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        <publisher encodinganalog="publisher">**Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami**</publisher>
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          <addressline>Avenida Júlio de Castilhos, 318. Bairro Nossa Senhora de Lourdes.</addressline>
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      <note type="generalNote">
        <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
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      <note type="generalNote">
        <p>Série em processamento.</p>
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      <p>Publicado</p>
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          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Arlete Fátima Argenta</unittitle>
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        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
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            <p>**Tempo de duração da entrevista: 80 minutos.**</p>
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          <note type="generalNote">
            <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 17, 18, 20, 27 de outubro; 3 de novembro de 2022; Revisão: Fabiana Zanandrea, 07 de novembro de 2022.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 434.</p>
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            <persname id="atom_128594_actor">Arlete Fátima Argenta</persname>
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          <note>
            <p>Arlete Fátima Argenta nasceu dia quinze de novembro de 1954, em Caxias do Sul (RS), filha de Juventino Argenta e Hilda Borges de Oliveira Argenta. Estudou na Escola São João Bosco e no Colégio São Carlos, onde cursou magistério. Formou-se em pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) com ênfase em Deficiência Intelectual, especializou-se em Deficiência Visual em um curso oferecido pelo governo do estado em Porto Alegre (RS). Foi professora da rede municipal de ensino, onde trabalhou nas salas de recursos e no acompanhamento pedagógico de pessoas com deficiência, nas escolas E.M.E.F Catulo da Paixão Cearense e E.E.E.M. Irmão José Otão. Participou da criação da Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV), em 1983, e do Instituto da Áudio Visão (INAV), em 2009, nesta cidade. Nestas instituições trabalhou com Orientação e Mobilidade para capacitar deficientes visuais. Concorreu ao Prêmio Claudia em 2011, reconhecimento público do trabalho de mulheres brasileiras. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
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          <p>O dossiê refere-se à entrevista de Arlete Fátima Argenta sobre a Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV), fundada em 1983, e o Instituto da Áudio Visão (INAV), criado em 2009, além da atuação em escolas públicas como, por exemplo, a E.M.E.F Catulo da Paixão Cearense e a E. E. Irmão José Otão. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a criação de entidades de capacitação de deficientes visuais em Caxias do Sul, a inclusão social nas escolas, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Arlete Fátima Argenta;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Arlete Fátima Argenta;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Arlete Fátima Argenta.</p>
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          <persname role="Produtor" id="atom_128594_actor">Arlete Fátima Argenta </persname>
          <corpname role="Produtor" id="atom_128595_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
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          <subject>APADEV</subject>
          <subject>INAV</subject>
          <subject>EMEF Catulo da Paixão Cearense</subject>
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          <subject>Baixa visão</subject>
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            <p>Publicado</p>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>**Tempo de duração da entrevista: 94 minutos.**</p>
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          <note type="generalNote">
            <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 01, 05, 06, 27 de dezembro de 2022; 02 e 03 de janeiro de 2023; Revisão: Fabiana Zanandrea, 12 e 16 de janeiro de 2023.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 439.</p>
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            <persname id="atom_128612_actor">Miriam da Rosa Sirtoli</persname>
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          <note>
            <p>Miriam da Rosa Sirtoli nasceu dia oito de outubro de 1961, em Porto Alegre, filha de Marília Gomes da Rosa e José Ony Dutra da Rosa. Estudou no Colégio São Carlos e cursou o magistério no I.E.E Cristóvão de Mendoza. Especializou-se em Deficiência Visual em um curso oferecido pelo governo do estado no Centro Louis Braile, em Porto Alegre (RS). Formou-se em filosofia na Universidade de Caxias do Sul (UCS), realizou a pós-graduação no Centro Universitário FSG, com ênfase na educação inclusiva. A entrevistada foi responsável por implantar o atendimento aos deficientes visuais na rede estadual e municipal de ensino. Além disso, destaca-se sua atuação como uma das fundadoras da Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV) em 1983. Em 2011, recebeu o “Voto de Louvor” da Câmara Municipal de Caxias do Sul pela atuação nessa instituição. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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          <note>
            <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
          </note>
        </bioghist>
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          <p>Publicado</p>
        </odd>
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          <p>O dossiê refere-se à entrevista de Miriam da Rosa Sirtoli com ênfase na fundação da Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV). A entrevistada foi responsável por implantar o atendimento a esse público na rede estadual e municipal de ensino de Caxias do Sul, em 1981 e 1984, respectivamente. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a criação da APADEV (1983) em Caxias do Sul, a inclusão social nas escolas e na sociedade, a legislação específica, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Miriam da Rosa Sirtoli;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Miriam da Rosa Sirtoli;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Miriam da Rosa Sirtoli.</p>
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          <persname role="Produtor" id="atom_128612_actor">Miriam da Rosa Sirtoli </persname>
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            <p>Publicado</p>
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            <p>**Tempo de duração da entrevista: 89 minutos.**</p>
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            <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 17, 18,  20, 25 de junho; 15 de julho, 01, 05, 06, 08 de agosto de 2024; Revisão: Fabiana Zanandrea, 08 e 12 de agosto de 2024.</p>
          </note>
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            <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 452.</p>
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          <note>
            <p>Mirian de Fátima Zanandrea nasceu no dia primeiro de fevereiro de 1957, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Aruy Angelo Zanandrea e Elda Julieta Zanandrea. Estudou nas escolas Sacré Coeur de Marie e Madre Imilda, onde realizou as séries iniciais e o ensino fundamental. O ensino médio foi cursado na Escola Estadual Santa Catarina. Entre 1975 e 1978 cursou Licenciatura em Educação Física na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e no ano de 1979 a Especialização em Técnicas Desportivas. O mestrado em Ciências do Movimento Humano foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em parceria com a Universidade de Caxias  do Sul - UCS (1998-2000), e o doutorado em Educação, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Portugal, a partir de 2010. Os estudos na pós-graduação versaram sobre esporte, deficiência e inclusão social. Foi professora de Educação Física no Colégio Madre Imilda, no La Salle, e na Escola Municipal Helen Keller, onde permaneceu por vinte e cinco anos. Posteriormente, atuou como professora no ensino superior da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2000-2003) e da UCS (1992-1999). Entre 2003 e 2012, foi docente no Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), onde desenvolveu o projeto “Eu no lugar do outro” como parte do FSG sem Fronteiras, com ênfase na inclusão social da pessoa com deficiência. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
          </note>
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          <note>
            <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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          <p>Publicado</p>
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          <p>O dossiê refere-se à entrevista de Mirian de Fátima Zanandrea, com ênfase na história de vida e na atuação como professora e pesquisadora na área de inclusão social. O relato evidencia os seguintes aspectos: a formação em Educação Física; a prática de esportes; a atuação como professora na Escola Helen Keller; as atividades e os estudos voltados à inclusão social da pessoa com deficiência, os surdos e a linguagem, o projeto “Eu no lugar do outro”, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Mirian de Fátima Zanandrea;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Mirian de Fátima Zanandrea;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Mirian de Fátima Zanandrea.</p>
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          <persname role="Produtor" id="atom_128629_actor">Mirian de Fátima Zanandrea </persname>
          <corpname role="Produtor" id="atom_128630_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
          <genreform>Entrevistas</genreform>
          <subject>Educação</subject>
          <subject>Educação Física</subject>
          <subject>Esportes</subject>
          <subject>Basquetebol</subject>
          <subject>Deficiência</subject>
          <subject>Diversidade</subject>
          <subject>Surdez</subject>
          <subject>Inclusão social</subject>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Mirian Fátima Zanandrea</unittitle>
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            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/2/b/3/2b3637165ab4824e1086bd2f41206a88f47a1ad20932ede913c3bc1b1e5722f2/BMO_01.07.003_H452_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
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        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maria Ivone Grilo Martini</unittitle>
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          <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">05/05/2025</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
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            <p>**Tempo de duração da entrevista: 217 minutos.**</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea,  outubro e novembro de 2025. Revisão: Fabiana Zanandrea, novembro de 2025.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Código da entrevista na base: HDE 515.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Autodeclaração: branca.</p>
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            <persname id="atom_130204_actor">Maria Ivone Grilo Martini</persname>
            <corpname id="atom_130206_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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          <note>
            <p>Maria Ivone Grilo Martini nasceu em 29 de novembro de 1947, em Rincão das Flores, à época município de São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul. Filha de Adelar Antônio Grilo e de Rosina Moreira de Castilhos. É a primogênita de seis irmãos, são eles: Leda, Ivanete, Adão, Tânia e Kátia. Estudou no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer e na Escola Normal Duque de Caxias, onde realizou o magistério. Casou-se com Zenor Miltom Martini, com quem teve o filho Rodrigo César Grilo Martini. Dez anos após o falecimento do primeiro marido, casou-se com Jolui Ventura Ramos, dessa união nasceu a filha Kaira Grilo Ramos, irmã de Rodrigo e dos enteados José Luís e Israel de Oliveira Ramos. No que concerne à formação acadêmica, graduou-se em Pedagogia, Magistério e Orientação Educacional (1976) e em Psicologia (1993), ambas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). É pós-graduada em Orientação Educacional (1978) e Ensino Especial, Terapia Psicomotora e Psicopedagogia (1981) pela UCS, bem como em Terapia de Casal e Família (2008) pelo Centro de Estudos da Família e do Indivíduo. Em 2001, realizou disciplinas do curso de Postgrado en Psicologia, na Fundación General Universidad de Salamanca (Espanha). Atuou em classes especiais, Centros de Reeducação Estaduais e APAEs. Foi supervisora e orientadora da 4ª Delegacia de Ensino. Na UCS, trabalhou com grupos e aulas na Educação Infantil e também ministrou cursos aos professores desta área. Foi professora da Faculdade de Pedagogia na UCS e de Psicologia da Faculdade da Serra Gaúcha (FSG), onde também coordenou cursos de pós-graduação em Psicopedagogia. Atuou como supervisora e orientadora de Práticas de Estágio e coordenadora do Grupo de Convivência na Melhor Idade na FSG. Atualmente aposentada como professora, dá continuidade ao seu trabalho como psicóloga clínica, com ênfase em Psicoterapia Sistêmica Individual, de Casal e de Família.</p>
          </note>
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            <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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          <p>Publicado</p>
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          <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maria Ivone Grilo Martini, com ênfase na história de vida e na atuação como professora e pesquisadora na área de psicologia, educação e inclusão social. O relato evidencia os seguintes aspectos: a infância no campo; o magistério na Escola Duque de Caxias; a docência na UCS e na FSG; a atuação nas APAES; as perdas e o luto; a inclusão social; os Centros de Reeducação, os CIAEs; a Delegacia de Ensino; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN - Síntese da entrevista com Maria Ivone Grilo Martini.<lb/>TRA - Transcrição da entrevista com Maria Ivone Grilo Martini.<lb/>AUD - Áudios da entrevista com Maria Ivone Grilo Martini.</p>
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          <persname role="Produtor" id="atom_130204_actor">Maria Ivone Grilo Martini </persname>
          <corpname role="Produtor" id="atom_130206_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
          <genreform>Entrevistas</genreform>
          <subject>Educação</subject>
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          <subject>APAE</subject>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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