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    <eadid identifier="guia-de-acervo-do-projeto-redescobrindo-acervos" countrycode="BR" mainagencycode="RS AHMJSA" url="https://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/index.php/guia-de-acervo-do-projeto-redescobrindo-acervos" encodinganalog="identifier">GA 001</eadid>
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        <titleproper encodinganalog="title">Guia de Acervo do projeto "Redescobrindo acervos"</titleproper>
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        <publisher encodinganalog="publisher">**Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami**</publisher>
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          <addressline>Avenida Júlio de Castilhos, 318. Bairro Nossa Senhora de Lourdes.</addressline>
          <addressline>Caxias do Sul</addressline>
          <addressline>Rio Grande do Sul</addressline>
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          <addressline>Telefone: (54) 3901-1318</addressline>
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      <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guia de Acervo do projeto "Redescobrindo acervos"</unittitle>
      <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">AHM-06-GA 001</unitid>
      <unitdate normal="2024/2026" encodinganalog="3.1.3">2024 - 2026</unitdate>
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        01 (um) documento digital    </physdesc>
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        <language langcode="por">português do Brasil</language>
      </langmaterial>
      <note type="generalNote">
        <p>*1. Respeito aos Princípios Arquivísticos:*
<lb/>Os documentos foram agrupados de acordo com a entidade ou pessoa que os produziu ou acumulou (fundo de arquivo). A etnia não foi um critério de classificação primário (que organiza por assunto), mas sim um elemento de descrição e ponto de acesso, conforme relacionado abaixo4:
<lb/>
<lb/>&gt;RAÇA/COR/ETNIA: NEGRA (ponto de acesso que engloba as pessoas pretas, que apresentam características físicas que indicam ascendência predominantemente africana, e pardas, que possuem características de miscigenação de raças com predomínio de traços negros);
<lb/>
<lb/>&gt;RAÇA/COR/ETNIA: INDÍGENA (pessoas que apresentam características físicas que indicam predominantemente a ascendência dos Povos Originários do território brasileiro) e
<lb/>
<lb/>&gt;RAÇA/COR/ETNIA: AMARELA (pessoas que possuem características físicas que indicam ascendência predominantemente oriental).
<lb/>
<lb/>As entrevistas, em específico, foram classificadas conforme as temáticas em que foram elaboradas e seus atravessamentos, de forma que possam transparecer, também, as relações étnico-raciais.</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>*2. Organicidade:*
<lb/>A estrutura original e as funções que geraram os documentos foram respeitadas. A organização reflete a atividade do produtor do fundo documental ao qual o item encontra-se subordinado, não uma categorização externa baseada em etnia.</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>*3. Conformidade Legal e Ética:*
<lb/>A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) do Brasil considera a origem racial ou étnica um dado pessoal sensível. Para este projeto, os dados foram catalogados com uma finalidade legítima, no âmbito de políticas públicas, como forma de atuar no combate à discriminação, promoção da igualdade racial e cumprimento de ações afirmativas, conforme previsto no Estatuto da Igualdade Racial.</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>*4. Uso de Normativas:*
<lb/>Foram utilizadas a Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE) e a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística (ISAD-G) como base para descrever o contexto de produção e o conteúdo dos documentos. O princípio da autodeclaração conforme estabelecido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde o próprio indivíduo identifica e informa suas características pessoais, especialmente no que se refere à cor ou raça, foi considerado, reconhecendo que a identidade racial e étnica envolve dimensões sociais, históricas e culturais que somente o próprio sujeito pode definir.</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>*5. Estratégias de Descrição e Acesso:*
<lb/>Foram utilizados termos em diálogo com os grupos étnicos representados. A etnia foi usada como um metadado ou ponto de acesso nos sistemas de busca, permitindo que pesquisadores encontrem facilmente documentos relevantes sem comprometer a estrutura original do arquivo. A descrição detalhada dos itens recatalogados obedece seus contextos históricos e culturais originais. </p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>*6. Implementação do princípio da Autodeclaração em formulários institucionais:*
<lb/>A adoção formal do princípio da autodeclaração nos registros e procedimentos regulamentados no processamento técnico do acervo preservado teve início em 2023.
<lb/>
<lb/>Em relação à Unidade Banco de Memória Oral, registra-se que nem todos os entrevistados realizaram o preenchimento do termo correspondente nesse período. Nos anos de 2024 e 2025, no âmbito do Projeto Redescobrindo Acervos, intensificou-se o incentivo ao preenchimento das informações relativas à raça, cor e etnia, resultando em ampliação significativa do número de participantes que optaram por se autodeclarar. Tal prática assegura:
<lb/> • Respeito à identidade dos depoentes;
<lb/> • Promoção da autonomia individual;
<lb/> • Qualificação e fidedignidade das informações produzidas;
<lb/> • Alinhamento institucional às diretrizes metodológicas oficiais.</p>
      </note>
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        <corpname id="atom_130531_actor">**Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami**</corpname>
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    <bioghist id="md5-25a1284e5f877981d9b252562a0d764c" encodinganalog="3.2.2">
      <note>
        <p>Criado em 05 de agosto de 1976, pelo Decreto Municipal nº 4047, com o objetivo de guarda e gestão da documentação oficial e privada de interesse da história local e regional. Vinculado administrativamente ao Museu Municipal e funcionando em prédio anexo ao mesmo, ambos estavam subordinados à Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Em 1997, pela Lei Municipal nº 4704 , foi denominado Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami em homenagem ao cidadão caxiense que manteve, por muitos anos, o Centro Informativo da História Caxiense, destacando-se como pesquisador e escritor, apesar de trabalhar como barbeiro e alfaiate. Os documentos por ele recolhidos e preservados foram fundamentais para o início da formação do acervo que hoje constitui o patrimônio documental público de Caxias do Sul. Em 1998, pela Lei Municipal nº 5026, o Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami foi desvinculado administrativamente do Museu Municipal, ano em que também foi criada a Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul e o Departamento de Memória e Patrimônio Cultural. Essas ações representaram não só um avanço significativo para o próprio Arquivo, mas também para a preservação da memória e do patrimônio, valorizando a cultura da cidade. A instituição destacou-se por sua dinamicidade naquele período inicial, desde a participação na elaboração das primeiras leis de proteção ao patrimônio histórico-cultural, até o desenvolvimento de atividades acima das suas reais possibilidades de orçamento, seja na realização de exposições e publicações, seja na classificação e guarda dos acervos recolhidos ou doados.</p>
      </note>
    </bioghist>
    <odd type="publicationStatus">
      <p>Publicado</p>
    </odd>
    <odd type="levelOfDetail">
      <p>Parcial</p>
    </odd>
    <odd type="statusDescription">
      <p>Revisado</p>
    </odd>
    <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
      <p>O projeto “Redescobrindo acervos” propõe o processo de recatalogação do acervo documental preservado pelo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, na busca por normativas e alternativas que possam auxiliar na contextualização e organização dos documentos com o intuito de promover a pluralidade dos arquivos, a democratização do direito à memória e a identificação de todas as pessoas como protagonistas na trajetória histórico-cultural da cidade de Caxias do Sul.<lb/><lb/>Seu guia inclui informações sobre sua abrangência temática, tipologias documentais, períodos de produção dos documentos e formas de organização.<lb/><lb/>Contém descrições de itens documentais de arquivos, fundos e coleções, além de orientações para acesso e pesquisa.</p>
    </scopecontent>
    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>Para atingir os objetivos do projeto “Redescobrindo acervos”, a instituição adotou procedimentos de aprimoramento e/ou consolidou processos que visam a diversificação dos acervos, a ampliação da representatividade das etnias contempladas, o acesso à informação, a garantia do direito à memória.</p>
    </arrangement>
    <controlaccess>
      <corpname role="Produtor" id="atom_130531_actor">&lt;strong&gt;Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami&lt;/strong&gt;</corpname>
      <subject>Raça/cor/etnia: INDÍGENA.</subject>
      <subject>Raça/cor/etnia: NEGRA.</subject>
      <subject>Raça/cor/etnia: AMARELA.</subject>
    </controlaccess>
    <appraisal encodinganalog="3.3.2">
      <p>Durante o seu desenvolvimento, diversos questionamentos e respostas foram identificados; esse processo seguiu princípios éticos e normas técnicas que garantissem a sensibilidade no tratamento dos dados, a preservação da proveniência e a relevância cultural dos docu-mentos. Considerou, ainda, as orientações e apontamentos colocados em discussão durante a mesa de debate construída no dia de seu lançamento, em 06 de junho de 2024, que envolveu a participação da equipe de servidores e diversos colaboradores: Bruna Letícia de Oliveira dos Santos – licenciada, mestra e doutoranda em História e professora da RME de Caxias do Sul; Lucila Guedes de Oliveira – mestra e doutora em Educação, professora e pesquisadora; Michele dos Santos Xavier – advogada especialista em Direito Antidiscriminatório e de Gênero e atual Presidente do COMUNE; Shirlei Lady Lopes, Lilian Lima e Luana Priscila Fonseca, servidoras da Gerência de Gestão de Documentos da Secretaria Municipal de Recursos Humanos e Logística (SMRHL); Fernando Morais, Presidente do VIELAS Espaço cultural; e os pesquisadores Eder Braz e Thiago Padilha.<lb/><lb/>É importante ressaltar que as experiências e saberes compartilhados no encontro, carre-gados de informações sobre práticas de pesquisa, diferentes realidades cotidianas e pro-postas de reparação sugeridas ante ao apagamento ou o esquecimento de determinados grupos, etnias e outras vozes legítimas da história, contribuíram para que este guia fosse iniciado, questionado, construído, reformulado e, sobretudo, publicado.<lb/><lb/>Entre as considerações técnicas dos servidores e argumentos e reflexões importantes trazidos pelas convidadas e convidados, constatou-se que o trabalho de “catalogação compartilhada” iniciado na ocasião precisaria ser construído com atenção ao diálogo entre as representações visuais e os contextos de linguagem, e que o projeto é um movimento importante para a visibilidade e valorização da história, memórias culturais, educacionais e políticas produzidas pelas populações não-brancas na cidade de Caxias do Sul.</p>
    </appraisal>
    <accruals encodinganalog="3.3.3">
      <p>Este guia de acervo foi criado e desenvolvido em caráter aberto, prevendo futuras incorporações de dados à medida em que os fundos documentais forem recatalogados e/ou normatizados com base na Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE).</p>
    </accruals>
    <custodhist encodinganalog="3.2.3">
      <p>O direito à memória para as pessoas negras e indígenas constitui uma demanda coletiva por reparação e reconhecimento público das trajetórias e resistências que foram, por muito tempo, sistematicamente apagadas. Esse movimento tem sido continuamente reforçado por um número variado de ações conduzidas por acadêmicos, lideranças dos movimentos negros e povos originários. Nesse cenário, a preservação e a valorização da memória de diferentes grupos étnico-raciais surgem como ferramentas de luta contra o racismo, para o fortalecimento da identidade coletiva e a educação antirracista da cidade de Caxias do Sul (RS), onde o Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami (AHMJSA) está inserido. Ele diferencia-se de outros arquivos históricos por ser integrado por três Unidades mantenedoras de documentações distintas, mas que refletem igualmente as narrativas históricas, marcas e vestígios do passado daqueles que as produziram ou acumularam.<lb/><lb/>Por ter a constituição do seu acervo iniciada ainda em 1975, quando das comemorações do Centenário da Imigração Italiana, a grande maioria dos documentos custodiados versa sobre o estabelecimento dos imigrantes italianos na região da Serra Gaúcha, que colonizaram e ocuparam o território, originalmente de matriz indígena. Seu valor e amplitude o colocam como uma importante referência em preservação e acesso de documentos relativos à imigração italiana no sul do Brasil, registros marcados por um passado que, muitas vezes, constrói imagens de si mesmo e endossa a cena pública de grandes feitos, grandes homens e um grande grupo, muito bem delimitado.<lb/><lb/>Durante a Semana Nacional de Arquivos de 2024, a instituição promoveu um debate sobre o impacto das linguagens e dos conceitos utilizados na descrição dos documentos para a promoção da equidade e reconhecimento da diversidade, a fim de estimular os servidores a estas reflexões e inspirar ações e práticas arquivísticas que evidenciem a pluralidade dos sujeitos históricos e como participam da construção da cidade de Caxias do Sul.<lb/><lb/>Esta ação iniciou o projeto “Redescobrindo acervos”, que traçou seu objetivo fundamental de visibilizar a pluralidade, sob as perspectivas de raça, cor e etnias, tanto na macro história de Caxias do Sul quanto nas micro histórias de vida, nas ações cotidianas experienciadas coletivamente e que constituem espaços de liberdade, cuidado e resistências que também integram a memória caxiense.<lb/><lb/>O desenvolvimento de atividades educativas e ações culturais embasadas na reflexão sobre quem tem e como se dá o acesso aos arquivos, bem como quais devem ser os conceitos e linguagens aplicados para descrever os acervos preservados, passou a ser uma pauta norteadora da trajetória do Arquivo Histórico Municipal. Essa conscientização provocou uma busca por normativas e alternativas que pudessem auxiliar na contextualização e organização dos documentos com o intuito de promover a inclusão e a cidadania, aspirando por um arquivo cada vez mais plural, capaz de estimular a desnaturalização de desigualdades e oportunizar que as pessoas se reconheçam como parte da história do meio em que vivem.<lb/><lb/>Assim como em seus primórdios, preocupar-se com a reavaliação das normas de descrição  do acervo não restringiu o âmbito de abrangência do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, pois construir conhecimentos e desenvolver habilidades que fortaleçam a identidade e o pertencimento dos sujeitos aos seus contextos culturais possibilita que o patrimônio cultural não seja só reconhecido como herança, mas também como algo a ser apropriado e transformado. Nesse sentido, foram analisados processos de "reen-quadramento da memória", em que o conceito de imigração pudesse ser trabalhado sob uma perspectiva mais abrangente, onde a ancestralidade e diferentes etnias, culturas e coletivos figuram em posições de protagonismo, de reconhecimento oficial de suas histórias e identidades e sua incorporação nas lógicas político-institucionais.<lb/><lb/>O projeto tem como orientadoras as professoras da Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul Bruna Letícia de Oliveira dos Santos – licenciada, mestra e doutoranda em História, e Lucila Guedes de Oliveira – mestra e doutora em Educação e professora universitária, além de Michele dos Santos Xavier – advogada especialista em Direito Antidiscriminatório e de Gênero e atual Presidente do Conselho da Comunidade Negra de Caxias do Sul, que somam seus saberes ao projeto.<lb/><lb/>Além da recatalogação das imagens, registros oficiais e vozes, as entrelinhas deste guia são compostas por perguntas, respostas e momentos de troca que aconteceram durante o seu desenvolvimento. Esta publicação não é o produto final de um processo, mas o ponto de partida para “quebrar a lógica”1 de uma identidade coletiva embranquecida, dar voz a memórias silenciadas, revelar histórias apagadas.</p>
    </custodhist>
    <processinfo>
      <p>
        <date>Entre 06/06/2024 a 26/03/2026.</date>
      </p>
    </processinfo>
    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
      <p>Sem restrições, com acesso via plataforma de pesquisa online da instituição.</p>
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    <userestrict encodinganalog="3.4.2">
      <p>Os documentos mencionados no guia podem ser acessados diretamente na plataforma de pesquisa online ou em pesquisa presencial.<lb/>No caso de documentos disponíveis na plataforma de pesquisa, o pesquisador deverá obedecer às normas preestabelecidas na descrição relacionada.<lb/><lb/>No caso de documentos disponíveis somente no formato presencial, sua reprodução poderá ser feita por meio fotográfico ou digital; as fotografias podem ser reproduzidas por meio digital; em ambas as situações, é necessária a assinatura da Declaração de Uso de Imagens.</p>
    </userestrict>
    <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
      <p>O próprio guia constitui instrumento de pesquisa, podendo ser complementado por inventários, catálogos ou bases de dados institucionais.</p>
    </otherfindaid>
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  </dsc>
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