de processos de executivo fiscal contra o mesmo e sua irmã, Clélia) e Obras Públicas (projetos arquitetônicos para construção da “Farmácia Americana”, de propriedade de Dario Ungaretti, reforma do prédio de Júlio Ungaretti &amp; Irmão e residenciais) do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>2. Entrevistas produzidas pela Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com Neda Mary Eulália Ungaretti Triches, filha de Júlio Ungaretti, e com diversos outros entrevistados, com temáticas relacionadas aos membros da família e suas atividades profissionais e sociais (comércio em quiosques da praça Dante Alighieri, a empresa Tecelagem Marisa S.A., Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul e seus primórdios, Festas da Uva e a inauguração e revitalização do Monumento Nacional ao Imigrante, e a “Farmácia Americana”, de propriedade de Dario Ungaretti;<lb/>3. Documentos e fotografias relacionados à família Ungaretti integram os fundos documentais Rômulo Carbone (CAR), Armando Galeão Santos (AGS), Estação Ferroviária (EFE) Aurora Pezzi Ungaretti (UPA), Adelaide Rosa (ADE), Família Sartori (SAR), Pedro Vanzin (VAN), Joaquim Pedro Lisboa (JPL), Caxias Tênis Clube (CTC), Luiz Michielon S.A. (MIC), Festa da Uva (FUV), Studio Geremia (GER), Vasco Peretti (VPE), João Brusa Netto (BSA), Família Saldanha (SAL), Júlio Sassi (SAS), Pery Paternoster (PER) e João Spadari Adami (JSA),  todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>4. Livros que mencionam ou fazem relação a Annuccio Ungaretti, Júlio Ungaretti, Neda Mary Eulália Ungaretti Triches e à Drogaria de Julio Ungaretti &amp; Irmão  estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados interna da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda.**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-VRG</unitid>
          <unitdate datechar="acumulação" normal="1901/1997" encodinganalog="3.1.3">1901 a 1997</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        198 (cento e noventa e oito) documentos bibliográficos, 101 (cento e um) documentos cartográficos, 1.131	(hum mil, cento e trinta e um) documentos iconográficos e 23.738 (vinte e três mil, setecentos e trinta e oito) documentos textuais    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ger">alemão</language>
            <language langcode="spa">espanhol</language>
            <language langcode="fre">francês</language>
            <language langcode="eng">inglês</language>
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
            <language langcode="rus">russo</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Raça/cor/etnia:  INDÍGENA; NEGRA.</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/5/7/0/570a202e918d3c70c39e3b88d54a0444c317b7b6e05d84b713620623220f8d34/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_VRG.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_119923_actor">**Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda.**</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-3a80981d5d27fc9eda8154d1bd513b67" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A década de 1920 foi caracterizada por grande desunião no seio do setor vitivinícola gaúcho, com brigas intermináveis e desentendimentos crônicos entre as principais lideranças, além da concorrência desleal e suicida entre as vinícolas. Altas e descontroladas produções associadas às práticas de diminuição dos preços iniciaram a grande crise. As autoridades gaúchas, preocupadas, promoveram reuniões, discussões e induziram 49 vinícolas a se unirem em torno de uma instituição comum, o Syndicato Viti-Vinícola do Rio Grande do Sul, consolidado no final de 1928. Era a tentativa de unir a vitivinicultura gaúcha. O governo estadual, através de decreto, criou o primeiro instrumento legal para fortalecer o Syndicato e atrair o setor em torno dele, impondo a obrigatoriedade de exames bromatológicos dos vinhos a serem comercializados, expediente pago e somente realizado através desta instituição. Esse dispositivo legal lhe deu força de órgão estatal e passou a privilegiar com custo zero seus associados aderentes, em detrimento daqueles muitos que optaram por ficar de fora e que teriam que pagar a cada exame solicitado. Com isso, a desunião e os embates cresceram ainda mais dentro do setor. Devido à tal situação e artimanhas oficiais, além do medo de serem engolidos pela séria crise que se espalhava pela Serra Gaúcha, alguns empreendedores setoriais e líderes políticos incumbiram o contador José Moraes Vellinho de buscar melhorias e constituir uma sociedade comercial a partir da união dos empresários. Após muitas negociações, foi formada a Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda, em 5 de junho de 1929, dando início às suas atividades com o intuito de ajustar interesses historicamente antagônicos, construir novos padrões de qualidade para o vinho e ter o encargo de receber, homogeneizar e comercializar a produção de seus fundadores e associados, garantindo a aglutinação dos negociantes de vinho da região, o que permitiria a imposição dos interesses do Governo Estadual para “sanar o setor”. A Sociedade Vinícola Rio Grandense foi um braço importante na atuação comercial do Syndicato, que o eximia de atuar diretamente nas desgastantes brigas comerciais. Não seria tarefa simples, já que envolvia um trabalho insano e que exigiria grande habilidade de negociação para alcançar o milagre de aproximar posições historicamente antagônicas, ajustar interesses conflitantes e curar feridas profundas de rixas anteriores. Apesar disso, sua atuação não pacificou o setor, pois desentendimentos e embates tornaram-se acirrados, o que criou dois blocos distintos na vitivinicultura gaúcha: Sociedade Vinícola de um lado, vinícolas independentes do outro que, aos poucos, foram se associando em grupos, dando origem às Cooperativas Vinícolas. A Sociedade Vinícola Rio Grandense continuava a ser o braço operacional do governo gaúcho na regulamentação do mercado em 1930, sendo iniciada a fase de consolidação da empresa, que passou a comprar uvas dos produtores e coordenar a vinificação nas cantinas dos associados, assim dando dimensão maior ao negócio e um novo ritmo de atuação no setor.<lb/><lb/>Em 1932, a Sociedade Vinícola Rio Grandense, seguindo a linha de inovações, efetuou uma importação de cerca de 130 variedades europeias (italianas e francesas) e iniciou a formação dos famosos vinhedos conhecidos por Granja União, no município de Flores da Cunha, com o objetivo de dar os primeiros passos na direção de produzir vinhos varietais finos (uvas viníferas), tudo sob a inspeção de seu diretor técnico, o enólogo Guido D’Andrea. Em 1935, a Sociedade engarrafou e comercializou a primeira produção de vinhos varietais finos, sob o rótulo Granja União, que fizeram sucesso em todo País. A área de vinhedos de castas finas viníferas da Granja União totalizava 150 hectares. As garrafas dos vinhos Granja União, Barbera, Cabernet, etc, inauguraram um período de reinado desses varietais no mercado brasileiro que viria a perdurar nas décadas seguintes. Para dar suporte a suas atividades, a Sociedade Vinícola expandiu sua estrutura de comercialização em nível nacional, abrindo filiais em Salvador (1936), Farroupilha, (1939), Rio de Janeiro (1941), Rio Grande (1942) e São Paulo (1945), completando com Curitiba e Recife, e a abertura de um entreposto em Belo Horizonte, todos na década de 1950. Os grandes volumes de vinho de mesa eram transportados a granel, saindo das adegas da Sociedade Vinícola em caminhões-pipa com destino a Porto Alegre, visando completar a capacidade dos tanques de navios fretados que abasteceriam outros estados, nos entrepostos da Sociedade. A empresa tinha, ainda, a sua própria tanoaria.<lb/><lb/>Na década de 1940, a Sociedade Vinícola Rio Grandense viu o mercado de vinhos finos diminuir, em virtude da Segunda Guerra Mundial. Como detinha boa reserva de capital, decidiu investir em outro mercado: o de papel e celulose. Para um estudo de viabilização, os diretores da Sociedade Vínicola, Galeazzo Paganelli e José Moraes Vellinho, resolveram enviar um emissário em busca de pinheiros nos estados do Paraná e de Santa Catarina. Essa tarefa foi atribuída a Alfredo Fedrizzi, homem de confiança que durante onze anos provara sua dedicação e sua habilidade na empresa. A construção do primeiro prédio da Celulose Irani iniciou em 1942, ano em que a olaria já estava em funcionamento, que, além dos tijolos, fornecia telhas para a construção da fábrica. Em 1942, foram instalados os primeiros equipamentos industriais: um britador com acionamento hidráulico, as primeiras caldeiras “J. Martins” e a primeira máquina a vapor para geração de energia.<lb/><lb/>Em Caí, operava uma fábrica de garrafas com alta capacidade de produção anual, empregadas nas suas diversas linhas de engarrafamento. Considerando os grandes volumes transportados a granel, embarrilado e garrafas encaixotadas, ela ofereceu rápido retorno de capital: a multinacional italiana Martini &amp; Rossi, instalou duas unidades produtoras de vermute no Brasil, em 1951, uma em São Paulo e outra em Recife, e firmou um acordo de compra de grandes volumes de vinho base com a Sociedade Vinícola; acordo similar foi assinado com a Cinzano. Com esses acordos, houve grande incremento na demanda que passou a exigir grandes quantidades de embarques de vinho base da variedade americana Herbemont, esbarrando com crescentes dificuldades com a navegação de cabotagem, cuja frota de navios-tanques era insuficiente, impactando nos prazos de comercialização. Considerando os grandes volumes transportados e as possibilidades de transformar o mesmo nas modalidades a granel, embarrilado e encaixotado, a empresa adquiriu um navio para carga seca para transporte de vinhos em barris e em garrafas encaixotadas: batizado de “Vinho Castelo” (homônimo ao carro-chefe dos produtos da empresa: o vinho comum de nome “Vinho Castelo”, foi líder absoluto em vendas dentre todos produzidos durante o período de 1946 e 1955). O famoso navio “Vinho Castelo” passou a transportar grandes quantidades de barris e caixas de vinho, proporcionando o total domínio do transporte do vinho para os grandes centros consumidores. Foi o início da fase sob a denominação social de Indústria, Comércio e Navegação – Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda., trabalhando no setor vitícola, de características agrícolas, com contratos de compra e venda de uva com pequenos e grandes agricultores, pelos quais a indústria se obrigava a fornecer insumos, equipamentos e assistência técnica, e os preços variavam de acordo com a safra, com a qualidade e com os fatores mercadológicos mais voláteis.<lb/><lb/>Apesar da necessidade de grande número de barris, os custos operacionais caíram, criando maior competitividade para os vinhos da Sociedade Vinícola. O navio “Vinho Castelo” era utilizado com grande versatilidade, ora transportando vinho em pipas para Santos, Rio de Janeiro e Nordeste, ora levando madeira para a Argentina, de onde voltava carregado de trigo. Em 1957, numa das viagens do navio Vinho Castelo para a Argentina, ele se chocou contra rochedos e foi a pique na costa uruguaia, causando grande prejuízo e perda total. A partir deste acidente, a Sociedade Vinícola se associou às cooperativas Garibaldi, Aurora e Forqueta, fundando a empresa de navegação Navinsul, com um navio-tanque próprio para abastecer o porto de Santos. Os demais destinos ficaram com a navegação de cabotagem. As três cooperativas unidas em uma federação montaram também uma central de engarrafamento em Santos, comercializando o rótulo comum Centauro. Neste período, acontecia a chegada das primeiras empresas multinacionais interessadas na exploração do setor vitivinícola e do mercado no Brasil. A Bernard Tailland Importadora S/A, associada a vinícolas na Argélia e na França, resolveu lançar vinho de sua marca no mercado brasileiro e, depois de muitas consultas (a Sociedade não aceitou o esquema proposto), fechou contrato com a Cooperativa Vinícola Aurora que, a partir de 1962, passou a produzir o vinho rotulado Bernard Tailland, com grande sucesso comercial. Este fato desencadeou outras iniciativas de encomendar vinhos finos às vinícolas nacionais e proceder à comercialização através de redes próprias. O rótulo Bernard Tailland marcou o início do processo de afirmação e aceitação de vinhos finos brasileiros no mercado nacional, e foi uma oportunidade perdida pela Sociedade Vinícola Rio Grandense, por uma decisão equivocada. Talvez esse tenha sido um dos mais graves erros de avaliação, contrariando, inclusive, a postura sempre vanguardista da Sociedade, que começou a sofrer perda de ritmo e da saúde empresarial, sofrendo um divórcio de sincronismo com o movimento de modernização do setor vitivinícola brasileiro.<lb/><lb/>Este novo nicho de negócios era diferente daqueles volumosos fornecimentos de vinhos base baratos para alimentar a produção de vermute e quinados da Martini &amp; Rossi ou da Cinzano. Agora estavam em jogo vinhos finos, varietais de uvas viníferas ou europeias, com maior valor agregado e de colocação crescente num mercado recém-despertado para a qualidade possível do vinho brasileiro. Ao longo de 1964, o desenvolvimento acelerado da rede rodoviária centro-sul produziu reflexos importantes na política de transporte de cargas para o Nordeste, especialmente pela maior flexibilidade do transporte por caminhões, economicamente mais atrativo, de gerenciamento muito mais simples e de custos bem mais baixos, colocando em cheque a solução Navinsul, com toda sua complexidade operacional e custos altos de manutenção de um navio. Foi, então, que os sócios resolveram desativar o esquema de cabotagem e vender o navio. Em 30 de setembro de 1964, a Indústria, Comércio e Navegação – Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda. teve alterada sua razão social de Ltda. para S.A., assumindo a nova e definitiva denominação de Companhia Vinícola Rio Grandense. Seu funcionamento foi encerrado em 1997.<lb/><lb/>Em 1999, os irmãos Deunir e Itacir Argenta, adquiriram o Vinhedo Granja União, em Flores da Cunha – RS, e desenvolveram um moderno projeto para produção de uvas e vinhos que, em homenagem ao patriarca, foi denominado “Luiz Argenta Vinhos Finos”. Volmar Salvador e PauloTonet adquiriram o vinhedo San Felício e fundaram a Vinícola Terrasul, na cidade de Pinheiro Machado – RS, entre as regiões da Campanha e da Serra do Sudeste. Depois, adquiriram um prédio, também da Companhia Vinícola Rio Grandense, em Flores da Cunha, e ali instalaram a cantina, na qual trabalham a produção de vinhos finos e de vinhos de mesa.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada na empresa durante seu funcionamento, além de documentos produzidos e acumulados por Danilo Callegari, engenheiro agrônomo de Diretor Técnico da mesma. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta. A maioria dos documentos textuais tem caráter original. Parte da documentação de registros de funcionários encontra-se sob a custódia de Luiz Carlos de Oliveira, em Porto Alegre – RS, que é filho de um dos diretores da Matriz sediada na cidade.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![VRG-02-05-04-009](https://i.ibb.co/v42NXFz/VRG-01-04-01-13-PO.jpg)<lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.VRG – Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda.**<lb/><lb/>####**Grupo 01. Administração**<lb/>#####**_Série 01.01. Matriz Porto Alegre – RS_**<lb/>Subsérie 01.01.01. Constituição e convenções<lb/>Subsérie 01.01.02. Comunicação<lb/>Subsérie 01.01.03. Patrimônio imóvel<lb/>Subsérie 01.01.04. Navegação mercantil<lb/>Subsérie 01.01.05. Fábrica de Aduelas<lb/><lb/>#####**_Série 01.02.Estabelecimentos de Produção_**<lb/>Subsérie 01.02.01. Alfredo Chaves – RS (Veranópolis – RS)<lb/>Subsérie 01.02.02. Antônio Prado – RS<lb/>Subsérie 01.02.03. Bento Gonçalves – RS<lb/>Subsérie 01.02.05. Farroupilha – RS<lb/>Subsérie 01.02.06. Flores da Cunha – RS<lb/>Subsérie 01.02.07. Garibaldi – RS<lb/>Subsérie 01.02.08. Gramado – RS<lb/>Subsérie 01.02.09. Guaporé – RS<lb/><lb/>#####**_Série 01.03. Estabelecimentos de Distribuição_**<lb/>Subsérie 01.03.01. Curitiba – PR<lb/>Subsérie 01.03.02. Recife – PE<lb/>Subsérie 01.03.03. Rio de Janeiro – RJ<lb/>Subsérie 01.03.04. Rio Grande – RS<lb/>Subsérie 01.03.05. Salvador – BA<lb/>Subsérie 01.03.06. São Paulo – SP<lb/><lb/>#####**_Série 01.04. Vinhedos_**<lb/>Subsérie 01.04.01. Granja União<lb/>Subsérie 01.04.02. Capão Bonito<lb/>Subsérie 01.04.03. San Felicio<lb/><lb/>#####**_Série 01.05. Investimentos do Capital_**<lb/>Subsérie 01.05.01. Celulose Irani S.A.<lb/>Subsérie 01.05.02. INACO – Indústria, Administração e Comércio S.A.<lb/><lb/>#####**_Série 01.06. Relações Institucionais, Públicas e Sociais_**<lb/>Subsérie 01.06.01. Eventos oficiais<lb/>Subsérie 01.06.02. Eventos sociais e confraternizações<lb/>Subsérie 01.06.03. Luiz Mandelli na FIERGS / CIERGS<lb/><lb/>#####**_Série 01.07. Publicidade_**<lb/>Subsérie 01.07.01. Propaganda e marketing<lb/>Subsérie 01.07.02. Difusão<lb/>Subsérie 01.07.03. Festas da Uva<lb/><lb/>####**Grupo 02. Filial Caxias (do Sul) – RS**<lb/>#####**_Série 02.01. Administrativo_**<lb/>Subsérie 02.01.01. Constituição<lb/>Subsérie 02.01.02. Patrimônio<lb/>Subsérie 02.01.03. Comunicação<lb/>Subsérie 02.01.04. Relações com a região<lb/><lb/>#####**_Série 02.02. Recursos Humanos_**<lb/>Subsérie 02.02.01. Folha de pagamento<lb/>Subsérie 02.02.02. Relações com os funcionários<lb/>Subsérie 02.02.03. Danilo Callegari<lb/>Subsérie 02.02.04. Guido D’Andrea<lb/><lb/>#####**_Série 02.03. Gestão Financeira_**<lb/>Subsérie 02.03.01. Contas Correntes<lb/>Subsérie 02.03.02. Controle de caixa e recibos de pagamento<lb/>Subsérie 02.03.03. Controle de compras<lb/>Subsérie 02.03.04. Controle de vendas<lb/><lb/>#####**_Série 02.04. Industrialização_**<lb/>Subsérie 02.04.01. Linha de produção<lb/>Subsérie 02.04.02. Análise e Controle de Qualidade<lb/><lb/>#####**_Série 02.05. Produtos_**<lb/>Subsérie 02.05.01. Champanhas, espumantes, filtrados e frisantes<lb/>Subsérie 02.05.02. Destilados<lb/>Subsérie 02.05.03. Sucos de uva<lb/>Subsérie 02.05.04. Vinhos<lb/><lb/>#####**_Série 02.06. Eventos e visitas ilustres_**</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <corpname role="Produtor" id="atom_119923_actor">&lt;strong&gt;Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda.&lt;/strong&gt; </corpname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos têm restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado. Alguns documentos sem datas ou informações relevantes (como bilhetes de avisos, fichas de contas-correntes em branco, fichas de controle de estoque e extremamente danificados) foram descartados por não terem valor histórico.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>Parcela doada pela empresa Companhia Vinícola Rio Grandense, por meio de Termo de Doação, em Janeiro de 1998; parcela doada por Luiz Carlos Oliveira, por meio de Termo de Doação, em Abril de 2003.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Incorporada doação de Ana Beatriz Atti dos Santos, de 25/10/2007, composta de um livro (VRG 01.07.01.008 L).<lb/><lb/>Não há previsão de futuras incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>Documentação recolhida pela equipe de servidores do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami em 1998, nas dependências de uma das Unidades de produção da vinícola, que estava fechada em virtude do encerramento de suas atividades. Parte dela estava disposta em ambiente inadequado para conservação de documentos, portanto, determinados lotes não puderam ser recuperados e/ou doados à instituição. Acredita-se que parte dos documentos relativos aos funcionários foi extraviada em período anterior ao da doação, para fins previdenciários, devido ao fato da mesma estar guardada em local inapropriado.<lb/><lb/>Informações acerca de datas, locais e identificação de pessoas foram dadas por Hermínio Bampi (funcionário da empresa; em Janeiro/1996), Onofre de Oliveira Pimentel (funcionário da empresa – engenheiro agrônomo; 19/11//2002), Ulysses Geremia (fotógrafo; Janeiro/1996); Afonso Celso Golin (representante comercial e, posteriormente, funcionário que gerenciava a adega instalada na fábrica de Caxias do Sul – RS; em Março/2015); Danúbia Otobeli (jornalista do jornal “O Florense” e do jornal “A Vindima”, de Flores da Cunha – RS, em Setembro/2015). Rita Maria Callegari Basso (filha de Danilo Callegari, trabalhou com o pai no Administrativo da empresa e no Laboratório de Controle de Qualidade; em Outubro/2015).</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Outubro/2013 a Outubro/2014.<lb/>Após período de curso de Arquivologia e consultoria de Valéria Bertotti, o acervo foi reaberto e processado novamente, durante o período de Novembro/2014 até Outubro/2017.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Processamento Técnico – Catiuscia Xavier;
<lb/>Digitalização de Imagens – Alice De David, Ângela Pimentel e Catiuscia Xavier.
<lb/>Consultoria: Valéria Bertotti (UFSM) e Anelise Cavagnolli (Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami).</p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>A documentação que se encontrava em Caxias do Sul foi parcialmente extraviada (pessoas com interesses previdenciários apropriaram-se dos mesmos para fins de comprovação para aposentadoria junto ao INSS) e doada ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami. A outra fração que não foi doada à instituição (documentação de Departamento Pessoal, atas, etc.) encontra-se em Porto Alegre – RS, na empresa Companhia Castelo, sob responsabilidade de Luiz Carlos de Oliveira.<lb/>Parte da documentação original da empresa encontra-se na Vinícola Garibaldi Ltda., localizada em Garibaldi – RS, a qual é detentora dos direitos de produção e comercialização da marca “Granja União”, que estava sob domínio da Vinícola Cordelier, localizada no Vale dos Vinhedos.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, quase em sua totalidade, por documentos originais (alguns como material de divulgação de conferências e congressos, correspondências expedidas e fotografias, entre outros, são cópias).</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Projetos arquitetônicos e um parecer da Procuradoria Municipal referente à solicitação da Indústria, Comércio e Navegação Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda., com pedido de revisão do imposto sobre indústrias e profissões, encontram-se nos Fundos Obras Públicas e Gabinete do Executivo do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>2. Entrevistas foram produzidas pela Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, com a temática “Indústria: Sociedade Vinícola Rio Grandense” (com o Sr. Luis Carlos de Oliveira, atual Diretor da Companhia Castelo de Bebida); com o subtema “Indústria: Sociedade Vinícola Rio Grandense, Granja União, Indústria Vinícola” (com o Sr. Onofre de Oliveira Pimentel, antigo funcionário); com o Sr. Leonardo Francisco Louroza, tanoeiro; com o Sr. Antônio dos Reis, tanoeiro; com a Sra. Lourdes Dalle Molle Maineri, lavadora de garrafas; com a Sra. Anna Laura Sathier Cousseau, lavadora de garrafas, rotuladora, encaixotadora; com a Sra. Ortenilda Bragagnolo, lavadora de garrafas, rotuladora, que trabalhou também nos setores de engarrafamento, capsulagem e limpeza da empresa);<lb/>3. Recortes de jornal que abordam temas referentes à empresa encontram-se no Fundo NAPOLITANO, Luiz (NAP), um opúsculo com o discurso pronunciado por Augusto Dal Cortivo no 4º Congresso Rural, intitulado “A grande luta das Cooperativas Agrícolas contra o Sindicato Viti-vinícola do RS e Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda.”encontra-se na Coleção Discursos e Conferências (DIS), rótulos de produtos da empresa encontram-se na Coleção Rótulos (ROT), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>4. Livros de propriedade da empresa e que faziam parte de biblioteca instalada no Laboratório de Controle de Qualidade da empresa estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Quadro de arranjo e listagens em PDF finalizados, disponíveis para consulta presencial e na plataforma de pesquisa online:<lb/>https://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>1. Livros:
<lb/>
<lb/>**DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE CAXIAS DO SUL 1875-1950**. ANTUNES, Duminiense Paranhos. Primeira Edição. Caxias do Sul, RS: Artegráfica Comércio e Indústria S.A, 1950.
<lb/>
<lb/>**OS PARCEIROS DO VINHO – A VITIVINICULTURA EM CAXIAS DO SUL (1911-1936)**. CAVAGNOLLI, Anelise. Caxias do Sul, RS; edição da autora, 1989.
<lb/>
<lb/>**CAXIAS DO SUL: “A METRÓPOLE DO VINHO” - ÓRGÃO OFICIAL DA FESTA DA UVA E FEIRA AGRO-INDUSTRIAL DE CAXIAS DO SUL – 1875/1957**. ANTUNES, Duminiense Paranhos. Caxias do Sul, RS: Livraria Mendes, 1957.
<lb/>
<lb/>**ÁLBUM-LEMBRANÇA DA CIDADE DE CAXIAS DO SUL – FESTA DA UVA DE 1950**. Caxias do Sul, RS: Esc. Tip. Pio XII – Abrigo de Menores “São José”, 1950.
<lb/>
<lb/>** A CRISE DA VITI-VINICULTURA GAÚCHA (CARTA ABERTA AO EXMO.SNR. CEL. CORDEIRO DE FARIAS)**. DAL CORTIVO, Augusto. São Leopoldo, RS: Oficina Gráfica Rotermund e Co., 1941.
<lb/>
<lb/>**A CRISE DA VITI-VINICULTURA GAÚCHA. Primeira Edição**. DAL CORTIVO, Augusto. São Leopoldo: Oficinas Gráficas Rotermind &amp; Co., 1941.
<lb/>
<lb/>**ÁLBUM COMEMORATIVO DO CINCOENTENARIO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA (1889-1939)**. LIMA, Illeul Souza de; FILHO, Francisco Boaventura da Paz(organizadores e editores). Porto Alegre, RS: Rotermund &amp; Co. São Leopoldo, 1939.
<lb/>**O RIO GRANDE EM REVISTA – ANO 1933**. CARRICONDE, Clodomiro C. (org.).
<lb/>
<lb/>**SÃO PELEGRINO – QUEM TE VIU… QUEM TE VÊ…** . SEERIG, Ana; TONET, Charles; Tânia Tonet. Caxias do Sul : Editora Belas Letras Ltda., 2015.
<lb/>
<lb/>**SAMAE – 50 ANOS – SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO DE CAXIAS DO SUL 1966-2016**. CAVAGNOLLI, Anelise; RIBEIRO, Gabriel Moretto; PANAROTTO, Gerson Antonio; RECH, Liseana Peluso; BONFÁ, Lourenço Benetti; TROGLIO, Lucas; SCATOLA, Mário Luiz; ZAGO, Marta Antenisca; ZORZI, Neisi Coelho; EMERICH, Ronaldo Damasceno; BELLADONA, Rossano; VARGAS, Tiago de. 1ª edição. Caxias do Sul, 2016. 214 páginas ilustradas.</p>
        </bibliography>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>2. Link de sítios para pesquisa secundária:
<lb/>
<lb/>#####_Da Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser (FEE)_
<lb/>(A concepção e execução deste trabalho contou com a participação da estudante de Ciências Sociais Fernanda Bittencourt Ribeiro e é de autoria de Anete Jalfin, Socióloga da FEE – Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul): http://revistas.fee.tche.br/index.php/ensaios/article/viewFile/1419/1784 .
<lb/>      
<lb/>#####_Do blog “EnoEventos” - com a concepção de Sérgio Inglez de Souza_
<lb/>http://www.enoeventos.com.br/colunistas/sergio/sergio001.htm;
<lb/>http://www.enoeventos.com.br/colunistas/sergio/sergio002.htm; http://www.enoeventos.com.br/colunistas/sergio/sergio003.htm.
<lb/>                            
<lb/>#####_Do Jornal “A Vindima” - com a concepção de Danúbia Otobelli_
<lb/> http://www.avindima.com.br/?cat=13.</p>
        </bibliography>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Família Argenta**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-ARG</unitid>
          <unitdate datechar="acumulação" normal="1823/2009" encodinganalog="3.1.3">1823 a 2009</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        77 (setenta e sete) documentos bibliográficos, 51 (cinquenta e um) documentos cartográficos, 1.069 (um mil e  sessenta e nove) documentos iconográficos, 1.484 (hum mil, quatrocentos e oitenta e quatro) documentos textuais e 02 (dois) documentos tridimensionais    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ger">alemão</language>
            <language langcode="spa">espanhol</language>
            <language langcode="fre">francês</language>
            <language langcode="eng">inglês</language>
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);<lb/>Jornais da Hemeroteca Digital do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, disponíveis nos sites da Biblioteca Nacional e do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul;<lb/>Entrevista cedida por Giselda Argenta Chiaradia e Maria Thereza Iró Leonardelli Soledade e Julieta Leonardelli de Oliveira, para a Unidade Banco de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal, em 06/07/1993 e 27/11/2015;<lb/>Coluna “Memória” do jornal Pioneiro;<lb/>http://wikipedia.com/;<lb/>BRANDALISE, Ernesto A.“Livro Paróquia Sta. Teresa, Cem anos de fé e história 1884-1984”. Editora da Universidade de Caxias do Sul, 1985.<lb/>FrançaNCO, Alvaro. “Abramo já tocou… ou A Epopéia de um Imigrante”. São Paulo: Ramos, Franco Editores, 1943.<lb/>FrançaNCO, Álvaro; FrançaNCO, Sinhorinha Maria Ramos de.” O Milagre da Montanha”. São Paulo: Ramos, Franco Editores, 1946.<lb/>Boletim Eberle. nº 4 Caxias do Sul, maio de 1958.<lb/>Site: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/195565/Revista%20Sergipe%20Art%C3%ADfices%20n.1.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.
<lb/>Raça/cor/etnia: NEGRA.
<lb/>Pessoa com Deficiência (PCD).</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/0/c/2/0c27a1a2c1c35c1b025a0d9b263f228b4ff9649cc9fcdbc5b7544dd296293851/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_ARG.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <famname id="atom_119936_actor">**Família Argenta**</famname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-e07f638169d174fc00b1d9e64589118f" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**Vicente Argenta**, filho de Giácomo Argenta e Domenica Rento, migrou para o Brasil e desembarcou em Porto Alegre em 1880, sendo o primeiro Argenta a vir da Itália, de uma família de 21 irmãos. Logo que chegou ao Brasil conseguiu emprego em uma fábrica de carroceiras [carros] de Luiz Rothfuchs, em Porto Alegre, onde trabalhou por vários anos. Após juntar algum dinheiro, Vicente mandou buscar a mãe e 3 irmãs (o pai já era falecido) e decidiu, então montar um pequeno hotel em São Sebastião do Caí.<lb/><lb/>Em 1889 chegou na Freguesia de Santa Teresa de Caxias, onde montou um café na Rua Julio de Castilhos em frente a Praça Dante Alighieri, mesmo ano em que conheceu e casou com Teresa [Theresa,Tereza ou Thereza] Bregatto (02/09/1865 a 30/06/1960), filha de Girolamo [Jerônymo ou Jerônimo] Bregatto (01/12/1830 a 04/04/1906) e Rosa Costa ([indeterminado] a [1872]). Com Teresa, Vicente teve 8 filhos: Ernesto (29/08/1890 a 24/09/1931), Eleonora (13/09/1892 a 16/07/1985), Maria (21/02/1895 a 26/05/1975), Giselda (09/05/1897 a 10/08/1996), Dosolina (16/05/1900 a 05/03/1944), Hugo (15/05/1902 a 20/04/1965), Ema Roza (1904 a 24/03/1905) e Henrique Dante (16/10/1905 a 22/11/1908).<lb/><lb/>A pedido de Teresa, que achava o ambiente ruidoso e agitado, Vicente fechou o café e abriu uma fábrica de gasosa [em 1891], conhecida como “La gasosa de Argenta”, na esquina das ruas Júlio de Castilhos e Guia Lopes (antiga rua Dr. Salgado), local que posteriormente se tornou a residência da Família Argenta. Como naquela época, havia muita dificuldade em transportar as gasosas pois as estradas eram precárias e o transporte feito por burros, Vicente resolveu vender a fábrica de gasosa para os Leonardelli. Vicente queria aproveitar a experiência adquirida na Rothfuchs e então decidiu abrir, no mesmo local, uma fábrica de carros e outros tipos de veículos denominada “Fábrica de Carros Vicente Argenta, que foi a primeira fábrica de implementos para transporte de Caxias. Trabalhou neste ramo de veículos até que seu problema nos olhos (glaucoma) permitiu.<lb/><lb/>Atuante na Sociedade Operária São José (Società Falegnami S. Giuseppe), foi eleito Presidente em 29/04/1917. Neste mesmo ano, a sociedade comemorou seu 14º aniversário com uma festividade que iniciou com um cortejo acompanhado da Banda [Santa Cecília] que saiu da sua residência, até a Igreja e após rumaram a casa do intendente Col. Penna de Moraes, para convidá-lo para um banquete que ocorreu no Hotel Pezzi. Faleceu em 20/04/1935, aos 80 anos, em Caxias do Sul, vítima de hemorragia cerebral.<lb/><lb/>**_NOTAS:  Teresa Bregatto nasceu em Rovereto, Áustria em 02/09/1865, por parte de Girolamo [Jerônymo ou Jerônimo] e Rosa, Teresa tem um irmão chamado Giovanni [João] Battista (1867 a [indeterminado]). Seu pai Girolamo Bregatto ficou viúvo e casou-se novamente com Emilia Carotta (04/09/1839- [indeterminado]), filha de Luigi e Maria Raiserer. Com Emilia, Girolamo teve mais dois filhos, Maria [Marietta] (27/10/1873 - [indeterminado] e Giuseppe (30/09/1875 – [indeterminado]). Alguns documentos sobre a biografia de Vicente Argenta relatam a existência de 9 filhos com Teresa Argenta, informando ter havido uma filha de nome Clara, que faleceu com vinte dias. Porém neste fundo documental não existem documentos que certifiquem esta informação._**<lb/><lb/>**Ernesto Argenta** primogênito de Vicente Argenta e Teresa Bregatto Argenta, nasceu na Vila de Santa Teresa de Caxias- RS em 29/08/1890. Solteiro e sem filhos, Ernesto estudou na Escola Rio- Grandense de Caxias entre os anos de 1902 e 1905. Em 1908 mudou-se para Porto Alegre, residindo na casa do Sr. [João] Morganti (imigrante que veio ao Brasil junto com Vicente Argenta) e estudando na Escola Rio- Grandense de Porto Alegre. Ainda em Porto Alegre, em 1909 é aprovado para aprendizagem no Instituto de Engenharia e Electro Technica e, em 1913, após três anos de curso preparatório inicia o 1º ano de Engenharia Civil. Formou-se em Engenharia Civil em Porto Alegre-RS, com o projeto de uma escola elementar mista, tornando-se o primeiro Caxiense formado em Engenharia Civil. Em 1917, desenvolveu vários projetos, entre eles: Anteprojeto do Edifício do Fórum e da Intendência de Caxias do Sul (não executados).<lb/><lb/>Em 1920, Ernesto arrematou, mediante concorrência pública, a construção de um reservatório de água potável destinado a alimentar chafarizes que ficariam instalados na praça Dante [Alighieri] e na Rua Borges de Medeiros, bem como a construção de tanques de captação em terras da Intendência e de Antonio Giuriolo. Neste mesmo ano, o Intendente de Caxias Sr. Coronel José Penna de Moraes viaja a Porto Alegre, com um projeto de Ernesto para a construção de um edifício para o Colégio Elementar [Escola Primária Elementar Mista]. No final do ano de 1921, Ernesto viaja para Aracaju, onde se torna Diretor da Escola de Aprendizes Artífices de Sergipe, permanecendo neste cargo até dezembro/1923.<lb/><lb/>Durante o período que esteve a frente da escola de Sergipe, recebeu convites para integrar Comissões como Membro Perito de Comissão de Avaliação de Danos Causados em Consequência da Revolta Militar e Membro de Comissão para Construção de uma Penitenciária Modelo em Sergipe. Pelo belo desempenho a frente da Escola de Sergipe, Ernesto é convidado, em 1926, a ser Diretor da Escola de Artífices do Ceará, ficando encarregado de remodelar o Ensino Profissional Técnico desta escola e ainda prestar consultoria para remodelar e reformar as Escolas do Maranhão, Recife e a de Sergipe.<lb/><lb/>[Em 1927] começou a trabalhar como Engenheiro da Secretaria de Obras Públicas do Estado do Rio Grande do Sul, onde projetou alguns prédios como: Fórum de Bagé e o Quartel de Recrutas – Chácara das Bananeiras em Porto Alegre, [Diretoria de Obras Públicas do Estado] (DomO.P.E). Entre os anos de 1929 e 1930, Ernesto projetou a residência da Família Argenta, prédio em alvenaria com área edificada de 107 m² localizado na esquina das ruas Avenida Julio de Castilhos e Guia Lopes (antiga Dr. Salgado), em Caxias. A construção ficou a cargo de Luiz Bortola. No ano seguinte, em 1931, Ernesto é diagnosticado pelos Drs. Anne Dias e [Luiz] Faccioli com um caso grave de poliserosite tuberculose. Faleceu em 24/09/1931, aos 41 anos, em Porto Alegre, sendo nesta cidade enterrado. Anos mais tarde, em 1934, foi autorizado o translado de seus restos mortais para Caxias.<lb/><lb/>**_NOTAS: Por volta de 1910, Ernesto Argenta aproveitou o tempo livre das férias para confeccionar um porta-jóias para sua mãe, Teresa Argenta. O baú de madeira, por sua vez, se tornou um oratório, ostentando imagens de santos e um crucifixo sobre a cômoda de um quarto. E assim ficou por muito tempo, até que dona Teresa faleceu e o objeto foi herdado pela filha Giselda, que trocou as imagens de devoção por cartas e fotografias de família. Anos depois, foi a vez do neto Alexandre tomar posse do baú, ainda decorado por um tecido com flores nas cores vinho e branco, com fundo azulado. Foi então que as fotos deram lugar a imagens budistas. Pelo menos até 2008, quando a centenária caixa entalhada por Ernesto Argenta ganhou novo endereço: o setor de reserva técnica da Divisão de Museus de Caxias do Sul. _**<lb/><lb/>**Hugo Torquato Argenta**, sexto filho de Vicente Argenta e Teresa Bregatto Argenta, nasceu na Vila de Santa Teresa de Caxias – RS em 15/05/1902. Iniciou seus estudos preliminares no Colégio do Carmo em Caxias, posteriormente estudou no Instituto São José em Canoas, mas logo retornou à Caxias. Ao completar 18 anos, foi incluído como reservista na Sociedade de Tiro nº 248 de Caxias, sendo atirador de 2ª classe.<lb/><lb/>No início de sua vida profissional, trabalhou como bancário na filial caxiense do Banco Pelotense. Porém, logo em seguida foi convidado para trabalhar na Funilaria Eberle, sendo admitido em 1º de maio de 1923. Inicialmente passou a exercer a função de correspondente e auxiliar direto do Sr. Abramo Eberle que o chamava de “seu bom secretário”. Em 1943 tornou-se sócio, exercendo o cargo de Sub-Diretor Gerente, ano em que a empresa passou a denominar-se Metalúrgica Abramo Eberle Ltda. Mais tarde em 1947, quando a empresa constituiu-se em Metalúrgica Abramos Eberle S.A (Maesa), passou a ser Diretor Gerente. Finalmente em 1953, após o falecimento de José Abramo Venzon Eberle, assumiu o cargo de Diretor Vice-Presidente da Maesa.  Quanto ao engajamento social e cultural, Hugo sempre demonstrou grande envolvimento e participação nas entidades da cidade, entre os cargos exercidos foi Diretor de Cultura do Grêmio Atlético Eberle, Presidente da Cooperativa dos Empregados da Metalúrgica Eberle, integrou por vários anos a Associação dos Comerciantes de Caxias e a Associação dos Empregados no Comércio, onde dividiu o cargo de vice- presidente com Angelo Costamilan e, por muitos anos esteve na Diretoria do Recreio da Juventude desde a sua associação, em 1918. Hugo também era acionista da empresa E. Mosele S.A Estabelecimentos Vinícolas, Indústrias e Comércio e membro do Conselho Fiscal.<lb/><lb/>Casou-se com Isaura Travi em 01/09/1938 tendo com ela uma filha de nome Vera Maria Argenta (11/08/1951 a indeterminado). Vera casou-se com Ricardo Dreher em 20/12/1967. Faleceu em 20/04/1965, aos 62 anos, em Caxias do Sul. A Lei nº 1970 de 25/10/1971, denominou logradouro da cidade com o nome de rua Hugo Torquato Argenta, localizada no bairro Nossa Senhora de Fátima, em Caxias do Sul – RS.<lb/><lb/>**_NOTAS: Em 1945 intermediou como procurador no contrato de compra e venda do prédio conhecido, na época, como antigo Hospital Carbone, hoje sede do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami. O negócio de compra e venda do prédio se desenvolveu nas seguintes etapas: Em 14/03/1945, o proprietário Romulo Carbone e sua esposa, Luccia, assinaram uma promessa de compra e venda do prédio com Dino F. Cia. Em 20/07/1945 foi assinada a escritura de compra e venda do prédio e o adquirente Dino F. Cia fez uma cessão e transferência de direitos, fracionando o imóvel em três partes, ficando 1/3 em sua propriedade, 1/3 para Julio João Eberle e 1/3 para Oscar Martini. Em 12/08/1946, Dino F. Cia e sua esposa, Noemia Minghelli Cia, venderam a sua terça parte para os já sócios-proprietários, Júlio João Eberle e Oscar Martini. Em 21/06/1951, os partidos políticos com representação em Caxias realizaram uma reunião para discutir um possível acordo na escolha de candidato único à sucessão municipal de Luciano Corsetti. Num total de 19 nomes, apenas 3 foram para o exame final: Hugo Argenta, Armando Luiz Antunes e Hermes Webber. Entretanto, nesta reunião, o PTB não concordou com nenhum destes 3 nomes, ficando a decisão definitiva para uma nova reunião. Em 28/06/1951, uma nova reunião foi realizada e em pronunciamento o PTB, então presidido por Guerino Zugno, foi definitivamente contrário à candidatura única. O PTB indicou para prefeito João José Conte e para vice-prefeito Antônio Pinho e os demais partidos acabaram se coligando e indicando para prefeito Major Eng. Euclides Triches e para vice-prefeito Hermes J. Webber, que foram eleitos. Um ofício datado de 20/09/1970 e assinado pelo Sr. Presidente Julio Costamilan, oriundo do Vereador José Régis Prestes, solicitou ao Jornal Pioneiro a indicação de nomes de personalidades para a denominação de ruas de Caxias. Entre estas denominações estava: “Hugo Torquato Argenta, industrialista, alto dirigente industrial de Caxias do Sul.” O processo de indicação consta como inexistente na Câmara de Vereadores, supondo-se que tenha sido perdido no incêndio que ocorreu em 1992._**</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada pela família Argenta. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta. A maioria dos documentos textuais tem caráter original. Alguns documentos iconográficos tiveram suas informações prestadas pelo doador, Alexandre Luiz Arioli.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![ARG-01-01-001-PO](https://i.ibb.co/0cZjrYz/ARG-01-01-001-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.ARG – Família Argenta**<lb/><lb/>#####**_Série 01. Vicente Argenta_**<lb/>Subsérie 01.01. Documentos pessoais<lb/>Subsérie 01.02. Documentos acumulados<lb/>Subsérie 01.03. Propriedades<lb/>Subsérie 01.04. Giovanni Battista [Baptista] Argenta<lb/><lb/>#####**_Série 02. Matrimônio de Vicente Argenta e Teresa Bregatto Argenta_**<lb/>Subsérie 02.01. Teresa Bregatto Argenta<lb/>Subsérie 02.02. Eleonora Argenta Leonardelli<lb/>Subsérie 02.03. Maria Argenta<lb/>Subsérie 02.04. Giselda Maria Argenta Chiaradia<lb/>Subsérie 02.05. Hugo Torquato Argenta<lb/>Subsérie 02.06. Ernesto Argenta</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <famname role="Produtor" id="atom_119936_actor">&lt;strong&gt;Família Argenta&lt;/strong&gt; </famname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos têm restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O fundo documental é formado por doações feitas por dois doadores da família distintos, em períodos diferentes:<lb/>1. Alexandre Luiz Arioli efetuou doações em: 09/06/1995, 18/07/1995, 03/08/1995, 09/08/1995, 10/08/1995, 28/08/1995, 29/08/1995, 12/09/1995, 14/09/1995, 22/02/1996, 26/02/1996, 11/04/1996, 02/05/1996, 02/05/1996, 29/11/1996, 03/12/1996, 06/12/1996, 12/12/1996, 17/12/1996, 26/12/1996, 05/01/1997, 06/01/1997, 07/01/1997, 12/02/1997, 03/03/1997, 07/03/1997, 18/03/1997, 25/03/1997, 27/03/1997, 03/04/1997, 08/04/1997, 28/04/1997, 30/04/1997, 27/08/1997, 22/12/1997, 23/06/1998, compostas de fotografias, documentos diversos e livros;<lb/><lb/>2. Adriana Maria Arioli efetuou doação em 16/12/2015 e 11/04/2017 composta de fotografias, álbum, câmera fotográfica e documentos diversos.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental é formado por documentos provenientes de diversas doações, feitas em nome da família e por dois doares da família, em períodos diferentes. A documentação foi doada diretamente no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Processamento Técnico e Digitalização de Imagens – Clarissa Rossi.<lb/>Entre 14/02/2022 a 08/01/2024.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua totalidade, por documentos originais.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Entrevistas produzidas pela Unidade Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com Giselda Argenta Chiaradia, filha de Vicente Argenta, com temáticas relacionadas aos membros da família e suas atividades profissionais e sociais (café, fábrica de gasosa, fábrica de carros); imigração italiana (primeira leva): realidade encontrada, adaptação; a participação do avô materno (Jerônimo) na Guerra de San Martin Solferino (Itália contra Áustria) e a obtenção de uma medalha de honra; Maria Thereza Iró Leonardelli Soledade e Julieta Leonardelli de Oliveira, netas de Vicente Argenta, filhas de Eleonora Argenta Leonardelli, com temática sobre diversas histórias de vida dos familiares.<lb/>2. Documentos e fotografias relacionados à família Argenta integram os fundos documentais Orlando Caldas (OCL), Enio Luiz Arioli (ARI), Aldo Pedro Fedrizzi (FED), Evaristo De Antoni (EDA), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>3. Livros que mencionam ou fazem relação a Vicente Argenta ou familiares estão disponíveis para consulta na Biblioteca do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados da Instituição e na plataforma de pesquisa online: arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br.</p>
        </otherfindaid>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Euclides Triches**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-EUC</unitid>
          <unitdate normal="1923/1999" encodinganalog="3.1.3">[1923 - 1999]</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        **35 (trinta e cinco) documentos bibliográficos, 02 (dois) documentos filmográficos, 474 (quatrocentos e setenta e quatro) documentos iconográficos, 278 (duzentos e setenta e oito) documentos textuais e 30 (trinta) documentos tridimensionais**    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="eng">inglês</language>
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:<lb/>1. Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);<lb/>2. Jornais da Hemeroteca Digital do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, disponíveis nos sites da Biblioteca Nacional e do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul;<lb/>3. CPDOC FGV – Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil;<lb/>4. Depoimentos de Neda Mary Eulália Ungaretti Triches enquanto efetuava as doações ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>5. Site institucional do Arsenal de Guerra de General Câmara – RS (http://www.aggc.eb.mil.br/; acesso em 27/12/2022);<lb/>6. Site da Prefeitura de Tubarão  - SC (https://www.tubarao.sc.gov.br/; acesso em 03/01/2023);<lb/>7. https://prati.com.br/rio-grande/rio-grande-porta-simbolica-da-cidade-decada-1950.html;<lb/>8. https://acervos.cultura.rs.gov.br/index.php/governo-euclides-triches-1971-1974 .</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/2/2/7/2272c27948a9608d2f23b5064c3795cecadc31b86930267a17807c026680e114/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_EUC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <persname id="atom_124245_actor">**Euclides Triches**</persname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-1c4f1d3ae25f35c3fa89f6db00cf3627" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>**Euclides Triches** nasceu em Caxias do Sul – RS, mais precisamente na região da 9ª Légua (bairro Santa Catarina), no dia 23/04/1919, e era filho de João Triches, oriundo de Santa Giustina, província de Belluno – Itália, e de Adélia Bracaggioli Triches. João e Adélia tiveram cinco filhos: Gino, Euclides, Clélia, Olga e Hilda. 	Cursou o primário no Colégio Nossa Senhora do Carmo, de sua cidade natal, e no Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Bom Princípio, localidade que na época pertencia ao município de São Sebastião do Caí – RS. Após concluir o ginásio no Colégio Nossa Senhora do Carmo, em 1936, transferiu-se para o Rio de Janeiro – RJ, então Distrito Federal, onde frequentou o “Curso Freycinet”, onde formou-se em Matemática Superior, e o curso preparatório para a carreira militar no ano seguinte.<lb/>		Sentou praça em abril de 1938 ao ingressar na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, sendo declarado aspirante-a-oficial da arma de Engenharia em dezembro de 1940. Promovido a segundo-tenente em agosto de 1941, foi transferido ainda nesse ano para o 3º Batalhão Rodoviário, sediado em Lagoa Vermelha – RS, onde participou da construção da rodovia Vacaria/Lagoa Vermelha/Passo Fundo até 1943. Nesse ínterim, foi promovido a primeiro-tenente em outubro de 1942. Em 1944, serviu no 1º Batalhão Ferroviário, com sede em Bento Gonçalves – RS, tendo participado das obras de construção da ferrovia ligando essa cidade a Rio Negro – PR. Nesse mesmo ano, foi lotado no Arsenal de Guerra General Câmara, no Rio Grande do Sul, alcançando o posto de capitão em maio de 1945. Diplomado em engenharia metalúrgica pela Escola Técnica do Exército em 1948, passou no ano seguinte a atuar no Departamento de Fundição de Metais da Fábrica de Juiz de Fora – MG.<lb/>		Depois de se reformar como major em 1951, iniciou vida política ao se eleger prefeito de Caxias do Sul (31/12/1951 a 31/01/1954) na legenda da coligação formada pelos partidos: Partido Social Democrático (PSD), Partido Libertador (PL), União Democrática Nacional (UDN) e Partido de Representação Popular (PRP), com os slogans “Água para a cidade, estradas para a Colônia” e “Colônia rica, cidade milionária”. No ano seguinte, foi convidado pelo governador Ildo Meneghetti para ocupar a Secretaria de Obras Públicas do Estado do Rio Grande do Sul, renunciando ao cargo de prefeito. Ainda em 1955, licenciado da Secretaria, concorreu à prefeitura de Porto Alegre na legenda da Frente Democrática, coligação que reunia a UDN e o PSD, representando o situacionismo estadual. Foi, contudo, derrotado por Leonel Brizola, candidato do PTB – Partido Trabalhista Brasileiro. Durante sua gestão como Secretário de Obras Públicas do RS, foi concluída a construção do sistema de pontes sobre o rio Guaíba.<lb/>		Em 1959, depois de encerrado o governo Meneghetti, foi designado para integrar uma comissão técnica no EMFA – Estado-Maior das Forças Armadas, na qual permaneceu até o ano seguinte. Em 1961, foi indicado pelo CNPq – Conselho Nacional de Pesquisas para fazer um estágio de aperfeiçoamento em estabelecimentos industriais de vários países da Europa por um período de um ano. De volta ao país, elegeu-se como Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul no pleito de outubro de 1962, na legenda da Ação Democrática Popular, integrada pelo PL, o PRP, a UDN e o PDC – Partido Democrata Cristão; foi empossado em fevereiro de 1963 (02/02/1963 a 01/02/1971). Em abril do mesmo ano, tornou-se vice-líder do PDC, ocupando a partir de maio de 1964 (após o movimento político-militar de 31/06/1964, que derrubou o presidente João Goulart) a liderança de seu partido na Câmara dos Deputados.<lb/>		Com a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº 2, de 27/10/1965, e a posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se em dezembro de 1965 à ARENA – Aliança Renovadora Nacional, partido governista. Em maio do ano seguinte, tornou-se vice-líder da Arena na Câmara, reelegendo-se nessa legenda no pleito de novembro de 1966. Durante seus mandatos, Triches integrou as comissões de Orçamento, de Segurança Nacional e de Minas e Energia da Câmara, tendo sido, no segundo, vice-líder da Arena e do governo. Membro do PSD, fez parte do movimento de partidos de direita (junto com a UDN e o Partido Libertador) para a formação da conservadora ARENA, sustentação civil do regime militar iniciado com em 1º de abril de 1964.<lb/>		Indicado por Brasília, foi eleito governador do Rio Grande do Sul com respaldo parcial da Assembleia Legislativa Estadual em novembro de 1970, já no governo do General Emílio Garrastazu Médici. Assumiu o cargo em março do ano seguinte, dois meses depois de encerrar seu mandato na Câmara, em substituição a Valter Peracchi Barcelos (15/03/1971 a 14/03/1975). Em sua administração, tomou iniciativas nos setores da educação – cedeu parte da área da Estação Experimental de Viticultura e Enologia da Caxias do Sul para a construção da Universidade de Caxias do Sul –, pecuária, agricultura, indústria, transportes – foi dele a proposição da construção da Rota do Sol –, comunicações e energia. Quando deixou o governo gaúcho, foi substituído por Sinval Guazelli, também arenista e igualmente eleito pela Assembleia Legislativa Estadual. Após seu mandato como governador, seria indicado para a presidência da Amazônia Mineração S/A.<lb/>		Em 1951, foi eleito Presidente Honorário do Aeroclube de Caxias do Sul. Em 18/10/1974, lhe foi concedido o título de “Cidadão Sul-Lourenciano” pela Câmara Municipal de São Lourenço do Sul – RS.<lb/>		Durante a inauguração da nova sede da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, em 22/011/1996, o largo que faz a integração entre o Centro Administrativo Municipal e a Câmara de Vereadores de Caxias do Sul foi oficialmente denomidado “Centro Cívico Euclides Triches”. No local, foi instalada uma herma com a imagem de Triches, de autoria do escultor caxiense Bruno Segalla.<lb/>		Era casado com Neda Mary Eulália Ungaretti Triches, com quem teve um filho, André Ungaretti Triches [1962]. Faleceu no dia 11/02/1994, aos 74 anos, vítima de problemas cardiovasculares, no Instituto de Cardiologia de Porto Alegre. Foi velado no Palácio Piratini e sepultado no Cemitério Público Municipal de sua cidade natal.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada pelas famílias Ungaretti e Ungaretti Triches. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos têm restrições de consulta. Os documentos textuais têm caráter original.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![EUC.03.02.001.007_PO](https://i.ibb.co/74RYTqJ/EUC-03-02-001-007-PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.EUC – Euclides Triches**<lb/><lb/>####**Série 01. Documentos Pessoais**<lb/><lb/>####**Série 02. Documentos acumulados**<lb/><lb/>####**Série 03. Vida Pessoal**<lb/>####**_Subsérie 03.01. Neda Mary Eulália Ungaretti Triches_**<lb/>Dossiê 03.01.001. Documentos pessoais<lb/>Dossiê 03.01.002. Documentos acumulados<lb/>Dossiê 03.01.003. Correspondência<lb/><lb/>####**_Subsérie 03.02. Relações Familiares_**<lb/>Dossiê 03.02.001. Matrimônio<lb/>Dossiê 03.02.002. Família e intimidade<lb/><lb/>####**Série 04. Trajetória política**<lb/>####**_Subsérie 04.01. Prefeito de Caxias do Sul: 31 de dezembro de 1951 a 31 de janeiro de 1954_**<lb/>####**_Subsérie 04.02. Secretário de Viação e Obras Públicas do Rio Grande do Sul_**<lb/>####**_Subsérie 04.03. Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul_**<lb/>####**_Subsérie 04.04. Governador do Estado do Rio Grande do Sul_**</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="Produtor" id="atom_124245_actor">&lt;strong&gt;Euclides Triches&lt;/strong&gt; </persname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos têm restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado. André Ungaretti Triches autorizou a eliminação de um filme em rolo, com imagens do casamento de seus pais, devido ao seu estado precário de conservação.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O fundo documental é formado por diversas doações, feitas por integrantes da família distintos, em períodos diferentes:<lb/>1. em nome de toda a família Ungaretti, efetuada em Novembro de 1990, constituída de documentos diversos;<lb/>2. Neda Mary Eulália Ungaretti Triches efetuou doações em 25/10/2002 e 28/04/2005, compostas de revistas, jornais, fotografia e documentos diversos;<lb/>3. André Ungaretti Triches efetuou grandes doações em 09/01/2017, 21/08/2018, 04/09/2018, e 12/09/2018, compostas de documentos pessoais e diversos, cartões-postais, livros, publicações, recortes de jornais e fotografias acumulados pelas famílias Ungaretti e Ungaretti Triches.<lb/><lb/>Em 27/09/2024, foram integradas ao fundo duas fotografias doadas pelo jornal Correio Rio Grandense, a qual não apresentou registro em Termo de Doação ou relatório de atividades da instituição. Elas receberam os códigos de referência BR.RS.AHMJSA.AP.EUC.04.02.074 PO e  BR.RS.AHMJSA.AP.EUC.04.02.075 PO.</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental é formado por documentos provenientes de diversas doações, feitas em nome da família e por diferentes integrantes da mesma, em períodos diferentes. A maior parte da documentação foi doada diretamente no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, porém, uma parte dela foi coletada na última  residência de Júlio Ungaretti, localizada na rua Os Dezoito do Forte e mais conhecida como “Chácara dos Ungaretti” (em processo de tombamento pela Divisão de Proteção ao Patrimônio Histórico e Cultural de Caxias do Sul, órgão atrelado à Secretaria Municipal de Cultura), acondicionada em caixas, estantes e armários, bem como no porão da mesma.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>12/12/2022 até 06/02/2023; 10/03/2023 até Junho/2023;<lb/>Agosto de 2023;<lb/>08/11/2023 a Março de 2024;<lb/>Junho de 2024 a 19/09/2024.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Processamento Técnico – Catiuscia Xavier; Digitalização de Imagens – Catiuscia Xavier.</p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua totalidade, por documentos originais.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Documentos relacionados a Euclides Triches integram os fundos documentais Obras Públicas (ações da administração do prefeito Euclides Triches – Plano Diretor Urbano, Parque Getúlio Vargas, saneamento –, projetos arquitetônico para a empresa Vva. João Triches, Comercial de Ferros Triches Ltda., Importadora de Ferragens Triches Ltda., Metalúrgica Triches Ltda., Lojas Triches Ltda., Triches Adm. e Part. Ltda., Triches S.A. e demais integrantes da família Triches, projeto arquitetônico de autoria e de propriedade de André Ungaretti Triches) e Gabinete do Executivo (discurso, relatório, comunicação institucional) do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>2. Entrevistas produzidas pela Unidade Banco de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com diversos entrevistados, com temáticas relacionadas aos membros da família Triches e suas atividades profissionais e sociais (Oficina Mecânica de Bortolo Triches, Metalúrgica Triches Ltda., Lojas Triches, Euclides Triches e sua vida política, Chácara Triches, Bortolo Triches);<lb/>3. Documentos e fotografias relacionados ou que fazem menção à família Triches integram os fundos documentais Renato Corso (CRS), Associação Atlética Enxuta – Grupo Triches (AAE), Festa da Uva (FUV), Luiz Rossi (Familia; ROS), Pedro Olavo Hoffmann (HOF), Luiz Napolitano (NAP), Família Ungaretti (BR.RS.AHMJSA.UNG), Júlio João Eberle (Família; JAE / JJE), Bila Segalla Vial (VIA) Santo Vicenzi (Família; NZI), Vicente Argenta (ARG), BR.RS.AHMJSA.STN, Grupo de Danças Raízes (GDR)Frederico Bergmann (BER), Biagio Luiz Spiandorello (BSP), Caxias Hotal Ltda, (CXH), Vasco Peretti (VPE), Família Saldanha (SAL), Domingos Mancuso (MAN), Studio Geremia (GER), Siro Boff (BFF), João Spadari Adami (JSA), todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>4. Livros que mencionam ou fazem relação a Euclides Triches e às empresas fundadas e administradas por seus familiares estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>5. Documentos relacionados à família Ungaretti integram os fundos documentais do Gabinete do Executivo (relativos a Julio Ungaretti e as Festas da Uva, além de processos de executivo fiscal contra o mesmo e sua irmã, Clélia) e Obras Públicas (projetos arquitetônicos para construção da “Farmácia Americana”, de propriedade de Dario Ungaretti, reforma do prédio de Júlio Ungaretti &amp; Irmão e residenciais) do acervo da Unidade Arquivo Público do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>6. Entrevistas produzidas pela Unidade Banco de Memória Oral do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami com Neda Mary Eulália Ungaretti Triches e com diversos outros entrevistados, com temáticas relacionadas aos membros da família e suas atividades profissionais e sociais (comércio em quiosques da praça Dante Alighieri, a empresa Tecelagem Marisa S.A., Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul e seus primórdios, Festas da Uva e a inauguração e revitalização do Monumento Nacional ao Imigrante, e a “Farmácia Americana”, de propriedade de Dario Ungaretti;<lb/>7. Documentos e fotografias relacionados à família Ungaretti integram os fundos documentais Família Ungaretti (BR.RS.AHMJSA.UNG), Rômulo Carbone (CAR), Armando Galeão Santos (AGS), Estação Ferroviária (EFE) Aurora Pezzi Ungaretti (UPA), Adelaide Rosa (ADE), Família Sartori (SAR), Pedro Vanzin (VAN), Joaquim Pedro Lisboa (JPL), Caxias Tênis Clube (CTC), Luiz Michielon S.A. (MIC), Festa da Uva (FUV), Studio Geremia (GER), Vasco Peretti (VPE), João Brusa Netto (BSA), Família Saldanha (SAL), Júlio Sassi (SAS), Pery Paternoster (PER) e João Spadari Adami (JSA),  todos integrantes do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/>8. Livros que mencionam ou fazem relação a Annuccio Ungaretti, Júlio Ungaretti, Neda Mary Eulália Ungaretti Triches e à Drogaria de Julio Ungaretti &amp; Irmão estão disponíveis para consulta na Biblioteca de Apoio do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, ou na plataforma de pesquisa online da instituição, no endereço: https://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/ .</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados e na plataforma de pesquisa online da instituição.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>Link de sítios para pesquisa secundária:
<lb/>1. Blog Memória do Jornal Pioneiro (http://wp.clicrbs.com.br/memoria);
<lb/>2. CPDOC | FGV – Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (https://www18.fgv.br//cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/triches-euclides).
<lb/>3. Site Acervos da Cultura / Acesso a acervos da Secretaria de Estado da Cultura do RS: https://acervos.cultura.rs.gov.br/index.php/governo-euclides-triches-1971-1974</p>
        </bibliography>
      </c>
      <c otherlevel="fundo" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Fundo Família Arioli**</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AP-ARI</unitid>
          <unitdate normal="1880/2002" encodinganalog="3.1.3">Entre 04/09/1880 e 2002</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        08 (oito) documentos bibliográficos, 616 (seiscentos e dezesseis) documentos iconográficos, 667 (seiscentos e sessenta e sete) documentos textuais e 08 (oito) documentos tridimensionais    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="ger">alemão</language>
            <language langcode="spa">espanhol</language>
            <language langcode="ita">italiano</language>
            <language langcode="por">português do Brasil</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Acervo com documentos, em sua maioria, em bom estado de conservação.
<lb/>
<lb/>Para atribuição de data e locais de documentos, foram utilizados:
<lb/>Base de Dados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (Sistema ABCD);
<lb/>
<lb/>Jornais da Hemeroteca Digital do  Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, disponíveis nos sites da Biblioteca Nacional e do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul;
<lb/>
<lb/>Coluna “Memória” do jornal Pioneiro;
<lb/>                     Pezzi, Susete Pricilla, “Abramo Pezzi “Il Maestro” 150 anos: 1846 – 1996, Sua Família”, Caxias do Sul, 1996;
<lb/>		   “Rotary Caxias do Sul Imigrante”, Caxias do Sul, 2002;
<lb/>		   “Rotary Caxias do Sul Imigrante 30 anos, Uma história calcada nas causas humanitárias”.</p>
          </note>
          <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/1/1/8/118f0693edfcdb9ee50fe871a729ca0261ed8e34faee114d1143d80aab6c89d8/GUIA_BR_RS_AHMJSA_AP_ARI_.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <persname id="atom_129345_actor">**Enio Luiz Arioli**</persname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-8a99531091b6eada6be43e0cc09034cb" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Enio Luiz Arioli, nasceu em 10/11/1928, filho de José Arioli (18/12/1884 - 02/08/1966) e de Edithe [Edith, Felice, Fenice] Pezzi Arioli (24/05/1888 – 09/05/1950). Era o caçula de 9 irmãos:  Tereza Joana Arioli “Terezinha” (1910- indeterminado); Joana Arioli “Joaninha” (1912-1979); Carlito Arioli (1913 - 1994); Adelina Arioli (1917-1981); Gema Arioli (1919-1921); Maria Arioli (1921-1921); Mansueto Arioli (1922- indeterminado); Alberto  Arioli (1925- 2021).<lb/><lb/>Iniciou sua vida profissional na Metalúrgica Abramo Eberle  no cargo de aprendiz,  no setor de Depósito e Expedição e durante 46 anos (13/04/1943 a 29/01/1988)  exerceu diversas funções dentro da empresa, sendo gerente do Varejo de Caxias do Sul, no período de 1952 a 1974. Sendo homenageado com o Jubileu de Prata em 1968. Após, de 1974 a 1988, gerenciou a filial da empresa em Porto Alegre-RS. Neste período, entre 1981 e 1982, Enio foi transferido para a fábrica matriz de Caxias do Sul, assumindo a Gerência Nacional de Vendas das fábricas nº 2 e 8. Em 1982 foi novamente transferido como Gerente de Vendas da Regional de Porto Alegre, fábricas nº 2 e 8.<lb/><lb/>Casou-se com Ada Therezinha Chiaradia em 09/02/1952,  e com ela teve 3 filhos: Alexandre Luiz (14/11/1952), Adriana Maria (30/09/1959) e Vicente José (12/11/65).<lb/><lb/>Recebeu muitos  prêmios e homenagens pela sua atuação na área de vendas. Ajudou a fundar o Rotary Clube Imigrante, onde foi eleito o  1º Presidente  durante o mandato 1969-1970; Participou de curso na Escola Superior de Guerra (ADESG) em 1966; Integrou desde a fundação o Clube dos Diretores Lojistas de Caxias do Sul (CDL), sendo Presidente nos anos de 1966-1967; Integrou a Ordem Maçônica na Loja Duque de Caxias – 3º Milênio, Caxias do Sul, sendo iniciado em 02/02/1973.<lb/><lb/>Por meio do Processo legislativo nº XXV/99 de autoria do vereador Francisco Assis Spiandorello foi aprovada a Lei nº 5.115 de 12 de maio de 1999,  que denomina a  rua Enio Luiz Arioli, no Bairro Esplanada, loteamento Residencial Madre Xavier.<lb/><lb/>Faleceu em 01/11/1992, aos 63 anos,  em Caxias do Sul- RS.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Documentação produzida e acumulada pela família Arioli. O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta. A maioria dos documentos textuais tem caráter original.<lb/><lb/>**NOTA:**<lb/> Alguns documentos iconográficos tiveram suas informações prestadas  pelo doador, Alexandre  Luiz Arioli.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>![ARI-01-01-003-PO](https://i.postimg.cc/NMk8X8kv/ARI_01.01.003_PO.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.AP.ARI – Família Arioli**<lb/><lb/>#####**Série 01. Enio Luiz Arioli**<lb/><lb/>_Subsérie 01.01. Documentos pessoais_<lb/><lb/>_Subsérie 01.02. Documentos acumulados_<lb/><lb/>_Subsérie 01.03. Atividades profissionais, eventos sociais e homenagens_<lb/><lb/>#####**Série 02. Matrimônio de  Enio Luiz Arioli e Ada Therezinha Chiaradia Arioli**<lb/><lb/>_Subsérie 02.01. Ada Therezinha Chiaradia_<lb/><lb/>_Subsérie 02.02. Alexandre Luiz Arioli_<lb/>Dossiê 02.02.001. Documentos Acumulados<lb/>Dossiê 02.02.002. Produção Artística</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="Produtor" id="atom_129345_actor">&lt;strong&gt;Enio Luiz Arioli&lt;/strong&gt; </persname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>O acervo passou por higienização e acondicionamento primário antes de seu processamento; este ainda não recebeu intervenções técnicas de restauração, portanto, alguns documentos tem restrições de consulta.</p>
        </phystech>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A documentação doada passou por critérios de avaliação para sua catalogação, sendo selecionada, codificada e acondicionada conforme o quadro de arranjo elaborado.</p>
        </appraisal>
        <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
          <p>O fundo documental é formado por doações feitas por doadores da família, em períodos diferentes:<lb/>1. Alexandre Luiz Arioli efetuou doações em: 13/03/1997; 18/03/1997; 08/04/1997;15/04/1997; 06/05/1997; 13/05/1997; 20/05/1997; 03/06/1997; 10/06/1997; 27/08/1997; 22/12/1997; 23/06/1998;  15/04/2007; 22/05/2007; 29/05/2007; 12/06/2007; 19/06/2007; 14/08/2007; 21/08/2007; 30/09/2008; 13/01/2011; 31/05/2013; 23/02/2015; 05/01/2016; 12/01/2016; 15/09/2016 compostas de fotografias, documentos diversos, obras artísticas e livros;<lb/><lb/>2. Foi incorporada a este fundo documental uma fotografia doada por Alberto Arioli, em data não identificada, que tinha como código ARA001[B1964].</p>
        </acqinfo>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Foi incorporada a este fundo documental uma fotografia doada por Alberto Arioli, em data não identificada, que tinha como código ARA001[B1964].<lb/><lb/>Não há previsão de incorporações.</p>
        </accruals>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>O fundo documental é formado por documentos provenientes de diversas doações, feitas em nome da família e por um doador da família, em períodos diferentes. A documentação foi doada diretamente no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>20/03/2024 a 27/03/2025</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Processamento Técnico e  Digitalização de Imagens –  Clarissa Rossi</p>
        </processinfo>
        <originalsloc encodinganalog="3.5.1">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado por documentos originais.</p>
        </originalsloc>
        <altformavail encodinganalog="3.5.2">
          <p>O acervo que foi doado ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami é formado, em sua totalidade, por documentos originais.</p>
        </altformavail>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>1. Documentos e fotografias relacionados à família Arioli integram os fundos documentais Família Argenta (ARG), Maria da Glória Grazziotin Scotti (SCT)  integrante do acervo da Unidade de Arquivos Privados do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami;<lb/><lb/>2. Livros que mencionam ou fazem relação a Família Arioli ou familiares  estão disponíveis para consulta na Biblioteca do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com algumas restrições, dando-se preferência a acesso via Base de Dados (Sistema ABCD), nas dependências do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, e plataforma de pesquisa online (arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br).</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Os documentos textuais e bibliográficos podem ser reproduzidos por meio fotográfico ou digital, as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens. Eventuais titulares ou sucessores de direitos autorais de obras identificadas podem solicitar formalmente a revisão, correção de créditos ou a retirada cautelar de imagens desta plataforma de pesquisa online.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Guia do Quadro de Arranjo disponibilizado na Base de Dados da instituição e plataforma de pesquisa online.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>Link de sítios para pesquisa secundária:
<lb/>Blog Memória do Jornal Pioneiro (https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/memoria/ultimas-noticias/)</p>
        </bibliography>
      </c>
    </dsc>
  </archdesc>
</ead>
