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<!DOCTYPE ead PUBLIC "+//ISBN 1-931666-00-8//DTD ead.dtd (Encoded Archival Description (EAD) Version 2002)//EN" "http://lcweb2.loc.gov/xmlcommon/dtds/ead2002/ead.dtd">
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    <eadid identifier="bmo" countrycode="BR" mainagencycode="RS AHMJSA" url="https://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/index.php/bmo" encodinganalog="identifier">BMO</eadid>
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        <titleproper encodinganalog="title">**Acervo da Unidade Banco de Memória Oral**</titleproper>
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        <publisher encodinganalog="publisher">**Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami**</publisher>
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          <addressline>Avenida Júlio de Castilhos, 318. Bairro Nossa Senhora de Lourdes.</addressline>
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      Gerado por Access to Memory (AtoM) 2.9.2      <date normal="2026-09-08">2026-09-08 16:24 UTC</date>
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      <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Acervo da Unidade Banco de Memória Oral**</unittitle>
      <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO</unitid>
      <unitdate normal="1980/2024" encodinganalog="3.1.3">1980</unitdate>
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        Documentos textuais sem especificação;<lb/><lb/>Documentos sonoros gravados em fitas magnéticas de áudio;<lb/><lb/>Documentos eletrônicos de texto, imagem, áudio e vídeo, gravados em CDs, DVDs, HD externo e servidor de dados da PMCS.    </physdesc>
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        <language langcode="por">português do Brasil</language>
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      <note type="generalNote">
        <p>A autodeclaração, conforme adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o princípio segundo o qual o próprio indivíduo identifica e informa suas características pessoais, especialmente no que se refere à cor ou raça, sem qualquer interferência externa. Esse procedimento é utilizado nas pesquisas e censos oficiais do IBGE por reconhecer que a identidade racial e étnica envolve dimensões sociais, históricas e culturais que somente a própria pessoa pode definir.
<lb/>No que se refere à variável cor ou raça, o IBGE estabelece cinco categorias baseadas exclusivamente na autodeclaração: **branca, preta, parda, amarela e indígena**. A escolha deve refletir a forma como o indivíduo se reconhece socialmente, não estando vinculada a critérios biológicos, genéticos ou à avaliação de terceiros.
<lb/>Em consonância com esse entendimento e com as diretrizes metodológicas do IBGE, a Unidade Banco de Memória Oral adota o princípio da autodeclaração em seus registros e procedimentos. Tal prática assegura o respeito à identidade dos participantes, promove a autonomia individual e contribui para a produção de informações alinhadas à realidade social.
<lb/>A utilização da autodeclaração é fundamental para a qualificação dos dados produzidos e para o fortalecimento de ações institucionais voltadas à preservação da memória, à valorização da diversidade e à promoção da equidade, reafirmando o compromisso com os princípios da cidadania, da inclusão e da justiça social.</p>
      </note>
      <origination encodinganalog="3.2.1">
        <corpname id="atom_120593_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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    <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
      <note>
        <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
      </note>
    </bioghist>
    <odd type="publicationStatus">
      <p>Publicado</p>
    </odd>
    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>![AHMJSA_Divulgacao](https://i.postimg.cc/MGB5ZH0t/1000090968.jpg)<lb/><lb/>&gt;**FUNDO BR.RS.AHMJSA.BMO – Acervo da Unidade Banco de Memória Oral**<lb/><lb/>&gt;####**Grupo 01. Entrevistas Temáticas**<lb/>&gt;####Série 01.01. Regime Civil-Militar (1964-1985)<lb/>&gt;####Série 01.02. Sindicalismo<lb/>&gt;####Série 01.03. Educação<lb/>&gt;####Série 01.04. Projeto Vozes da Terra<lb/>&gt;####Série 01.05 Gênero, sexualidade e identidades<lb/>&gt;####Série 01.06 Trajetórias negras: identidade, cultura e resistência<lb/>&gt;####Série 01.07 Inclusão social<lb/>&gt;####Série 01.08 Pandemia de Covid-19<lb/>&gt;####Série 01.09 Indígena<lb/><lb/>&gt;####**Grupo 02. Entrevistas Doadas**<lb/><lb/>&gt;####**Grupo DI. Dossiês Individuais ( em processamento, sem série)**<lb/><lb/>O estágio atual de organização do acervo compreende na revisão e descrição dos dossiês de entrevistas. À medida que o acervo é expandido, descrito e revisado, novos dossiês estarão disponíveis para pesquisa.</p>
    </arrangement>
    <controlaccess>
      <corpname role="Produtor" id="atom_120593_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt;</corpname>
    </controlaccess>
    <phystech encodinganalog="3.4.3">
      <p>Entrevistas com boa audibilidade, excetuando algumas gravações originalmente feitas em fitas cassete que possuem ruídos característicos do suporte ou interferências de sinais de rádios locais.</p>
    </phystech>
    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
      <p>Sem restrição ao acesso presencial na instituição. As transcrições de entrevistas podem ser acessadas virtualmente mediante autorização concedida por assinatura de declaração de uso.</p>
    </accessrestrict>
    <userestrict encodinganalog="3.4.2">
      <p>O conteúdo das transcrições de entrevistas pode ser reproduzido como citação mediante autorização concedida por assinatura de declaração de uso e compromisso de crédito.<lb/>No que concerne aos documentos (áudios, transcrições, sínteses e imagens) disponíveis neste repositório, com o objetivo de resguardar o interesse público e cumprir a legislação vigente sobre o direito autoral (Lei nº 9.610/98) e de acordo com a política nacional de arquivos públicos e privados (Lei nº 8.159/91), o usuário compromete-se a citar a autoria do documento reproduzido, bem como o nome da instituição que detém a guarda do original.<lb/>Em caso de citação de qualquer documento do acervo, o usuário compromete-se a realizar a indicação de fonte, autoria, local, data do documento e acervo.<lb/>É obrigatório manter a integridade da imagem do documento original. Estará sujeito à responsabilidade penal, civil e/ou administrativa aquele que utilizar os documentos reproduzidos de forma indevida.<lb/>É vedada a veiculação da imagem em sítios da internet e páginas de redes sociais.<lb/>Em caso de dúvida, entre em contato com a administração do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami para solicitar esclarecimentos por meio do telefone: (54) 3901.1318 e do e-mail: memoriaoral@caxias.rs.gov.br</p>
    </userestrict>
    <dsc type="combined">
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        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevistas Temáticas</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01</unitid>
          <unitdate normal="1980" encodinganalog="3.1.3">1980</unitdate>
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        Documentos textuais sem especificação;<lb/><lb/>Documentos sonoros gravados em fitas magnéticas de áudio;<lb/><lb/>Documentos eletrônicos de texto, imagem, áudio e vídeo, gravados em CDs, DVDs, HD externo e servidor de dados da PMCS.    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>As entrevistas concernentes ao grupo "01 - Entrevistas Temáticas" são organizadas segundo um tema específico que constitui o fio condutor do relato.</p>
        </custodhist>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Regime Civil-Militar** (1964-1985)</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-01</unitid>
            <unitdate normal="2001/2019" encodinganalog="3.1.3">2001 a 2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        15 (quinze) fitas cassete, 17 (dezessete) DVDs, 14 (catorze) CDs, 38 (trinta e oito) documentos eletrônicos de áudio, 26 (vinte e seis) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>As entrevistas referem-se à história de vida de pessoas perseguidas durante o Regime Civil-Militar (1964-1985), caracterizado pela ausência de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão à pluralidade de ideias. As reminiscências dos entrevistados se entrelaçam à história de Caxias do Sul, mais especificamente durante o período abarcado pela ditadura.</p>
          </scopecontent>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>O Regime Civil-Militar no Brasil é o período compreendido entre 1964 e 1985. Iniciou-se com o Golpe de Estado de 1964 ao destituir o presidente João Goulart do poder e inaugurar uma sucessão de governos autoritários, engendrados por representantes das Forças Armadas, com apoio de setores hegemônicos da sociedade civil. Entre as principais características destacam-se: o alinhamento dos governos militares aos interesses estadunidenses, particularmente afetados pelo sucesso da Revolução Cubana no continente; a supressão das liberdades individuais e da democracia político partidária e a opressão da intelectualidade e dos movimentos sociais.<lb/>As entrevistas foram realizadas a fim de de preservar a memória dos perseguidos políticos de Caxias do Sul  e fomentar novas pesquisas sobre o tema.</p>
          </custodhist>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Sínteses e descrições elaboradas em 2018, novembro de 2019 e agosto de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea</p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Luiz Pizzetti</unittitle>
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              <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">19/12/2003</unitdate>
              <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">08/06/2001</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (duas) fitas cassete, 02 (dois) DVDs, 02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 108 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries e Ana Spiandorello Zanini (primeira parte); Sônia Storchi Fries e Verônica Feldkircher (segunda parte); Transcrição: Sônia Storchi Fries, 21 e 22 de setembro de 2001 (primeira parte); 12 janeiro de 2004 (segunda parte); Revisão: Sônia Storchi Fries, 21 de julho de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, junho de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na Base ABCD: FG 387/388</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_62791_actor">**Luiz Pizzetti**</persname>
                <corpname id="atom_118465_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-b1954610ad6999f7dbe54d717429bf96" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Nasceu em primeiro de abril de 1924. Filho de Aquiles Pizzetti e de Itália Busanello Pizzetti, imigrantes italianos estabelecidos em Criciúma,  Santa Catarina (Brasil). Em 1951, o  entrevistado mudou-se com a esposa para Caxias do Sul (RS), onde exerceu inicialmente a atividade de sapateiro. Posteriormente, trabalhou na Indústria de Calçados Longhi, na Indústria de Refrigerantes Marabá e aposentou-se como taxista. Estudou no Colégio Supletivo Sindical. Atuou como liderança comunitária no Bairro Medianeira, integrou os Sindicatos Reunidos e o Sindicato da Alimentação e participou da fundação da União das Associações de Bairro (UAB) e das Associações de Moradores de Bairros (AMOB’S). Em 1954, ingressou no Partido Comunista Brasileiro (PCB), clandestino à época, a convite de Percy Vargas de Abreu e Lima. Atuou no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e na Aliança Republicana Socialista (ARS). Pela ARS concorreu ao cargo de vereador, em 1963, tornando-se suplente de Percy Vargas de Abreu e Lima. Com o Golpe Civil Militar (1964), Pizzetti foi preso no mesmo período que Percy Vargas de Abreu e Lima, Henrique Ordovás Filho, Ernesto Bernardi, Bruno Segalla e Leovegildo Campos. Permaneceu encarcerado por trinta e seis dias, porém o processo de interrogatório e o controle de presença estenderam-se por mais seis anos. Durante o regime ditatorial, participou do diretório do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Pizzetti recebeu do Legislativo o título de Cidadão Caxiense, no ano de 1998, e, em 27 de março de 2013, foi agraciado com o Prêmio Caxias do Sul. Faleceu em 25 de dezembro de 2018.<lb/>Dados extraídos da entrevista e da Câmara Municipal de Caxias do Sul.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Luiz Pizzetti sobre sua liderança comunitária nas associações de bairro e sindicatos, além de sua atuação política no Partido Comunista Brasileiro (PCB). O relato discorre também sobre as prisões decorrentes do Golpe Civil Militar de 1964 e a trajetória de Percy Vargas de Abreu e Lima, renomado advogado e liderança política do PCB caxiense. Na entrevista, Pizzetti teceu considerações sobre: o legado de Getúlio Dornelles Vargas; a imprensa comunista; a Conferência de Luiz Carlos Prestes em Caxias do Sul; a Campanha da Legalidade (1961); o governo de João Goulart (1961-1964) e as reformas de base; a influência dos Estados Unidos da América na política e na economia brasileira; as prisões, as cassações e a tortura durante a ditadura civil militar (1964-1985); a desarticulação política da União Nacional dos Estudantes (UNE); a morte de Tancredo Neves (1985) e o governo de Fernando Henrique Cardoso.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.001.001.SIN<lb/>BMO.01.01.001.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Luiz Pizzetti;<lb/><lb/>BMO.01.01.001.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.001.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com  com Luiz Pizzetti;<lb/><lb/>BMO.01.01.001.004.FG-1<lb/>BMO.01.01.001.004.FG-2<lb/> Fitas gravadas da entrevista com Luiz Pizzetti;<lb/><lb/>BMO.01.01.001.005.DM-1<lb/>BMO.01.01.001.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Luiz Pizzetti.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_62791_actor">&lt;strong&gt;Luiz Pizzetti&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118465_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)</subject>
              <subject>Aliança Republicana Socialista (ARS)</subject>
              <subject>Movimento Democrático Brasileiro (MDB)</subject>
              <subject>Percy Vargas de Abreu e Lima</subject>
              <subject>Getúlio Vargas</subject>
              <subject>Sindicatos</subject>
              <subject>União das Associações de Bairro (UAB)</subject>
              <subject>Jornais comunistas</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da Entrevista com Luiz Pizzetti</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/5/6/3/563d19d880cfa96a705ae0f6c0eeca84442bd083cc5f365b77a3467110689a59/BMO_01.01.001_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com João Ruaro Filho</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 82 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 23 e 24 de julho de 2003; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de julho de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, março de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A interferência da Rádio Atlântida comprometeu a qualidade da gravação, isto é, a programação foi gravada concomitante ao depoimento, deixando muitas falas inaudíveis.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 499, 500</p>
              </note>
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                <persname id="atom_56360_actor">**João Ruaro Filho**</persname>
                <corpname id="atom_118455_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            <bioghist id="md5-46896d9c0c627be1b68c834c8817d7dd" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Nasceu em 17 de fevereiro de 1938, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho do curtumeiro e oleiro João Ruaro Filho e de Maria Lídia Andrade Ruaro. A partir dos seis anos de idade viveu em São Francisco de Paula (RS), de onde mudou-se para servir na Base Aérea de Gravataí (RS). Em Porto Alegre (RS), estudou na Escola Estadual Dom João Becker, na Vila do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (IAPI). Na capital atuou no Movimento Estudantil, militou no Partido Comunista Brasileiro (PCB), clandestino à época, e participou do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Calçados. Ao retornar a Caxias, ingressou na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Foi preso em Porto Alegre (RS) e em São Paulo (SP). Em São Paulo foi torturado, passou pela Operação Bandeirantes e pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e permaneceu preso por um ano e oito meses (1970-1972). Novamente em Caxias do Sul, voltou a ingressar no PCB. Em 1982, foi eleito vereador na cidade pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) devido à clandestinidade do PCB. Faleceu no dia 14 de abril de 2016.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de João Ruaro Filho sobre sua formação política e a luta contra a ditadura civil militar no Brasil (1964-1985). Aborda questões relativas ao ingresso no Partido Comunista Brasileiro (PCB), na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares), além da perseguição política, das prisões e da tortura promovida pelos órgãos de repressão do Estado. Em seu relato, o entrevistado teceu considerações sobre: técnicas de tortura presenciadas e sofridas, presos políticos históricos, partidos políticos, a trajetória do Dr. Percy Vargas de Abreu e Lima, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre outros assuntos.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.002.001.SIN<lb/>BMO.01.01.002.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com João Ruaro Filho;<lb/><lb/>BMO.01.01.002.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.002.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com João Ruaro Filho;<lb/><lb/>BMO.01.01.002.004.FG-1<lb/>BMO.01.01.002.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com João Ruaro Filho;<lb/><lb/>BMO.01.01.002.005.DM-1<lb/>BMO.01.01.002.005.DM-2<lb/>BMO.01.01.002.005.DM-3<lb/>Discos de mídia da entrevista com João Ruaro Filho.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_56360_actor">&lt;strong&gt;João Ruaro Filho&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118455_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>VAR Palmares</subject>
              <subject>Operação Bandeirantes (OBAN)</subject>
              <subject>Departamento de Ordem Política e Social (DOPS)</subject>
              <subject>Tortura</subject>
              <subject>Sindicato</subject>
              <subject>Percy Vargas de Abreu e Lima</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com João Ruaro Filho</unittitle>
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                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/b/4/e/b4ed3a73e9c6dc67f20629b193adc4a5d8a4ff49d722066eaed64235eba8265c/BMO_01.01.002_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Orlando Pedro Michelli</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 153 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e entrevista: Antônio Leite e Sônia Storchi Fries; Roteiro: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Verônica Feldkircher, julho de 2004; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de dezembro 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, abril de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 553, 554</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Raça/cor/etnia: branca.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_57246_actor">**Orlando Pedro Michelli**</persname>
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              <note>
                <p>Nasceu em 18 de março de 1949, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho do metalúrgico Itvino Michelli e da dona de casa Itália Pacífica Dal Pan Michelli. O ensino fundamental foi realizado no Colégio Nossa Senhora do Carmo e no Seminário dos Capuchinhos, em Vila Flores (RS), onde permaneceu até 1963. Trabalhou inicialmente como auxiliar de soldador junto ao pai metalúrgico. Em 1965, ingressou no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a fim de realizar o curso de tornearia mecânica. No ano de 1966, ainda no SENAI, participou do Grêmio Estudantil local. Iniciou o ensino médio no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza, período em que militou na União Caxiense dos Estudantes Secundaristas (UCES) . Entre os anos de 1967 e 1968, morou em Porto Alegre (RS), onde estudou na Escola Técnica Estadual Parobé, além de atuar na União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas (UGES) e aproximar-se do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Ao retornar a Caxias do Sul, militou no PCB e, posteriormente, saiu do partido para ingressar na VAR Palmares. Foi preso e torturado pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). Permaneceu encarcerado por sessenta dias na Ilha do Presídio, em Porto Alegre. Após o período de prisão, retornou à cidade natal, onde trabalhou no Instituto Santo Agostinho, na Comissão Municipal de Amparo à Infância (COMAI) e nas empresas Randon S/A, Alpina do Brasil e MEC-Rul. Concluiu Engenharia Mecânica na Universidade de Caxias do Sul (UCS), onde presidiu o Diretório Acadêmico do curso. Representou os militantes na Comissão Especial de Indenização a Ex-presos Políticos.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se á entrevista de Orlando Pedro Michelli sobre sua formação política e a luta contra o Regime Civil Militar no Brasil (1964-1985). Aborda questões relativas à atuação nos movimentos estudantis, ao ingresso no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares).  No relato, Michelli teceu considerações sobre: técnicas de tortura; a permanência na “Ilha do Presídio” no ano de 1970; o apoio recebido de alguns setores da Igreja Católica e Episcopal, bem como de alguns deputados; a indenização a ex-presos e perseguidos políticos após a redemocratização, entre outros assuntos.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.003.001.SIN<lb/>BMO.01.01.003.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Orlando Pedro Michelli;<lb/><lb/>BMO.01.01.003.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.003.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Orlando Pedro Michelli;<lb/><lb/>BMO.01.01.003.004.FG-1<lb/>BMO.01.01.003.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Orlando Pedro Michelli;<lb/><lb/>BMO.01.01.003.005.DM-1<lb/>BMO.01.01.003.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Orlando Pedro Michelli.</p>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Aliança Libertadora Nacional (ALN)</subject>
              <subject>União Caxiense dos Estudantes Secundaristas (UCES)</subject>
              <subject>União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas (UGES)</subject>
              <subject>Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares)</subject>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>Central Intelligence Agency (CIA)</subject>
              <subject>Comissão Especial de Indenização a Ex-presos Políticos</subject>
              <subject>Ilha do Presídio, Porto Alegre (RS)</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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                <p>Publicado</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 149 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Antônio Leite; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 18, 19 e 20 de agosto de 2004; Revisão: Sônia Storchi Fries, 20 de dezembro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, abril de 2019</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na Base ABCD: FG 555, 556</p>
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                <persname id="atom_119952_actor">**João Ruaro Filho**</persname>
                <corpname id="atom_119953_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Nasceu em 17 de fevereiro de 1938, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho do curtumeiro e oleiro João Ruaro Filho e de Maria Lídia Andrade Ruaro. A partir dos seis anos de idade viveu em São Francisco de Paula (RS), de onde mudou-se para servir na Base Aérea de Gravataí (RS). Em Porto Alegre (RS), estudou na Escola Estadual Dom João Becker, na Vila do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (IAPI). Na capital atuou no Movimento Estudantil, militou no Partido Comunista Brasileiro (PCB), clandestino à época, e participou do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Calçados. Ao retornar a Caxias, ingressou na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Foi preso em Porto Alegre (RS) e em São Paulo (SP). Em São Paulo foi torturado, passou pela Operação Bandeirantes e pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e permaneceu preso por um ano e oito meses (1970-1972). Novamente em Caxias do Sul, voltou a ingressar no PCB. Em 1982, foi eleito vereador na cidade pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) devido à clandestinidade do PCB. Faleceu no dia 14 de abril de 2016.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de João Ruaro Filho sobre sua formação política e a luta contra a ditadura civil militar no Brasil (1964-1985). Aborda questões relativas ao ingresso no Partido Comunista Brasileiro (PCB), na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares), além da perseguição política, das prisões e da tortura promovida pelos órgãos de repressão do Estado. Em seu relato, o entrevistado teceu considerações sobre: técnicas de tortura presenciadas e sofridas, presos políticos históricos, partidos políticos, a trajetória do Dr. Percy Vargas de Abreu e Lima, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre outros assuntos.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.004.001.SIN<lb/>BMO.01.01.004.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da segunda entrevista com João Ruaro Filho;<lb/><lb/>BMO.01.01.004.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.004.003.AUD-2<lb/>Áudios da segunda entrevista com João Ruaro Filho;<lb/><lb/>BMO.01.01.004.004.FG-1<lb/>BMO.01.01.004.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da segunda entrevista com João Ruaro Filho;<lb/><lb/>BMO.01.01.004.005.DM-1<lb/>BMO.01.01.004.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da segunda entrevista com João Ruaro Filho.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_119952_actor">&lt;strong&gt;João Ruaro Filho&lt;/strong&gt; </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>VAR Palmares</subject>
              <subject>Operação Bandeirantes (OBAN)</subject>
              <subject>Departamento de Ordem Política e Social (DOPS)</subject>
              <subject>Tortura</subject>
              <subject>Sindicato</subject>
              <subject>Percy Vargas de Abreu e Lima</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da segunda entrevista com João Ruaro Filho</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/c/1/f/c1f25cf0d6acf9f092e803dd0480eadf2ec3414cf4c9a246b1f20ea1b00b7b55/BMO_01.01.004_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Valter Romeu Casara</unittitle>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (uma) fita cassete, 02 (dois) DVDs, 01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 34 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e entrevista: Antônio Leite e Sônia Storchi Fries; Roteiro: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 9 de setembro de 2004; Revisão: Sônia Storchi Fries, 14 de setembro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, agosto de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 559</p>
              </note>
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                <persname id="atom_68320_actor">**Valter Romeu Casara**</persname>
                <corpname id="atom_120111_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Nasceu em 25 de agosto de 1933, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Filho de Frederico Casara, um dos fundadores do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) na cidade, e de Leonilda Garbim Casara. Estudou no Colégio São Carlos e no Colégio Nossa Senhora do Carmo, onde realizou o ensino primário e o ginásio. Em 1958, graduou-se na Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Porto Alegre (RS). Possui especialização em Administração Geral pela Universidade de Caxias do Sul(1998).  Em 1959, ingressou na Universidade de Caxias do Sul (UCS) como professor do curso de Ciências Políticas e Econômicas. Foi diretor administrativo e financeiro da Metalúrgica Gazola S. A.  Em 1992, deixou a função de diretor e passou a atuar como membro do Conselho de Administração da empresa. Após o Golpe Civil Militar de 1964, foi preso sem razão aparente ainda no mês de abril e enviado a Porto Alegre, onde permaneceu detido por dez dias. Ao retornar a Caxias, foi obrigado a assinar um controle de presença diariamente no Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) durante um ano.<lb/>Informações extraídas da entrevista e do Currículo Lattes.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Valter Romeu Casara sobre sua prisão logo após o Golpe Civil Militar (1964). O entrevistado não militava em partido ou associação política. Atuava como professor na Universidade de Caxias do Sul (UCS), no curso de Ciências Políticas e Econômicas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.005.001.SIN<lb/>BMO.01.01.005.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Valter Romeu Casara;<lb/><lb/>BMO.01.01.005.003.AUD<lb/>Áudio da entrevista com Valter Romeu Casara;<lb/><lb/>BMO.01.01.005.004.FG<lb/>Fita gravada da entrevista com Valter Romeu Casara;<lb/><lb/>BMO.01.01.005.005.DM-1<lb/>BMO.01.01.005.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Valter Romeu Casara.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_68320_actor">&lt;strong&gt;Valter Romeu Casara&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_120111_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com José Rubens Pedroso</unittitle>
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              <unitdate encodinganalog="3.1.3">19/10/2004</unitdate>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 108 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Antônio Leite e Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 20 e 21 de dezembro de 2004, 04 de janeiro de 2005; Revisão: Sônia Storchi Fries, 01 de setembro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, julho de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A interferência da Rádio Atlântida prejudicou a qualidade da gravação. Devido a isso interrompemos a entrevista, que continuou no dia 19 de outubro de 2004 a qual se refere à fita gravada [2].</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na Base ABCD: FG 565, 566</p>
              </note>
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                <persname id="atom_63898_actor">**José Rubens Pedroso**</persname>
                <corpname id="atom_63899_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Nasceu em 1940 na localidade de São Jorge da Mulada, em Criúva, no município de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), onde viveu até os dezoito anos. Nesse local, trabalhou na agricultura como apoio à subsistência familiar. Filho de Cirino Xavier Pedroso, “estafeta” responsável pela correspondência local, e de Maria Felícia Pedroso. O entrevistado saiu da área colonial com dezoito anos para ingressar no serviço militar em Bento Gonçalves (RS). Após esse período, trabalhou nove anos na Cantina Luís Michielon, em Caxias do Sul, de onde foi demitido por conta da atuação no Sindicato da Alimentação e Bebidas. Realizou o ginásio e o científico no Colégio Noturno para Trabalhadores, atual Escola Presidente Vargas, nessa cidade. Atuou no Grêmio Estudantil, como vice da chapa encabeçada à época por Paulo Paim, congressista brasileiro. Cursou matrizaria, eletricidade e tornearia no Serviço Nacional de Indústria (SENAI). Aproximou-se das ideias comunistas devido ao contato de seu pai com o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e ao ouvir os discursos políticos de Percy Vargas de Abreu e Lima. Em 1968, ingressou na Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Foi preso por agentes do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e torturado por militares em Porto Alegre. Atuou clandestinamente no Partido Comunista do Brasil (PCdoB) após a prisão. Foi presidente da Associação de Moradores do Bairro Cruzeiro, atuou no Conselho Municipal de Saúde, na União das Associações de Bairro (UAB) e no Sindicato dos Funcionários Públicos, em Caxias do Sul. Aposentou-se como servidor público da área de manutenção da Secretaria Municipal de Educação.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de José Rubens Pedroso sobre sua formação política e a luta contra a ditadura civil militar no Brasil (1964-1985). Aborda questões relativas ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), à Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares), além da perseguição política, da prisão e da tortura promovida pelos órgãos de repressão do Estado. Em seu relato, o entrevistado teceu considerações sobre: a atuação em sindicatos e associações de bairros, a influência do PCB nas instituições comunitárias, a clandestinidade, a tortura e os torturadores, as dificuldades para se reinserir no mercado de trabalho após a prisão, o apoio de Frei Betto e de setores da Igreja Católica aos perseguidos políticos.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.006.001.SIN<lb/>BMO.01.01.006.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com José Rubens Pedroso;<lb/><lb/>BMO.01.01.006.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.006.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com José Rubens Pedroso;<lb/><lb/>BMO.01.01.006.004.FG-1<lb/>BMO.01.01.006.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com José Rubens Pedroso;<lb/><lb/>BMO.01.01.006.005.DM-1<lb/>BMO.01.01.006.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com José Rubens Pedroso.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_63898_actor">&lt;strong&gt;José Rubens Pedroso&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_63899_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>Clandestinidade</subject>
              <subject>Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares)</subject>
              <subject>Tortura</subject>
              <subject>Departamento de Ordem Política e Social (DOPS)</subject>
              <subject>Associações de bairro</subject>
              <subject>Sindicatos</subject>
              <subject>Percy Vargas de Abreu e Lima</subject>
              <subject>Partido Comunista do Brasil (PCdoB)</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com José Rubens Pedroso</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maeth Boff</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 210 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries, Elói Frizzo, Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 20, 21, 25 e 26 de julho de 2006; Revisão: Sônia Storchi Fries, 23 de agosto de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, julho de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 627, 628, 629, 630</p>
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                <persname id="atom_56338_actor">**Maeth Boff**</persname>
                <corpname id="atom_118454_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            <bioghist id="md5-4cd4070daa97646b2fdf0ebf0a775797" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Nasceu em 18 de outubro de 1945, na Capela de São Ciro, atual Bairro São Ciro, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul (Brasil). Filho dos agricultores Victorio Boff e Lúcia Tonella Boff. Após a mudança da família para o Bairro Cruzeiro, o pai tornou-se sócio da Ferragem Franzoi. Ingressou no Seminário dos Capuchinhos (Vila Flores-RS) aos dez anos de idade, onde permaneceu até os vinte e um anos. Nesse local, cursou o Primário, o Ginásio, o Científico e o Clássico. Em Marau (RS), realizou a preparação para a universidade e o fim do Clássico. Nessa cidade, atuou na União Marauense de Estudantes Secundários (UMES). Graduou-se em Filosofia pela Universidade de Ijuí (UNIJUI). Participou em movimentos da Ação Católica Brasileira (ACB), como a Juventude Agrária Católica (JAC) e a Juventude Operária Católica (JOC). Participou da resistência e da luta contra a ditadura civil militar no Brasil, ingressando na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Foi perseguido e torturado. Viveu no exílio em países como Chile e Holanda. Nesse último, o entrevistado estudou holandês, trabalhou na empresa Phillips e realizou um curso de agronomia na Escola Superior de Deventer. Ainda na Holanda, foi contratado pela North Atlantic Cooperation para trabalhar no aprimoramento da agricultura familiar em Moçambique (África), após a independência de Portugal. De volta ao Brasil, atuou no governo municipal de Caxias do Sul na gestão de Gilberto Spier Vargas, no Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE), durante do período de 1997 a 1999.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maeth Boff sobre sua formação política e a luta contra o Regime Civil Militar no Brasil (1964-1985), a perseguição, as torturas e o exílio. Aborda a vivência no Seminário dos Capuchinhos (Vila Flores-RS), a participação em movimentos de renovação da Igreja Católica, como a Ação Católica, e o ingresso na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Em seu relato, o entrevistado teceu considerações sobre: o contexto político e socioeconômico dos países de asilo (Chile e Holanda); a vivência em Moçambique (África), no período pós independência de Portugal; o retorno ao Brasil, na década de 1990; a participação no governo municipal de Caxias do Sul (1997-1999), durante a gestão de Gilberto Spier Vargas (o Pepe); entre outros assuntos.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.007.001.SIN<lb/>BMO.01.01.007.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Maeth Boff;<lb/><lb/>BMO.01.01.007.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.007.003.AUD-2<lb/>BMO.01.01.007.003.AUD-3<lb/>BMO.01.01.007.003.AUD-4<lb/>Áudios da entrevista com Maeth Boff;<lb/><lb/>BMO.01.01.007.004.FG-1<lb/>BMO.01.01.007.004.FG-2<lb/>BMO.01.01.007.004.FG-3<lb/>BMO.01.01.007.004.FG-4<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Maeth Boff;<lb/><lb/>BMO.01.01.007.005.DM-1<lb/>BMO.01.01.007.005.DM-2<lb/>BMO.01.01.007.005.DM-3<lb/>BMO.01.01.007.005.DM-4<lb/>Discos de mídia da entrevista com Maeth Boff.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_56338_actor">&lt;strong&gt;Maeth Boff&lt;/strong&gt; </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Bairro Cruzeiro</subject>
              <subject>Tortura</subject>
              <subject>Ação Católica Brasileira (ACB)</subject>
              <subject>Ordem dos Capuchinhos</subject>
              <subject>VAR Palmares</subject>
              <subject>Holanda</subject>
              <subject>Moçambique (África)</subject>
              <subject>Chile</subject>
              <subject>Exílio</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Maeth Boff</unittitle>
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                <unitdate encodinganalog="3.1.3">2019</unitdate>
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                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/8/9/c/89c63f0ed1f0d69b1d74e95502e6b7c70505a7d8e47514e71c5763df5207744d/BMO_01.01.007_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Ernesto Augusto Bernardi</unittitle>
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        03 (três) CDs, 03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 83 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Édio Elói Frizzo; Transcrição: Mayara Rodrigues, 15 a 18 de dezembro de 2009; Revisão: Sônia Storchi Fries, 17 de março de 2010; Revisão: Fabiana Zanandrea, agosto de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 092, 093</p>
              </note>
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                <persname id="atom_68384_actor">**Ernesto Augusto Bernardi**</persname>
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              <note>
                <p>Ernesto Augusto Bernardi, filho de Ernesto Bernardi, nasceu em 16 de abril de 1952, em Caxias do Sul (RS). Estudou no Instituto de Educação Estadual Cristóvão de Mendoza. Em 1972, iniciou o curso de Engenharia Mecânica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). No mesmo ano partiu para Rússia, - à época União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) -, onde terminou a formação na Universidade Amizade dos Povos de Patrice Lumumba. Retornou ao Brasil em 1979. Atuou no Partido Comunista Brasileiro (PCB). Dados extraídos da entrevista com Ernesto Augusto Bernardi.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Ernesto Augusto Bernardi, realizada com o objetivo de resgatar a história de Ernesto Bernardi a partir do relato de seu filho. Ernesto Bernardi foi sindicalista e militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) em Caxias do Sul (RS). Atuou no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vinho, Cervejas e bebidas em Geral, a partir da década de 1940, chegando a ocupar o cargo de presidente por breve período em 1952. Participou da organização das associações de bairro na cidade, bem como da Associação dos Camponeses sem Terra. Foi vereador suplente de Percy Vargas de Abreu e Lima, pela Aliança Republicana Socialista (ARS), cassado em abril de 1964. Quando o mandato foi recuperado pela ARS, devido à doença do vereador titular, Bernardi assumiu como terceiro suplente até 1967. Após o Golpe Civil Militar (1964), foi perseguido pelo regime, preso e detido por cinquenta e oito dias em Porto Alegre (RS). Participou da resistência democrática ao permanecer atuante nos movimentos sociais, além de ingressar no Movimento Democrático Brasileiro (MDB).<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.008.001.SIN<lb/>BMO.01.01.008.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Ernesto Augusto Bernardi;<lb/><lb/>BMO.01.01.008.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.008.003.AUD-2<lb/>BMO.01.01.008.003.AUD-3<lb/>Áudios da entrevista com Ernesto Augusto Bernardi;<lb/><lb/>BMO.01.01.008.004.DM-1<lb/>BMO.01.01.008.004.DM-2<lb/>BMO.01.01.008.004.DM-3<lb/>Discos de mídia da entrevista com Ernesto Augusto Bernardi.</p>
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              <subject>Ernesto Bernardi</subject>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>Sindicatos</subject>
              <subject>Associações de bairros</subject>
              <subject>Jornal Voz do Povo</subject>
              <subject>Aliança Republicana Socialista (ARS)</subject>
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                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/6/e/2/6e2cf18f6c58cb6b8f9def7ceb8f21785943762b08f009854b107027a466039c/BMO_01.01.008_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Luiz Andrea Fávero</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-01-009-C138</unitid>
              <unitdate normal="2009/2009" encodinganalog="3.1.3">11/03/2009</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) CD, 02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 63 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro, entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 18 e 19 de maio, 2009; Revisão: Sônia Storchi Fries, 19 de maio de 2009; Revisão: Fabiana Zanandrea, maio de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A entrevista foi realizada na presença de amigos e companheiros de luta de Luiz Andréa Favero, são eles: Maeth Boff, Orlando Michelli, Marcos Kieling</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na Base ABCD: CD 138</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_62603_actor">**Luiz Andrea Favero**</persname>
                <corpname id="atom_62614_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            <bioghist id="md5-581a07d4dbd9dd3e20f5347516d96c9d" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Nasceu em 29 de novembro de 1943, no Bairro de Ana Rech, Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Liberato Fávero, agricultor e motorista de táxi e caminhão, e de Maria Mazzochi Fávero, agricultora, costureira e auxiliar de cozinha. Realizou o ginásio no Colégio Murialdo, o Científico no Colégio Estadual Cristóvão de Mendoza, onde iniciou a militância no movimento estudantil, e no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, o “Julinho”, de Porto Alegre (RS). Segundo o entrevistado, a política sempre esteve presente na vida familiar, já que o pai admirava Getúlio Dornelles Vargas (1882-1954) e Leonel de Moura Brizola (1922-2004). A leitura das memórias de Simón Bolívar, das obras de José Ingenieros e de Erich Fromm, e dos preceitos da Teologia da Libertação também exerceram influência na sua formação política. Participou do Clube Pan-americano do Cristóvão de Mendoza, atuou na presidência da União Caxiense de Estudantes Secundaristas (UCES) e da União Gaúcha de Estudantes Secundaristas (UGES), entre 1966 e 1968. Manteve contato e trocas culturais com militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB), embora jamais tenha se filiado. Atuou na organização da Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares) em Caxias do Sul. Em 1969, com o recrudescimento do  Regime Civil Militar e a perseguição dos órgãos de repressão do Estado, mudou-se com a esposa Clari Izabel Dedavid Fávero para Nova Aurora, no interior do Paraná. Nesse local, o casal trabalhou na alfabetização e na conscientização de agricultores a partir da metodologia de Paulo Freire. O entrevistado foi perseguido, preso e torturado durante o regime civil militar (1964-1985). Viveu no exílio, no Chile e na França, com a esposa e companheira de luta, Clari Izabel Dedavid Fávero. Durante o período no Chile, entre de janeiro de 1972 e dezembro de 1973, trabalhou em uma empresa de móveis como interventor (gerente) da Unidade Popular (UP) do então presidente Salvador Allende. No local, estabeleceu uma relação de diálogo com os funcionários e reorganizou a empresa. Com o golpe que derrubou esse governo, ingressou com a esposa no campo de refugiados da ONU e recebeu a solidariedade e o apoio financeiro de colegas e operários da empresa onde trabalhava. A instauração da ditadura chilena levou o casal a exilar-se na França. Nesse novo contexto, Fávero trabalhou com educação popular, além de realizar a graduação e o mestrado em Administração Econômica e Social na Universidade Paris VII e o Doutorado em Economia e Sociologia Rural, na Université de Paris X (Paris-Nanterre), em 1983. Atuou na coordenação da política exterior para América Latina e Caribe, a convite do governo de François Miterrand. Participou da fundação e da organização do Comitê Brasileiro pela Anistia. Com a abertura política no Brasil, o casal retornou ao país em 1985. Fávero recebeu o convite de Miguel Arraes para se estabelecer no estado de Pernambuco. Nesse estado, trabalhou na Comissão Estadual de Planejamento Agrícola e na Universidade Federal Rural de Pernambuco, além de desenvolver o projeto inovador "Banco de Caixas”, que tinha por objetivo o acondicionamento de frutas e verduras na CEASA, central de abastecimento público privada. Em 2004, Luiz Andrea concluiu o Pós-doutorado em Mercados Agrícolas Globalizados, na Université de Paris I Sorbonne (2004). Faleceu em 24 de fevereiro de 2011.<lb/>Dados extraídos da entrevista e do Currículo Lattes.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Luiz Andréa Favero sobre sua formação política e atuação em movimentos estudantis após o Golpe Civil Militar (1964) no Brasil. Aborda questões relativas à atuação na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares), além da perseguição política pelos órgãos de repressão do Estado. Em seu relato, o entrevistado versa sobre: o papel da família e das leituras na formação política; a presidência da União Caxiense dos Estudantes Secundaristas (UCES) e da União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas (UGES), no período pós golpe; e o trabalho de conscientização de agricultores em 1969, em Nova Aurora (PR), por meio da educação de base e do método Paulo Freire.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.009.001.SIN<lb/>BMO.01.01.009.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Luiz Andrea Fávero;<lb/><lb/>BMO.01.01.009.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.009.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Luiz Andrea Fávero;<lb/><lb/>BMO.01.01.009.004.DM<lb/>Disco de mídia da entrevista com Luiz Andrea Fávero.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_62603_actor">&lt;strong&gt;Luiz Andrea Favero&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_62614_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>União Caxiense dos Estudantes Secundaristas (UCES)</subject>
              <subject>União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas (UGES)</subject>
              <subject>Ato Institucional Nº5 (AI-5)</subject>
              <subject>Clandestinidade</subject>
              <subject>Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares)</subject>
              <subject>Departamento de Ordem Política e Social (DOPS)</subject>
              <subject>Militância</subject>
              <subject>Movimento Estudantil</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
            </controlaccess>
            <custodhist encodinganalog="3.2.3">
              <p>Devido ao falecimento de Luiz Andréa Favero em 24 de fevereiro de 2011, a entrevista não pode ser concluída. Os dados que complementam a biografia do depoente foram fornecidos pela viúva e companheira de luta, Clari Izabel Dedavid Favero, e pelos dados concernentes ao Currículo Lattes, disponível online.</p>
            </custodhist>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da Entrevista com Luiz Andrea Fávero</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-01-009-C138-001 SIN</unitid>
                <unitdate encodinganalog="3.1.3">2019</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/6/7/b/67b148c85369cf4861f2f6f864711361f29194a017adbbc22bdfab2ef7b346e3/BMO_01.01.009_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Clari Izabel Dedavid Fávero</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-01-010-C234/235/236/237</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">26 e 27/09/2013</unitdate>
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        04 (quatro) CDs, 06 (seis) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista:  229 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 21, 22, 23, 24, 25 de outubro de 2013; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de outubro de 2013</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 234, 235, 236, 237</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_61514_actor">**Clari Izabel Dedavid Favero**</persname>
                <corpname id="atom_62613_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-327446017082fd512b2bfca39c2435cf" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Nasceu em 27 de novembro de 1949, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Antônio Dedavid e de Catarina Tonietto Dedavid. Cursou o ginásio no Colégio Estadual  Cristóvão de Mendoza e, posteriormente, ingressou na Escola Normal Duque de Caxias (atual Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza), onde começou a militar no movimento estudantil, com atuação no grêmio escolar. Nesse período, conheceu o marido Luiz Andrea Fávero, então presidente da União Caxiense de Estudantes (UCES). Na cidade, colaborou na construção da Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares), juntamente com outros companheiros. Em junho de 1969, com o recrudescimento do Regime Civil Militar, a direção regional da VAR Palmares orientou a mudança do casal para Nova Aurora, no oeste do Paraná, onde moravam os pais de Luiz Andrea. Durante o período de permanência naquela região, Clari e Luiz Andrea colocaram em funcionamento uma escola, com autorização da Secretaria Municipal de Educação e o apoio da comunidade local. Lá atuaram na educação de crianças e, com base na metodologia de Paulo Freire, de adultos agricultores. Em Nova Aurora, contaram com o apoio de oito militantes da VAR Palmares e de simpatizantes nas atividades de conscientização política. Na madrugada do dia cinco maio de 1970, uma grande operação do exército, com setecentos homens, comandada pelo Batalhão da Polícia Militar de Curitiba com o Batalhão de Fronteiras de Foz do Iguaçu, prendeu e torturou o casal no sítio onde viviam. Após algumas horas, eles foram levados ao Batalhão de Fronteira de Foz, onde intensificaram as torturas com a chegada de agentes do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) do Rio de Janeiro, o Esquadrão da Morte. No dia dezoito de setembro, Clari e Luiz Andrea foram transferidos ao DOPS de Porto Alegre (RS) e submetidos a novas torturas e inquéritos. O casal voltou ao Paraná após o julgamento e a absolvição de Luiz Andrea por participação em passeatas no ano de 1968. Naquele estado, Clari foi enviada à prisão de Piraquara, de onde saiu com auxílio das Irmãs Vicentinas. Foi julgada e condenada no dia treze de julho de 1971 a dois anos de prisão por ações subversivas, entre outras alegações. No retorno a Caxias do Sul, com o apoio de militantes da VAR Palmares, o casal conseguiu fugir para o exílio no Chile, de janeiro de 1972 a dezembro de 1973, e lá militou na Unidade Popular (UP), do governo de Salvador Allende. No entanto, devido ao golpe que derrubou  Allende, partiram para o exílio na França, com o amparo das Nações Unidas, onde permaneceram por treze anos e tiveram dois filhos. Em Paris, participaram da fundação do Comitê Brasil Pela Anistia. Ao retornar ao Brasil, na década de 1980, Clari e Luiz Andrea se estabeleceram no Recife (PE) a convite do então Governador Miguel Arraes.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Clari Izabel Dedavid Fávero sobre sua formação política e a luta contra a ditadura civil militar no Brasil (1964-1985). Aborda questões relativas à militância estudantil e à atuação na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares), além da perseguição política, das prisões e da tortura promovida pelos órgãos de repressão do Estado. Em seu relato, a entrevistada versa sobre: o trabalho de conscientização de agricultores, em Nova Aurora (PR), por meio da educação de base e do método Paulo Freire; tortura; a atuação da Unidade Popular (UP) no Chile e o golpe que derrubou Salvador Allende (1973) e a vivência no campo de refugiados da Organização das Nações Unidas (ONU); a vida de exilada no Chile e na França; o retorno ao Brasil e a vida no estado de Pernambuco, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.010.001.SIN<lb/>BMO.01.01.010.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Clari Izabel Dedavid Fávero;<lb/><lb/>BMO.01.01.010.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.010.003.AUD-2<lb/>BMO.01.01.010.003.AUD-3<lb/>BMO.01.01.010.003.AUD-4<lb/>BMO.01.01.010.003.AUD-5<lb/>BMO.01.01.010.003.AUD-6<lb/>Áudios da entrevista com Clari Izabel Dedavid Fávero;<lb/><lb/>BMO.01.01.010.004.DM-1<lb/>BMO.01.01.010.004.DM-2<lb/>BMO.01.01.010.004.DM-3<lb/>BMO.01.01.010.004.DM-4<lb/>Discos de mídia da entrevista com Clari Izabel Dedavid Fávero.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_62613_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>VAR Palmares</subject>
              <subject>Tortura</subject>
              <subject>Departamento de Ordem Política e Social (DOPS)</subject>
              <subject>Exílio</subject>
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              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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              <p>Uso controlado.</p>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Clari Izabel Dedavid Fávero</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Ricargo Gorki Segalla</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-01-011-C238/239</unitid>
              <unitdate normal="2013/2013" encodinganalog="3.1.3">22/11/2013</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) CDs, 03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 85 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 25 e 26 de novembro de 2013; Revisão: Sônia Storchi Fries, 27 de novembro de 2013; Revisão: Fabiana Zanandrea, julho de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 238, 239</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_65462_actor">**Ricardo Gorki Segalla**</persname>
                <corpname id="atom_120160_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            <bioghist id="md5-a6642899066ab47581cc5d80eaa5aa5f" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Ricardo Gorki Segalla nasceu em trinta de janeiro de 1953, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Bruno Segalla e de Almira da Silva Segalla. O pai foi sindicalista, político e renomado artista plástico, cuja trajetória foi marcada pela luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e pela atuação na Metalúrgica Abramo Eberle. O entrevistado estudou no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer, na Escola Estadual de 1º Grau Presidente Vargas, no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza e no Colégio Nossa Senhora do Carmo. Colaborou nas campanhas políticas do pai, realizando a distribuição de panfletos e também de jornais de cunho comunista durante a ditadura. Em 1970, foi preso e torturado em Lages (SC). É formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), atuando na área criminal.<lb/>Dados extraídos da entrevista e do site do Instituto Bruno Segalla (IBS).</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Ricardo Gorki Segalla sobre sua formação política e a militância junto ao pai, Bruno Segalla, durante o Regime Civil Militar (1964-1985). Aborda questões relativas a sua prisão e à tortura sofrida com dezessete anos de idade, na cidade de Lages (SC), em 1970. Em seu relato, o entrevistado teceu considerações sobre: a atuação política, as prisões e o talento artístico do pai; as consequências da tortura na vida pessoal e familiar.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.011.001.SIN<lb/>BMO.01.01.011.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Ricargo Gorki Segalla;<lb/><lb/>BMO.01.01.011.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.011.003.AUD-2<lb/>BMO.01.01.011.003.AUD-3<lb/>Áudios da entrevista com Ricargo Gorki Segalla;<lb/><lb/>BMO.01.01.011.004.DM-1<lb/>BMO.01.01.011.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Ricargo Gorki Segalla.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_65462_actor">&lt;strong&gt;Ricardo Gorki Segalla&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_120160_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Tortura</subject>
              <subject>Bruno Segalla</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Ricardo Gorki Segalla</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-01-011-C238/239-001 SIN</unitid>
                <unitdate encodinganalog="3.1.3">2019</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/e/9/f/e9f98e94bc97d6914a821a6649c15d79fa0cb802fa3f78d75cf2617e1c84a8ab/BMO_01.01.011_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Paulo de Tarso Carneiro</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-01-012-C242/243</unitid>
              <unitdate normal="2013/2013" encodinganalog="3.1.3">13/12/2013</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) CDs, 03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 108 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Orlando Michelli; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 6, 7, 8, 9 de janeiro de 2014; Revisão: Sônia Storchi Fries, 9 de janeiro de 2014; Revisão: Fabiana Zanandrea, abril de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 242, 243</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_57356_actor">**Paulo de Tarso Carneiro**</persname>
                <corpname id="atom_57357_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
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            <bioghist id="md5-e2e850d0b74cd6a3874c24030d076aad" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Nasceu em 13 de maio de 1942, na cidade de Alegrete, Rio Grande do Sul (Brasil), onde realizou o primário no Colégio Osvaldo Aranha. Filho de José Pacífico Carneiro, operário da viação férrea, e da dona de casa Maria Amália Carneiro. A política fazia parte do cotidiano familiar desde cedo: o pai era getulista e concorreu a vereador pelo Partido Social Democrático (PSD), em Alegrete; já a mãe, muito católica, apoiava a União Democrática Nacional (UDN). Por volta de 1954, a família mudou-se para o Bairro Navegantes, em Porto Alegre (RS). Na capital, o entrevistado estudou na Colégio Luterano da Paz, na Escola Protásio Alves e no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, o “Julinho”. Nesse último local vivenciou a efervescência da militância estudantil e política e aproximou-se do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Posteriormente, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), devido à ilegalidade do PCB. Trabalhou como mandalete e, para incrementar a renda familiar após a morte do pais, ensinava matemática aos colegas na escola. Foi funcionário público municipal e atuou no Pronto Socorro de Porto Alegre. Trabalhou no Sulbanco, também na capital, ingressando no Sindicato dos Bancários. Foi funcionário do Banco do Brasil, em Garibaldi (RS). Em 1968, iniciou o curso de filosofia na Universidade de Caxias do Sul (UCS), porém não chegou a concluir. Participou do Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna (SP), no ano de 1968. Foi preso por doze dias junto a muitos outros estudantes que estavam no congresso. Integrou a Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares), em Caxias do Sul. Em Garibaldi, onde trabalhava, foi preso novamente no dia seis de abril de 1970. Após a prisão, foi detido na Delegacia de Polícia de Caxias do Sul, até ser transferido para Porto Alegre. Na capital, permaneceu preso por um ano e um mês e foi torturado no Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). Em liberdade, ingressou na Universidade Federal do Rio do Grande do Sul (UFRGS) para cursar Direito. Como ex-preso político vivenciou dificuldades para colocar-se no mercado de trabalho. Com a anistia, voltou a trabalhar no Banco do Brasil até a aposentadoria em 1991. Trabalhou no gabinete de Tarso Genro (1993-1997) e de Raul Pont (1997-2001), do Partido dos Trabalhadores (PT), durante as respectivas gestões na prefeitura de Porto Alegre. Foi diretor de operação portuária no governo Olívio Dutra (1999-2003), e Diretor de Portos, no primeiro governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006).<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Paulo de Tarso Carneiro sobre sua formação política e a luta contra a ditadura  civil-militar no Brasil (1964-1985). Aborda questões relativas à militância estudantil e política, ao ingresso no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Nesse sentido, o entrevistado discorre sobre: a atividade junto aos estudantes de filosofia e aos operários em Caxias do Sul (RS); o Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna (SP); a permanência de um ano e um mês na prisão localizada na “Ilha do Presídio”, em Porto Alegre (RS); os interrogatórios e as torturas promovidas pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), em 1970; e a posterior atuação nos governos do Partido dos Trabalhadores em âmbito regional e nacional.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.012.001.SIN<lb/>BMO.01.01.012.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Paulo de Tarso Carneiro;<lb/><lb/>BMO.01.01.012.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.012.003.AUD-2<lb/>BMO.01.01.012.003.AUD-3<lb/>Áudios da entrevista com Paulo de Tarso Carneiro;<lb/><lb/>BMO.01.01.012.004.DM-1<lb/>BMO.01.01.012.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Paulo de Tarso Carneiro.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_57356_actor">&lt;strong&gt;Paulo de Tarso Carneiro&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_57357_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>União Nacional dos Estudantes (UNE)</subject>
              <subject>Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares)</subject>
              <subject>Tortura</subject>
              <subject>Prisão</subject>
              <subject>Partido dos Trabalhadores (PT)</subject>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>Leonel de Moura Brizola</subject>
              <subject>Torturadores</subject>
              <subject>Departamento de Ordem Política e Social (DOPS)</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Paulo de Tarso Carneiro</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maria do Carmo Fávaro Verdi</unittitle>
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        02 (dois) CDs, 06 (seis) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 110 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries e Roberto Francisco Terribile; Transcrição: Sônia Sorchi Fries, 16, 19, 20, 22 de maio de 2014; Revisão: Sônia Storchi Fries, 23 de maio de 2014; Revisão: Fabiana Zanandrea, julho de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 249, 250</p>
              </note>
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                <persname id="atom_67187_actor">**Maria do Carmo Favaro Verdi**</persname>
                <corpname id="atom_67188_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Maria do Carmo Favaro Verdi nasceu no dia 04 de outubro de 1958 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Filha de Ênio Favaro e de Carmem Maria Wisintainer Favaro. O pai foi militante do  Partido Comunista Brasileiro (PCB), perseguido político e preso logo após o Golpe Civil Militar (1964), destacando-se pelo envolvimento em causas sociais e pelo caráter contestador e inventivo. A entrevistada estudou no Colégio São José, no Colégio Madre Imilda e realizou o Científico no Instituto Estadual de Educação Cristovão de Mendoza. Cursou Artes no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Participou do movimento estudantil em Porto Alegre (RS) e da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) em Caxias do Sul (RS). A ênfase do relato é o resgate da trajetória de vida de Ênio Favaro.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maria do Carmo Favaro sobre a trajetória de seu pai Ênio Favaro. Na história de vida da entrevistada, a vida familiar, política e profissional de Ênio Favaro é evidenciada. Favaro foi militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Em decorrência da ideologia política, foi perseguido e preso pelo regime logo após o Golpe Civil Militar (1964).<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.01.013.001.SIN<lb/>BMO.01.01.013.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Maria do Carmo Fávaro Verdi;<lb/><lb/>BMO.01.01.013.003.AUD-1<lb/>BMO.01.01.013.003.AUD-2<lb/>BMO.01.01.013.003.AUD-3<lb/>BMO.01.01.013.003.AUD-4<lb/>BMO.01.01.013.003.AUD-5<lb/>BMO.01.01.013.003.AUD-6<lb/>Áudios da entrevista com Maria do Carmo Fávaro Verdi;<lb/><lb/>BMO.01.01.013.004.DM-1<lb/>BMO.01.01.013.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Maria do Carmo Fávaro Verdi.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_67187_actor">&lt;strong&gt;Maria do Carmo Favaro Verdi&lt;/strong&gt; </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_67188_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>Presos políticos</subject>
              <geogname>Brasil, RS , Caxias do Sul</geogname>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Maria do Carmo Fávaro Verdi</unittitle>
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                <unitdate encodinganalog="3.1.3">2019</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/3/d/d/3dddfbe85c07794b87592a7e03f197683411d31f024c649cb2178274f3530e88/BMO_01.01.013_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Sindicatos e Associações**</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-02</unitid>
            <unitdate normal="1982/2019" encodinganalog="3.1.3">1982 - 2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        08 (oito) fitas cassete, 07 (sete) DVDs, 01 (um) CD, 08 (oito) documentos eletrônicos de áudio, 08 (oito) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>As entrevistas referem-se à constituição das primeiras associações trabalhistas em Caxias do Sul, bem como aos sindicatos após a Lei da Sindicalização de 1931, estabelecida pelo Decreto n° 19.770. A nova legislação implicava no princípio da unidade sindical, em que apenas um sindicato por categoria profissional era reconhecido pelo governo. Além disso, a propaganda política e religiosa era vedada no interior dessas agremiações. Embora a sindicalização não fosse obrigatória, a lei estabelecia que apenas os sindicatos reconhecidos pelo governo poderiam ser beneficiados pela legislação social.</p>
          </scopecontent>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Sínteses e descrições elaboradas em novembro de 2019 e junho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea.</p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Ernesto Bernardi</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-02-001-F010/011</unitid>
              <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">[1982]</unitdate>
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        02 (duas) fitas cassete, 02 (dois) DVDs, 02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 120 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Liliana Alberti Henrichs; Entrevista: Liliana Alberti Henrichs, Juventino Dal Bó; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 5 a 7 de abril de 2004; Revisão: Sônia Storchi Fries, 03 de outubro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, setembro de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento foi fonte para a exposição "Autofalante" e para o caderno "Com a palavra o jornal", ambos de setembro de 1988. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 010, 011</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <name id="atom_126451_actor">Ernesto Bernardi</name>
                <corpname id="atom_126452_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
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            <bioghist id="md5-08d3aafb2a093b24703729b55b34bdda" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Ernesto Bernardi nasceu dia 21 de setembro de 1904, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Ercília Bernardi e de Augusto Daré. Formou-se capataz rural na Escola Técnica de Agricultura, em Viamão (RS). Casou-se com Alice Telles Bossle, com quem teve os filhos Ernesto Augusto e Rosane. Trabalhou na Granja Coral em Porto Alegre (RS), na Estação Zootécnica da Escola de Engenharia de Alegrete (RS) e na Escola Industrial e Elementar de Rio Grande (RS). Foi enólogo por quarenta e seis anos na Scalzilli &amp; Cia, posterior Companhia Brasileira de Vinhos S/A, atuando pela empresa em Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Na década de 1920, aproximou-se do Partido Libertador (PL) e teve uma pequena participação na Revolução Federalista de 1923. A partir da década seguinte, passou a militar no Partido Comunista Brasileiro (PCB), devido à aproximação com o ideário socialista. Foi um dos fundadores da Associação dos Camponeses sem Terra em Caxias do Sul. Foi diretor e editor do jornal  “Voz do Povo”, fundado em 1945. Atuou no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vinho, Cervejas e bebidas em Geral, na década de 1940, chegando a ocupar o cargo de presidente por breve período em 1952. Trabalhou na organização das associações de bairro em Caxias do Sul. Na década de sessenta, quatro dias após o Golpe Civil Militar (1964), foi preso em casa e enviado a Porto Alegre (RS), onde ficou detido por cinquenta e oito dias junto a outros comunistas históricos da cidade. Foi vereador suplente de Percy Vargas de Abreu e Lima, pela Aliança Republicana Socialista (ARS), cassado em abril de 1964. Quando o mandato foi recuperado pela ARS, Bernardi assumiu como terceiro suplente até 1967, devido à doença do vereador titular. Durante o período ditatorial, atuou no Movimento Democrático Brasileiro (MDB), nas associações de bairros e dos aposentados e pensionistas. Faleceu em 20 de agosto de 1987.<lb/><lb/>Dados extraídos das entrevistas e do livro “A história de um comunista”, de Édio Elói Frizzo.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Ernesto Bernardi sobre sua trajetória como sindicalista e militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) em Caxias do Sul (RS). No relato, o entrevistado teceu considerações sobre: a organização de trabalhadores antes da Lei da Sindicalização (1931); a atuação no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vinho, Cervejas e bebidas em Geral e nas associações de bairro, a partir da década de 1940; a Associação dos Camponeses sem Terra; a criação do jornal comunista “A Voz do Povo”; a atuação política pela Aliança Republicana Socialista (ARS); a prisão após o Golpe Civil Militar (1964), entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.02.001.001.SIN<lb/>BMO.01.02.001.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Ernesto Bernardi;<lb/><lb/>BMO.01.02.001.003.AUD-1<lb/>BMO.01.02.001.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Ernesto Bernardi;<lb/><lb/>BMO.01.02.001.004.FG-1<lb/>BMO.01.02.001.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Ernesto Bernardi;<lb/><lb/>BMO.01.02.001.005.DM-1<lb/>BMO.01.02.001.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Ernesto Bernardi.</p>
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              <name role="Produtor" id="atom_126451_actor">Ernesto Bernardi </name>
              <corpname role="Produtor" id="atom_126452_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Associações</subject>
              <subject>Enologia</subject>
              <subject>Vinícolas</subject>
              <subject>Sindicatos</subject>
              <subject>Jornal Voz do Povo</subject>
              <subject>Tanoeiros</subject>
              <subject>Partido Libertador (PL)</subject>
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              <subject>Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)</subject>
              <subject>Aliança Republicana Socialista (ARS)</subject>
              <subject>Classe operária</subject>
              <subject>Greves</subject>
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            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Ernesto Bernardi</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/4/9/5/495ca23e16544c33433abbf21b5fbe3da086ede62fda942a0608c8889e86c9a0/BMO_01.02.001_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Agenor da Silva</unittitle>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 108 minutos**</p>
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                <p>Pequisa, roteiro e entrevista: Liliana Alberti Henrichs; Transcrição: Verônica Feldkircher, junho de 2004; Revisão: Sônia Storchi Fries, 05 de outubro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, setembro de 2018</p>
              </note>
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                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 015, 016</p>
              </note>
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              <note>
                <p>Nasceu em 1902, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Rafael da Silva, auxiliar de engenheiro da Intendência de Santa Maria, e de Malvina Gonçalves da Silva. Em Santa Maria, o entrevistado trabalhou como impressor e cobrador no Jornal Correio da Serra e na Livraria do Globo. Por volta de 1920 mudou-se para Caxias do Sul, onde inicialmente trabalhou na Estação Férrea. Nessa mesma década, colaborou na criação da União Operária. Após a Lei da Sindicalização de 1931, atuou na organização de quatro associações sindicais: dos Metalúrgicos, dos Trabalhadores da Indústria de Vinho, Cervejas e Bebidas em Geral, do Mobiliário e dos Trabalhadores em Pele. Em Caxias do Sul, foi um dos fundadores da União Sindicalista, posteriormente chamada de Sindicatos Reunidos, bem como do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)  em 1945. Após o Golpe Civil Militar (1964), atuou na criação do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) na cidade. Trabalhou como serralheiro na Industrial Madeireira Ltda até 1966. Faleceu em  17 de novembro de 1998.<lb/>Dados extraídos da entrevista.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Agenor da Silva sobre sua atuação nas associações de trabalhadores e nos sindicatos em Caxias do Sul a partir da década de 1920. No relato, o entrevistado teceu considerações sobre: a greve geral dos ferroviários de Santa Maria, em 1918; a fundação da União Operária no final da década de 1920; a greve dos tanoeiros; a assembleia da União Operária no Parque Cinquentenário e a prisão dos participantes; a regulamentação dos sindicatos, a partir da Lei da Sindicalização de 1931; a criação do Esporte Clube Gaúcho e o racismo na década de 1930; o governo de Getúlio Vargas e as leis trabalhistas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.02.002.001.SIN<lb/>BMO.01.02.002.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Agenor da Silva;<lb/><lb/>BMO.01.02.002.003.AUD-1<lb/>BMO.01.02.002.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Agenor da Silva;<lb/><lb/>BMO.01.02.002.004.FG-1<lb/>BMO.01.02.002.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Agenor da Silva;<lb/><lb/>BMO.01.02.002.005.DM-1<lb/>BMO.01.02.002.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Agenor da Silva.</p>
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              <subject>Sindicatos Reunidos</subject>
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              <subject>União Sindicalista</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 108 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Liliana Alberti Henrichs, João Pretto; Entrevista: João Pretto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, julho de 1997; Revisão: Sônia Storchi Fries, 06 de outubro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, setembro de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 029, 030</p>
              </note>
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                <name id="atom_126479_actor">Thomaz Ferreira de Almeida</name>
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              <note>
                <p>Nasceu em 1907, na cidade de Assis, no estado de São Paulo (Brasil), filho de um militar da marinha que participou da Revolução Federalista de 1893. Atuava como pedreiro da construção civil. Transferiu-se para Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, em meados da década de 1920. Integrou a União Sindicalista e foi um dos organizadores do Sindicato da Construção Civil. Por volta de 1935, foi secretário da União Sindicalista. Participou ativamente do jornal “Voz do Povo”, periódico local de orientação comunista. Foi preso com a repressão instaurada após a Intentona Comunista e o advento do Estado Novo (1937-1945). Morou em Porto Alegre (RS), entre 1954 e 1977, devido à dificuldade de reinserir-se formalmente no mercado de trabalho caxiense após a prisão política.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Thomaz Ferreira de Almeida sobre sua atuação nos sindicatos de Caxias do Sul a partir da década de 1930. No relato, o entrevistado teceu considerações sobre: a União Sindicalista; a prisão de sindicalistas; a presença do integralismo na cidade; o jornal “Voz do Povo”; a orientação comunista; o governo de Getúlio Vargas e as leis trabalhistas; a importância das reformas propostas por João Goulart, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.02.003.001.SIN<lb/>BMO.01.02.003.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Thomaz Ferreira de Almeida;<lb/><lb/>BMO.01.02.003.003.AUD-1<lb/>BMO.01.02.003.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Thomaz Ferreira de Almeida;<lb/><lb/>BMO.01.02.003.004.FG-1<lb/>BMO.01.02.003.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Thomaz Ferreira de Almeida;<lb/><lb/>BMO.01.02.003.005.DM-1<lb/>BMO.01.02.003.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Thomaz Ferreira de Almeida.</p>
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              <name role="Produtor" id="atom_126479_actor">Thomaz Ferreira de Almeida </name>
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              <subject>Integralismo</subject>
              <subject>Comunismo</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Renato Viero</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 72 minutos**</p>
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                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição e revisão: Sônia Storchi Fries, janeiro de 2007; Revisão: Sônia Storchi Fries, 31 de outubro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, setembro de 2018</p>
              </note>
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                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital”</p>
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                <name id="atom_126487_actor">Renato Viero</name>
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              <note>
                <p>Renato Viero nasceu em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), no dia 27 de outubro de 1935, filho dos imigrantes italianos Antônio Viero e Maria Pellin Viero. Realizou o ginásio no Colégio Nossa Senhora do Carmo. Trabalhou na Tecelagem Marisa de 1953 a 1978, quando a empresa encerrou as atividades. Ingressou no Sindicato da Fiação e Tecelagem em janeiro de 1960. Foi tesoureiro da entidade em 1961. No ano de 1962 assumiu a presidência, cargo que ocupou até 1988. Foi presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria de Fiação e Tecelagem em Porto Alegre (RS). Participou do Conselho do Plano Diretor Urbano (CPDU) de 1970. Faleceu em 2008</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/6/0/e/60e92f64430eb365d098c9b221b7be1d9165c441d376cf89923d48d2ae60cdd5/BMO_01.02.004_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
        </c>
        <c level="series">
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Educação**</unittitle>
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            <unitdate normal="1983/2023" encodinganalog="3.1.3">1983 - 2023</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        23 (vinte e três) fitas cassete, 30 (trinta) DVDs, 19 (dezenove) CDs, 82 (oitenta e dois) documentos eletrônicos de áudio, 50 (cinquenta) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>As entrevistas referem-se aos testemunhos de educadores de Caxias do Sul, por meio de entrevistas realizadas pelo Banco de Memória Oral, a partir do ano de 1983.</p>
          </scopecontent>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>A história da educação no Brasil é pontuada por contradições, exclusões e desafios. Temas como a inserção de sujeitos historicamente situados à margem da sociedade, a formação e a valorização dos educadores, bem como a elaboração de projetos de ensino transcendentes à formação para o mundo do trabalho, são preponderantes para a compreensão desse processo histórico. Nesse sentido, “a historicidade das instituições escolares precisa ser entretecida compreendendo-as como construções histórico-culturais que se articulam com o social [...]”.<lb/>O início da imigração na Região Colonial Italiana, onde Caxias do Sul está inserida, foi marcado por diversas tentativas dos colonos em organizar um ambiente dedicado ao ensino, a princípio com aulas ministradas na língua italiana, nas denominadas escolas étnicas. Esses espaços eram criados pelos pais, com funcionamento “na sala da casa de uma das famílias da comunidade, junto à capela ou na casa do professor”. Muitas vezes, o professor era, dentro da comunidade, quem melhor sabia ler, escrever e calcular. Em termos gerais, os colonos tinham um olhar pragmático no que concerne à instrução, que era percebida como um instrumento de manutenção do sustento e da propriedade. Nesse sentido, o princípio da organização escolar partir da comunidade deve-se, em grande parte, à ausência de compromisso do governo provincial com essa pauta. É preciso ressaltar que muitas escolas na região colonial eram subvencionadas pelo governo italiano. Em detrimento dessas circunstâncias, a criação de escolas públicas se tornou uma demanda cada vez mais frequente, devido à gratuidade e ao ensino da língua portuguesa, fundamental para a inserção na sociedade brasileira.<lb/>Até o início do século XX, o ensino no Rio Grande do Sul ainda se caracterizava por escolas isoladas, com diferentes níveis de adiantamentos de alunos, ensinados por um único professor em salas alugadas. Aos poucos esse panorama se transformava com a promulgação de leis inerentes à educação, o aumento da demanda por estabelecimentos de ensino e a destinação de recursos públicos.<lb/> Em 1930, a cidade passou a contar com a Escola Complementar, pública e de caráter oficial, direcionada à formação de professores primários. Posteriormente, em 1943, a instituição passou a se chamar Escola Normal Duque de Caxias. O intendente Thomaz Beltrão de Queiroz foi um dos responsáveis pela conquista que possibilitou a formação sistemática de professores e a profissionalização docente. A presença feminina no magistério era preponderante e dos bancos dessa escola saíram muitas “alunas-mestras”, como Alice Gasperin, Esther Troian Benvenutti, Aura Ribeiro Mendes da Silva, e tantas outras que contribuíram ativamente para levar conhecimento aos jovens do meio rural e do meio urbano.<lb/>O período abarcado pela Era Vargas (1930-1945) destacou-se por reformas importantes no âmbito da educação. A Campanha da Nacionalização do Ensino (1939), promovida pelo regime, implicou em uma mudança cultural, com a exaltação do civismo e de outros símbolos inerentes à ideologia governamental. Nesse sentido, vale ressaltar o decreto-lei que, em 1938, proibia o uso de línguas estrangeiras nas escolas, o que impactou fortemente os alunos de origem europeia. Esperava-se dos educadores uma postura que exaltasse a ordem, a disciplina e o amor à Pátria, o que ia de encontro às manifestações culturais híbridas que eram predominantes na região.<lb/>A segunda metade do XX foi pontuada por importantes transformações no âmbito educacional brasileiro. A promulgação de leis inerentes ao ensino, em diferentes contextos, evidenciou aspectos políticos, históricos e sociais, como o processo de redemocratização após a derrocada do Estado Novo em 1945. Como exemplos dessas mudanças, é possível citar a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), em vinte de dezembro 1961, que assegurava o direito à educação, e o Plano Nacional de Alfabetização, com base no método Paulo Freire, em vinte e um de janeiro de 1964.<lb/>A partir do Golpe Civil-militar,  a educação no país sofreu revezes com a precarização do ensino, o incentivo à privatização, além de mudanças curriculares como, por exemplo, a inclusão da matéria Educação Moral e Cívica e a alteração de conteúdo da disciplina Organização Social e Política do Brasil (OSPB). Nesse período ocorreu o cerceamento das liberdades individuais e a perseguição de professores, bem como a inserção de agentes da ditadura em contextos de ensino. Apesar da ampliação das matrículas na educação básica, a falta de investimentos na formação docente e a redução de verbas impactaram a qualidade do ensino e o desenvolvimento da análise crítica da realidade social.<lb/>Referências:<lb/>DALLA VECCHIA, Marisa V.; HERÉDIA, Vânia B.M.; RAMOS, Felisbela. Retratos de um saber – 100 anos de história da rede municipal de ensino de Caxias do Sul. Porto Alegre: EST, 1998, p.89.<lb/>LUCHESE, Terciane A.; FERNANDES, Cassiane C., BELUSSO, Gisele (Orgs.). Instituições, escolas e culturas escolares. Caxias do Sul, Educs, 2018.<lb/>RECH, Gelson L; LUCHESE, Terciane A. Escolas italianas no Rio Grande do Sul: pesquisa e documentos. Caxias do Sul, Educs, 2018. p. 27.<lb/>O legado da ditadura para a Educação brasileira. Relatório - Tomo I - Parte I. Disponível em https://www.pucsp.br/comissaodaverdade/downloads/movimento-estudantil/documentos/I_Tomo_Parte_1_O-legado-da-ditadura-para-a-educacao-brasileira.pdf</p>
          </custodhist>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Sínteses e descrições elaboradas em 2019; 2020; maio, junho e julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Leonardo Ribeiro</p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Esther Troian Benvenutti</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-03-001-F4/5</unitid>
              <unitdate normal="1983/2024" encodinganalog="3.1.3">1983</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (duas) fitas cassete, 02 (dois) DVDs, 02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 95 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Juventino Dal Bó e Liliana Alberti Henrichs, 1983; Transcrição: Sônia Storchi Fries, julho de 1994; Revisão: Sônia Storchi Fries, 27 de setembro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, maio de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Consta nos encartes das fitas cassete: “Há uma cópia digitada de um texto redigido por ela sobre brincadeiras de sua infância, quadrinhas e poesias da época.”</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 004, 005</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_119653_actor">Esther Troian Benvenutti</persname>
                <corpname id="atom_119790_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-a107ba4cc2981b537db357b3a60a2c36" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Esther Troian Benvenutti nasceu em dezesseis de maio de 1916, em Ana Rech, Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Francisco Troian e de Angelina Corso Troian, descendentes de imigrantes italianos. Foi aluna da professora Ercília Petry, imigrante italiana oriunda de Milão e primeira educadora da localidade de Ana Rech. A entrevistada foi professora e começou a lecionar com apenas treze anos devido à escassez de profissionais na região. Em 1943 atuou como a primeira orientadora de ensino do Estado do Rio Grande do Sul em Caxias do Sul. Já de 1947 a 1960 foi diretora da Instrução Pública Municipal. Eleita pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), com 1068 votos, atuou no Legislativo entre 1960 e 1962, onde exerceu as funções de secretária e vice-presidente da casa. Foi diretora da Escola Normal Duque de Caxias (atual Instituto de Educação Cristovão de Mendoza) de 1961 a 1963 e coordenadora do Serviço de Descentralização do Ensino Primário durante o governo de Leonel de Moura Brizola (1959-1963). Em dezenove de março de 1963 passou a exercer a função de Diretora Executiva da Comissão Municipal de Amparo à Infância (COMAI) até 1967, ano em que se aposentou. Faleceu em dezessete de outubro de 1983.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Esther Troian Benvenutti sobre a atuação em cargos relacionados à educação e ao Legislativo Municipal. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: as atividades exercidas como orientadora do Estado do Rio Grande do Sul em Caxias do Sul e como diretora da Instrução Pública Municipal; a vereança pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), a direção de escola, a coordenação do Serviço de Descentralização do Ensino Primário durante o governo Brizola e a atuação na COMAI.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.001.001.SIN<lb/>BMO.01.03.001.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Esther Troian Benvenutti;<lb/><lb/>BMO.01.03.001.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.001.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Esther Troian Benvenutti;<lb/><lb/>BMO.01.03.001.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.001.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Esther Troian Benvenutti;<lb/><lb/>BMO.01.03.001.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.001.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Esther Troian Benvenutti.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_119653_actor">Esther Troian Benvenutti </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_119790_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Ercília Petry</subject>
              <subject>Escola Normal Duque de Caxias</subject>
              <subject>Comissão Municipal de Amparo à Infância (COMAI)</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Esther Troian Benvenutti</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-03-001-F4/5-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">03/06/2024</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/8/f/6/8f62128293d3591578e75150aa63c75801326631fe9acdf2dabe4f5cb98c8704/BMO_01.03.001_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Zulmiro Lino Lermen</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-03-002-F8/9</unitid>
              <unitdate normal="1983/2024" encodinganalog="3.1.3">24/10/1983</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (duas) fitas cassete, 02 (dois) DVDs, 02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
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                <language langcode="por">português do Brasil</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 93 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Liliana Alberti Henrichs e Juventino Dal Bó; Entrevista: Liliana Alberti Henrichs, Juventino Dal Bó e Liana Corsetti; Transcrição: Sônia Storchi Fries, maio de 1994; Revisão: Sônia Storchi Fries, 29 de setembro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, março de 2020</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 008, 009</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_118032_actor">Zulmiro Lino Lermen</persname>
                <corpname id="atom_118490_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-93ffc0a1520d2ff95d58c3e279da9cf7" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Zulmiro Lino Lermen nasceu em 14 de setembro de 1917, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Francisco Lermen, nascido em Saarbrücken na Alemanha, e de Elisa Lermen. Seu pai era proprietário de uma cervejaria, de uma olaria e do Moinho Francisco Lermen &amp; Cia Salomoni, no início do século XX. O entrevistado estudou no Colégio Nossa Senhora do Carmo de Caxias e nos Seminários de São Leopoldo e de Veranópolis (RS). Complementou os estudos com a Faculdade de Línguas Anglo-germânicas em Porto Alegre (RS) e, posteriormente, em Línguas Neolatinas. Lecionou na Escola Normal Duque de Caxias e no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza, em Caxias do Sul. Casou-se com Iracema Setti, com quem teve duas filhas e um filho. Foi escritor, tradutor, pesquisador e professor de Literatura, Latim e Língua Inglesa. Publicou mais de vinte obras, que vão desde poemas a dicionários de língua estrangeira. Um dos primeiros livros publicados foi “A Missa Negra”, lançado em 1948 e logo recolhido das livrarias por ordem do Arcebispo de Porto Alegre Vicente Scherer. Foi Membro da Academia Caxiense de Letras, tendo colaborado para a sua criação em 1962. Entre os anos de 1967 e 1968, publicou no Jornal Pioneiro o poema épico Gaú-chê-rama-ura, que narra a história do Rio Grande do Sul.  O poema foi descoberto através de pesquisa do Jornal Pioneiro, que se colocou à disposição para publicá-lo. Posteriormente, em contado com a família, tomou-se conhecimento do manuscrito original, que difere da versão publicada que contemplou 180 estrofes, enquanto a do manuscrito é composta de 779 estrofes. Lermen é pouco conhecido na literatura sul-rio-grandense, o que se verifica pela quase escassez de informações sobre o escritor e a obra. Em 1991, foi homenageado como patrono da VIII Feira do Livro de Caxias do Sul.  Lermen faleceu em dez de outubro de 1997.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Zulmiro Lermen, com ênfase na história de vida e na atuação como professor, escritor e tradutor. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: os negócios do pai Francisco Lermen no início do século XX em Caxias do Sul; a vida familiar e a interação social; o impacto da Segunda Guerra na vida dos imigrantes; o lazer; o estudo do tupi-guarani; o livro “A Missa Negra”; educação; entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.002.001.SIN<lb/>BMO.01.03.002.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Zulmiro Lino Lermen;<lb/><lb/>BMO.01.03.002.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.002.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Zulmiro Lino Lermen;<lb/><lb/>BMO.01.03.002.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.002.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Zulmiro Lino Lermen;<lb/><lb/>BMO.01.03.002.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.002.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Zulmiro Lino Lermen.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118032_actor">Zulmiro Lino Lermen </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118490_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>tupi-guarani</subject>
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              <subject>A Missa Negra</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com João Natal Settin</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 50 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Edma Pacheco Ribeiro, Rita Root; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 08 e 09 de junho de 1998; Revisão: Sônia Storchi Fries, 18 de novembro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, novembro de 2020</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A data atribuída é a de transcrição da fita original, pois não há informação sobre a data em que a entrevista foi realizada.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 065</p>
              </note>
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                <persname id="atom_118233_actor">Natal João Settin</persname>
                <corpname id="atom_118234_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>João Natal Settin nasceu em vinte e cinco de dezembro de 1918 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Em sua infância foi interno do Patronato Agrícola de Caxias do Sul em torno de dois anos e meio. Inaugurado em 1928 pelo então governador do estado Getúlio Vargas, essa instituição encerrou as atividades em meados da década de 1930. O entrevistado trabalhou no Lanifício São Pedro em Galópolis até se aposentar. Faleceu no dia quatro de novembro de 2004.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de João Natal Settin com ênfase no período de permanência como interno no Patronato Agrícola de Caxias do Sul, na década de 1930. Entre outros temas, o relato também aborda: os castigos; as atividades realizadas pelos internos, como o cultivo do bicho-da-seda.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.003.001.SIN<lb/>BMO.01.03.003.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com João Natal Settin;<lb/><lb/>BMO.01.03.003.003.AUD<lb/>Áudio da entrevista com João Natal Settin;<lb/><lb/>BMO.01.03.003.004.FG<lb/>Fita gravada da entrevista com João Natal Settin;<lb/><lb/>BMO.01.03.003.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.003.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com João Natal Settin.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_118233_actor">Natal João Settin </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118234_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Patronato Agrícola</subject>
              <subject>Lanifício São Pedro</subject>
              <subject>sericicultura</subject>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Segunda entrevista com Suely Bascú</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 50 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, maio de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de dezembro de 2010; Fabiana Zanandrea, outubro de 2019; Graciela Deon Rodrigues, fevereiro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos "Vozes da Terra", desenvolvido em parceria com a rádio São Francisco e o jornal Correio Riograndense por ocasião dos 120 anos de imigração italiana no Rio Grande do Sul, e o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 194</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A transcrição desta entrevista está disponibilizada na íntegra, pois faz parte do Projeto Vozes da Terra, em homenagem aos 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul. </p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <note>
                <p>Suely Bascú nasceu no dia 27 de novembro de 1914, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Cursou o Primário no Colégio Elementar José Bonifácio até 1927, e a Normal na Escola Complementar, a partir de 1929. Exerceu o magistério nessa última instituição, nomeada posteriormente Escola Normal Duque de Caxias, no período de 1934 a 1948. Após a aprovação em concurso, trabalhou na Superintendência do Ensino Normal com o encargo de lecionar Didática Geral e Didática Especial aos Cursos Normais. Atuou na Escola Normal São José e aposentou-se como Fiscal de Ensino desta escola em 1969.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Suely Bascú sobre o ensino na década de 1920 e a atuação como professora. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a vida escolar nos tempos de estudante, os castigos, o exercício do magistério.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e transcrição da segunda entrevista com Suely Bascú;<lb/>AUD- Áudio da segunda entrevista com Suely Bascú;<lb/>FG- Fita gravada da segunda entrevista com Suely Bascú;<lb/>DM1 e DM2- Discos de mídia da segunda entrevista com Suely Bascú.</p>
            </scopecontent>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_118668_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_129854_actor">Suely Bascú </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Magistério</subject>
              <subject>castigos</subject>
              <subject>Brincadeiras infantis</subject>
              <subject>Escola Elementar José Bonifácio</subject>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Alice Gasperin</unittitle>
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        01 (uma) fita cassete, 02 (dois) DVDs, 01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
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                <language langcode="por">português do Brasil</language>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 56 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries; Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, junho de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de dezembro 2010; Revisão: Fabiana Zanandrea, julho de 2019</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos "Vozes da Terra", desenvolvido em parceria com a rádio São Francisco e o jornal Correio Riograndense por ocasião dos 120 anos de imigração italiana no Rio Grande do Sul, e o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital." </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base de dados ABCD: FG 195</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A transcrição desta entrevista está disponibilizada na íntegra, pois faz parte do Projeto Vozes da Terra, em homenagem aos 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul. </p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_118124_actor">Alice Gasperin</persname>
                <corpname id="atom_118125_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Alice Gasperin nasceu no ano de 1906 em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul (Brasil). Iniciou sua trajetória profissional como educadora na década de 1920 até meados dos anos 1960. Foi  professora municipal desde os quatorze anos na região de Barracão, onde lecionou por vinte e quatro anos. Posteriormente, atuou como professora do Grupo Escolar Farroupilha.  Sempre buscou aperfeiçoamento com leituras e cursos de atualização, além de ser uma estudiosa da imigração italiana, produzindo memórias autobiográficas e de sua comunidade. O primeiro livro, publicado em 1984 aos 78 anos de idade, foi “Vão Simbora: relatos de imigrantes italianos da Colônia Princesa Dona Isabel”, um registro de suas memórias, passando pelos avós imigrantes, pelos pais, pela comunidade e pela vida escolar. Em 1980, publicou o segundo livro, “Farroupilha: ex-colônia particular Sertorina” e aos 94 anos publicou “Ricordi della Colonia - Lembranças da Colônia”, escrito em dialeto. Alice Gasperin ocupou a cadeira número 7 da Academia Caxiense de Letras (ABL). Em 1990, foi convidada para ser a patrona da VII Feira do Livro de Caxias do Sul e, em 1996, recebeu o Título de Cidadã Caxiense. Faleceu em 2002.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Alice Gasperin sobre o ensino na década de 1910 e sua atuação como professora. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: o incentivo da mãe aos estudos, a vida escolar, a admissão como professora municipal aos quatorze anos, a busca por aperfeiçoamento, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e transcrição da entrevista com Alice Gasperin;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Alice Gasperin;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Alice Gasperin;<lb/>DM1 e DM2- Discos de mídia da entrevista com Alice Gasperin.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_118124_actor">Alice Gasperin </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118125_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>didática</subject>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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              <p>Audibilidade boa</p>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Alice Gasperin</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Transcrição da entrevista com Alice Gasperin</unittitle>
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                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/f/c/7/fc7c953dc439361a2db422390958955d53fa4f9fbe40e71bfd07b2bc3b830e57/BMO_01.03.005_002_TRA.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Terceira entrevista com Suely Bascú</unittitle>
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        02 (duas) fitas cassete, 02 (dois) DVDs, 02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">português do Brasil</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 95 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro, entrevista: Gilmar Marcílio; Transcrição: Sônia Storchi Fries, setembro de 2000; Revisão: Sônia Storchi Fries, 22 de fevereiro de 2011</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento fez parte do projeto "A Cartilha do Guri - Histórias de sala de aula", realizado pelo Museu e Arquivo Municipal João Spadari Adami em 1991. O projeto culminou em uma exposição homônima. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 199, 200</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_118686_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_129850_actor">Suely Bascú</persname>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-f7dbcf847d196efdaac6aaa4e46ab10f" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Suely Bascú nasceu no dia 27 de novembro de 1914, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Cursou o Primário no Colégio Elementar José Bonifácio até 1927, e a Normal na Escola Complementar, a partir de 1929. Exerceu o magistério nessa última instituição, nomeada posteriormente Escola Normal Duque de Caxias, no período de 1934 a 1948. Após a aprovação em concurso, trabalhou na Superintendência do Ensino Normal com o encargo de lecionar Didática Geral e Didática Especial aos Cursos Normais. Atuou na Escola Normal São José e aposentou-se como Fiscal de Ensino desta escola em 1969.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Suely Bascú sobre a atuação como professora em quarenta anos de magistério (1929-1969). Seu relato evidencia os seguintes aspectos: as matérias escolares, o exercício do magistério, o civismo.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.006.001.SIN<lb/>BMO.01.03.006.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da terceira entrevista com Suely Bascú;<lb/><lb/>BMO.01.03.006.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.006.003.AUD-2<lb/>Áudios da terceira entrevista com Suely Bascú;<lb/><lb/>BMO.01.03.006.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.006.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da terceira entrevista com Suely Bascú;<lb/><lb/>BMO.01.03.006.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.006.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da terceira entrevista com Suely Bascú.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_118686_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_129850_actor">Suely Bascú </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Magistério</subject>
              <subject>Brincadeiras infantis</subject>
              <subject>civismo</subject>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da terceira entrevista com Suely Bascú</unittitle>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Guilhermina Lora Poloni Costa</unittitle>
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              <unitdate normal="1991/2024" encodinganalog="3.1.3">21/10/1991</unitdate>
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                <language langcode="por">português do Brasil</language>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 119 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Entrevista: Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, dezembro de 2000; Revisão: Sônia Storchi Fries, 24 de fevereiro de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, abril de 2020</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento fez parte do projeto "A Cartilha do Guri - Histórias de sala de aula", realizado pelo Museu e Arquivo Municipal João Spadari Adami em 1991. O projeto culminou em uma exposição homônima. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 206, 207</p>
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                <persname id="atom_118188_actor">Guilhermina Lora Poloni Costa</persname>
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              <note>
                <p>Guilhermina Lora Poloni Costa nasceu em dezoito de junho de 1911, no Bairro Desvio Rizzo, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Pedro Poloni e de Paulina Lora Poloni. Estudou no Colégio Elementar José Bonifácio, no Colégio São José e na Escola Normal Duque de Caxias. Iniciou a docência no Bairro Desvio Rizzo. Trabalhou no Grupo Escolar Municipal Carlos Gomes, em São Romédio, e na Escola Municipal de Ensino Fundamental Catulo da Paixão Cearense, no Bairro Panazzolo. Atuou também na biblioteca do Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer, na Secretaria de Ensino e na Secretaria da Prefeitura na administração de Armando Biazus. Exerceu a docência de 1932 até meados da década de 1960.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Guilhermina Lora Poloni Costa, com ênfase na história de vida e na atuação como professora do ensino primário em escolas públicas de Caxias do Sul. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a relação da professora com os prefeitos municipais, as disciplinas e alguns dos conteúdos ministrados, a relação com os estudantes, os castigos, as atividades recreativas, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.007.001.SIN<lb/>BMO.01.03.007.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Guilhermina Lora Poloni Costa;<lb/><lb/>BMO.01.03.007.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.007.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Guilhermina Lora Poloni Costa;<lb/><lb/>BMO.01.03.007.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.007.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Guilhermina Lora Poloni Costa;<lb/><lb/>BMO.01.03.007.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.007.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Guilhermina Lora Poloni Costa.</p>
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              <subject>Escola Municipal de Ensino Fundamental Catulo da Paixão Cearense</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Zilca Rossi Montanari</unittitle>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 120 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Gilmar Marcílio; Entrevista: Gilmar Marcílio, Jovita Galeão, Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 11 de novembro de 1992; Revisão: Sônia Storchi Fries, 02 de março de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, outubro de 2019</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento fez parte do projeto "A Cartilha do Guri - Histórias de sala de aula", realizado pelo Museu e Arquivo Municipal João Spadari Adami em 1991. O projeto culminou em uma exposição homônima. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 214, 215</p>
              </note>
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                <persname id="atom_118381_actor">Zilca Rossi Montanari</persname>
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              <note>
                <p>Zilca Rossi Montanari nasceu em 05 de maio de 1923, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Henrique Rossi e de Ernesta Storchi Rossi, imigrantes provenientes de Mântua, Itália. Estudou no Colégio Elementar José Bonifácio e na Escola Normal Duque de Caxias. Em 1943, cursou Educação Física na Escola Superior de Educação Física (ESEF) em Porto Alegre (RS). Iniciou o magistério em Lagoa Vermelha (RS). Lecionou no Grupo Escolar José de Alencar em São Francisco de Paula (RS).  Transferida para Caxias do Sul, foi professora no Grupo Escolar do Burgo (atual Escola Estadual de Ensino Fundamental Ivanyr Euclínia Marchioro). Lecionou no Grupo Escolar Emílio Meyer, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Penna de Moraes e na Escola Normal Duque de Caxias. Trabalhou no Colégio São Carlos após a aposentadoria.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Zilca Rossi Montanari, com ênfase na história de vida, na formação e na atuação como professora de Educação Física. Seu relato evidencia os seguintes temas: a Escola Normal Duque de Caxias; as aulas de Educação Física; o Grupo Escolar Emílio Meyer; entre outros.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.008.001.SIN<lb/>BMO.01.03.008.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Zilca Rossi Montanari;<lb/><lb/>BMO.01.03.008.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.008.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Zilca Rossi Montanari;<lb/><lb/>BMO.01.03.008.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.008.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Zilca Rossi Montanari;<lb/><lb/>BMO.01.03.008.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.008.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Zilca Rossi Montanari.</p>
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              <subject>Escola Normal Duque de Caxias</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 76 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Entrevista: Benardina Pereira; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 21 a 23 de março de 2001; Revisão: Sônia Storchi Fries, 30 de março de 2011</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento fez parte do projeto "A Cartilha do Guri - Histórias de sala de aula", realizado pelo Museu e Arquivo Municipal João Spadari Adami em 1991. O projeto culminou em uma exposição homônima. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 218</p>
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              <note>
                <p>Olindo Müller (Irmão Bonifácio) nasceu em  em 14 de julho de 1919, em Santo Cristo, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de José Müller e de Maria Müller. Cursou a Faculdade de Letras Clássica na Pontifícia Universidade Católica, chamada à época de Faculdade Livre. Em 1940, iniciou suas atividades no Colégio Nossa Senhora do Carmo, em Caxias do Sul. Em 1941, atuou no Colégio Santo Antônio e, posteriormente, no Colégio Nossa Senhora das Dores, em Porto Alegre (RS). Retornou às atividades no Carmo e após nove anos foi transferido para a Escola de Magistério da Faculdade La Salle de Canoas, onde permaneceu um ano. Em seguida, foi destacado para a abertura de um colégio no interior de São Paulo, na cidade de São Carlos, o atual Colégio Diocesano. Após esse período, retornou ao Colégio Nossa Senhora do Carmo. Em 1981, os Irmãos Lassalistas assumiram uma escola de três mil alunos pertencente à Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda (RJ), onde Irmão Bonifácio permaneceu por um ano. Na ocasião de seus noventa anos, foi homenageado pela Câmara dos Vereadores de Caxias do Sul. Foi responsável pelo Coral dos Canarinhos e um dos fundadores da Banda Marcial do Carmo, além de organista do colégio e da Catedral Diocesana. Na década de 1980, foi um dos fundadores do Núcleo Bandeirante da cidade. Atuou como representante do Carmo na Escola São Vicente, situada no Bairro Jardelino Ramos, propriedade dos Irmãos Lassalistas até 2006, quando passou a integrar às escolas municipais de Caxias do Sul. Faleceu em 16 de junho de 2015.</p>
              </note>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Olindo Müller (Irmão Bonifácio) sobre trajetória de vida e educação. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: vocação, Colégio Nossa Senhora do Carmo, metodologia lassalista, evasão escolar, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.009.001.SIN<lb/>BMO.01.03.009.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Olindo Müller;<lb/><lb/>BMO.01.03.009.003.AUD<lb/>Áudio da entrevista com Olindo Müller;<lb/><lb/>BMO.01.03.009.004.FG<lb/>Fita gravada da entrevista com Olindo Müller;<lb/><lb/>BMO.01.03.009.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.009.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Olindo Müller.</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Sônia Guimarães Rossato</unittitle>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 55 minutos**</p>
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                <p>Entrevista: Gilmar Marcílio; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 14 de juho de 2002; Revisão: Sônia Storchi Fries; Revisão: Fabiana Zanandrea, novembro de 2019</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento fez parte do projeto "A Cartilha do Guri - Histórias de sala de aula", realizado pelo Museu e Arquivo Municipal João Spadari Adami em 1991. O projeto culminou em uma exposição homônima. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 240</p>
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                <persname id="atom_118244_actor">Sônia Guimarães Rossato</persname>
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              <note>
                <p>Sônia Guimarães Rossato nasceu em 18 de setembro de 1915, filha de Inácio de Alencastro Guimarães e de Guilhermina Fontoura Guimarães. Atuou como professora primária de 1936 a 1962 no Colégio Elementar José Bonifácio. Faleceu em 11 de julho de 1992.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Sônia Guimarães Rossato sobre a sua atuação como professora primária entre as décadas de 1930 e 1950. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a relação com os estudantes, a presença de crianças com deficiência, entre outros.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.010.001.SIN<lb/>BMO.01.03.010.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Sônia Guimarães Rossato;<lb/><lb/>BMO.01.03.010.003.AUD<lb/>Áudio da entrevista com Sônia Guimarães Rossato;<lb/><lb/>BMO.01.03.010.004.FG<lb/>Fita gravada da entrevista com Sônia Guimarães Rossato;<lb/><lb/>BMO.01.03.010.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.010.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Sônia Guimarães Rossato.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118244_actor">Sônia Guimarães Rossato </persname>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Olga Ramos Brentano</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 110 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Gilmar Marcílio, Janete Zucolotto; Transcrição: Maria Beatriz Cabreira Necchi, março de 1993; Revisão: Sônia Storchi Fries, 23 de março de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, novembro de 2019</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento fez parte do projeto "A Cartilha do Guri - Histórias de sala de aula", realizado pelo Museu e Arquivo Municipal João Spadari Adami em 1991. O projeto culminou em uma exposição homônima. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 250, 251</p>
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              <note>
                <p>Olga Ramos Brentano nasceu em 19 de junho de 1917 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Silvério Ramos de Oliveira e de Maria Márcia de Oliveira. Seu pai foi o primeiro professor do município de Vacaria (RS) e atuou também como Inspetor Escolar do estado. Em Farroupilha (RS), a entrevistada lecionou no Grupo Escolar Farroupilha, na Escola Normal Ângelo Antonello, no Ginásio Senador Alberto Pasqualini, na Escola Técnica de Comércio e no Ginásio Nossa Senhora de Lourdes. Em Caxias do Sul (RS), lecionou no Ginásio da Escola Normal Duque de Caxias e no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza. Iniciou o magistério em 1939 e lecionou por quarenta e dois anos. Faleceu em 20 de setembro de 1996.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Olga Ramos Brentano, com ênfase em sua atuação como professora (1939-1981). Seu relato evidencia os seguintes temas: metodologia, teorias pedagógicas, avaliação, testes “ABC”, reformas da Língua Portuguesa, entre outros.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.011.001.SIN<lb/>BMO.01.03.011.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Olga Ramos Brentano;<lb/><lb/>BMO.01.03.011.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.011.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Olga Ramos Brentano;<lb/><lb/>BMO.01.03.011.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.011.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Olga Ramos Brentano;<lb/><lb/>BMO.01.03.011.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.011.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Olga Ramos Brentano.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118253_actor">Olga Ramos Brentano </persname>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 206 minutos**</p>
              </note>
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                <p>Pesquisa e roteiro: Gilmar Marcílio, Susana Storchi Grigoletto, Janete Zucolotto, Tânia Tonet; Entrevista: Gilmar Marcílio e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 10 de julho de 2003; Revisão: Sônia Storchi Fries, 18 de março de 2011</p>
              </note>
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                <p>O depoimento fez parte do projeto "A Cartilha do Guri - Histórias de sala de aula", realizado pelo Museu e Arquivo Municipal João Spadari Adami em 1991. O projeto culminou em uma exposição homônima. Também integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 252, 253, 254</p>
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                <p>Iró Nabinger Chiaradia nasceu dia 04 de março de 1921, em Montenegro, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de João Pedro Felipe Nabinger e de Elma Anna Joana Nabinger. Foi professora na Escola Estadual Henrique Emílio Meyer, de 1946 a 1967, e no Instituto Estadual Cristóvão de Mendoza, de 1957 a 1967, onde atuou também como vice-diretora em 1963 e como diretora de 1983 a 1985, após a aposentadoria. Em 1958, foi diretora da Escola Estadual Santa Catarina, onde se destacou na criação e na organização da escola. Foi Delegada da 4ª Delegacia de Ensino em 1974 e vereadora municipal pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA) entre 1973-1976. Faleceu em 1999.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Iró Nabinger Chiaradia sobre a atuação como diretora nas escolas Instituto Estadual de Educação Cristovão de Mendoza (1983-1985) e Escola Estadual de Ensino Médio Santa Catarina (1958-...). Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a vida de estudante no Colégio São José; os estudos como normalista; a criação da Escola Santa Catarina: o engajamento dos professores e da comunidade escolar, a relação professor-aluno; a legislação, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.012.001.SIN<lb/>BMO.01.03.012.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Iró Nabinger Chiaradia;<lb/><lb/>BMO.01.03.012.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.012.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.012.003.AUD-3<lb/>Áudios da entrevista com Iró Nabinger Chiaradia;<lb/><lb/>BMO.01.03.012.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.012.004.FG-2<lb/>BMO.01.03.012.004.FG-3<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Iró Nabinger Chiaradia;<lb/><lb/>BMO.01.03.012.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.012.005.DM-2<lb/>BMO.01.03.012.005.DM-3<lb/>BMO.01.03.012.005.DM-4<lb/>Discos de mídia da entrevista com Iró Nabinger Chiaradia.</p>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 72 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Anelise Cavagnolli, Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, março de 2000; Revisão: Sônia Storchi Fries, 25 de março de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, dezembro de 2019</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o Projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 255</p>
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                <persname id="atom_118202_actor">Juliana Lamb</persname>
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              <note>
                <p>Juliana Lamb nasceu em 15 de junho de 1910, Caxias do Sul,  Rio Grande do Sul (Brasil), filha de José Lamb e Filomena Pieruccini. Em 1930, concluiu o curso de Música no Conservatório de Porto Alegre (RS) e, em 1946, realizou aperfeiçoamento no Rio de Janeiro (RJ), instruída pelo Maestro Villa-Lobos. Exerceu o magistério de 1938 a 1980. Lecionou na Escola Normal Duque de Caxias, no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza e na Escola Municipal de Belas Artes. Faleceu em 2005.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Juliana Lamb, com ênfase em sua atuação como professora de Música, profissão que exerceu de 1938 a 1980. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a formação com o Maestro Villa-Lobos; as aulas de música; a metodologia; as datas comemorativas, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.013.001.SIN<lb/>BMO.01.03.013.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Juliana Lamb;<lb/><lb/>BMO.01.03.013.003.AUD<lb/>Áudio da entrevista com Juliana Lamb;<lb/><lb/>BMO.01.03.013.004.FG<lb/>Fita gravada da entrevista com Juliana Lamb;<lb/><lb/>BMO.01.03.013.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.013.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Juliana Lamb.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118202_actor">Juliana Lamb </persname>
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              <subject>Educação</subject>
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              <p>Fita original danificada, com trechos emendados.</p>
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                <p>Publicado</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 120 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 25 de abril de 2006; Revisão: Sônia Sorchi Fries, 29 de agosto de 2011; Revisão: Fabiana Zanandrea, dezembro de 2019</p>
              </note>
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                <p>O depoimento integrou os projetos "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital" e “30 Anos do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami”</p>
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                <p>Código da entrevista na base ABCD: FG 620, 621</p>
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                <persname id="atom_118273_actor">Santina Barp Amorim</persname>
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              <note>
                <p>Santina Barp Amorin nasceu dia 13 de outubro de 1930, na Vila Segredo, em Vacaria, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Victório Barp e de Madalena Agostini Barp. Foi professora, supervisora de ensino e, posteriormente, Secretária da Educação e Cultura do município de Caxias do Sul, entre 1973 e 1976. Na década de 1970, exerceu a atividade de secretária executiva do Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral). Em 1977, atuou como orientadora educacional no Colégio Estadual Santa Catarina. Foi responsável pela fundação do Centro Olímpico de Caxias do Sul, pela criação dos símbolos do brasão e da bandeira do município.  As criações do Museu Ambiência Casa de Pedra, do Museu Municipal e do Arquivo Histórico Municipal se deram durante a sua administração como secretária. Faleceu em 2018.</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Santina Barp Amorin sobre a história de vida e a atuação como Secretária da Educação e Cultura durante a administração do prefeito Mário Ramos, em Caxias do Sul. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: Museu Municipal, Museu Ambiência Casa de Pedra, Arquivo Histórico Municipal, Coral Madrigal, Centenário da Imigração Italiana, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.014.001.SIN<lb/>BMO.01.03.014.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Santina Barp Amorim;<lb/><lb/>BMO.01.03.014.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.014.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Santina Barp Amorim;<lb/><lb/>BMO.01.03.014.004.FG-1<lb/>BMO.01.03.014.004.FG-2<lb/>Fitas gravadas da entrevista com Santina Barp Amorim;<lb/><lb/>BMO.01.03.014.005.DM-1<lb/>BMO.01.03.014.005.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Santina Barp Amorim.</p>
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              <subject>Secretaria Municipal da Educação e Cultura</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Nair Maria Bertelli Costa</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 57 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries, Denise Pellini; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 24, 25 e 27 de agosto de 2007; Revisão: Sônia Storchi Fries, 27 de agosto de 2007</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos “A memória do esporte e da Educação Física em Caxias do Sul” e "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital"</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 002</p>
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                <persname id="atom_118283_actor">Nair Maria Bertelli Costa</persname>
                <corpname id="atom_118284_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Nair Bertelli Costa nasceu no dia 26 de novembro de 1918, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Rosa Rossi Bertelli e do imigrante italiano Hermógenes Bertelli. Estudou no Colégio Elementar José Bonifácio e na Escola Complementar de Caxias. Em 1942, ingressou na Escola Superior de Educação Física (ESEF) em Porto Alegre (RS). Iniciou o magistério na Escola Frei Caneca, em Otávio Rocha, Flores da Cunha (RS). Em Caxias, lecionou no Grupo Escolar Maguari, onde ingressou em 1945, nos Colégios São José, São Carlos e Sacré-Couer de Marie, no Colégio São Luis, pertencente à Vinícola Luiz Antunes e Cia, na Escola Normal Duque de Caxias e na Escola Estadual de Ensino Fundamental Clemente Pinto.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <p>Publicado</p>
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            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Nair Bertelli Costa, com ênfase na história de vida, na formação e na atuação como professora de Educação Física. Seu relato evidencia os seguintes temas: formação na Escola Superior de Educação Física (ESEF), magistério, Esporte Clube Flamengo (Ser Caxias) e Esporte Clube Juventude, incêndio no Cine Theatro Apollo, entre outros.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.015.001.SIN<lb/>BMO.01.03.015.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Nair Maria Bertelli Costa;<lb/><lb/>BMO.01.03.015.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.015.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Nair Maria Bertelli Costa;<lb/><lb/>BMO.01.03.015.004.DM<lb/>Disco de mídia da entrevista com Nair Maria Bertelli Costa.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_118283_actor">Nair Maria Bertelli Costa </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118284_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Educação Física</subject>
              <subject>Magistério</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Nair Maria Bertelli Costa</unittitle>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Aura Ribeiro Mendes da Silva</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 126 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 11, 12 e 13 de agosto de 2007; Revisão: Sônia Storchi Fries, 15 de agosto de 2007; Revisão: Fabiana Zanandrea, 28 de junho de 2018</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos “A memória do esporte em Caxias do Sul” e "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 003, 004</p>
              </note>
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                <persname id="atom_118153_actor">Aura Ribeiro Mendes da Silva</persname>
                <corpname id="atom_118154_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Aura Ribeiro Mendes da Silva nasceu no dia 02 de abril de 1922, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Américo Ribeiro Mendes e de Antonieta Amoretti Mendes. Neta de Antônio José Ribeiro Mendes, que teria sido responsável pela condução da primeira leva de imigrantes italianos do Rio de Janeiro a Caxias. O pai de Aura criou a Tipografia e a Livraria Mendes, foi também um dos fundadores do Clube Juvenil, assim como do primeiro Círculo de Pais em Mestres, vinculado à Escola Complementar de Caxias. O avô materno, Nicolau Amoretti, criou a Associação Comercial, atual Câmara de Indústria e Comércio (CIC) da cidade. A entrevistada estudou na Escola Complementar de Caxias (denominada Escola Normal Duque de Caxias em 1943) e, em 1942, cursou a Escola Superior de Educação Física (ESEF), em Porto Alegre. Lecionou na Escola Bento Gonçalves da Silva, localizada na cidade de Bento Gonçalves, no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer, onde implementou o uso do calção esportivo para as meninas e no Instituto Estadual de Educação Cristovão de Mendoza, onde treinou as equipes de voleibol feminino e permaneceu até a aposentadoria. Hospitalizada devido à uma fratura no fêmur, faleceu no dia 15 de junho de 2021.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Aura Ribeiro Mendes da Silva, com ênfase na história de vida e na atuação como professora de Educação Física em escolas públicas de Caxias do Sul. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: as realizações do pai Américo Ribeiro Mendes; a educação na Escola Complementar de Caxias e, na década de 1940, a formação em Educação Física na Escola Superior de Educação Física (ESEF), atual faculdade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; os treinos na escola Cristovão de Mendoza; as competições, os troféus, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.016.001.SIN<lb/>BMO.01.03.016.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Aura Ribeiro Mendes da Silva;<lb/><lb/>BMO.01.03.016.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.016.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.016.003.AUD-3<lb/>BMO.01.03.016.003.AUD-4<lb/>BMO.01.03.016.003.AUD-5<lb/>Áudios da entrevista com Aura Ribeiro Mendes da Silva;<lb/><lb/>BMO.01.03.016.004.DM-1<lb/>BMO.01.03.016.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Aura Ribeiro Mendes da Silva.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118153_actor">Aura Ribeiro Mendes da Silva </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118154_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Imigração</subject>
              <subject>CTG Luz de Candeeiro</subject>
              <subject>jornais</subject>
              <subject>Clube Juvenil</subject>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Esporte</subject>
              <subject>Educação Física</subject>
              <subject>voleibol</subject>
              <subject>Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer</subject>
              <subject>Escola Normal Duque de Caxias</subject>
              <subject>Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza</subject>
              <subject>campeonatos escolares</subject>
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                <p>Publicado</p>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 110 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e entrevista: Sônia Storchi Fries; Revisão: Sônia Storchi Fries, 12 de março de 2008; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 11 e 12 de março de 2008; Denise Pellini, 15 e 16 de outubro de 2008; Revisão: Fabiana Zanandrea, setembro de 2019</p>
              </note>
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                <p>A entrevista foi revisada pelo depoente que inseriu alguns acréscimos.</p>
              </note>
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                <p>O depoimento integrou os projetos “A memória do esporte em Caxias do Sul” e "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital."</p>
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                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 043, 044</p>
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              <note>
                <p>Juliano de Moraes Viegas nasceu no dia 23 de fevereiro de 1940, filho de Serafim Luís Viegas e de Aracy de Moraes Viegas, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Realizou o primário no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer, o ginásio na Escola Normal Duque de Caxias e o Científico no Colégio Nossa Senhora do Carmo. Cursou Educação Física na Escola Superior de Educação Física (ESEF), atual Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e realizou Pós-Graduação em Recreação e Educação Física Escolar na mesma instituição. Lecionou no Ginásio Estadual de Encruzilhada do Sul, de 1961 a julho de 1963, no Instituto Estadual de Educação Cristovão de Mendoza, a partir de agosto de 1963, no Colégio La Salle, na Escola Madre Imilda, na E.E.E.F Dante Marcucci, na Escola Estadual Coronel José Penna de Moraes e no Centro Técnico Social (Murialdo). Atuou na Delegacia de Educação na década de 1970. Em 1983, dirigiu o Departamento Municipal de Esportes e Recreação (DEMER). Foi presidente da Organização Não Governamental Associação Criança Feliz.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Juliano de Moraes Viegas com ênfase na formação e na atuação como professor de Educação Física. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: as aulas de Educação Física na infância e na adolescência; a organização curricular na faculdade de Educação Física (ESEF); a atuação no Departamento Municipal de Esportes e Recreação (DEMER) e na Organização Não Governamental Associação Criança Feliz; as aulas no Instituto Estadual de Educação Cristovão de Mendoza, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.017.001.SIN<lb/>BMO.01.03.017.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Juliano de Moraes Viegas;<lb/><lb/>BMO.01.03.017.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.017.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.017.003.AUD-3<lb/>BMO.01.03.017.003.AUD-4<lb/>Áudios da entrevista com Juliano de Moraes Viegas;<lb/><lb/>BMO.01.03.017.004.DM-1<lb/>BMO.01.03.017.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Juliano de Moraes Viegas.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118307_actor">Juliano de Moraes Viegas </persname>
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              <subject>Educação</subject>
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              <subject>Educação Física</subject>
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              <subject>Escola Normal Duque de Caxias</subject>
              <subject>Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza</subject>
              <subject>Escola Superior de Educação Física (ESEF)</subject>
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              <subject>Associação Criança Feliz</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Juliano de Moraes Viegas</unittitle>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Segunda entrevista Zilca Rossi Montanari</unittitle>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 137 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries, Susana Storchi, Anthony Beux; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 08, 09, 13 e 14 de janeiro de 2009; Revisão: Sônia Storchi Fries, 14 de janeiro de 2009; Revisão: Fabiana Zanandrea, outubro de 2019</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos “A memória do esporte em Caxias do Sul” e "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital".</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 053, 054</p>
              </note>
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                <persname id="atom_118766_actor">Zilca Rossi Montanari</persname>
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              <note>
                <p>Zilca Rossi Montanari nasceu em 05 de maio de 1923, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Henrique Rossi e de Ernesta Storchi Rossi, imigrantes provenientes de Mântua, Itália. Estudou no Colégio Elementar José Bonifácio e na Escola Normal Duque de Caxias. Em 1943, cursou Educação Física na Escola Superior de Educação Física (ESEF) em Porto Alegre (RS). Iniciou o magistério em Lagoa Vermelha (RS). Lecionou no Grupo Escolar José de Alencar em São Francisco de Paula (RS).  Transferida para Caxias do Sul, foi professora no Grupo Escolar do Burgo (atual Escola Estadual de Ensino Fundamental Ivanyr Euclínia Marchioro). Lecionou no Grupo Escolar Emílio Meyer, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Penna de Moraes e na Escola Normal Duque de Caxias. Trabalhou no Colégio São Carlos após a aposentadoria.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Zilca Rossi Montanari, com ênfase na história de vida, na formação e na atuação como professora de Educação Física. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a imigração dos avós italianos; o estabelecimento das famílias em Caxias; o Bairro São Pelegrino; a Praça Dante Marcucci; a Estação Férrea; a formação na Escola Superior de Educação Física (ESEF), atual faculdade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; a atuação como professora; entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.018.001.SIN<lb/>BMO.01.03.018.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da segunda entrevista com Zilca Rossi Montanari;<lb/><lb/>BMO.01.03.018.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.018.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.018.003.AUD-3<lb/>BMO.01.03.018.003.AUD-4<lb/>BMO.01.03.018.003.AUD-5<lb/>BMO.01.03.018.003.AUD-6<lb/>Áudios da segunda entrevista com Zilca Rossi Montanari;<lb/><lb/>BMO.01.03.018.004.DM-1<lb/>BMO.01.03.018.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da segunda entrevista com Zilca Rossi Montanari.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118766_actor">Zilca Rossi Montanari </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Imigração</subject>
              <subject>Educação</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Laura Maria Balconi Chiaradia</unittitle>
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                <language langcode="por">português do Brasil</language>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 91 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Bárbara Lawrens Netto em 03, 04 e 05 de setembro de 2012; Revisão: Sônia Storchi Fries em 19 e 21 de setembro de 2012; Revisão: Fabiana Zanandrea, novembro de 2019</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou o projeto "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital." A entrevista fez parte também das atividades de preservação dos pavilhões industriais da MAESA realizadas em 14 de setembro de 2012.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 162, 163.</p>
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                <persname id="atom_118314_actor">Laura Maria Balconi Chiaradia</persname>
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                <p>Laura Maria Balconi Chiaradia nasceu em 5 de abril de 1925, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul  (Brasil), filha de João Balconi e da imigrante italiana Giulia Del Angelo, proveniente de Bergamo, na Lombardia. Casou-se em 14 de setembro de 1945 com Giovanni Chiaradia com quem teve três filhos. Foi professora alfabetizadora no Grupo Escolar Henrique Emílio Meyer a partir da década de 1950 até meados de 1970. Faleceu em 2017.</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Laura Maria Balconi Chiaradia, com ênfase na história de vida e na história do Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer. Seu relato evidencia os seguintes temas: a família Carbone, o magistério, as denominações do bairro Nossa Senhora de Lourdes.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.019.001.SIN<lb/>BMO.01.03.019.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Laura Maria Balconi Chiaradia;<lb/><lb/>BMO.01.03.019.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.019.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.019.003.AUD-3<lb/>BMO.01.03.019.003.AUD-4<lb/>BMO.01.03.019.003.AUD-5<lb/>BMO.01.03.019.003.AUD-6<lb/>Áudios da entrevista com Laura Maria Balconi Chiaradia;<lb/><lb/>BMO.01.03.019.004.DM-1<lb/>BMO.01.03.019.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Laura Maria Balconi Chiaradia.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118314_actor">Laura Maria Balconi Chiaradia </persname>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Segunda entrevista com Louseno Menegotto</unittitle>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 146 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 22, 23,24, 25, 26 e 27 de setembro de 2012; Revisão: Sônia Storchi Fries, 01 de outubro de 2012; Revisão: Fabiana Zanandrea, maio de 2020.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos “A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital” e “Complexo MAESA e seu entorno – preservação”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 171, 172.</p>
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                <persname id="atom_118807_actor">Louseno Menegotto</persname>
                <corpname id="atom_118808_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Louseno Menegotto nasceu no dia nasceu no dia 25 de junho de 1928, filho de Luiz Menegotto e de Laura Maria Ramon Menegotto, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Estudou no Seminário Nossa Senhora Aparecida e no Seminário Maior Conceição, em São Leopoldo. Cursou Direito em Caxias do Sul. Foi professor no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de 1951 a 1976. Casou-se com Syria Antônia Detânico em 1955, com quem teve duas filhas e um filho. Fundou a Eletrônica Menegotto em 1959. Foi também um dos fundadores da empresa INTRAL (1950). Participou do Coral Santa Teresa. Atuou como vereador pela ARENA entre 1968 e 1972. Presidiu o Aeroclube de Caxias do Sul.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Louseno Menegotto com ênfase na história de vida e na atuação como professor no SENAI – Nilo Peçanha, em Caxias do Sul. Seu relato evidencia também os seguintes aspectos: a vivência no seminário e o interesse pela eletrônica, a participação no Coral Santa Teresa, a vereança e a construção da escola Aristides Germani, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.020.001.SIN<lb/>BMO.01.03.020.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da segunda entrevista com Louseno Menegotto;<lb/><lb/>BMO.01.03.020.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.020.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.020.003.AUD-3<lb/>BMO.01.03.020.003.AUD-4<lb/>BMO.01.03.020.003.AUD-5<lb/>BMO.01.03.020.003.AUD-6<lb/>BMO.01.03.020.003.AUD-7<lb/>Áudios da segunda entrevista com Louseno Menegotto;<lb/><lb/>BMO.01.03.020.004.DM-1<lb/>BMO.01.03.020.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da segunda entrevista com Louseno Menegotto.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118807_actor">Louseno Menegotto </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_118808_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI)</subject>
              <subject>Escola Estadual de Ensino Médio Cavalheiro Aristides Germani</subject>
              <subject>Coral Santa Teresa</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Saul João Devenz</unittitle>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 45 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 29 e 30 de janeiro de 2013; Revisão: Sônia Storchi Fries, 30 de janeiro de 2013; Revisão: Fabiana Zanandrea, junho de 2020.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital" e “Complexo MAESA e seu entorno – preservação”.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 173.</p>
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              <note>
                <p>Saul João Devenz nasceu no dia nove de novembro de 1955, filho de Alcides João Devenz e de  Zélia Catarina Mezzomo Devenz, em Flores da Cunha, Rio Grande do Sul (Brasil). O pai foi professor de “leitura e interpretação de desenho”, no SENAI – Nilo Peçanha, durante trinta e nove anos. O entrevistado estudou no Instituto de Educação Cristóvão de Mendoza e no SENAI. Trabalhou na Robertshaw do Brasil em 1974. Ainda na instituição SENAI, foi professor de mecânica, entre 1977 e 1992, e a partir de 1992 exerceu o cargo de diretor. Em 2012, ano da entrevista, continuava atuando como diretor dessa instituição.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Saul João Devenz com ênfase na atuação como professor e diretor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) – Nilo Peçanha. Seu relato evidencia também os seguintes aspectos: o estabelecimento da empresa Robertshaw do Brasil em Caxias do Sul, as unidades de ensino do SENAI, a relação do SENAI com a Metalúrgica Abramo Eberle, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.021.001.SIN<lb/>BMO.01.03.021.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Saul João Devenz;<lb/><lb/>BMO.01.03.021.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.021.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Saul João Devenz;<lb/><lb/>BMO.01.03.021.004.DM<lb/>Discos de mídia da entrevista com Saul João Devenz;</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_118324_actor">Saul João Devenz </persname>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 187 minutos**</p>
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                <p>Entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Bárbara Lawrenz Netto, de 24 a 31 de outubro, e de 1 a 9 de novembro de 2012; Revisão: Sônia Storchi Fries, em 16 de novembro de 2012; Revisão: Fabiana Zanandrea, agosto de 2020</p>
              </note>
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                <p>O depoimento integrou os projetos "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital" e “Complexo MAESA e seu entorno – preservação”</p>
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                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 176, 177, 178</p>
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              <note>
                <p>Roni Rosa nasceu no dia onze de abril de 1945 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Mário Rosa e de Irena Rosa. Estudou no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer e no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI – Nilo Peçanha), em Caxias do Sul. Trabalhou na Metalúrgica Abramo Eberle e foi professor instrutor do SENAI, onde se aposentou.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Roni Rosa com ênfase na história de vida e na atuação no SENAI – Nilo Peçanha. Seu relato evidencia também os seguintes aspectos: as atividades da avó parteira Marieta Rosa, os estabelecimentos comerciais do Bairro Nossa Senhora de Lourdes, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.022.001.SIN<lb/>BMO.01.03.022.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Roni Rosa;<lb/><lb/>BMO.01.03.022.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.022.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.022.003.AUD-3<lb/>BMO.01.03.022.003.AUD-4<lb/>BMO.01.03.022.003.AUD-5<lb/>Áudios da entrevista com Roni Rosa;<lb/><lb/>BMO.01.03.022.004.DM-1<lb/>BMO.01.03.022.004.DM-2<lb/>BMO.01.03.022.004.DM-3<lb/>Discos de mídia da entrevista com Roni Rosa.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Sônia Storchi Fries; Entrevista: Sônia Storchi Fries e Bárbara Lawrenz Netto; Transcrição: Bárbara Lawrenz Netto, 10 a 14 de dezembro de 2012; Sônia Storchi Fries, 26 de dezembro de 2012; Revisão: Sônia Storchi Fries, 17 de janeiro de 2013; Revisão: Fabiana Zanandrea, setembro de 2020.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>O depoimento integrou os projetos "A Voz da Memória - o passado preservado na tecnologia digital" e “Complexo MAESA e seu entorno – preservação”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: CD 181, 182.</p>
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              <note>
                <p>Roberto Segalla nasceu no dia 15 de dezembro de 1925, filho de Antônio Segalla e de Maria Panarotto Segalla, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Estudou na Escola Elementar José Bonifácio e no Colégio Nossa Senhora do Carmo. Trabalhou na Metalúrgica Abramo Eberle e foi professor instrutor do SENAI Nilo Peçanha.</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Roberto Segalla com ênfase na história de vida e na atuação no SENAI – Nilo Peçanha.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.023.001.SIN<lb/>BMO.01.03.023.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Roberto Segalla;<lb/><lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-3<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-4<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-5<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-6<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-7<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-8<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-9<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-10<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-11<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-12<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-13<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-14<lb/>BMO.01.03.023.003.AUD-15<lb/>Áudios da entrevista com Roberto Segalla;<lb/><lb/>BMO.01.03.023.004.DM-1<lb/>BMO.01.03.023.004.DM-2<lb/>Discos de mídia da entrevista com Roberto Segalla.</p>
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                <p>Gemma Martinato Callegari nasceu no dia oito de junho de 1923, na cidade de Rio Grande, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Guerrino Martinato e de Marguerita Giacomini Martinato. Casou-se com Danilo Calegari, com quem teve três filhos. Estudou no Colégio São José, em Caxias do Sul, e em 1941 ingressou na Escola Superior de Educação Física (ESEF), em Porto Alegre (RS). Lecionou em Passo Fundo (RS) e no Grupo Escolar Getúlio Vargas, em Bento Gonçalves (RS). Em Caxias do Sul, lecionou no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer e na Escola Normal Duque de Caxias, posteriormente nomeada Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza.</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <p>Publicado</p>
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            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Isabel e Juvelino Daneluz</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-03-025-H453</unitid>
              <unitdate normal="2023/2024" encodinganalog="3.1.3">08/03/2023</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">português do Brasil</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 113 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, abril, maio e junho de 2023; Revisão: Fabiana Zanandrea, 06 e 13 de julho de 2023.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Documentos de áudio natos digitais produzidos em gravador portátil.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 453.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_119117_actor">Isabel Daneluz</persname>
                <persname id="atom_119118_actor">Juvelino Daneluz</persname>
                <corpname id="atom_119119_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-18bd23a1c50ecbfbec6bc356215df885" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Isabel Daneluz nasceu no dia doze de novembro de 1944 em Santa Lúcia do Piaí, município de Caxias do sul (RS), filha de Atílio Frizzo e Vitalina Ferrazza Frizzo. Estudou na Escola Madre Imilda, onde realizou a formação de nível médio em magistério. A entrevistada foi professora de alfabetização. Casou-se em janeiro de 1973 com Juvelio Daneluz. Iniciou a docência na escola de Santa Lúcia do Piaí. Na Escola Aquilino Zatti foi professora até aposentar-se.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-f1175fd8318a7e2699b6bc3c58ff8c5f" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Juvelino Daneluz nasceu dia quinze de agosto de 1944, em Santa Lúcia do Piaí, município de Caxias do Sul (RS), na localidade de Camaldoli, filho de Pedro Daneluz e de Bernardina Andreatta Daneluz. Estudou na Escola Murialdo de Ana Rech. Casou-se em janeiro de 1973 com Isabel Frizzo. Formou-se professor rural em 1962. Iniciou a docência no ano de 1964 na escola Doutor Abelardo José Nacul, em Capão Bonito (RS), à época pertencente a Lagoa Vermelha (RS); foi professor, secretário e bibliotecário na Escola Professor Apolinário Alves dos Santos, onde se aposentou após quatorze anos de atuação. Fundou a Agropecuária Daneluz, atualmente administrada pelos filhos. Juvelino é um declamador conhecido na região da serra por recitar e criar poesias gaúchas.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Isabel e Juvelino Daneluz, com ênfase nas histórias de vida e nas atuações como professores na rede pública de ensino. O relato evidencia os seguintes aspectos: o Instituto Santa Teresinha, o teatro na infância, a Congregação Camaldulense, a docência, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.03.025.001.SIN<lb/>BMO.01.03.025.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Isabel e Juvelino Daneluz;<lb/><lb/>BMO.01.03.025.003.AUD-1<lb/>BMO.01.03.025.003.AUD-2<lb/>BMO.01.03.025.003.AUD-3<lb/>Áudios da entrevista com Isabel e Juvelino Daneluz;</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_119117_actor">Isabel Daneluz </persname>
              <persname role="Produtor" id="atom_119118_actor">Juvelino Daneluz </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_119119_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Alfabetização</subject>
              <subject>Declamação</subject>
              <subject>Tradicionalismo</subject>
              <subject>Instituto Santa Teresinha</subject>
              <subject>Colégio Madre Imilda</subject>
            </controlaccess>
            <phystech encodinganalog="3.4.3">
              <p>Audibilidade boa.</p>
            </phystech>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Isabel e Juvelino Daneluz</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-03-025-H453-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">13/06/2024</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/4/5/2/452e0c0f6ed54a142a6199cab615dff7fe2ea7d24c9f686d4284c1943187c51d/BMO_01.03.025_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Projeto Vozes da Terra**</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04</unitid>
            <unitdate normal="1995/1996" encodinganalog="3.1.3">1995 - 1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        25 (vinte e cinco) fitas cassete, 50 (cinquenta) discos de mídia, 25 (vinte e cinco) documentos eletrônicos de áudio, 34 (trinta e quatro) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>As transcrições das entrevistas que fazem parte deste projeto estão disponíveis na íntegra.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Revisão e Indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Os documentos referem-se ao projeto desenvolvido em virtude dos 120 anos da imigração em Caxias do Sul (1995-1996), em uma parceria do AHMJSA com a Rádio São Francisco. As temáticas presentes nas entrevistas abrangem aspectos como ocupação territorial, atividades econômicas, política, cultura e religiosidade dos imigrantes e seus descendentes.</p>
          </scopecontent>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>![AHMJSA_Divulgacao](https://i.postimg.cc/rytFWJRn/Projeto-Vozes-Capa.png)<lb/><lb/>&gt;**Em consonância com os preceitos da História Pública, o AHMJSA, por meio da Unidade Banco de Memória Oral, disponibiliza aos pesquisadores e à comunidade em geral, trinta e quatro entrevistas realizadas como parte dos eventos alusivos aos 120 Anos da Imigração Italiana no Rio Grande do Sul (1995).**<lb/><lb/>Com a premissa de que a História Pública se escreve com a comunidade, de modo a tecer caminhos e interlocuções entre passado e presente, os documentos foram elaborados com base na História Oral e criados por meio da interação entre entrevistador/entrevistado. O momento escolhido para a divulgação dos relatos em sua integralidade, neste ano de 2025, é os 150 anos da chegada desses imigrantes ao território.<lb/><lb/>Cabe ressaltar as ações do AHMJSA ao abrir cada vez mais suas portas à comunidade em geral, tornando-se palco de debates históricos prementes como a presença dos povos indígenas na região; migrações contemporâneas; movimento negro; identidades; gênero e raça; inclusão social, entre outros temas. Nesse sentido, os eventos culturais e os projetos desenvolvidos pelo Arquivo Histórico têm a finalidade de promover o debate e a proximidade com a população. A participação da Unidade Banco de Memória Oral se dá com a escuta dessa sociedade em constante transformação, além de salvaguardar e divulgar as narrativas, sejam elas histórias de vida e/ou relatos temáticos. O diálogo com a comunidade, - por meio de visitas guiadas, eventos, pesquisas presenciais e publicização do acervo na Plataforma AtoM -, promove mútua aprendizagem ao deslocar o lugar da instituição pública para a proximidade dos diferentes contextos sociais que a cercam e que a viabilizam.<lb/><lb/>Nesse território, cada vez mais plural, culturas de ontem e de hoje se entrelaçam e se desdobram em documentos que, à luz da análise, podem colaborar na compreensão de distintas visões de mundo. Como parte de iniciativas culturais que remontam ao início de sua história, o AHMJSA desenvolveu o  projeto Vozes da Terra em parceria com a Rádio São Francisco, ao participar com documentos iconográficos e com a realização de entrevistas. As entrevistas que compõem o projeto foram posteriormente editadas e reproduzidas pela rádio e integradas à programação, a fim de divulgar a história da ocupação territorial pelos imigrantes europeus a partir de 1875. Esse projeto foi iniciado em maio de 1995, mês da chegada ao território, estendendo-se até maio de 1996. O intuito das entrevistas era conhecer a trajetória vivida pelos primeiros imigrantes por meio das reminiscências dos seus descendentes.<lb/><lb/>&gt;_Extraído da edição de 21/12/1995 do jornal Pioneiro._ |<lb/>----- | -----<lb/>![AHMJSA_Divulgacao](https://i.postimg.cc/8C1V0d5S/1995-12-21-092651.jpg)<lb/><lb/>Os temas que nortearam a pesquisa e fundamentaram os roteiros das entrevistas foram a partida; a chegada à “Nova Terra”; a ocupação territorial; o trabalho agrícola, o comércio e o processo de industrialização; a fisionomia urbana e rural; a religiosidade; o lazer; os movimentos políticos; os meios de transporte; as Festas da Uva; a educação e as manifestações culturais. Nesse processo, coube à Unidade Arquivos Privados e ao Banco de Memória Oral o contato  com os descendentes de imigrantes selecionados, a realização das entrevistas, bem como a elaboração dos roteiros. Todos as entrevistas foram realizadas e editadas nos estúdios da Rádio São Francisco. A Unidade Arquivos Privados, por sua vez, participou com o Projeto Retratos de Memória, em parceria com o Jornal Correio Riograndense, utilizando-se dos mesmos temas do projeto Vozes da Terra. Ambos os projetos culminaram na “Exposição Vozes e Imagens – uma memória de 120 anos”, desenvolvida em parceria entre o Museu e Arquivo Histórico Municipal, o Jornal Correio Riograndense e a rádio São Francisco, com o patrocínio da empresa Lupatec S/A. Nessa exposição, fotografias reproduzidas pelo fotógrafo Ruy Varella foram acompanhadas da sonorização de trechos das entrevistas.<lb/><lb/>_Referências:_<lb/>_Relatório da Comissão de Eventos dos 120 Anos de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul – Comissão de Eventos – 20 de Junho de 1995. Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami - Unidade Arquivo Público. Caxias do Sul, 1995._</p>
          </custodhist>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com o objetivo de resguardar o interesse público e cumprir a legislação vigente sobre o direito autoral (Lei nº 9.610/98) e de acordo com a política nacional de arquivos públicos e privados (Lei nº 8.159/91), o usuário compromete-se a citar a autoria do documento reproduzido, bem como o nome da instituição que detém a guarda do original.<lb/>Em caso de citação de qualquer documento do acervo, o usuário compromete-se a realizar a indicação de fonte, autoria, local, data do documento e acervo.<lb/>É obrigatório manter a integridade da imagem do documento original. Estará sujeito à responsabilidade penal, civil e/ou administrativa aquele que utilizar os documentos reproduzidos de forma indevida.<lb/>É vedada a veiculação da imagem em sítios da internet e páginas de redes sociais.<lb/>Em caso de dúvida, entre em contato com a administração do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami para solicitar esclarecimentos por meio do telefone: (54) 3901.1318 e do e-mail: memoriaoral@caxias.rs.gov.br</p>
          </userestrict>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com José Zanrosso</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-001-F172</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">23/05/1995</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 15 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Sônia Storchi Fries, agosto de 1995; Revisão: Sônia Storchi Fries, 23 de dezembro de 2010, Graciela Deon Rodrigues, 03 de janeiro de 2025 e Fabiana Zanandrea, 03 de fevereiro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 172.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nessa mesma fita, FG 172, também encontram-se os depoimentos de Ulysses Geremia, de Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin. </p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_127373_actor">José Zanrosso</persname>
                <corpname id="atom_127374_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-b17d424cbe72fa7d55a157cd63da1036" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>José Zanrosso (1934-2007), filho de Ernesto Zanrosso e Ema Balico Zanrosso, e neto de imigrantes provenientes de Monte Magrè, Veneto [Itália], chegados à região por volta de 1890. José Zanrosso casou-se com Antonieta Casagrande, com quem teve quatro filhos. Foi agricultor na colônia localizada em Nossa Senhora da Saúde, herdada dos antepassados europeus. Dentre os costumes, a religiosidade é destacada, o lazer ficava por conta do jogo de bochas e de cartas, como, por exemplo, o quatrilho e o dubelon.<lb/>Fonte: informações obtidas nas entrevistas e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista com José Zanrosso, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese e TRA -Transcrição da entrevista com José Zanrosso;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com José Zanrosso;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com José Zanrosso;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com José Zanrosso;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com José Zanrosso.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_127373_actor">José Zanrosso </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127374_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com José Zanrosso</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-001-F172-SIN-TRA</unitid>
                <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">02/2025</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/a/3/2/a327244a745c27581df17eb343a18d8d491474175fd1a52a4419e369c7fd6e97/BMO_01.04.001_002_F172_SIN-TRA.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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                <p>Publicado</p>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com José Zanrosso</unittitle>
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        01 (um) trecho de áudio com duração de 1min35seg.    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-002-F172</unitid>
              <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">23/05/1995</unitdate>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 20 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, agosto de 1995; Revisão: Sônia Storchi Fries, 22 de dezembro de 2010; Graciela Deon Rodrigues, 02 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 04 de fevereiro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 172.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nessa mesma fita, FG 172, também encontram-se os depoimentos de José Zanrosso e Ulysses Geremia. </p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <famname id="atom_127388_actor">Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin</famname>
                <corpname id="atom_127389_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            </did>
            <bioghist id="md5-c590d72c351e2ac3b0b105bee546a5e4" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Ermelinda Cavinatto (f. 1996) nasceu dia dezesseis de setembro de 1905 e Vanda Cavinatto Spiegeorin em trinta de julho de 1916, filhas do imigrante italiano Ludovico Cavinatto e de Getúlia Cavinatto Bernardi, ele oriundo de Padova [Italia]. A família de Cavinatto imigrou ao Brasil em 1891, estabelecendo-se inicialmente em São Paulo, onde trabalhou na produção cafeeira. Em 1918, a família transferiu-se para Caxias. O pai, Ludovico Cavinatto (1877-1948), era serralheiro e produtor vitivinícola, responsável por trazer à cidade diferentes qualidades de uva, provenientes de São Paulo e da Itália. Com essas variedades, produzia enxertos para a produção de uvas finas na Estação Experimental de Viticultura e Enologia. Sua propriedade, no Travessão Thompson Flores, transformou-se em “Granja Modelo”. Foi presidente do Instituto do Vinho, responsável pelo controle do preço, qualidade e venda do produto. Pela qualidade do seu trabalho recebeu diversos prêmios e menções honrosas. As filhas trabalharam com o pai auxiliando no processo de produção caracterizado pela agricultura familiar típica da Região Colonial Italiana.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e na pesquisa em periódicos da cidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin;<lb/>AUD-  Áudio da entrevista com Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin.</p>
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              <famname role="Produtor" id="atom_127388_actor">Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin </famname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127389_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Ermelinda Cavinatto Giongo e Vanda Cavinatto Spiegeorin</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-002-F172-SIN-TRA</unitid>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com Ermelinda Cavinato e Vanda Cavinato Spiegeorin</unittitle>
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        01 (um) trecho de áudio com duração de 2min11seg.    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Ulysses Geremia</unittitle>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 20 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 30 de dezembro de 2010; Revisão: Sônia Storchi Fries, 22 de dezembro de 201; Graciela Deon Rodrigues, 19 de dezembro de 2024; Fabiana Zanandrea, 04 de fevereiro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 172.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nessa mesma fita, FG 172, também encontram-se os depoimentos de José Zanrosso e de Ermelinda Cavinatto e Vanda Cavinatto Spiegeorin. </p>
              </note>
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                <persname id="atom_127417_actor">Ulysses Geremia</persname>
                <corpname id="atom_127418_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Ulysses Geremia (1911-2001), filho de Giacomo Geremia (1880 -1966) e Ida Zaccara Geremia, foi um dos mais importantes fotógrafos de Caxias do Sul. Cursou o ensino primário no Colégio Nossa Senhora do Carmo e seguiu seus estudos no Colégio Dante Alighieri, em Porto Alegre, instituição subsidiada pelo governo italiano. Por influência do pai, matriculou-se no curso comercial, que abrangia também o estudo do idioma e da cultura italiana. Aprendeu com Giacomo o ofício da fotografia e iniciou seu trabalho profissional no estúdio dele, o Studio Geremia, na década de 1930. Casou-se com Zelia Bazi, com quem teve dois filhos. Realizou extensa obra na retratística e na documentação da paisagem urbana e dos principais acontecimentos da cidade até a década de 1990. Seus trabalhos estão espalhados por todo o estado. Parte desse acevo foi adquirida pela Administração Municipal de Caxias do Sul em 2002 e parte Ulysses doou em vida ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami. Abrangendo a produção realizada no período entre 1911-1997, essas fontes documentais testemunham a evolução dos processos fotográficos e revelam padrões estéticos de diferentes épocas, seja no contexto público ou privado.<lb/>Fonte: informações obtidas nas entrevistas e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Ulysses Geremia , integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Ulysses Geremia;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Ulysses Geremia;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Ulysses Geremia;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Ulysses Geremia;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Ulysses Geremia.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127417_actor">Ulysses Geremia </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Nair Antonieta Casagrande Zanrosso</unittitle>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 26 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, janeiro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de dezembro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 03 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 04 de fevereiro de 2025.</p>
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                <p>Código da entrevista: FG 173.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Nessa mesma fita, FG 173, também encontra-se o depoimento de Primo Francisco Cechim. </p>
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              <note>
                <p>Nair Antonieta Casagrande Zanrosso (1936-2021), filha de Raimundo Casagrande e Adelina Gianni, era neta de imigrantes provenientes da península itálica. Na localidade  de Nossa Senhora da Saúde, em Caxias, trabalhou na produção agrícola para consumo familiar, no trato com os animais, no manejo das videiras e na entrega da produção de leite no meio urbano. Aos dezoito anos casou-se com José Zanrosso, com quem teve quatro filhos. Bordava e costurava para toda a família. Dentre os costumes, os filós, os ritos religiosos e os cantos italianos são destacados desde a infância.<lb/>Fonte: informações obtidas nas entrevistas presentes no acervo e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Nair Antonieta Casagrande Zanrosso, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Nair Antonieta Casagrande Zanrosso;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Nair Antonieta Casagrande Zanrosso;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Nair Antonieta Casagrande Zanrosso;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Nair Antonieta Casagrande Zanrosso;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Nair Antonieta Casagrande Zanrosso.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_127432_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 26 minutos.**</p>
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                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, janeiro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de dezembro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 03 de janeiro de 2025. </p>
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                <p>Código da entrevista: FG 173.</p>
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                <p>Nessa mesma fita, FG 173, também encontra-se o depoimento de Nair Antonieta Casagrande Zanrosso. </p>
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                <p>Primo Francisco Cechin (1933-2020), neto de imigrantes italianos, proveniente de uma família com dez filhos. O entrevistado destaca as dificuldades do trabalho na terra para o sustento da numerosa família que o impediram de dar continuidade aos estudos.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <note>
                <p>José Victório Piccoli (1934-2014), filho de Angelo Piccoli e Aurélia Mascarello, foi o terceiro de onze irmãos. Os bisavós chamavam-se Carlo di Domenico Piccoli e Carolina Di Giovanni Zago, provenientes de Ronco all’Adige. Carolina, já viúva, chegou à Colônia Caxias em 1882, acompanhada de quatro filhos. O avô Cirillo Felice, nascido na localidade italiana, casou-se Albina Armigliato no ano de 1889 em Caxias. A família de agricultores estabeleceu-se no Travessão Rondelli, Capela São Roque, em Flores da Cunha. Apesar das dificuldades para estudar na infância, José Victório tornou-se professor de História e Geografia. Casou-se com Miriam Bortolon, com quem teve duas filhas.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e no site em construção da Família Piccoli (http://www.familiapiccoli.com.br/mais_piccoli/Familia7.htm).</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com José Victório Piccoli, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com  José Victório Piccoli;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com  José Victório Piccoli;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com  José Victório Piccoli;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com  José Victório Piccoli;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com  José Victório Piccoli.</p>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 31 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, março de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de dezembro de 2010; Graciela Deon Rodrigues, 06 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 10 de fevereiro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 174.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Áudio com interferências e ruídos.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>Claudino Dal'Alba (1922-2021) foi o décimo segundo de doze filhos. O pai, Giovanni Dal’Alba, era imigrante proveniente de San Rocco, e a mãe, Candida Domenica Zaupa, de Torreselle, localidades de Vicenza, onde possuíam moinho e ferraria. Estabeleceram-se no Travessão Claro, hoje pertencente a Flores da Cunha. Na colônia, além da produção de alimentos, havia também o linho para confeccionar tecidos. Mais tarde tornaram-se também carreteiros. Casou-se em 15 de junho de 1945 com Herminia Contó (1929-2019).<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista, em pesquisa realizada no Jornal Pioneiro (out/2014) e no site Family Search (https://ancestors.familysearch.org/en/K2N3-BHS/claudino-dall%27alba-1922-2021)</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Claudino Dal'Alba, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Claudino Dal'Alba;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Claudino Dal'Alba;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Claudino Dal'Alba;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Claudino Dal'Alba;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Claudino Dal'Alba.</p>
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                <p>Publicado</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 08 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Tânia Tonet; Transcrição: Sônia Storchi Fries, dezembro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de outubro de 2010; Graciela Deon Rodrigues, 19 de dezembro de 2024; Fabiana Zanandrea, 11 de fevereiro de 2025.</p>
              </note>
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                <p>Código da entrevista: FG 171.</p>
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                <p>Nessa fita, FG171, encontram-se também os depoimentos da primeira entrevista de Suely Bascu e primeira entrevista de Júlio Maurício Sassi.</p>
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              <note>
                <p>Líbera Bigarella Cavagnolli (1911-2006), filha de Benedito Bigarella (1866-1927) e de Luiza De Carli, imigrantes italianos do Veneto. Após o casamento (1890), já no Brasil, estabeleceram-se em Nova Pádua (Flores da Cunha), localidade que pertencia a Caxias à época. Libera era a mais jovem de treze filhos, aluna dedicada, aprendeu na escola e também com seu pai em casa. O pai era professor, agente dos correios e escrivão.<lb/>Fonte: informações obtidas nas entrevistas presentes no acervo e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <p>Publicado</p>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 12 minutos.**</p>
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                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries, Susana Storchi Grigoletto e Tânia Tonet; Transcrição: Sônia Storchi Fries, setembro de 1995; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de outubro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 19 de dezembro de 2024; Fabiana Zanandrea, 11 de fevereiro de 2025.</p>
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                <p>Código da entrevista: FG 171.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Nessa fita, encontram-se também os depoimentos da primeira entrevista de Suely Bascu e a entrevista de Líbera Bigarella Cavagnolli.</p>
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                <p>Júlio Maurício Sassi (1906-2005) nasceu em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Adelino Sassi e de Amábile Lunardi Sassi, neto de imigrantes provenientes do Vêneto e da Toscana, na Itália. Em Caxias, estudou nos colégios São José e Carmo, completou seus estudos no Instituto Dante Alighieri, em Porto Alegre. Casou-se com Concília Atti, com quem teve dois filhos. A família de Júlio Maurício Sassi destacou-se pelas casas de comércio nos primórdios de Caxias do Sul e também pelo armazenamento e exportação de erva mate ao Uruguai e Argentina, na década de 1940. O entrevistado trabalhou com o pai na comercialização e exportação de erva mate. Atuou como representante na Companhia e Vidraria Santa Marina, com matriz em São Paulo. Com brevê desde 1942, foi fundador e primeiro presidente do Aeroclube de Caxias do Sul.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevistas presentes na unidade e em pesquisa realizada em livros e periódicos. Ver: THOMAS, Claudio (org). Personagens da historia de Caxias do Sul. Caxias do Sul: EDUCS, 1998.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à primeira entrevista com Júlio Maurício Sassi, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da primeira entrevista com  Júlio Maurício Sassi;<lb/>AUD- Áudio da primeira entrevista com  Júlio Maurício Sassi;<lb/>FG- Fita gravada da primeira entrevista com  Júlio Maurício Sassi;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da primeira entrevista com  Júlio Maurício Sassi;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da primeira entrevista com  Júlio Maurício Sassi.</p>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 10 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries, Susana Storchi Grigoletto e Tânia Tonet; Transcrição: Sônia Storchi Fries, setembro de 1995; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de outubro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 19 de dezembro de 2024; Fabiana Zanandrea, 13 de fevereiro de 2025.</p>
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                <p>Código da entrevista: FG 171.</p>
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                <p>Nessa fita, encontram-se também os depoimentos da primeira entrevista de Júlio Maurício Sassi e a entrevista de Líbera Bigarella Cavagnolli</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <p>Suely Bascú nasceu no dia 27 de novembro de 1914, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Cursou o Primário no Colégio Elementar José Bonifácio até 1927, e a Normal na Escola Complementar, a partir de 1929. Exerceu o magistério nessa última instituição, nomeada posteriormente Escola Normal Duque de Caxias, no período de 1934 a 1948. Após a aprovação em concurso, trabalhou na Superintendência do Ensino Normal com o encargo de lecionar Didática Geral e Didática Especial aos Cursos Normais. Atuou na Escola Normal São José e aposentou-se como Fiscal de Ensino desta escola em 1969.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à primeira entrevista com Suely Bascú, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da primeira entrevista com  Suely Bascú;<lb/>AUD- Áudio da primeira entrevista com  Suely Bascú;<lb/>FG- Fita gravada da primeira entrevista com  Suely Bascú;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da primeira entrevista com Suely Bascú;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da primeira entrevista com  Suely Bascú.</p>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 26 minutos.**</p>
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                <p>Roteiro e entrevista: José Teodoro; Transcrição: Sônia Storchi Fries, janeiro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 23 de novembro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 06 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 13 de fevereiro de 2025.</p>
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              <note>
                <p>Paulina Soldatelli Moretto (1913-2002), natural de São Marcos, Rio Grande do Sul (Brasil), filha dos imigrantes José [Giuseppe] Soldatelli e Rosa Peliser Soldatelli. Casou-se com Isidoro Domingos Moretto, com quem teve oito filhos, entre eles Dom Paulo Moretto (1936-2023), bispo católico e emérito da Diocese de Caxias do Sul. A entrevistada foi professora municipal em São Marcos (RS). Atuou ativamente junto à Igreja Católica, além de participar do Pio Sodalício Damas da Caridade do Hospital Pompéia. Escreveu os livros “A caminhada dos Soldatelli” (1991), que remonta à origem dos antepassados imigrantes e à trajetória no sul do Brasil, e o “Minhas Memórias” (2003).<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Paulina Soldatelli Moretto, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Paulina Soldatelli Moretto;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Paulina Soldatelli Moretto;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Paulina Soldatelli Moretto;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Paulina Soldatelli Moretto;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Paulina Soldatelli Moretto.</p>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 11 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: José Teodoro; Transcrição: Sônia Storchi Fries, janeiro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de dezembro de 2010; Graciela Deon Rodrigues, 07 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 17 de fevereiro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 175.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nessa fita, FG 175, encontra-se também o depoimento de Paulina Soldatelli Moretto.</p>
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                <persname id="atom_127544_actor">Armindo Zanotti</persname>
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              <note>
                <p>Armindo Zanotti (1911-1997), natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho dos imigrantes Luís [Luigi Marco] Zanotti e Enrica [Vittoria]Perini. Estabeleceram-se em São Virgílio, na sexta légua. Casou-se com Cecilia Formolo, com que teve seis filhos. O entrevistado foi agricultor, cultivava videiras e produzia vinhos.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Armindo Zanotti, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com  Armindo Zanotti;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com  Armindo Zanotti;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com  Armindo Zanotti;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com  Armindo Zanotti;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com  Armindo Zanotti.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127544_actor">Armindo Zanotti </persname>
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              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <p>Publicado</p>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 14 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: José Teodoro; Transcrição: Sônia Storchi Fries, janeiro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 20 de dezembro de 2010; Graciela Deon Rodrigues, 03 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 17 de fevereiro de 2025. </p>
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                <p>Silene Bacchi Scopel (1931-2009), natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Agheda Meschieri Bacchi (1896-…) e Firmino Bacchi (1897-1958). Estabeleceram-se em São Brás, onde trabalharam no cultivo da terra.</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Abrelino Dal Bosco</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 28 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 09 a 11 de abril de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 24 de dezembro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 07 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 18 de fevereiro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 179.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_127687_actor">Abrelino Dal Bosco</persname>
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              <note>
                <p>Abrelino Dal Bosco (1945-  ) natural de Antônio Prado, filho de Levino Dal Bosco e de Natália Maria Susin, neto de José [Giuseppe] Dal Bosco (1892-1965)e Giovana Furlin Dal Bosco. Casou-se Domitila Pozzebon em 1971, tiveram três filhos. Estudou no SENAI e com o conhecimento adquirido exerceu a função de mandrilador na empresa Agrale S/A. Recebeu, no ano de 1992, o título de Operário Padrão Agrale e, posteriormente, foi eleito Operário Brasil de Caxias do Sul, após competir com outros quatro candidatos. Atuou como presidente da Associação do Aposentados e Pensionistas de Caxias do Sul, além de integrar o conselho da Amob do bairro Cidade Nova. Dedicou-se também à apicultura.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Abrelino Dal Bosco, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Abrelino Dal Bosco;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Abrelino Dal Bosco;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Abrelino Dal Bosco;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Abrelino Dal Bosco;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Abrelino Dal Bosco.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127687_actor">Abrelino Dal Bosco </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127688_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Abrelino Dal Bosco</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com Abrelino Dal Bosco</unittitle>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Isaura Mano Bonho</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-015-F180</unitid>
              <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">10/10/1995</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 36 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, janeiro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 21 de dezembro de 2010; Graciela Deon Rodrigues, 08 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 24 de fevereiro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 180.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_127701_actor">Isaura Mano Bonho</persname>
                <corpname id="atom_127702_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Isaura Mano Bonho (1920-2015) nasceu em Caxias do Sul, filha de Guilherme Mano e de Quitéria Rodrigues Mano, imigrantes portugueses oriundos da Praia da Granja, no Porto. A família imigrou para a região na década de 1910, atraída pela oportunidade de trabalho na tanoaria, que fornecia barris para as vinícolas locais.  Isaura gostava de participar das peças de teatro promovidas pelo irmão, Antônio Mano, personalidade atuante nas artes cênicas de Caxias do Sul. A entrevistada casou-se com Valentim Bonho e atuou como auxiliar de disciplina nas escolas.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Isaura Mano Bonho, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Isaura Mano Bonho;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Isaura Mano Bonho;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Isaura Mano Bonho;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Isaura Mano Bonho;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Isaura Mano Bonho.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127701_actor">Isaura Mano Bonho </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127702_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
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              <did>
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                <p>Publicado</p>
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        01 (um) documento eletrônico de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 28 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 29 de setembro de 2000; Revisão: Denise Pellini, agosto de 2007; Graciela Deon Rodrigues, 27 de fevereiro de 2025.</p>
              </note>
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                <p>Código da entrevista: FG 181.</p>
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              <note>
                <p>Cristina Gema Picolli Cesa (1930-... ) neta de imigrantes italianos, natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Teotestoli Picolli e Adelina Tomazoni Picolli. A família estabeleceu-se no bairro Nossa Senhora da Saúde, no qual participava e contribuía ativamente nas festas da padroeira local. Foi instrutora de bordado, tricô e crochê.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Cristina Gema Picolli Cesa, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Cristina Gema Picolli;<lb/>FG- Fita gravada de áudio da entrevista com Cristina Gema Picolli Cesa.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127825_actor">Cristina Gema Picolli Cesa </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127826_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Cristina Gema Picolli Cesa</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Honeyde Siqueira Bertussi</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 51 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, janeiro de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 23 de dezembro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 10 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 25 de fevereiro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 186.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_127720_actor">Honeyde Siqueira Bertussi</persname>
                <corpname id="atom_127721_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Honeyde Siqueira Bertussi (1923-1996), natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Fioravante e Juvelina Bertussi. O pai foi maestro regente da Banda Distrital de Criúva. Honeyde tornou-se ícone da música gaúcha, ao atuar como compositor, cantor e acordeonista, junto ao seu irmão, Adelar Bertussi. A dupla, os Irmãos Bertussi (1949-1965), surgiu na esteira do Movimento Tradicionalista Gaúcho. Com um repertório de sucesso, as músicas eram veiculadas nas rádios do sul, como, por exemplo, Cancioneiro das Coxilhas, São Francisco É Terra Boa, Cavalo Preto, Sangue de Gaúcho, O Casamento da Doralice e Oh de Casa.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Honeyde Siqueira Bertussi, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com  Honeyde Siqueira Bertussi;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com  Honeyde Siqueira Bertussi;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com  Honeyde Siqueira Bertussi;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com  Honeyde Siqueira Bertussi;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com  Honeyde Siqueira Bertussi.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127720_actor">Honeyde Siqueira Bertussi </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127721_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Honeyde Siqueira Bertussi</unittitle>
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        Um (01) documento eletrônico de texto    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com Honeyde Siqueira Bertussi</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com Honeyde Siqueira Bertussi</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-017-F186-AUD</unitid>
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        01 (um) trecho de áudio com duração de 1min20seg.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/9/7/c/97cb14e4c5488d524d13a32a3fc8784a76e926c80e2ba0e0c20626f276d94b0e/Honeyde_Bertussi_FG186_trecho2.mp3" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Antônio Rodolfo</unittitle>
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              <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">14/11/1995</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 43 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Ana Spiandorelo Zanini e Sônia Storchi Fries; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 13 de março de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 02 de fevereiro de 2011; Graciela Deon Rodrigues, 10 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 10 de março de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 187.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_127832_actor">Antônio Rodolfo</persname>
                <corpname id="atom_127833_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Antônio Rodolfo (n.1927- ) nasceu na Fazenda Rosa, na localidade do Juá, em São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul (Brasil). Neto de Agostini Rodolfi, filho do tropeiro Essio Rodolfo e de Dorcelina Antônia Rodrigues. Casou-se com Maria Izaura de Medeiros, de origem açoriana, em 27 de julho de 1949, com quem teve cinco filhos: Moacir Medeiro Rodolfo (1950), Clóvis Medeiros Rodolfo (1952), João Medeiros Rodolfo, Terezinha Medeiros Rodolfo (1958) e Jucelaine Medeiros Rodolfo (1971). Antônio seguiu a profissão do pai, transportando mercadorias entre os Campos de Cima da Serra e a região de Praia Grande, entre fins  de 1930 e a década de 1940. Quando a tração animal foi substituída e o tropeirismo entrou em declínio, Antônio tornou-se caminhoneiro. Com o deslocamento da família para Caxias do Sul, o entrevistado passou a atuar no comércio local.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Antônio Rodolfo, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Antônio Rodolfo;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Antônio Rodolfo;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Antônio Rodolfo;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Antônio Rodolfo;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Antônio Rodolfo.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127832_actor">Antônio Rodolfo </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127833_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 47 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 26 a 28 de março de [1996]; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de fevereiro de 2011 e Graciela Deon Rodrigues, 13 de janeiro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 182.</p>
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                <persname id="atom_127837_actor">Mansueto de Castro Serafini Filho</persname>
                <corpname id="atom_127838_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Mansueto de Castro Serafini Filho (1939) natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Advogado, político e jornalista brasileiro, vereador e duas vezes prefeito de Caxias do Sul. É filho de Mansueto Serafini, engenheiro civil com atuação no DAER, e Ivone de Castro. Formado em Direito pela UCS, jornalista, fundador de três semanários e colaborador em tantos outros. Iniciou a vida política em 1964 como vereador pelo PTB, depois conquistando a vice-prefeitura na gestão de Victorio Trez (1969/1972), e por fim a prefeitura em dois períodos (1977/1982 e 1989/1992). Governou de fato um total de dez anos, pois seu primeiro mandato, ainda no tempo da ditadura militar, à qual fez oposição, foi prorrogado em dois anos.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>Sin e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127837_actor">Mansueto de Castro Serafini Filho </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127838_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Mansueto de Castro Serafini Filho</unittitle>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Renan Falcão de Azevedo</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 47 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries; Transcrição: Verônica Feldkircher, 13 a 17 de maio de 2004; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de dezembro de 2011; Graciela Deon Rodrigues, 13 de janeiro de 2025; Fabiana Zanandrea, 10 de março de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 183.</p>
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                <persname id="atom_127843_actor">Renan Falcão de Azevedo</persname>
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              <note>
                <p>Renan Falcão de Azevedo (1923-1998), natural de Caxias do Sul, filho do poeta, jornalista, político e jurista Olmiro Palmeiro de Azevedo e de Rita Falcão. Foi jogador e diretor de futebol do Esporte Clube Juventude entre 1947 e 1954. Estudou no Colégio Nossa Senhora do Carmo e formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1946. Atuou como professor de Literatura no Curso de Letras da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1969) e de Direito Civil no curso de Direto da Universidade de Caxias do Sul (1964-1994). Na UCS ocupou o cargo de diretor entre 1967 e 1974. Integrou o Núcleo Jurídico do Banco do Brasil durante trinta e três anos. Foi membro e presidente da equipe de teatro da Aliança Francesa. No âmbito político, exerceu a vereança por três mandatos (1951-1963), tendo sido também presidente da Câmara Municipal de Vereadores (1958-1960). Foi conferencista de política, direito, literatura e música. Escreveu crônicas, artigos e poesias em revistas e jornais. Participou da coluna “Pensamento Gaúcho” no jornal Última Hora (1964). Publicou os livros “Posse: efeitos e proteção” (1984) e “Poesias, contos e crônicas” (1997). No exército foi Segundo-tenente da Reserva.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Renan Falcão de Azevedo, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Renan Falcão de Azevedo;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Renan Falcão de Azevedo;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Renan Falcão de Azevedo;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Renan Falcão de Azevedo;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Renan Falcão de Azevedo.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127843_actor">Renan Falcão de Azevedo </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 29 minutos.**</p>
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                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 08 a 10 de abril de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 22 de dezembro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 09 de janeiro de 2025. </p>
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                <persname id="atom_127848_actor">Aldo Antônio De Antoni</persname>
                <corpname id="atom_127849_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Aldo Antônio De Antoni (1928-2004) filho de Aurélia D’Agostini De Antoni e Evaristo De Antoni, industrial e proprietário da Oficina Mecânica e Agrícola de Evaristo de Antoni &amp; Cia. Em 1908, a empresa iniciou a produção das primeiras trilhadeiras inteiramente brasileiras, e em 1912 transferiu-se para novas instalações, prosperando por mais de 90 anos. Aldo deu continuidade aos negócios da família.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à primeira entrevista com Aldo Antônio De Antoni, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da primeira entrevista com Aldo Antônio De Antoni;<lb/>AUD- Áudio da primeira entrevista com Aldo Antônio De Antoni;<lb/>FG- Fita gravada da primeira entrevista com Aldo Antônio De Antoni;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da primeira entrevista com Aldo Antônio De Antoni;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da primeira entrevista com Aldo Antônio De Antoni.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127848_actor">Aldo Antônio De Antoni </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127849_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da primeira entrevista com Aldo Antônio de Antoni</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho da primeira entrevista com Aldo Antônio De Antoni</unittitle>
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        01 (um) um trecho de áudio com duração de 1min17seg.    </physdesc>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Primeira entrevista com Doviglio Gianella</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-022-F191</unitid>
              <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">23/11/1995</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 38 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 2005; Revisão: Sônia Storchi Fries, 28 de outubro de 2010 e Graciela Deon Rodrigues, 27 de fevereiro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 191.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_127854_actor">Doviglio Gianella</persname>
                <corpname id="atom_127855_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            <bioghist id="md5-ea93e005a8feebc6e6148ba2e783e114" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Doviglio Gianella (1916-2012) nasceu em Galópolis, Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Matteo Carlo Gianella, oriundo do Piemonte, na Itália, e de Ermelinda Viero, nascida em São Pedro da 3ª légua, em Galópolis. O pai foi o fundador do Lanifício Matteo Gianella Ltda, em 1915, no qual Doviglio Gianella iniciou suas atividades profissionais. Frequentou o Colégio Nossa Senhora do Carmo, em Caxias do Sul, e o Colégio Metodista Americano, em Porto Alegre. Foi diretor da Fiação Ermelinda Gianella a partir de 1954. Atuou como vereador pelo antigo Partido Social Democrático (PSD), entre 1948 e 1951. Integrou a Diretoria do Serviço Social da Indústria (SESI) e o Conselho Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Em 1960, foi eleito presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), permanecendo no cargo por dez anos. Foi fundador do Grêmio Esportivo Gianella, do Aeroclube de Caxias do Sul e do Centro Cultural Italo Brasileiro. Presidiu o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem (FITEMASUL), entre 1966 e 1987. Durante esse mesmo período, foi diretor da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) e foi responsável pela vinda da Escola do Senai José Gazola à cidade. Em 1950, foi vice-presidente da Festa da Uva e, por mais de 50 anos, atuou na Comissão dos Desfiles de carros alegóricos. Presidiu também a Comissão Pró-Fundação do Colégio Estadual Santa Catarina, objetivo concretizado com a assinatura do decreto de criação pelo então Governador Walter Peracchi de Barcellos. Participou, durante mais de 60 anos, de inúmeros corais da cidade. Em 1999, recebeu o "Mérito Comunitário" do Rotary Clube de Caxias do Sul, bem como o "Mérito Industrial do Rio Grande do Sul", conferido pela FIERGS, em 1989 e 2009.                      Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade e  site da Câmara de Caxias do Sul.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à primeira entrevista com Doviglio Gianella, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da primeira entrevista com Doviglio Gianella;<lb/>FG- Fita gravada de áudio da primeira entrevista com Doviglio Gianella.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_127854_actor">Doviglio Gianella </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127855_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da primeira entrevista com Doviglio Gianella</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
              </odd>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com José Ariodante Mattana</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio e 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 60 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 30 de abril, 02 e 03 de maio de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 26 de dezembro de 2011 e Graciela Deon Rodrigues, 22 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 177.</p>
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                <persname id="atom_128006_actor">José Ariodante Mattana</persname>
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              <note>
                <p>José Ariodante Mattana (1907-2000), engenheiro, atuou na administração municipal na diretoria de obras, no período de 1929 a 1946, na qual teve atuação fundamental no desenvolvimento de Caxias na primeira metade do século 20. Integrou as equipes dos prefeitos Thomaz Beltrão de Queiroz (1928 a 1930), Miguel Muratore (1930 a 1934) e Dante Marcucci (1935 a 1947). Entre outras ações, Mattana coordenou o projeto da Praça da Bandeira, em 1935, e supervisionou as diversas fases de construção e remodelação da Praça Dante Alighieri, cujo maior impulso deu-se em 1942. Foi fundador do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simecs) em 1957. Participou de outras entidades, como a Società di Mutuo Soccorso Principe di Napoli, da qual foi o primeiro presidente. Acionista da Indústria Metalúrgica Gazola, exerceu diversas funções na empresa, até tornar-se subdiretor. Neste cargo, permaneceu até aposentar-se, em 1972. Foi quando passou a assessorar a direção da empresa. José Mattana acompanhou a trajetória ascendente de Caxias do Sul, com seu trabalho de transformar a cidade na segunda metrópole do Rio Grande do Sul. Em 1930, casou-se com Anna Resende e tiveram três filhos: Beatriz, Ubirajara e Jacyra.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade e site do Memorial Gazola.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com José Ariodante Mattana, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com  José Ariodante Mattana ;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com José Ariodante Mattana;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com José Ariodante Mattana;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com José Ariodante Mattana;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com José Ariodante Mattana.</p>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <p>Publicado</p>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com José Ariodante Mattana</unittitle>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Zila Turra Pieruccini</unittitle>
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        01(um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 28 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 17 a 19 de setembro de 1996; Revisão:  Graciela Deon Rodrigues, 06 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: SFG. Depoimento sem áudio.</p>
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                <persname id="atom_128015_actor">Zila Turra Pieruccini</persname>
                <corpname id="atom_128016_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Zila Turra Pieruccini (1936-2023) natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de João Turra e de Eugênia Vidor. Em meados da década de 1950, formou-se em História Natural pela Pontifícia Universidade Católica (PUC). Casou-se com Ângelo José Pieruccini. Foi rainha do Recreio da Juventude em 1957 e da Festa da Uva em 1958.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Zila Turra Pieruccini, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constitue esse dossiê o item:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Zila Turra Pieruccini.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_128015_actor">Zila Turra Pieruccini </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128016_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
              <subject>Festa da Uva</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Zila Turra Pieruccini</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-024-SF-SIN-TRA</unitid>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Gentila Speggiorin Scotti</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-025-SF</unitid>
              <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">09/01/1996</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 24 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 02 a 09 de outubro de 1996; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 08 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: SFG. Depoimento sem áudio.</p>
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                <persname id="atom_128052_actor">Gentila Speggiorin Scotti</persname>
                <corpname id="atom_128053_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Gentila Speggiorin Scotti (1920- ) nasceu em Travessão Thompson Flores, Nona Légua de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Trabalhou na tecelagem do Lanifício Matteo Gianella.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Gentila Speggiorin Scotti, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constitue esse dossiê o item:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Gentila Speggiorin Scotti.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_128052_actor">Gentila Speggiorin Scotti </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128053_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Gentila Speggiorin Scotti</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Mário David Vanin</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-026-F188</unitid>
              <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">11/01/1996</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 35 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, maio de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 27 de dezembro de 2010; Fabiana Zanandrea, dezembro de 2018; Graciela Deon Rodrigues, 16 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 188.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_128067_actor">Mário David Vanin</persname>
                <corpname id="atom_128068_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            <bioghist id="md5-d462001982b4b7b578a79c7548e24215" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Mário David Vanin (1941-2011) nasceu na localidade da Linha Zambicari de São Marcos, então distrito de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho dos agricultores Antônio Vanin e Érica Aumond, tinha oito irmãos. Estudou durante seis anos no Seminário Nossa Senhora Aparecida. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade de Caxias do Sul, com especialização em Comércio Exterior. Por muitos anos, até pouco antes de falecer, lecionou no Centro de Ciências Jurídicas da Universidade, além de ter sido secretário da Faculdade de Direito na década de 1960. Iniciou sua carreira política em 1967 como chefe de gabinete da Secretaria Estadual da Justiça, e nesta época também foi vice-presidente jurídico do Esporte Clube Juventude (1967-1969). Depois foi vereador (1969-1972), vice-presidente da Câmara (1971), duas vezes vice-prefeito (1973-1974; 1989-1992) e duas vezes prefeito de Caxias (1975-1976; 1993-1996). Também ocupou os cargos de diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (1974), secretário municipal do Planejamento (1988-1989), presidente da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste do Estado (1986), e vice-presidente da Federação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul (1995-1996). Presidiu a Festa da Uva em duas edições e foi um dos responsáveis pela aquisição do atual parque de exposições do evento. Como prefeito destaca-se sua atenção ao crescimento urbano e ao meio ambiente, concluindo os estudos iniciados pelo prefeito Mansueto Serafini Filho que levaram à promulgação de um novo Plano Diretor. Era casado com Vera Menegotto, com quem teve três filhos.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade e site da site da Câmara de Caxias do Sul.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Mário David Vanin, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Mário David Vanin;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Mário David Vanin;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Mário David Vanin;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Mário David Vanin;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Mário David Vanin.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128067_actor">Mário David Vanin </persname>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Segunda entrevista com Júlio Maurício Sassi</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 22 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 27 e 28 de junho de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 16 de dezembro de 2010; Fabiana Zanandrea, janeiro de 2019; Graciela Deon Rodrigues, 13 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 189.</p>
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              <note>
                <p>Júlio Maurício Sassi (1906-2005) nasceu em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Adelino Sassi e de Amábile Lunardi Sassi, neto de imigrantes provenientes do Vêneto e da Toscana, na Itália. Em Caxias, estudou nos colégios São José e Carmo, completou seus estudos no Instituto Dante Alighieri, em Porto Alegre. Casou-se com Concília Atti, com quem teve dois filhos. A família de Júlio Maurício Sassi destacou-se pelas casas de comércio nos primórdios de Caxias do Sul e também pelo armazenamento e exportação de erva mate ao Uruguai e Argentina, na década de 1940. O entrevistado trabalhou com o pai na comercialização e exportação de erva mate. Atuou como representante na Companhia e Vidraria Santa Marina, com matriz em São Paulo. Com brevê desde 1942, foi fundador e primeiro presidente do Aeroclube de Caxias do Sul.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevistas presentes na unidade e em pesquisa realizada em livros e periódicos. Ver: THOMAS, Claudio (org). Personagens da historia de Caxias do Sul. Caxias do Sul: EDUCS, 1998.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à segunda entrevista com Júlio Maurício Sassi, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da segunda entrevista com Júlio Maurício Sassi;<lb/>AUD- Áudio da segunda entrevista com Júlio Maurício Sassi;<lb/>FG- Fita gravada da segunda entrevista com Júlio Maurício Sassi;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da segunda entrevista com Júlio Maurício Sassi;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da segunda entrevista com Júlio Maurício Sassi.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128075_actor">Júlio Maurício Sassi </persname>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da segunda entrevista com Julío Maurício Sassi</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 26 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 13 a 16 de maio de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 27 de dezembro de 2010; Fabiana Zanandrea, novembro de 2018; Graciela Deon Rodrigues, 15 de janeiro 2025. </p>
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                <p>Código da entrevista: FG 193.</p>
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                <p>Guilhermina Andreazza Postali (1915-2004) natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Casou-se em 1938 com Aparício Postali. Era modista e participante assídua das Festas da Uva desde os primeiros eventos.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à primeira entrevista com Guilhermina Andreazza Postali, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da primeira entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>AUD- Áudio da primeira entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>FG- Fita gravada da primeira entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da primeira entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da primeira entrevista com Guilhermina Andreazza Postali.</p>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 26 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 05 a 11 de julho 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 14 de março de 2011 e Graciela Deon Rodrigues, 15 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 196.</p>
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                <persname id="atom_128092_actor">Guilhermina Andreazza Postali</persname>
                <corpname id="atom_128093_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Guilhermina Andreazza Postali (1915-2004) natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Casou-se em 1938 com Aparício Postali. Era modista e  participante assídua das Festas da Uva desde os primeiros eventos.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>AUD- Áudio da segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>FG- Fita gravada da segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128092_actor">Guilhermina Andreazza Postali </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da segunda entrevista com Guilhermina Andreazza Postali</unittitle>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maria de Queiroz Casara</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 38 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 03 a 04 de junho 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 14 de março de 2011 e Graciela Deon Rodrigues, 17 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 197.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_128101_actor">Maria de Queiroz Casara</persname>
                <corpname id="atom_128102_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Maria de Queiroz Casara [n.1937] filha de Anna Maria Rath de Queiroz e Euzébio Beltrão de Queiroz. Casou-se com Valter Romeu Casara. Sua mãe, mais conhecida como dona Marianinha, foi professora estadual de português e literatura, recebeu o título de professora emérita pelo governador do Estado pelos cinquenta e três anos dedicados ao magistério. Seu pai, cidadão que se destacou em várias entidades por ações solidárias como o Natal dos Pobres, o Orfanato Santa Terezinha, do Hospital Pompéia e a Cruz Vermelha. Foi presidente do Tiro de Guerra 248, gerente da Caixa Econômica Federal e fundador da Sociedade Caxiense de Auxílio aos Necessitados (Scan). O casamento dos pais ocorreu em 1925 e tiveram quatro filhos: Maria, Antonio, Regyna e Marília. Maria, a primogênita do casal, seguiu os passos da mãe, formando-se professora.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Maria de Queiroz Casara, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Maria de Queiroz Casara;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Maria de Queiroz Casara;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Maria de Queiroz Casara;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Maria de Queiroz Casara;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Maria de Queiroz Casara.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128101_actor">Maria de Queiroz Casara </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
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                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/f/9/a/f9a3ede354787ad224ad397a5f0cadc19feaba1d60187b0dc4af6ef21d254f5e/BMO_01.04.030_F197_SIN-TRA.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com Maria de Queiroz Casara</unittitle>
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        01 (um) trecho de áudio com duração de 2min10seg.    </physdesc>
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                <p>Publicado</p>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 40 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Maria Beatrís Gil da Silva, 18 a 23 de abril [de 1996]; Revisão: Sônia Storchi Fries, 21 de dezembro de 2010; Fabiana Zanandrea, janeiro de 2019; Graciela Deon Rodrigues, 17 de janeiro 2025. </p>
              </note>
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                <p>Código da entrevista: FG 190.</p>
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                <p>Isaac Pelegrino Menegotto (1920-2000). Foi diretor da Fábrica de Produtos Químicos Veronese. Destacou-se por organizar o corso e confeccionar os carros alegóricos das Festas da Uva de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil).<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto.</p>
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              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com Isaac Pelegrino Menegotto</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 26 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 27 de junho de 1996; Revisão: Sônia Storchi Fries, 24 de dezembro de 2010; Fabiana Zanandrea, janeiro de 2019; Graciela Deon Rodrigues, 15 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 192.</p>
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                <persname id="atom_128121_actor">Lorena Maria Tomasi Chiaradia</persname>
                <corpname id="atom_128122_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Lorena Maria Tomasi Chiaradia (1934-2020). Atuou na criação e na coordenação dos carros alegóricos da Festa da Uva, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). No final da década de 1960, iniciou o trabalho na organização dos corsos alegóricos e na confecção dos carros, convidada por Isaac Pelegrino Menegotto. Em 1984, assumiu a coordenação dessas atividades.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia;<lb/>FG- Fita gravada da entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128121_actor">Lorena Maria Tomasi Chiaradia </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128122_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
              <subject>Festa da Uva</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Trecho de áudio da entrevista com Lorena Maria Tomasi Chiaradia</unittitle>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Segunda entrevista com Doviglio Gianella</unittitle>
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        04 (quatro) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 25 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: Sônia Storchi Fries, 23 a 25 de abril de 1995; Revisão: Sônia Storchi Fries, 24 de dezembro de 2010; Fabiana Zanandrea, janeiro de 2019; Graciela Deon Rodrigues, 10 de janeiro 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: FG 184.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_128132_actor">Doviglio Gianella</persname>
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              <note>
                <p>Doviglio Gianella (1916-2012) nasceu em Galópolis, Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Matteo Carlo Gianella, oriundo do Piemonte, na Itália, e de Ermelinda Viero, nascida em São Pedro da 3ª légua, em Galópolis. O pai foi o fundador do Lanifício Matteo Gianella Ltda, em 1915, no qual Doviglio Gianella iniciou suas atividades profissionais. Frequentou o Colégio Nossa Senhora do Carmo, em Caxias do Sul, e o Colégio Metodista Americano, em Porto Alegre. Foi diretor da Fiação Ermelinda Gianella a partir de 1954. Atuou como vereador pelo antigo Partido Social Democrático (PSD), entre 1948 e 1951. Integrou a Diretoria do Serviço Social da Indústria (SESI) e o Conselho Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Em 1960, foi eleito presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), permanecendo no cargo por dez anos. Foi fundador do Grêmio Esportivo Gianella, do Aeroclube de Caxias do Sul e do Centro Cultural Italo Brasileiro. Presidiu o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem (FITEMASUL), entre 1966 e 1987. Durante esse mesmo período, foi diretor da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) e foi responsável pela vinda da Escola do Senai José Gazola à cidade. Em 1950, foi vice-presidente da Festa da Uva e, por mais de 50 anos, atuou na Comissão dos Desfiles de carros alegóricos. Presidiu também a Comissão Pró-Fundação do Colégio Estadual Santa Catarina, objetivo concretizado com a assinatura do decreto de criação pelo então Governador Walter Peracchi de Barcellos. Participou, durante mais de 60 anos, de inúmeros corais da cidade. Em 1999, recebeu o "Mérito Comunitário" do Rotary Clube de Caxias do Sul, bem como o "Mérito Industrial do Rio Grande do Sul", conferido pela FIERGS, em 1989 e 2009.                      Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade e  site da Câmara de Caxias do Sul.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à segunda entrevista com Doviglio Gianella, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da segunda entrevista com Doviglio Gianella;<lb/>FG- Fita gravada de áudio da segunda entrevista com Doviglio Gianella;<lb/>AUD- Áudio da segunda entrevista com Doviglio Gianella;<lb/>DM1- Primeiro disco de mídia da segunda entrevista com Doviglio Gianella;<lb/>DM2- Segundo disco de mídia da segunda entrevista com Doviglio Gianella.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128132_actor">Doviglio Gianella </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
              <subject>Festa da Uva</subject>
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        01(um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: [15] minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Susana Storchi Grigoletto; Transcrição: [Sônia Storchi Fries, 1996]; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 08 de janeiro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: SFG. Depoimento sem áudio.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_128139_actor">Aldo Antônio De Antoni</persname>
                <corpname id="atom_128140_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-c647489039cf6642a86dd9595fc516b7" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Aldo Antônio De Antoni (1928-2004) filho de Aurélia D’Agostini De Antoni e Evaristo De Antoni, industrial e proprietário da Oficina Mecânica e Agrícola de Evaristo de Antoni &amp; Cia. Em 1908, a empresa iniciou a produção das primeiras trilhadeiras inteiramente brasileiras, e em 1912 transferiu-se para novas instalações, prosperando por mais de 90 anos. Aldo deu continuidade aos negócios da família.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à segunda entrevista com Aldo Antônio De Antoni, integrando o projeto “Vozes da Terra”, em comemoração aos 120 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.<lb/>Constitue esse dossiê o item:<lb/>SIN e TRA- Síntese e Transcrição da segunda entrevista com Aldo Antônio De Antoni.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_128139_actor">Aldo Antônio De Antoni </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128140_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Projeto Vozes da Terra</subject>
              <subject>Imigração italiana</subject>
              <subject>Festa da Uva</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese e transcrição da segunda entrevista com Aldo Antônio De Antoni</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-04-034-SF-SIN-TRA</unitid>
                <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">[1995]</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/7/6/5/76524d48e39dd72acc96291a6ae5d3c5f4a250b516ecab24d500d519fa10d65e/BMO_01.04.034_SF_SIN-TRA.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Identidades, gênero e sexualidade**</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-05</unitid>
            <unitdate normal="2024/2025" encodinganalog="3.1.3">2024 - 2025</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        17 (dezessete) documentos eletrônicos de áudio, 14 (catorze) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Em processamento.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Série composta por entrevistas que abordam o debate sobre gênero, sexualidade e identidades.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>As questões de identidade, gênero e sexualidade são diretamente influenciadas pelo contexto histórico em que as narrativas se desenvolvem, o próprio corpo constitui-se como construção social imanente a "diferentes espaços, tempos, conjunturas econômicas, grupos sociais e étnicos". Na análise de Foucault, evidenciam-se as investidas das instituições para dominar, docilizar e submeter os corpos ao que é socialmente aceito, o que se observa na afirmação de que "o controle da sociedade sobre os indivíduos não opera apenas pela ideologia ou pela consciência, mas tem seu começo no corpo, pelo corpo." Nesse sentido, a comunidade LGBTQIAPN+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Intersexo, Assexuais, Pansexuais, Não Binários) tem enfrentado historicamente desafios significativos em sua luta por igualdade e reconhecimento. No Brasil, a discriminação e a violência contra pessoas LGBT são problemas persistentes. No entanto, o movimento por visibilidade e justiça têm contribuído para a conquista de direitos, como, por exemplo, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF, 2019) que reconheceu o direito ao casamento igualitário. Além disso, a aprovação da Lei 13.811/2019, que inclui a orientação sexual e a identidade de gênero como categorias protegidas contra discriminação, é um passo importante na direção da igualdade. No entanto, ainda há muito a ser feito. A violência contra pessoas LGBT, segundo Benevides (Dossiê, 2023), que mapeou os dados entre 2017 a 2023, os assassinatos de pessoas trans, travestis e não binárias, excetuando o ano de 2017, maior número de assassinatos de pessoas trans na série histórica, foi percebido um aumento entre os anos de 2022 e 2023 de 10,7%. No mesmo momento em que o país observou queda de 5,7% nos assassinatos gerais da população. De acordo com o relatório "Mortes Violentas de LGBT no Brasil" (FBH, 2022), o número de assassinatos de pessoas LGBT no país é alarmante. A visibilidade e a representação das pessoas LGBT na mídia e na cultura também são fundamentais para promover a compreensão e a aceitação. Segundo estudo da Intervozes (2020), a representação LGBT na mídia brasileira ainda é limitada e muitas vezes estereotipada. A comunidade LGBT enfrenta desafios significativos, mas também tem conquistado importantes avanços, e a luta por igualdade e reconhecimento continua a ser uma prioridade.<lb/>Referências:<lb/>BENEVIDES, Bruna G. Dossiê: assassinatos contra travestis e transexuais brasileiras em 2023. ANTRA - Associação Nacional de Travestis e Transsexuais. 2024.<lb/>FBH - Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Mortes Violentas de LGBT no Brasil. 2022.<lb/>Intervozes. A representação LGBT na mídia brasileira.2020.<lb/>FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1992.<lb/>FOUCAULT, Michel. Arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Univ., 1995.<lb/>STF - Supremo Tribunal Federal. Decisão sobre casamento igualitário. 2019.<lb/>Lei 13.811/2019. Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, para dispor sobre crimes resultantes de discriminação ou preconceito.</p>
          </custodhist>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Cleonice Felix Araujo</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-05-001-H491</unitid>
              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">05/08/2024</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 75 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Graciela Rodrigues; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 15, 19, 20, 22 de agosto e 02 de setembro de 2024; Revisão: Fabiana Zanandrea, 03 de setembro de 2024;</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A entrevista poderá ter continuidade após o período eleitoral.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 491</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: indígena.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_127262_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_127263_actor">Cleonice Félix Araújo</persname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-6902811a6f1ceefcd928ec35c7712a8d" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Cleonice Félix Araújo nasceu em quinze de agosto de 1979, em Rio Branco (MT), Brasil, filha de Luiz Inocêncio de Araújo e de Joana Rocha de Araújo. É descendente da etnia indígena Terena por parte materna. Formou-se Bacharel em Direito e é pós-graduada em Direito Público. É artesã e ativista da causa LGBTQIA+. Presidiu o Conselho Estadual de Políticas LGBT (2019-2022), o Conselho Municipal de Direitos Humanos e a ONG Construindo Igualdade, é também integrante do Conselho Municipal de Saúde. Foi terceira suplente do Partido dos Trabalhadores (PT), somando 1.045 votos na eleição municipal de 2020. Assumiu uma cadeira no legislativo como a primeira vereadora trans de Caxias do Sul, empossada em quatorze de setembro de 2021, no período de licença-paternidade do vereador Lucas Caregnato. Foi fundadora da Casa de Acolhimento Construindo Igualdade (2021), primeira iniciativa desse tipo na região sul do país. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Cleonice Félix Araújo, com ênfase na histórias de vida e na temática LGBT. O relato evidencia os seguintes aspectos: violência de gênero; violência contra crianças e adolescentes LGBT; transfobia; ativismo; participação política; vereança.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Cleonice Felix Araujo;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Cleonice Felix Araujo;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Cleonice Felix Araujo.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127262_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127263_actor">Cleonice Félix Araújo </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>LGBT</subject>
              <subject>Ong Construindo Igualdade</subject>
              <subject>Casa de acolhimento</subject>
              <subject>Transexualidade</subject>
              <subject>Política</subject>
              <subject>Violência de gênero</subject>
              <subject>Estupro</subject>
              <subject>prostituição</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Cleonice Felix Araujo</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-05-001-H491-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">2024</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/a/b/1/ab129f1cd545474ffd4ff9b45dda3b75d22dfb86889339e39ba3906c2d213c14/BMO_01.05.001_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maisson Kauan Rodrigues Delpino</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-05-002-H492</unitid>
              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">15/08/2024</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 89 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Fabiana Zanandrea; Entrevista: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 09, 10, 11 e 12 de setembro de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 27 de setembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 492.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: preta.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_127265_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_127266_actor">Maisson Kauan Rodrigues Delpino</persname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <note>
                <p>Maisson Kauan Rodrigues Delpino nasceu no dia 09 de fevereiro de 2001, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Janice Martins Rodrigues e Éverson Delpino. No ensino fundamental frequentou as escolas municipais: José Leovegildo Alves Paiva e Polivalente, e no ensino médio o Instituto Ruy Barbosa. Iniciou seus estudos de graduação na Faculdade da Serra Gaúcha, em contabilidade, porém atualmente cursa na Universidade de Caxias do Sul licenciatura em matemática, desde muito cedo aproximou-se na área das exatas e está cada vez mais próximo de seu sonho: ser professor. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maisson Kauan Rodrigues Delpino, com ênfase na sua história de vida e na temática LGBT. O relato evidencia os seguintes aspectos: violência de gênero; preconceito; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Maisson Kauan Rodrigues Delpino;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Maisson Kauan Rodrigues Delpino;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Maisson Kauan Rodrigues Delpino.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_127265_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127266_actor">Maisson Kauan Rodrigues Delpino </persname>
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              <subject>LGBT</subject>
              <subject>Ong Construindo Igualdade</subject>
              <subject>Casa de acolhimento</subject>
              <subject>Violência de gênero</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Maisson Kauan Rodrigues Delpino</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Graziela Muterle Tonello</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 109 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Fabiana Zanandrea; Entrevista: Leonardo Ribeiro; Transcrição: Leonardo Ribeiro, 29, 30 e 31 de outubro de 2024; 04 e 05 de novembro de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 28 e 29 de novembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 497.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
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                <corpname id="atom_127268_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <note>
                <p>Graziela Muterle Tonello nasceu no dia primeiro de março de 1996 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Graduada em Fisioterapia pela Faculdade da Serra Gaúcha e Licenciada em História pela Universidade de Caxias do Sul. Trabalhou no Museu dos Capuchinhos e no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami de Caxias do Sul. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Graziela Muterle Tonello, com ênfase na sua história de vida e na temática LGBT.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Graziela Muterle Tonello;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Graziela Muterle Tonello;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Graziela Muterle Tonello.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_127268_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127269_actor">Graziela Muterle Tonello </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>LGBT</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 51 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro: Graciela Deon Rodrigues; Entrevista: Graciela Deon Rodrigues e Rosmari Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 03 e 04 de outubro de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 07 de outubro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 498.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_127271_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <name id="atom_127272_actor">Alexandro Pires de Souza</name>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <p>Alexandro Pires de Souza nasceu no dia 22 de fevereiro de 1982, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Nilva Dutra Pires e de Alécio Alves de Souza. No ensino fundamental estudou nas escolas: João Magalhães Filho, Emílio Meyer e Província de Mendonza. Tem curso técnico em moda e desde muito jovem tem o Carnaval como referência em sua vida. Começou no Carnaval atuando na escola de samba do Clube Gaúcho Protegidos da Princesa Isabel como passista e também foi carnavalesco da escola. Atuou também como carnavalesco na escola XV de Novembro. Atualmente desfila na escola de samba Estação Primeira de Mangueira, no Rio de Janeiro. Coordena a Unidade de Arte e Cultura Popular da Secretaria de Cultura de Caxias do Sul. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Alexandro Pires de Souza, com ênfase na sua história de vida e na temática LGBT. O relato evidencia os seguintes aspectos: carnaval; preconceito; arte; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Alexandro Pires de Souza;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Alexandro Pires de Souza;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Alexandro Pires de Souza.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_127271_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <name role="Produtor" id="atom_127272_actor">Alexandro Pires de Souza </name>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Arte</subject>
              <subject>Carnaval</subject>
              <subject>Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira</subject>
              <subject>Escola de Samba Protegidos da Princesa Isabel</subject>
              <subject>Escola de Samba XV de Novembro</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Alexandro Pires de Souza</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 74 minutos**</p>
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                <p>Roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 01, 03, 15, 23, 24, 28 e 29 de outubro de 2024; Revisão: Fabiana Zanandrea, 29 de outubro de 2024.</p>
              </note>
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                <p>Código da entrevista: HDE 499.</p>
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                <p>Autodeclaração: parda.</p>
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                <corpname id="atom_127274_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <p>Maria Lilith da Cruz Silva nasceu no dia sete de janeiro de 1996, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Juarez Valduir Cruz da Silva, natural de Vacaria, e de Luciana Gonçalves da Cruz, natural de Panambi. Estudou na Escola Municipal Basílio Tcacenco e na Escola Estadual Victorio Webber. É bailarina clássica e contemporânea desde 2010. A formação artística se deu no Centro Educativo Aeroporto e Recria (2006-2010) e nas companhias Ballet Margô Brusa e Matheus Brusa (2010). Obteve o primeiro lugar em Dança Contemporânea nos Festivais de Dança de Joinville (2012 e 2013), em Santa Catarina, onde também foi indicada ao Prêmio Revelação. Entre 2014 e 2022, foi bailarina profissional da Companhia Municipal de Dança de Caxias do Sul. Atuou como diretora artística do Espaço Cultural La Maison de l’Art, bem como foi co-idealizadora do Projeto Social Impulso. É diretora artística e proponente do Projeto Social Black Power, que promove a cultura afro-brasileira e a inclusão social. No âmbito profissional, atua como educadora social e ministra aulas na Escola de Danças Carla Barcellos e no Espaço Cultural Akácio Camargo. Fonte: entrevista concedida à Unidade Banco de Memória Oral e Currículo Vitae.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maria Lilith da Cruz Silva, com ênfase na história de vida e na temática LGBT. O relato evidencia os seguintes aspectos: a intersecção entre gênero, classe e etnia; a diversidade religiosa; o processo de transição de gênero; a aprendizagem no Centro Educativo Aeroporto (2006-2010) e no Ballet Margô, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Maria Lilith da Cruz Silva;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Maria Lilith da Cruz Silva;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Maria Lilith da Cruz Silva.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_127274_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127275_actor">Maria Lilith da Cruz Silva </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>gênero</subject>
              <subject>etnia</subject>
              <subject>Arte</subject>
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              <subject>Literatura</subject>
              <subject>projeto social</subject>
              <subject>violência</subject>
              <subject>resiliência</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Maria Lilith da Cruz Silva</unittitle>
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                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/d/4/6/d463c466eec09f8cb8d03c48b63ea812af10735fee0d7e810babff47f923b3ce/BMO_01.05.005_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Yan Scherer e Giulian Longa</unittitle>
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        05 (cinco) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 116 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues 02, 03, 04, 06, 10, 11, 12 e 13 de dezembro de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues 16 de dezembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 506.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>A entrevista poderá ter continuidade. O entrevistado Giulian precisou ausentar-se logo no início do relato, não sendo possível concluir seu depoimento. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
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                <corpname id="atom_127277_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_127278_actor">Yan Scherer</persname>
                <persname id="atom_127279_actor">Giulian Longa</persname>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>Yan Sherer nasceu no dia treze de setembro de 1994 em Tapera, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Norberto Scherer e Dinamara Anastácia Scherer. Mulher trans, atriz, influenciadora digital, educadora social, palestrante, dentre outras atividades artísticas. Apresentadora do evento Marcha do Orgulho Trans em Caxias do Sul, Miss Rio Grande do Sul Diversidade em 2019 a 2021 e  Embaixadora da Diversidade do Rio Grande do Sul em 2021 a 2022. Trabalhou como vendedora em boutiques de Caxias do Sul, no Instituto Mix e Shultz, sendo estas duas empresas, a primeira mulher trans contratada. Trabalha na Ong Construindo a Igualdade, idealizada por Cleonice Félix Araújo, primeira vereadora trans suplente de Caxias do Sul. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>Giulian Longa nasceu no dia dezessete de julho de 1991 em Brasília, Distrito Federal (Brasil), filho de Luiggi Giovani Longa e Rosana da Silva. Homem trans, advogado. Trabalha na Ong Construindo a Igualdade, idealizada por Cleonice Félix Araújo, primeira vereadora trans suplente de Caxias do Sul. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Yan Scherer e Giulian Longa.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Yan Scherer e Giulian Longa;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Yan Scherer e Giulian Longa;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Yan Scherer e Giulian Longa.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_127277_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127278_actor">Yan Scherer </persname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127279_actor">Giulian Longa </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>LGBT</subject>
              <subject>Violência de gênero</subject>
              <subject>Estupro</subject>
              <subject>Preconceito de gênero</subject>
              <subject>resiliência</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Yan Scherer e Giulian Longa</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Patrick Cardozo Gonçalves</unittitle>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 117 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 10, 11, 14, 15, 16, 17 e 22 de abril de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 24 de abril de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 510</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: preta.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_127283_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_127284_actor">Patrick Cardozo Gonçalves</persname>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <p>Patrick Gonçalves Cardozo nasceu no dia seis de agosto de 1997 em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Ana Lucia Menezes Cardozo e Dieferson Pereira Gonçalves. Em sua  infância e parte da sua adolescência morou com sua mãe e seu padrasto. Em meados do ensino médio passou a residir com os avós paternos. Formado em Magistério anos iniciais do ensino fundamental, possui especialização em Educação Especial - Autismo e graduação em em Gestão Comercial e Empresarial. Atuou como professor em Santana do Livramento e em Caxias do Sul. Atualmente é representante comercial na empresa Bombril e trabalha também no sushi Kando.  Fonte: Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Patrick Cardozo Gonçalves sobre a temática LGBT.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Patrick Cardozo Gonçalves;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Patrick Cardozo Gonçalves;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Patrick Cardozo Gonçalves.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_127283_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127284_actor">Patrick Cardozo Gonçalves </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>LGBT</subject>
              <subject>Preconceito de gênero</subject>
              <subject>Preconceito racial</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Patrick Gonçalves Cardozo</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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                  <persname id="atom_128821_actor">Patrick Cardozo Gonçalves</persname>
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                  <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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                <note>
                  <p>Patrick Gonçalves Cardozo nasceu no dia seis de agosto de 1997 em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Ana Lucia Menezes Cardozo e Dieferson Pereira Gonçalves. Em sua  infância e parte da sua adolescência morou com sua mãe e seu padrasto. Em meados do ensino médio passou a residir com os avós paternos. Formado em Magistério anos iniciais do ensino fundamental, possui especialização em Educação Especial - Autismo e graduação em em Gestão Comercial e Empresarial. Atuou como professor em Santana do Livramento e em Caxias do Sul. Atualmente é representante comercial na empresa Bombril e trabalha também no sushi Kando.  Fonte: Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_128820_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
                <persname role="Produtor" id="atom_128821_actor">Patrick Cardozo Gonçalves </persname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Mikaella Amaral Padilha da Silva</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-05-008-H524</unitid>
              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">03/10/2025</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 86 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 13, 14, 16, 17 e 22 de outubro de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 27 de outubro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 524.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: parda.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130097_actor">Mikaella Amaral Padilha da Silva</persname>
                <corpname id="atom_130098_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-830a47f6e73374618f1ed47959d5451a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Mikaella Amaral Padilha da Silva nasceu no dia vinte de junho de 1999 em Alvorada, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Marizete Amaral e Claudiomiro Padilha da Silva. No ensino básico frequentou as escolas: Ruben Bento Alves e Professor Clauri Alves Flores. Mulher trans, multiartista e integrante do LABmais do Sesc de Caxias do Sul. Formada pela escola Tem Gente Teatrando, ganhou o troféu de melhor atriz no prêmio Assembleia Legislativa – Mostra de Curtas Gaúchos com curta-metragem “Bom dia, Maika!”, na 53ª edição do Festival de Cinema em Gramado, Rio Grande do Sul. Seu maior desejo é mudar a forma como o cinema retrata as mulheres trans. Fonte:  informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Mikaella Amaral Padilha da Silva sobre sua história de vida e na temática LGBT. O relato evidencia os seguintes aspectos: gênero, resiliência, cinema, arte, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com  Mikaella Amaral Padilha da Silva;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Mikaella Amaral Padilha da Silva;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Mikaella Amaral Padilha da Silva.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_130097_actor">Mikaella Amaral Padilha da Silva </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130098_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>LGBT</subject>
              <subject>Preconceito de gênero</subject>
              <subject>Preconceito racial</subject>
              <subject>cinema</subject>
              <subject>Arte</subject>
              <subject>projeto social</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Mikaella Amaral Padilha da Silva</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-05-008-H524-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">10/2025</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/7/b/9/7b946bea797af513a0331d510339a35a9002ab71929f9bf402780178055afb6a/BMO_01.05.008_H524-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Trajetórias negras: identidade, cultura e resistência**</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06</unitid>
            <unitdate normal="2023/2025" encodinganalog="3.1.3">2023 - 2025</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Em produção.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Série em processamento.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>A trajetória da população negra no Brasil é marcada por processos históricos de violência, exclusão e luta constante por reconhecimento, dignidade e direitos. Desde o período da escravização até os dias atuais, homens e mulheres negros construíram formas de resistência que contribuíram profundamente para a formação social, cultural e política do país. Falar sobre trajetórias negras significa compreender a intersecção da identidade, cultura e resistência na experiência da população afro-brasileira. A identidade negra é resultado de um processo histórico e social construído a partir das experiências da diáspora africana e das relações raciais no Brasil. Durante muito tempo, a população negra foi submetida a políticas de apagamento cultural e inferiorização racial. Entretanto, movimentos sociais, intelectuais e artistas negros passaram a reivindicar o reconhecimento de suas origens e de sua história, fortalecendo o orgulho racial e a valorização da ancestralidade africana. Nesse contexto, a identidade negra torna-se também um instrumento político de enfrentamento ao racismo estrutural. A cultura afro-brasileira representa um dos maiores patrimônios da sociedade brasileira. A música, a dança, a culinária, a religiosidade, a literatura e diversas manifestações populares possuem fortes influências africanas. O samba, a capoeira, o maracatu e as religiões de matriz africana são exemplos de expressões culturais que sobreviveram apesar da repressão histórica. Essas manifestações culturais funcionam como formas de preservação da memória coletiva e de resistência contra tentativas de silenciamento e discriminação. Além da cultura, a resistência negra se manifesta na luta por igualdade social e direitos civis. Ao longo da história, quilombos, revoltas populares e movimentos negros urbanos foram fundamentais no combate à escravização e às desigualdades raciais. Atualmente, organizações e coletivos negros continuam denunciando o racismo, a violência policial, a desigualdade econômica e a exclusão educacional. A implementação de políticas afirmativas, como as cotas raciais nas universidades, representa uma conquista importante dessa mobilização social. Nesse cenário, autores e intelectuais negros desempenham papel essencial na produção de conhecimento sobre relações raciais e identidade. Pensadoras como Lélia Gonzalez e Sueli Carneiro destacam a importância da valorização da cultura negra e da luta contra o racismo estrutural. Já Abdias do Nascimento enfatiza a necessidade de reconhecimento da contribuição africana para a construção do Brasil e denuncia os mecanismos de exclusão social sofridos pela população negra. As trajetórias negras revelam histórias de resistência, sobrevivência e transformação social. Apesar das dificuldades impostas pelo racismo histórico, a população negra continua produzindo cultura, conhecimento e formas de luta que fortalecem a democracia e a diversidade cultural brasileira. Reconhecer essas trajetórias é fundamental para construir uma sociedade mais justa, igualitária e consciente de sua própria história.<lb/>Referências bibliográficas:<lb/>NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectiva, 2016.<lb/>GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano, Rio de Janeiro: Zahar, 2020.<lb/>CARNEIRO, Sueli.  Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.<lb/>RIBEIRO, Djamila. Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.</p>
          </custodhist>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Sergio Ubirajara da Silva Rosa</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-001-H483</unitid>
              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">16/04/2024</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 126 minutos.**
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues em 16, 17, 22, 23, 24, 27 e 28 de maio de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues em 22 e 25 de novembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 483.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: preta.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_128306_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_128313_actor">Sergio Ubirajara da Silva Rosa</persname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-885a1f55133b376ce7e780b8132b8ec2" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Sergio Ubirajara da Silva Rosa nasceu no dia dezoito de agosto de 1960 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Zélia da Silva e seu padrinho de criação Eli Rosa. Criado pelos avós Sebastiana Felíssima da Silva e Gasparino Caetano da Silva. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Caxias do Sul, é ativista do movimento negro e atuou nas mais diferentes frentes do negro em Caxias do Sul. Candidato pelo Partido Socialista Brasileiro ao cargo de vereador e deputado federal. Foi presidente do Conselho Municipal da Comunidade Negra de Caxias do Sul, presidente da Liga Carnavalesca de Caxias do Sul, presidente do Clube Gaúcho, dentre outras atividades. Atualmente é secretário da Negritude Socialista Brasileira pelo partido PSB.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Sergio Ubirajara da Silva Rosa, com ênfase na sua história de vida e na temática do movimento negro.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Sergio Ubirajara da Silva Rosa;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Sergio Ubirajara da Silva Rosa;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Sérgio Ubirajara da Silva Rosa.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128306_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_128313_actor">Sergio Ubirajara da Silva Rosa </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Clube Gaúcho</subject>
              <subject>COMUNE</subject>
              <subject>Racismo</subject>
              <subject>Lanceiros Negros</subject>
              <subject>Religiosidade</subject>
              <subject>Personagem Negro Lindo</subject>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Sergio Ubirajara da Silva Rosa</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-001-H483-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">12/2024</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/0/f/c/0fc41a398ec7cb8b25b6284c59bbced7c0700ace985bcdc60afd69a02ed4f42d/BMO_01.06.001_H483_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Dora Lucia de Souza</unittitle>
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              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">21/05/2024</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 86 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 31 de outubro, 04, 05, 06, 14, 18 e 19 de novembro de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 21 de novembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 484. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_128311_actor">Dora Lucia de Souza</persname>
                <corpname id="atom_128312_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Dora Lucia de Souza nasceu dia 26 de junho de 1966 no Juá, município de São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Laura Ramos de Souza e Isalino de Souza. No ensino fundamental frequentou as escolas Bento Egídio Rodrigues, São João Bosco e Cristóvão de Mendoza. Tem formação no Magistério pela Escola Cenecista Santo Antônio de Caxias do Sul. Trabalhou em escolinhas infantis e atualmente trabalha na empresa Inova. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Dora Lucia de Souza.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Dora Lucia de Souza;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Dora Lucia de Souza;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Dora Lucia de Souza.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128311_actor">Dora Lucia de Souza </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128312_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 109 minutos.**
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 09, 10, 12, 16, 17, 19, 23, 24 de setembro de 2024; Revisão: Fabiana Zanandrea, 24 e 30 de setembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 493.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: preta.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_128324_actor">Antônio Jorge da Cunha</persname>
                <corpname id="atom_128325_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Antônio Jorge da Cunha nasceu no dia treze de julho de 1963, na comunidade quilombola  Sussuarana, na cidade de Piripiri, no Piauí (Brasil), filho de José Maria da Cunha e de Maria Pereira da Cunha. Estudou até o quarto ano nessa localidade, o ensino fundamental e o médio foram realizados em Caxias do Sul. Aos vinte anos deixou a terra natal em busca de trabalho em São Paulo, cidade onde permaneceu por dois anos. No ano de 1985 mudou-se para Caxias, a convite do irmão que aqui residia. Trabalhou em várias empresas, ingressou no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), onde cursou LID e Metrologia. Após esse aprimoramento profissional, passou a trabalhar na Pigozzi Cipolla (1989), empresa caxiense adquirida pela EATON Corporation em 2005, onde ainda atua. Em 1991, casou-se com Nivane Bernardete da Silva, com quem teve três filhos: Éder, Ezequiel e Samuel. Duas décadas após o casamento, graduou-se em Licenciatura Plena em História pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). Atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Educação na mesma instituição de ensino. Além de diretor do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade, o entrevistado é militante de movimentos sociais. Participou ativamente do processo que certificou, como remanescente de quilombo, a comunidade onde viveu no Piauí; integra a União Nacional dos Negros (UNEGRO); o Conselho da Comunidade Negra (COMUNE) e o Corpo de Lanceiros Negros, grupo constituído em Caxias do Sul no ano de 2022. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Antônio Jorge da Cunha sobre a trajetória de vida e a atuação como militante do movimento negro. O relato evidencia os seguintes aspectos: a vivência na comunidade quilombola Sussuarana e os desafios; a religiosidade; a educação; a militância em movimentos sociais; o Sindicato dos Metalúrgicos, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Antônio Jorge da Cunha;<lb/>TRA- Síntese e transcrição da entrevista com Antônio Jorge da Cunha;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Antônio Jorge da Cunha.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128324_actor">Antônio Jorge da Cunha </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>COMUNE</subject>
              <subject>UNEGRO</subject>
              <subject>comunidade quilombola</subject>
              <subject>Lanceiros Negros</subject>
              <subject>Racismo</subject>
              <subject>Sindicato dos Metalúrgicos</subject>
              <subject>Educação</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Antônio Jorge da Cunha</unittitle>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maria Geneci Silveira</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 139 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 09, 10, 11, 18, 21, 22, 23, 24, 25 e 29 de outubro de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 30 de outubro de 2024.</p>
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                <p>Código da entrevista: HDE 493.</p>
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                <p>Autodeclaração: preta.</p>
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              <note>
                <p>Maria Geneci Silveira nasceu no dia seis de janeiro de 1952 em Caçapava do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de José Almerindo Silveira e Maria Erocilde Silveira. Professora, servidora pública federal, cientista política, militante e ativista em sindicatos e ações sociais. Tem formação em Magistério, Enfermagem e Ciências Sociais. Servidora pública federal aposentada, trabalhou na 5ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), em Caxias do Sul, como coordenadora regional de Dermatologia Sanitária, Saúde do Adolescente, Saúde das Diversidades e Saúde da População Negra. Ministrou aulas de saúde à população carente de todo o país. Dirigiu o Sindicato de Saúde Trabalho e Previdência Social (Sindisprev-RS). Coordenou, nos âmbitos nacional e estadual, o Movimento Negro Unificado (MNU). Foi presidente do COMUNE - Conselho Municipal da Comunidade Negra de Caxias do Sul e do COMDIM - Conselho Municipal dos Direitos da Mulher. Dentre tantos títulos recebidos pelo trabalho desenvolvido com a população negra, destacam-se: Comenda João Cândido Felisberto em 2005, Troféu recebido pela Câmara Municipal de Caxias do Sul de Mulher Cidadã em 2007, Troféu Margaridas (Clube Gaúcho) em 2010, Comenda Zumbi dos Palmares em 2013, Personalidade Negra em 2014, e o mais recente título de Doutora Honoris Causa em 2023. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <subject>Movimento Negro Unificado</subject>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 110 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues e Leonardo Ribeiro; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues,27, 28 e 31 de março, 01, 02 e 03 de abril de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 04 e 07 de abril de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 489.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: parda.</p>
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                <persname id="atom_128340_actor">Lucila Guedes de Oliveira</persname>
                <corpname id="atom_128341_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Lucila Guedes de Oliveira nasceu no dia seis de março de 1970, natural de Dom Pedrito, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Luís Moura Oliveira e Zaira Guedes de Oliveira. Professora Licenciada em Arte, trabalha na Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul e Farroupilha, e também no curso de Artes Visuais na Universidade de Caxias do Sul. Doutora e Mestra em Educação pela Universidade de Caxias do Sul, possui especialização em: Arte/Educação pela  Faculdades Integradas de Amparo; Informática Educativa pela Faculdade Anglo-Americano; Coordenação Pedagógica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participou do movimento da implementação da Base Nacional Comum Curricular como Assessora Pedagógica no Núcleo de Estudos e Pesquisa (NEP, 2018-2019). Integrou o Núcleo Permanente Qualificar a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER, 2023) da Secretaria Municipal da Educação de Caxias do Sul. Coordenou o Núcleo Técnico/Científico de Educação, Pesquisa e Comunicação da Diretoria de Museus e Memória de Caxias do Sul (2022). Atualmente é Membro do GT-26 do Tribunal de Contas da União do Rio Grande do Sul, com estudos e monitoramento da Lei 10.639/2003.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista e coletadas do Lattes em 04/04/2025.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Lucila Guedes de Oliveira, com ênfase na sua história de vida e na temática do movimento negro.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Lucila Guedes de Oliveira;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Lucila Guedes de Oliveira;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Lucila Guedes de Oliveira.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128340_actor">Lucila Guedes de Oliveira </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128341_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Racismo</subject>
              <subject>Educação</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Lucila Guedes de Oliveira</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Michele dos Santos Xavier</unittitle>
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        03 (três) documentos eletrônicos de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 147 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Leonardo Ribeiro; Transcrição: Fabiana Zanandrea, abril de 2025; Revisão: Fabiana Zanandrea, 08 e 12 de maio de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 481.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: parda.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_129581_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_129681_actor">Michele dos Santos Xavier</persname>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <note>
                <p>Michele dos Santos Xavier nasceu no dia quatorze de janeiro de 1979, em São Gabriel (RS), filha de Homero Trindade Xavier e de Maria Edenir dos Santos Xavier. Advogada formada pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), pós-graduada em Direito Ambiental, Direito Antidiscriminatório e Direito das Mulheres, especialista em Direito da Família e do Trabalho e mestranda em Educação pela mesma instituição. Sócia do Escritório Spigosso &amp; Xavier Advogadas Associadas. É presidente do Conselho Municipal da Comunidade Negra (COMUNE) de Caxias do Sul (2023-2026). Participou da Comissão da Mulher Advogada e coordenou o GT Antirracista da OAB Caxias do Sul (2019-21). É integrante do GT Antirracista da Comissão da Mulher Advogada da OAB-RS desde 2020. Foi vice-presidente da Comissão de Igualdade Racial da Associação Brasileira de Advogados ABA-RS (2021-2022). Fonte: informações obtidas na entrevista e em minicurrículo concedido pela entrevistada.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Michele dos Santos Xavier, com ênfase na sua história de vida e na temática do movimento negro.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Michele dos Santos Xavier;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Michele dos Santos Xavier;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Michele dos Santos Xavier.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_129581_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_129681_actor">Michele dos Santos Xavier </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>COMUNE</subject>
              <subject>Direito</subject>
              <subject>UNEGRO</subject>
              <subject>PCdoB</subject>
              <subject>UBM -União Brasileira de Mulheres</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Michele dos Santos Xavier</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Juçara de Quadro</unittitle>
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        06 (seis) documentos eletrônicos de áudio, 03 (três) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 222 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues,11, 16, 17, 18, 23 de junho, 02, 03, 07, 08, 09 de julho de 2025. 2025 Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 15 e 16 de julho de 2025.</p>
              </note>
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                <p>Código da entrevista: HDE513.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: parda.</p>
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                <persname id="atom_129707_actor">Juçara de Quadro</persname>
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              <note>
                <p>Juçara de Quadro nasceu no dia vinte e nove de outubro de mil novecentos e cinquenta e seis, filha de Mário de Quadro e Maria Isabel Torcatti, natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Graduada em Serviço Social, iniciou sua trajetória no Movimento de Mulheres com forte atuação no combate à exclusão da mulher negra. Participou na implementação da Delegacia da Mulher, trabalhou na Casa Viva Raquel e na Casa das Meninas e como educadora social da COMAI. Foi Conselheira e vice-presidente do Conselho Estadual da Comunidade Negra/CODENE, Coordenadora Regional do Movimento Negro Unificado do Rio Grande do Sul/MNU, Secretária Estadual de Combate ao Racismo do Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul e a primeira Coordenadora da Coordenadoria de Igualdade Racial. Foi fundadora do Conselho Municipal da Comunidade Negra/COMUNE. Coordenou o Departamento de Etnias da UAB, integrou o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher/COMDIM e Assessora Parlamentar, participando das diferentes áreas dos movimentos sociais no Estado. Integrante da Sociedade Recreativa e Cultural Gaúcho e da Escola de Samba Protegidos da Princesa. Sua relação com o Carnaval vem desde sua infância e conheceu a Protegidos da Princesa através de seus pais. Fez parte da diretoria do Clube e da Escola de Samba, atualmente não desempenha nenhuma atividade na agremiação. No momento, faz parte da Marcha Mundial das Mulheres e do Fórum Caxiense de Mulheres, bem como é filiada ao Movimento Negro Unificado. Fonte: informações obtidas na entrevista, pesquisa realizada pela Unidade e site da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Juçara de Quadro sobre trajetória de vida, o ativismo, movimento negro, luta pelos direitos da mulher, o Clube Gaúcho, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN -Síntese da entrevista com Juçara de Quadro;<lb/>TRA -Transcrição da entrevista com Juçara de Quadro;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Juçara de Quadro.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_129707_actor">Juçara de Quadro </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Racismo</subject>
              <subject>COMUNE</subject>
              <subject>CODENE</subject>
              <subject>Clube Cultural Gaúcho</subject>
              <subject>Escola de Samba Protegidos da Princesa</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Juçara de Quadro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-007-H513-SIN</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/3/e/d/3ed0ecd4182da65e430239d62dce692539849c498c24ffaaaf9d33e57a0bce1b/BMO_01.06.007_H513-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Fernando Faustino da Rosa</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-008-H485</unitid>
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        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 118 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Fabiana Zanandrea; Entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Marcelo Henrique Martini, 8, 11, 12, 13, 14 e 15 de agosto de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 08 de setembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 485.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: parda.</p>
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              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_129920_actor">Fernando Faustino da Rosa</persname>
                <corpname id="atom_129921_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Fernando Faustino da Rosa nasceu no dia oito de março de 1986 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Adão Borges da Rosa e Maria Hélida Faustino. Seu pai, morador e um grande líder comunitário muito atuante e reconhecido no bairro Euzébio Beltrão de Queiróz por beneficiar centenas de moradores através da cozinha comunitária e tantas outras ações sociais desenvolvidas. Foi um dos fundadores da Escola de Samba Acadêmicos do XV de Novembro em 1962 e da Liga Carnavalesca, a qual foi presidente por treze anos. Ajudava não apenas sua comunidade, como outros bairros de Caxias do Sul. Faleceu em 2007 com cinquenta e seis anos. Fonte: informações obtidas na entrevista e pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Fernando Faustino da Rosa sobre a sua história de vida e de seu pai Adão Borges da Rosa, um grande líder comunitário, o movimento negro, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN -Síntese da entrevista com Fernando Faustino da Rosa;<lb/>TRA -Transcrição da entrevista com Fernando Faustino da Rosa;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Fernando Faustino da Rosa.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_129920_actor">Fernando Faustino da Rosa </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_129921_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>bairro Euzébio Beltrão de Queiróz</subject>
              <subject>Escola de Samba XV de Novembro</subject>
              <subject>Carnaval</subject>
              <subject>Racismo</subject>
              <subject>Adão Borges da Rosa</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Fernando Faustino da Rosa</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-008-H485-SIN</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/2/d/2/2d286ff3871032f86d72a91589b818f6a5d79bb8cd9ed6fbad718c4ef1f2175a/BMO_01.06.008_H485-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Danúbia Camargo dos Reis e Luiz Antunes dos Reis</unittitle>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 60 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Fabiana Zanandrea; Entrevista: Fabiana Zanandrea, Alexandro Pires de Souza e Daniele; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 20 e 21 de junho de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 05 de setembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 462.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_130005_actor">Danúbia Camargo dos Reis</persname>
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                <corpname id="atom_130007_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Danúbia Camargo dos Reis nasceu no dia 12 de setembro de 1936, em Vacaria, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Maria Camargo. Empregada doméstica e costureira na época de Carnaval. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-bd26cec10d8551f145b070418cd5d5a0" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Luiz Antunes dos Reis nasceu no dia 20 de julho de 1934, em Bom Jesus, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Pedro Antônio de Moraes dos Reis e Reacilva Luísa dos Reis. Funcionário da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, hoje está aposentado. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Danúbia Camargo dos Reis e Luiz Antunes dos Reis, com ênfase em suas histórias de vida e do Carnaval de Caxias do Sul. O relato evidencia os seguintes aspectos: carnaval; clube Gaúcho; escola de samba Protegidos da Princesa; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Danúbia Camargo dos Reis e Luiz Antunes dos Reis;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Danúbia Camargo dos Reis e Luiz Antunes dos Reis;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Danúbia Camargo dos Reis e Luiz Antunes dos Reis.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130005_actor">Danúbia Camargo dos Reis </persname>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_130007_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Carnaval</subject>
              <subject>Clube Gaúcho</subject>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Danúbia Camargo dos Reis e Luiz Antunes dos Reis</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-009-H462-SIN</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Valdir Vieira da Silva</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-010-H461</unitid>
              <unitdate normal="2023/2023" encodinganalog="3.1.3">08/08/2023</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 76 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries, Leonardo Ribeiro e Alexandro Pires de Souza; Transcrição: Leonardo Ribeiro, 26, 27, 28, 29 de setembro; 03, 04, 05 de outubro de 2023; Revisão: Sônia Storchi Fries e Graciela Deon Rodrigues, 27, 28, 29 de fevereiro de 2024; 02 e 03 de outubro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 461.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: preta.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_130050_actor">Valdir Vieira da Silva</persname>
                <corpname id="atom_130051_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Valdir Vieira da Silva nasceu no dia quinze de agosto de 1964 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Antenor Vieira da Silva e Noeli Pereira da Silva. Atuou mais de dezesseis anos junto à União das Associações de Bairros (UAB), como diretor de Cultura e de Etnias. Presidiu a Escola de Samba Império da Zona Norte por onze anos, e por três foi vice-presidente da Escola de Samba Unidos da Zona Norte. Reconhecido na cidade por ser líder comunitário do bairro Belo Horizonte. Foi homenageado com a Comenda Zumbi dos Palmares por todo o trabalho realizado junto à comunidade dos bairros e também por sua contribuição ao Carnaval da cidade.<lb/>Fonte: informações obtidas na entrevista, pesquisa realizada pela Unidade e site da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Valdir Vieira dos Santos sobre sua história de vida, sua atuação como líder comunitário e sua contribuição para o Carnaval de Caxias do Sul.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Valdir Vieira dos Santos;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Valdir Vieira dos Santos;<lb/>AUD Áudio da entrevista com Valdir Vieira dos Santos;</p>
            </scopecontent>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130050_actor">Valdir Vieira da Silva </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130051_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Carnaval</subject>
              <subject>Preconceito racial</subject>
              <subject>União das Associações de Bairro (UAB)</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Valdir Vieira da Silva</unittitle>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com José Paulo de Moraes</unittitle>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 92 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea, Alexandro Pires de Souza e Daniele; Transcrição: Marcelo Henrique Martini, 18, 19, 20, 21 e 25 de agosto de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 29 de setembro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 471.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: preta.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130022_actor">José Paulo Moraes</persname>
                <corpname id="atom_130023_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>José Paulo de Moraes nasceu no dia dez de outubro de 1959, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de José Correa de Moraes e Maria Felícia de Moraes. Metalúrgico por vinte e oito anos, seu amor pelo Carnaval vem desde a sua infância. Presidente do Clube Gaúcho por três anos, sempre muito atuante e dedicado ao clube. Contribuiu em muitos desfiles na confecção de carros alegóricos para a Escola de Samba Protegidos da Princesa. Casado com Joceli Barbosa de Moraes, o casal tem dois filhos. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de José Paulo de Moraes, com ênfase na sua atuação no Clube Gaúcho e sua contribuição para o Carnaval de Caxias do Sul. O relato evidencia os seguintes aspectos: Clube Gaúcho, Carnaval; escolas de samba de Caxias do Sul; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com José Paulo de Moraes;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com José Paulo de Moraes;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com José Paulo de Moraes.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_130022_actor">José Paulo Moraes </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130023_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Carnaval</subject>
              <subject>Clube Gaúcho</subject>
              <subject>Escola de Samba Protegidos da Princesa</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com José Paulo Moraes</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/5/e/c/5ec2511ec26c768dbdff8ddd4f28c739522c127a4d3e13e70a4a0c0461f00009/BMO_01.09.003_H471-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Rosaura Moreira Pinto</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-06-012-H460</unitid>
              <unitdate normal="2023/2023" encodinganalog="3.1.3">07/08/2023</unitdate>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 78 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Fabiana Zanandrea; Entrevista: Fabiana Zanandrea, Alexandro Pires de Souza e Daniele; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 26, 27 de junho e 02 de julho de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 04 de setembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 460.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_129992_actor">Rosaura Moreira Pinto</persname>
                <corpname id="atom_129993_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
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            <bioghist id="md5-eb08ef848d4aea7c9499904d7118a62b" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Rosaura Moreira Pinto nasceu no dia 27 de agosto de 1953, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Olívio Moreira e Carmem Silva Moreira. Estudou na Escola Estadual de Ensino Fundamental Coronel José Pena de Moraes. Foi técnica em enfermagem dos hospitais: Moinhos de Vento, em Porto Alegre e do Nossa Senhora de Pompéia, em Caxias do Sul. Desde jovem participa do Carnaval na cidade, atuou como presidente das escolas XV de Novembro e Cinquentenário II, até fundar sua própria escola de samba: a Nação Verde e Branco. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Rosaura Moreira Pinto, com ênfase na sua história de vida e de sua trajetória no Carnaval de Caxias do Sul. O relato evidencia os seguintes aspectos: carnaval; escolas de samba de Caxias do Sul; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Rosaura Moreira Pinto;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Rosaura Moreira Pinto;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Rosaura Moreira Pinto;</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_129992_actor">Rosaura Moreira Pinto </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_129993_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Carnaval</subject>
              <subject>Clube Gaúcho</subject>
              <subject>Escola de Samba XV de Novembro</subject>
              <subject>Escola de Samba Nação Verde e Branco</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Rosaura Moreira Pinto</unittitle>
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                <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">2024</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Inclusão social**</unittitle>
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            <unitdate normal="2022/2025" encodinganalog="3.1.3">2022-2025</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Em produção.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Série em processamento.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Arlete Fátima Argenta</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-07-001-H434</unitid>
              <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">13/09/2022</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 80 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 17, 18, 20, 27 de outubro; 3 de novembro de 2022; Revisão: Fabiana Zanandrea, 07 de novembro de 2022.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 434.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_128594_actor">Arlete Fátima Argenta</persname>
                <corpname id="atom_128595_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-42a9b6e5837aee56ea8a40208d5a8ec8" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Arlete Fátima Argenta nasceu dia quinze de novembro de 1954, em Caxias do Sul (RS), filha de Juventino Argenta e Hilda Borges de Oliveira Argenta. Estudou na Escola São João Bosco e no Colégio São Carlos, onde cursou magistério. Formou-se em pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) com ênfase em Deficiência Intelectual, especializou-se em Deficiência Visual em um curso oferecido pelo governo do estado em Porto Alegre (RS). Foi professora da rede municipal de ensino, onde trabalhou nas salas de recursos e no acompanhamento pedagógico de pessoas com deficiência, nas escolas E.M.E.F Catulo da Paixão Cearense e E.E.E.M. Irmão José Otão. Participou da criação da Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV), em 1983, e do Instituto da Áudio Visão (INAV), em 2009, nesta cidade. Nestas instituições trabalhou com Orientação e Mobilidade para capacitar deficientes visuais. Concorreu ao Prêmio Claudia em 2011, reconhecimento público do trabalho de mulheres brasileiras. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Arlete Fátima Argenta sobre a Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV), fundada em 1983, e o Instituto da Áudio Visão (INAV), criado em 2009, além da atuação em escolas públicas como, por exemplo, a E.M.E.F Catulo da Paixão Cearense e a E. E. Irmão José Otão. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a criação de entidades de capacitação de deficientes visuais em Caxias do Sul, a inclusão social nas escolas, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Arlete Fátima Argenta;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Arlete Fátima Argenta;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Arlete Fátima Argenta.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128594_actor">Arlete Fátima Argenta </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_128595_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
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              <subject>APADEV</subject>
              <subject>INAV</subject>
              <subject>EMEF Catulo da Paixão Cearense</subject>
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              <subject>Deficientes visuais</subject>
              <subject>Baixa visão</subject>
              <subject>Cegos</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Arlete Fátima Argenta</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Miriam da Rosa Sirtoli</unittitle>
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              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 94 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 01, 05, 06, 27 de dezembro de 2022; 02 e 03 de janeiro de 2023; Revisão: Fabiana Zanandrea, 12 e 16 de janeiro de 2023.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 439.</p>
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                <persname id="atom_128612_actor">Miriam da Rosa Sirtoli</persname>
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              <note>
                <p>Miriam da Rosa Sirtoli nasceu dia oito de outubro de 1961, em Porto Alegre, filha de Marília Gomes da Rosa e José Ony Dutra da Rosa. Estudou no Colégio São Carlos e cursou o magistério no I.E.E Cristóvão de Mendoza. Especializou-se em Deficiência Visual em um curso oferecido pelo governo do estado no Centro Louis Braile, em Porto Alegre (RS). Formou-se em filosofia na Universidade de Caxias do Sul (UCS), realizou a pós-graduação no Centro Universitário FSG, com ênfase na educação inclusiva. A entrevistada foi responsável por implantar o atendimento aos deficientes visuais na rede estadual e municipal de ensino. Além disso, destaca-se sua atuação como uma das fundadoras da Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV) em 1983. Em 2011, recebeu o “Voto de Louvor” da Câmara Municipal de Caxias do Sul pela atuação nessa instituição. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Miriam da Rosa Sirtoli com ênfase na fundação da Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV). A entrevistada foi responsável por implantar o atendimento a esse público na rede estadual e municipal de ensino de Caxias do Sul, em 1981 e 1984, respectivamente. Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a criação da APADEV (1983) em Caxias do Sul, a inclusão social nas escolas e na sociedade, a legislação específica, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Miriam da Rosa Sirtoli;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Miriam da Rosa Sirtoli;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Miriam da Rosa Sirtoli.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_128612_actor">Miriam da Rosa Sirtoli </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>APADEV</subject>
              <subject>EMEF Catulo da Paixão Cearense</subject>
              <subject>EEEM Irmão José Otão</subject>
              <subject>Inclusão social</subject>
              <subject>Deficientes visuais</subject>
              <subject>Baixa visão</subject>
              <subject>Cegos</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Mirian de Fátima Zanandrea</unittitle>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 89 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 17, 18,  20, 25 de junho; 15 de julho, 01, 05, 06, 08 de agosto de 2024; Revisão: Fabiana Zanandrea, 08 e 12 de agosto de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 452.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_128629_actor">Mirian de Fátima Zanandrea</persname>
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              <note>
                <p>Mirian de Fátima Zanandrea nasceu no dia primeiro de fevereiro de 1957, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Aruy Angelo Zanandrea e Elda Julieta Zanandrea. Estudou nas escolas Sacré Coeur de Marie e Madre Imilda, onde realizou as séries iniciais e o ensino fundamental. O ensino médio foi cursado na Escola Estadual Santa Catarina. Entre 1975 e 1978 cursou Licenciatura em Educação Física na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e no ano de 1979 a Especialização em Técnicas Desportivas. O mestrado em Ciências do Movimento Humano foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em parceria com a Universidade de Caxias  do Sul - UCS (1998-2000), e o doutorado em Educação, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Portugal, a partir de 2010. Os estudos na pós-graduação versaram sobre esporte, deficiência e inclusão social. Foi professora de Educação Física no Colégio Madre Imilda, no La Salle, e na Escola Municipal Helen Keller, onde permaneceu por vinte e cinco anos. Posteriormente, atuou como professora no ensino superior da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2000-2003) e da UCS (1992-1999). Entre 2003 e 2012, foi docente no Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), onde desenvolveu o projeto “Eu no lugar do outro” como parte do FSG sem Fronteiras, com ênfase na inclusão social da pessoa com deficiência. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Mirian de Fátima Zanandrea, com ênfase na história de vida e na atuação como professora e pesquisadora na área de inclusão social. O relato evidencia os seguintes aspectos: a formação em Educação Física; a prática de esportes; a atuação como professora na Escola Helen Keller; as atividades e os estudos voltados à inclusão social da pessoa com deficiência, os surdos e a linguagem, o projeto “Eu no lugar do outro”, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Mirian de Fátima Zanandrea;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Mirian de Fátima Zanandrea;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Mirian de Fátima Zanandrea.</p>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Educação Física</subject>
              <subject>Esportes</subject>
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              <subject>Deficiência</subject>
              <subject>Diversidade</subject>
              <subject>Surdez</subject>
              <subject>Inclusão social</subject>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 217 minutos.**</p>
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                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea,  outubro e novembro de 2025. Revisão: Fabiana Zanandrea, novembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base: HDE 515.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
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                <persname id="atom_130204_actor">Maria Ivone Grilo Martini</persname>
                <corpname id="atom_130206_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Maria Ivone Grilo Martini nasceu em 29 de novembro de 1947, em Rincão das Flores, à época município de São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul. Filha de Adelar Antônio Grilo e de Rosina Moreira de Castilhos. É a primogênita de seis irmãos, são eles: Leda, Ivanete, Adão, Tânia e Kátia. Estudou no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer e na Escola Normal Duque de Caxias, onde realizou o magistério. Casou-se com Zenor Miltom Martini, com quem teve o filho Rodrigo César Grilo Martini. Dez anos após o falecimento do primeiro marido, casou-se com Jolui Ventura Ramos, dessa união nasceu a filha Kaira Grilo Ramos, irmã de Rodrigo e dos enteados José Luís e Israel de Oliveira Ramos. No que concerne à formação acadêmica, graduou-se em Pedagogia, Magistério e Orientação Educacional (1976) e em Psicologia (1993), ambas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). É pós-graduada em Orientação Educacional (1978) e Ensino Especial, Terapia Psicomotora e Psicopedagogia (1981) pela UCS, bem como em Terapia de Casal e Família (2008) pelo Centro de Estudos da Família e do Indivíduo. Em 2001, realizou disciplinas do curso de Postgrado en Psicologia, na Fundación General Universidad de Salamanca (Espanha). Atuou em classes especiais, Centros de Reeducação Estaduais e APAEs. Foi supervisora e orientadora da 4ª Delegacia de Ensino. Na UCS, trabalhou com grupos e aulas na Educação Infantil e também ministrou cursos aos professores desta área. Foi professora da Faculdade de Pedagogia na UCS e de Psicologia da Faculdade da Serra Gaúcha (FSG), onde também coordenou cursos de pós-graduação em Psicopedagogia. Atuou como supervisora e orientadora de Práticas de Estágio e coordenadora do Grupo de Convivência na Melhor Idade na FSG. Atualmente aposentada como professora, dá continuidade ao seu trabalho como psicóloga clínica, com ênfase em Psicoterapia Sistêmica Individual, de Casal e de Família.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maria Ivone Grilo Martini, com ênfase na história de vida e na atuação como professora e pesquisadora na área de psicologia, educação e inclusão social. O relato evidencia os seguintes aspectos: a infância no campo; o magistério na Escola Duque de Caxias; a docência na UCS e na FSG; a atuação nas APAES; as perdas e o luto; a inclusão social; os Centros de Reeducação, os CIAEs; a Delegacia de Ensino; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN - Síntese da entrevista com Maria Ivone Grilo Martini.<lb/>TRA - Transcrição da entrevista com Maria Ivone Grilo Martini.<lb/>AUD - Áudios da entrevista com Maria Ivone Grilo Martini.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130204_actor">Maria Ivone Grilo Martini </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130206_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Inclusão social</subject>
              <subject>APAE</subject>
              <subject>Escola Normal Duque de Caxias</subject>
              <subject>Psicologia</subject>
              <subject>Luto</subject>
              <subject>Centro de Reeducação Estadual</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Maria Ivone Grilo Martini</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-07-004-H515-SIN</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/3/3/6/3368363d7d2985562b7943d5f54d010f11e0e8e136bc1e8ad2628e356c81f27e/_Maria_Ivone_Grilo_Martini__BMO_00.00.000_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
        </c>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Pandemia de COVID-19**</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08</unitid>
            <unitdate normal="2024/2026" encodinganalog="3.1.3">2024 - 2026</unitdate>
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        Em produção.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Série em processamento.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maria Elisa Dalla Rosa</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-001-H476</unitid>
              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">21/02/2024</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 147 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Leonardo Ribeiro; Transcrição: Sônia Storchi Fries, maio de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 12, 18, 19, 22 e 29 de setembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 476.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_129746_actor">Maria Elisa Dalla Rosa</persname>
                <corpname id="atom_129747_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Maria Elisa Dalla Rosa nasceu em vinte e seis de maio de 1974, na cidade de Caxias do Sul, filha de Zulmira Koslowski Dalla Rosa e de Valdenor José Dalla Rosa. Os avós maternos chamavam-se Paulo Adolfo Koslowski, de origem polonesa, e Maria Teresa Ghilardi, filha de imigrantes italianos. Estudou na Escola Estadual de Ensino Fundamental Abramo Pezzi e na Escola Estadual de Ensino Médio Cavalheiro Aristides Germani. Trabalhou na Fábrica de Calçados Brasnelo, no Supermercado Calcagnotto, na Loja Brasileiras e na Farmácia de Manipulação Natufarma. Entre os anos 2001 e 2004, cursou Enfermagem na Escola de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira (Circulo Operário Caxiense). No mesmo ano de sua formação em Enfermagem ingressou como estagiária no Hospital do Círculo, onde posteriormente foi efetivada. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maria Elisa Dalla Rosa, sobre sua história de vida e seu trabalho como enfermeira no Hospital do Círculo. O relato evidencia a luta diária de profissionais da saúde no enfrentamento à pandemia de COVID-19.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Maria Elisa Dalla Rosa;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Maria Elisa Dalla Rosa;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Maria Elisa Dalla Rosa.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_129746_actor">Maria Elisa Dalla Rosa </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Pandemia de COVID-19</subject>
              <subject>Saúde</subject>
              <subject>Enfermagem</subject>
              <subject>Hospital do Círculo</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da transcrição da entrevista com Maria Elisa Dalla Rosa</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-002-H478</unitid>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 68 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Sônia Storchi Fries e Leonardo Ribeiro; Transcrição: Leonardo Ribeiro, 17, 20 e 22 de maio de 2024; Revisão:  Graciela Deon Rodrigues,  21 de junho de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 478</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_129766_actor">Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan</persname>
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            <bioghist id="md5-868acf488df2dd7402ab57299738e55b" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan nasceu em vinte e cinco de maio de 1959, em Águas de Chapecó, Santa Catarina. Filha de Fernando Bernardino Frigeri, descendente de imigrantes italianos, e de Reni Geci Graves, descendente de imigrantes alemães. Muda-se para Caxias do Sul após o casamento com Celso Oscar Kaplan em 1978 e passa a trabalhar na Lancheria Barril, de propriedade do sogro. Com o falecimento do sogro e fechamento do estabelecimento, Elisete e seu esposo adquirem uma nova lancheria denominada Aurora. Entre períodos de prosperidade no negócio, Celso falece e em 2021 a lancheria encerra suas atividades em decorrência da pandemia de COVID-19. É também durante a pandemia que Elisete fica em estado de coma por três meses, devido à infecção pelo coronavírus. Mesmo após longa recuperação, a contração da doença respiratória continua influenciando seu cotidiano: a partir das sequelas, dos necessários novos cuidados com a saúde ou mesmo das reflexões em relação à sua perspectiva de vida. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan, sobre sua história de vida e seu trabalho no ramo dos restaurantes e lancherias. O relato evidencia o período de três meses em que esteve em estado de coma por consequência da contração da COVID-19, dos meses anteriores à entrada no Hospital do Círculo e posterior recuperação.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_129767_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Pandemia de COVID-19</subject>
              <subject>Hospital do Círculo</subject>
              <subject>Saúde</subject>
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            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da transcrição da enrevista com Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-002-H478-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">05/2024</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/4/2/d/42d355d4743da90db5579648e8829daec4f6eddecabbdddb9dee151681bb3958/BMO_01.XX.002_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Fabíola Erhart</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-003-H520</unitid>
              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">14/07/2025</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de vídeo, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 75 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues,   21 e 22 de julho de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 23 de julho de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 520</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Entrevista realizada via plataforma Zoom, formato Mp4.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_129782_actor">Fabíola Erhart</persname>
                <corpname id="atom_129783_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
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            <bioghist id="md5-0fb46ab40529d8abdb4e64851acf38d4" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Fabíola Erhart nasceu no dia doze de setembro de 1972, em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Flávio Felisberto Erhart e Elen Erhart. Técnica em Enfermagem há mais de trinta anos, contraiu a covid 19 de forma grave, ficando hospitalizada por oitenta e sete dias no Hospital Municipal de Novo Hamburgo, quando trabalhava em um hospital em Estância velha. Atualmente leva uma vida praticamente normal e trabalha na Viva Emergências Médicas, no setor da farmácia.  Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Fabíola Erhart, sobre sua história de vida e seu trabalho como técnica de enfermagem no hospital em Estância Velha. O relato evidencia o período de três meses em que esteve em hospitalizada no Hospital Municipal de Novo Hamburgo, a sua luta e desafios pela recuperação da doença grave da covid 19.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Fabíola Erhart;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Fabíola Erhart;<lb/>VID- Vídeos da entrevista com Fabíola Erhart.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_129782_actor">Fabíola Erhart </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_129783_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Pandemia de COVID-19</subject>
              <subject>Saúde</subject>
              <subject>Enfermagem</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Fabíola Erhart</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-003-H520-SIN</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/c/7/e/c7ef050e4419a7aca8053b43ae33a9bf8aacbe66083d0124f7e8afcf9998c50c/BMO_01.08.003_H520-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Dagoberto Vanoni de Godoy</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-004-H532</unitid>
              <unitdate normal="2026/2026" encodinganalog="3.1.3">06/04/2026</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 71 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea, Graciela Deon Rodrigues e Marcelo Henrique Martini; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 27 e 28 de maio; 01, 02, 03 e 08 de junho de 2026; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 09 de junho de 2026. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista HDE 532.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130774_actor">Dagoberto Vanoni de Godoy</persname>
                <corpname id="atom_130775_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-b12b389e670dca7a23e8d409d2cfdb41" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Dagoberto Vanoni de Godoy nasceu no dia 09 de agosto de 1962 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Dagoberto Lima Godoy e Dione Teresa Vanoni Godoy. Formou-se médico pela Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre com residência em pneumologia no Hospital Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Mestre e doutor em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande Do Sul e especialista em Medicina do Esporte na Universidade de Caxias do Sul. Atua como docente do Curso de Medicina da Universidade de Caxias do Sul, desde 1996. Em sua atuação profissional, participou do primeiro transplante de pulmão da América Latina, realizado em maio de 1989, ato que beneficia inúmeras pessoas até hoje. Fundou o Programa de Reabilitação Pulmonar da Universidade de Caxias do Sul, em conjunto com a professora e psicóloga Rossane Frizzo de Godoy, sua esposa. Na área clínica, atua principalmente com doença pulmonar obstrutiva crônica, reabilitação pulmonar e peri-operatório de cirurgia torácica. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Dagoberto Vanoni de Godoy, sobre sua história de vida e seu trabalho como médico pneumologista a pacientes com Covid-19. O relato evidencia o trabalho de profissionais da saúde no enfrentamento à pandemia, os desafios e os legados deixados pelo novo Coronavírus.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Dagoberto Vanoni de Godoy;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Dagoberto Vanoni de Godoy;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Dagoberto Vanoni de Godoy.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_130774_actor">Dagoberto Vanoni de Godoy </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130775_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Pandemia de COVID-19</subject>
              <subject>Saúde</subject>
              <subject>Medicina</subject>
              <subject>Universidade de Caxias do Sul</subject>
              <subject>Gripe Influenza</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Dagoberto Vanoni de Godoy</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-004-H532-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2026/2026" encodinganalog="3.1.3">06/2026</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/1/9/5/19552214d780940c9de9ad947f5d6bf77d07485063b8291f1b45078cd0b02b20/BMO_01.08.004_H532-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Luísa Estefânia Demore</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-005-H531</unitid>
              <unitdate normal="2026/2026" encodinganalog="3.1.3">20/03/2026</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 100 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Marcelo Henrique Martini; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 15, 16, 18, 22, 23 e 24 de junho de 2026; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 25 de junho de 2026.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista HDE 531.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130855_actor">Luísa Estefânia Demore</persname>
                <corpname id="atom_130856_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3b3c6a3195601108ce6e9317c958fdb3" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Luísa Estefânia Demore nasceu em 04 de maio de 1992, natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), é filha de Ilaine Fenner Demore e Gilberto Demore. Concluiu a educação básica nas Escolas São Carlos e São José. Graduou-se em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul, em 2016, e concluiu a residência médica em Clínica Médica no Hospital Geral, em 2019. Durante a pandemia de Covid-19, atuou no atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência, bem como na remoção de pacientes, pela Emercor, empresa privada de ambulâncias sediada em Caxias do Sul, onde permanece exercendo suas atividades profissionais. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Luísa Estefânia Demore, sobre sua história de vida e seu trabalho como médica em atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência a pacientes com Covid-19. O relato evidencia o trabalho de profissionais da saúde no enfrentamento à pandemia, os desafios e os legados deixados pelo novo Coronavírus.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN - Síntese da entrevista com Luísa Estefânia Demore;<lb/>TRA - Transcrição da entrevista com Luísa Estefânia Demore;<lb/>AUD - Áudio da entrevista com Luísa Estefânia Demore.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130855_actor">Luísa Estefânia Demore </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130856_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Pandemia de COVID-19</subject>
              <subject>Saúde</subject>
              <subject>Medicina</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Luísa Estefânia Demore</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Isabel Cristina de Souza</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-006-H540</unitid>
              <unitdate normal="2026/2026" encodinganalog="3.1.3">19/06/2026</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 90 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 02, 06, 08, 09, 10, 13, 14 e 15 de julho de 2026; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 17 de julho de 2026.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista HDE 540.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130895_actor">Isabel Cristina de Souza</persname>
                <corpname id="atom_130896_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
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              <note>
                <p>Isabel Cristina de Souza nasceu em 15 de agosto de 1977, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, (Brasil). É graduada em Enfermagem pela Universidade de Caxias do Sul (2002), especialista em Administração Hospitalar e Gestão em Saúde (2003), Saúde Coletiva e da Família (2007) e Gestão de Planos de Saúde (2023), além de mestre em Enfermagem pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2016). Com mais de duas décadas de atuação no Hospital do Círculo, iniciou sua carreira profissional como técnica de enfermagem, posteriormente exerceu a função de enfermeira, passando a assumir a Gerência Assistencial da instituição. Em 2019, foi nomeada diretora do hospital, estando à frente da gestão durante um dos períodos mais desafiadores: a pandemia da Covid-19. A maternidade ocupa um lugar central em sua trajetória. Mãe de quatro filhos, Camila, Gustavo, Gabriel e Natália, construiu sua carreira sem abrir mão da dedicação à família, aspecto que considera uma de suas maiores realizações. Fonte: informações obtidas durante a entrevista e coletadas do Lattes em 17/09/2025.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Isabel Cristina de Souza, sobre sua história de vida, sua atuação profissional no Hospital do Círculo e também como gestora da instituição na pandemia do novo coronavírus. O relato evidencia o trabalho de profissionais da saúde no enfrentamento à pandemia de covid-19, os desafios, os legados, entre outros.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN - Síntese da entrevista com Isabel Cristina de Souza;<lb/>TRA - Transcrição da entrevista com Isabel Cristina de Souza;<lb/>AUD - Áudio da entrevista com Isabel Cristina de Souza.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_130895_actor">Isabel Cristina de Souza </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130896_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Pandemia de COVID-19</subject>
              <subject>Saúde</subject>
              <subject>Enfermagem</subject>
              <subject>Hospital do Círculo</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Isabel Cristina de Souza</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-08-006-H540-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2026/2026" encodinganalog="3.1.3">07/2026</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/8/1/1/811b05823c7cc221edd2411d7153760575fbb564d041a98f8181c45ce0fab163/BMO_01.08.006_H540-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">**Povos Originários**</unittitle>
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            <unitdate normal="2025/2026" encodinganalog="3.1.3">2025 - 2026</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Em produção.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O objeto digital disponível nos dossiês consiste na síntese das entrevistas. O acesso à transcrição integral desses documentos pode ser realizado no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Série em processamento.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com José Alberione dos Reis</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-09-001-H517</unitid>
              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">29/05/2025</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        05 (cinco) documentos eletrônicos de áudio, 04 (quatro) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista:  226 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Graciela Deon Rodrigues e Pâmela Cervelin Grassi. Entrevista: Graciela Deon Rodrigues e Pâmela Cervelin Grassi. Transcrição: Fabiana Zanandrea, julho/agosto 2025. Revisão: Fabiana Zanandrea, 01 e 02 de setembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE517</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: todas. (amarela, branca, indígena, parda, preta)</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_129882_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_129883_actor">José Alberione dos Reis</persname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-c507029783978f18baa56a287e5d172c" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>José Alberione dos Reis nasceu no dia três de setembro de 1952 em Canela, Rio Grande do Sul (Brasil).   Filho de Ariovaldo Castilhos e Maria Ana Castilhos dos Reis. No ensino fundamental frequentou o Ginásio Maria Imaculada e no ensino médio o Seminário Diocesano Nossa Senhora Aparecida e os Colégios La Salle e  Carmo. Entre 1976 e 1978 atuou no Museu Municipal de Caxias do Sul. Trabalhou com o arqueólogo Fernando La Salvia com quem participou de escavações no Rio Grande do Sul. Possui graduação em História pela Universidade de Caxias do Sul (1993), mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1997) e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas (2004). Foi professor da graduação em História na Universidade de Caxias do Sul (UCS) entre 1998 e 2010. A partir de 2010, atuou como professor do Bacharelado em Arqueologia e como pesquisador da Universidade Federal de Rio Grande (FURG). Permaneceu nessa instituição até a aposentadoria em 2022. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa de currículo realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de José Alberione dos Reis, com ênfase na sua história de vida e nas vivências como arqueólogo, pesquisador e professor. O relato evidencia os seguintes aspectos: a infância no campo; a educação em escolas confessionais; o bullying; as aventuras e viagens; o Cine Clube em Caxias do Sul; as vivências com Fernando La Salvia; o trabalho na CooJornal em Porto Alegre; a participação na OPAN; a Escola Internacional da Rosacruz Áurea; o convívio com os Pakaa Novas; os Kaingang; as casas subterrâneas; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com José Alberione dos Reis<lb/>TRA Transcrição da entrevista com José Alberione dos Reis<lb/>AUD- Áudio da entrevista com José Alberione dos Reis</p>
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            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_129882_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_129883_actor">José Alberione dos Reis </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>cinema</subject>
              <subject>bullying</subject>
              <subject>Fernando La Salvia</subject>
              <subject>CooJornal</subject>
              <subject>OPAN</subject>
              <subject>Rosacruz</subject>
              <subject>Arqueologia</subject>
              <subject>Indígenas</subject>
              <subject>Educação</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista de José Alberione dos Reis</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-09-001-H517-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">09/2025</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/8/7/c/87c481e7f69ec480dff3e17582f0c36dce75f14fdaedb13e432dc5b748e8a437/BMO.01.000.H517.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Orilde Ribeiro</unittitle>
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              <unitdate normal="2026/2026" encodinganalog="3.1.3">13/01/2026</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 104 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea, Graciela Deon Rodrigues e Pâmela Cervelin Grassi; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 23, 24 e 26 de fevereiro; março de 2026; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 31 de março e 01 de abril de 2026.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 527.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: indígena.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_130804_actor">Orilde Ribeiro</persname>
                <corpname id="atom_130805_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Orilde Ribeiro, mulher indígena kaingang, nasceu no dia dezoito de julho de 1985 em Tenente Portela, Rio Grande do Sul, filha de Sílvio João Ribeiro e Luci Sales. Orilde é mãe de Kalindi Goj Tej Ribeiro, Maiara Ribeiro Kalana Kafej Ribeiro e Kymberllin Rayane Tãnh Ribeiro Moreira. Mora na comunidade Pó Nãnh Mág, cujo significado é Alto da Serra ou Serra Alta. Essa comunidade se localiza no município de Farroupilha e é composta por vinte e seis famílias, número que pode variar conforme a mobilidade dessa população. Orilde Ribeiro realizou a formação em Magistério pela Escola Cenecista em Tenente Portela. Atualmente, é professora da Escola Indígena Nivõ e estudante do curso de Licenciatura em Pedagogia no IFRS – Farroupilha. Atua também para divulgar e fortalecer a cultura indígena kaingang por meio de eventos em instituições como o Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, o IFRS – Farroupilha e em escolas da região. Fonte: informações obtidas ao longo da entrevista e pesquisa pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Orilde Ribeiro, com ênfase na sua história de vida como mulher kaingang.    O relato evidencia os seguintes aspectos: a infância; a cultura indígena kaingang; a comunidade Pó Nãnh Mág, a Escola Indígena Nivõ; a trajetória como educadora, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Orilde Ribeiro;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Orilde Ribeiro;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Orilde Ribeiro.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130804_actor">Orilde Ribeiro </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130805_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Comunidade Pó Nãnh Mág</subject>
              <subject>Escola Indígena Nivõ</subject>
              <subject>Kaingang</subject>
              <subject>Indígena</subject>
              <subject>Educação</subject>
              <geogname>Farroupilha</geogname>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Orilde Ribeiro</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Sílvio Ribeiro</unittitle>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>Tempo de duração da entrevista:  107 minutos.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea, Marcelo Henrique Martini e Pâmela Cervelin Grassi. Transcrição: 15, 16, 18, 22, 23, 29, 30 de junho; 6, 7 e 9 de julho de 2026 por Fabiana Zanandrea.  Revisão: 13, 14 de julho de 2026, por Fabiana Zanandrea e Marcelo Henrique Martini.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE537.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: indígena.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <name id="atom_130926_actor">Unidade Banco de Memória Oral</name>
                <persname id="atom_130928_actor">Sílvio Ribeiro</persname>
              </origination>
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              <note>
                <p>Sílvio Ribeiro, liderança kaingang, nasceu em Toldo da Guarita, oficialmente denominado Território Indígena Guarita (TI), no dia 19 de abril de 1964. É filho de José Ribeiro e Carlita Ribeiro. A região de Guarita tem aproximadamente 23 mil hectares, localiza-se no noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, e sua abrangência compreende os municípios de Redentora, Herval Seco, Miraguaí e Tenente Portela. A infância e adolescência do entrevistado coincidiram com o período do Regime Civil-Militar. Nesse período, o TI era dominado por militares, dessa forma os indígenas, lá aldeados, trabalhavam em situação análoga a escravizados no cultivo da terra e na exploração da madeira nativa. Sílvio Ribeiro sempre desejou estudar, iniciou seus estudos em uma escola precária de lona na comunidade e realizou o magistério no Colégio Cenecista de Tenente Portela. À época cursou datilografia, o que oportunizou seu trabalho na FUNAI, iniciado em 1979 ou 1980. É conhecedor da medicina tradicional kaingang, do uso de folhas e raízes, que é parte dos saberes ancestrais transmitido pela sua mãe Carlita. Sílvio Ribeiro é pai de seis filhos, entre eles a professora e ativista kaingang Orilde Ribeiro. Atualmente mora na Aldeia Kaingang Pãnónh Mág, no bairro Vicenza em Farroupilha e trabalha nas propriedades rurais da região. Cursa Pedagogia no Instituto Federal de Farroupilha.<lb/>Fonte: Informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade Banco de Memória Oral.<lb/>Cor/raça/etnia: Kaingang</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Sílvio Ribeiro, com ênfase na sua história de vida como liderança kaingang. O relato evidencia os seguintes aspectos: a cultura indígena kaingang; a comunidade Pó Nãnh Mág, a vida no Território Indígena Guarita, os conflitos por terra e poder; a presença de não-indígenas no território; o trabalho análogo à escravidão imposto aos indígenas durante o Regime Civil-Militar; a busca por educação; a trajetória até o estabelecimento em Farroupilha, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Sílvio Ribeiro;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Sílvio Ribeiro;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Sílvio Ribeiro.</p>
            </scopecontent>
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              <name role="Produtor" id="atom_130926_actor">Unidade Banco de Memória Oral </name>
              <persname role="Produtor" id="atom_130928_actor">Sílvio Ribeiro </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Indígena</subject>
              <subject>Kaingang</subject>
              <subject>Comunidade Pó Nãnh Mág</subject>
              <subject>Território Indígena Guarita</subject>
              <subject>Regime Civil Militar (1964-1985)</subject>
              <subject>Instituto Federal de Farroupilha (IFRS)</subject>
              <geogname>Farroupilha</geogname>
            </controlaccess>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Sílvio Ribeiro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-01-09-003-H537-SIN</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/7/5/1/751903c3f2916022b1aacefe992c2b8784a917d2055236fb6bb5c6a752a9afc9/_S__lvio__BMO_01.09.003_H537_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
        </c>
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          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevistas Doadas</unittitle>
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          <unitdate normal="1980" encodinganalog="3.1.3">1980</unitdate>
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        Documentos textuais sem especificação;<lb/><lb/>Documentos sonoros gravados em fitas magnéticas de áudio;<lb/><lb/>Documentos eletrônicos de texto, imagem, áudio e vídeo, gravados em CDs, DVDs, HD externo e servidor de dados da PMCS.    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>Revisão e indexação no AtoM por: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Neires Maria Soldatelli Paviani</unittitle>
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            <unitdate normal="2023/2023" encodinganalog="3.1.3">05/12/2023</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos textuais e 01 (um) documento audiovisual.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>**Tempo de duração da entrevista: 20 minutos.**</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Roteiro e entrevista: Gabriel da Rocha Freitas; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 07 de março de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 10 de março de 2025.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Código da entrevista: HDE490.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Entrevista realizada e doada por Gabriel da Rocha Freitas para trabalho acadêmico do curso de História da Universidade de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Doação feita por Gabriel de Rocha Freitas em 29 de julho de 2024, no formato audiovisual mp4.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Autodeclaração: branca.</p>
            </note>
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              <persname id="atom_127870_actor">Neires Maria Soldatelli Paviani</persname>
              <corpname id="atom_127871_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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            <note>
              <p>Neires Maria Soldatelli Paviani nasceu em 1946 em Flores da Cunha, Rio Grande do Sul (Brasil). Iniciou na docência do Ensino Fundamental e Médio, em 1969. Em 1977,  passou a ser professora no Ensino Superior. Graduada em Licenciatura Plena em Letras pela Universidade de Caxias do Sul (1969), especialização em Letras Língua e Literatura pela Universidade de Caxias do Sul (1997), mestrado em Letras em Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992) e doutorado em Educação na Área de Metodologia de Ensino, pela Universidade Federal de São Carlos (1997). Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Sociolinguística e Dialetologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Professor de Português, Situações de Bilinguismo, Formação do Professor. Obras publicadas: Universo Acadêmico em Gêneros Discursivos, Práticas de Linguagens: Gêneros Discursivos e Interação, Linguagens e Implicações Pedagógicas, Linguagem e Educação, Estudos na Linguagem na Educação, Pensar a Educação: História, Filosofia e Linguagens Vol. 2, entre outras publicações. Casada com Jayme Paviani, crítico de arte, filósofo, professor e escritor, com quem tem dois filhos.<lb/>Fonte: pesquisa realizada pela Unidade e informações coletadas do Lattes datado de 25/05/2022.</p>
            </note>
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            <note>
              <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
            </note>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>O dossiê refere-se ao depoimento de Neires Maria Soldatelli Paviani, integrando a seŕie entrevistas doadas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>AUD- Audiovisual da entrevista com Neires Maria Soldatelli Paviani;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Neires Maria Soldatelli Paviani;<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Neires Maria Soldatelli Paviani.</p>
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            <persname role="Produtor" id="atom_127870_actor">Neires Maria Soldatelli Paviani </persname>
            <corpname role="Produtor" id="atom_127871_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
            <genreform>Entrevistas</genreform>
            <subject>Festival Imigrante do Teatro Estudantil</subject>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Neires Maria Soldatelli Paviani</unittitle>
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              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">10/03/2025</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
              <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/d/2/9/d29cd114b998f308e023576a4eeb03d54912ab3e9a3471bd798f32fafe7e0fe7/BMO_01.02.000_HDE490_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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              <p>Publicado</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Fatou Sokhna</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>**Tempo de duração da entrevista: 23 minutos.**</p>
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            <note type="generalNote">
              <p>Doação feita por  Franciele de Almeida de Oliveira em 10 de dezembro de 2024.</p>
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            <note type="generalNote">
              <p>A entrevista fez parte do Trabalho de Conclusão de curso em Licenciatura em História da estudante Franciele de Almeida de Oliveira, sobre as mulheres senegalesas muçulmanas em Caxias do Sul. E também compõe o acervo de história oral do projeto Fontes II, que pesquisa sobre a diversidade religiosa na região de Caxias do Sul, sob orientação de Cristine Fortes Lia. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Pesquisa, roteiro e entrevista:  Franciele de Almeida de Oliveira, 27 de agosto de 2019; Transcrição da entrevista:  Franciele de Almeida de Oliveira, [2019]; Revisão da entrevista: Graciela Deon Rodrigues, 25 de abril de 2025.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Código da entrevista: HDE 507.</p>
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              <persname id="atom_128839_actor">Fatou Sokhna</persname>
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            <note>
              <p>Fatou Sokhna, mulher senegalesa residindo no Brasil há mais de dez anos. No momento que concedeu a entrevista tinha trinta e três anos. O esposo senegalês veio primeiro em busca de melhores oportunidades de vida. O casal tem dois filhos. O primeiro nasceu no Senegal e o segundo no Brasil. Terminou o ensino médio no Senegal e fez curso de secretariado, trabalhando na área. Em Caxias do Sul, fez cursos na área de confeitaria e padaria. Trabalhou no ofício, mas no momento da entrevista trabalhava em uma loja junto ao irmão, no centro da cidade, fazendo tranças. Fonte: informações obtidas na entrevista.</p>
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            <note>
              <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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            <p>O dossiê refere-se ao depoimento de Fatou Sokhna, integrando a série entrevistas doadas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Fatou Sokhna;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Fatou Sokhna;<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Fatou Sokhna.</p>
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              <p>Doação feita por Franciele de Almeida de Oliveira em 10 de dezembro de 2024.</p>
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              <p>A entrevista fez parte do Trabalho de Conclusão de curso em Licenciatura em História da estudante Franciele de Almeida de Oliveira, sobre as mulheres senegalesas muçulmanas em Caxias do Sul. E também compõe o acervo de história oral do projeto Fontes II, que pesquisa sobre a diversidade religiosa na região de Caxias do Sul, sob orientação de Cristine Fortes Lia. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Franciele de Almeida de Oliveira, 09 de setembro de 2019; Transcrição da entrevista: Franciele de Almeida de Oliveira, [2019]; Revisão da entrevista: Graciela Deon Rodrigues, 28 de abril de 2025.</p>
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            <note type="generalNote">
              <p>Código da entrevista: HDE 508.</p>
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              <persname id="atom_128864_actor">Fatou Diallo</persname>
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              <p>Fatou Diallo, mulher senegalesa. No momento que concedeu a entrevista tinha trinta e quatro anos e residia no Brasil há sete anos. O esposo senegalês veio primeiro em busca de melhores oportunidades de vida. O casal tem quatro filhos. Dois nasceram no Senegal e os outros dois  nasceram no Brasil. Terminou o ensino médio no Senegal, casando-se aos dezoito anos. Em Caxias, fez cursos nas áreas de Leitura, Interpretação de Desenho e Metrologia, trabalhando como metalúrgica na empresa Marcopolo por quase cinco anos. No momento da entrevista trabalhava como vendedora em uma loja no centro da cidade. Fonte: informações obtidas na entrevista.</p>
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            <note>
              <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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            <p>Publicado</p>
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            <p>O dossiê refere-se ao depoimento de Fatou Diallo, integrando a série entrevistas doadas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Fatou Diallo;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Fatou Diallo;<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Fatou Diallo.</p>
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            <subject>mulher senegalesa</subject>
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              <p>Doação feita por Franciele de Almeida de Oliveira em 10 de dezembro de 2024.</p>
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            <note type="generalNote">
              <p>A entrevista fez parte do Trabalho de Conclusão de curso em Licenciatura em História da estudante Franciele de Almeida de Oliveira, sobre as mulheres senegalesas muçulmanas em Caxias do Sul. E também compõe o acervo de história oral do projeto Fontes II, que pesquisa sobre a diversidade religiosa na região de Caxias do Sul, sob orientação de Cristine Fortes Lia. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Franciele de Almeida de Oliveira, 1º de outbro de 2019; Transcrição da entrevista: Franciele de Almeida de Oliveira, [2019]; Revisão da entrevista: Graciela Deon Rodrigues, 29 de abril de 2025.</p>
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              <p>Mariama Hyele Babji, mulher senegalesa. No momento que concedeu a entrevista tinha trinta e um anos e residia no Brasil há seis anos. O esposo senegalês veio primeiro em busca de melhores oportunidades de vida. O casal tem dois filhos. O menino mais velho nasceu no Senegal e a menina nasceu no Brasil. Formou-se em Enfermagem no Senegal, porém quando emigrou para o Brasil seu diploma não foi aceito para trabalhar em hospitais. Sendo assim, em Caxias do Sul fez o curso Técnico em Enfermagem na escola do Hospital Nossa Senhora do Pompéia. Atualmente trabalha como Técnica em Enfermagem, mas sonha em cursar Medicina, tem muito amor à profissão que era de seu pai. Fonte: informações obtidas na entrevista.</p>
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              <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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        Documentos textuais sem especificação;<lb/><lb/>Documentos sonoros gravados em fitas magnéticas de áudio;<lb/><lb/>Documentos eletrônicos de texto, imagem, áudio e vídeo, gravados em CDs, DVDs, HD externo e servidor de dados da PMCS.    </physdesc>
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          <p>O grupo “DI. Dossiês Individuais” guarda entrevistas realizadas pela unidade; entrevistas transmitidas pelo rádio; palestras; coros; entre outras manifestações da oralidade regional.<lb/><lb/>Cada registro do código original foi reorganizado como um dossiê de entrevista, constituído por documentos sonoros, textuais, eletrônicos, e/ou de outros gêneros.</p>
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        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Os dossiês são organizados conforme seus registros originais, como consta nos cadernos de códigos.</p>
        </arrangement>
        <appraisal encodinganalog="3.3.2">
          <p>A disposição neste grupo tem caráter temporário, os dossiês ficarão disponíveis aqui até serem reorganizados na série que melhor corresponda às suas características.</p>
        </appraisal>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>As entrevistas do Banco de Memória Oral eram originalmente registradas linha a linha em cadernos manuscritos para que os códigos de identificação pudessem ser atribuídos.<lb/><lb/>Até 2024 a base de dados ABCD foi a principal ferramenta de pesquisa no acervo. Levando em conta a eventual desativação da plataforma e para atender pesquisadores que consultam transcrições de entrevistas, o Banco de Memória Oral passa a disponibilizar uma relação das entrevistas que estão sob guarda da unidade.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>Revisão e indexação no AtoM: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues.</p>
        </processinfo>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevistas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">2025</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos eletrônicos de áudio, documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Série composta por dossiês de entrevistas realizadas pela unidade ou incorporadas ao acervo no ano de 2025.</p>
          </scopecontent>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com  João Ayrton Heller Netto</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H518</unitid>
              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">24/06/2025</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista:  40 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 16 e 17 de junho de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 18 de julho de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 518.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_129727_actor">João Ayrton Heller Netto</persname>
                <corpname id="atom_129728_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-ab4e58e0fd249ce91eb61ca50149001c" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>João Ayrton Heller Netto nasceu no dia quatro de abril de 1943 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Economista, atualmente residente em Curitiba e proprietário da Pick-up Acessórios para caminhonetes. O radioamadorismo é seu hobby. Casado com Ana Maria Bragagnolo, o casal tem dois filhos, Fabiana e Gustavo. Fonte: informações obtidas na entrevista.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de João Ayrton Heller Netto com ênfase em sua história de vida e memórias do pintor Aldo Locatelli.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com João Aryton Heller Netto;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com João Aryton Heller Netto;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com João Aryton Heller Netto.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_129727_actor">João Ayrton Heller Netto </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_129728_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Aldo Locatelli</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com João Ayrton Heller Netto</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H518-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">07/2025</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/e/9/6/e96714209928ee2eec1aa34b6aafa5a4523827e2cf3aaf23c198ae6c29e34b46/BMO_00.00.000_H518-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Irene Ribeiro Reuters</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H514</unitid>
              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">15/04/2025</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 71 minutos.**
<lb/>   </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 16 de julho, 04, 05 e 07 de agosto de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 08 de agosto de 2025.
<lb/>   </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 514.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_129946_actor">Irene Ribeiro Reuters</persname>
                <corpname id="atom_129949_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-904d17ddc8e05c452ae38ea5b92f4d55" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Irene Ribeiro Reuters nasceu no dia onze de novembro de 1945 na cidade do Rio de Janeiro, (Brasil). Filha de Dalva da Rocha Ribeiro Reuters e Guilherme Fili Reuters. Professora alfabetizadora e pós-graduada em Educação de Jovens e Adultos, atuou em diversas instituições de ensino. Ao mesmo tempo em que lecionava, desde muito jovem a arte sempre esteve presente em sua vida. Participou de Bienais, aberturas de espaços de arte, exposições, formações com artesanatos, entre tantas atividades desenvolvidas. Atualmente está aposentada do trabalho de professora, e está voltada para a área gastronômica. Realiza pintura em tela sob encomenda. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Irene Ribeiro Reuters sobre sua história de vida, educação, arte, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Irene Ribeiro Reuters;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Irene Ribeiro Reuters;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Irene Ribeiro Reuters.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_129946_actor">Irene Ribeiro Reuters </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_129949_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Educação</subject>
              <subject>Arte</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Irene Ribeiro Reuters</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H514-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">09/2025</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/7/4/0/7402dc76b60d08091bf5997045380804019f4753dfb397fddee5bc33fc103626/BMO_01.00.000_H514-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Stanislav Tairov</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H519</unitid>
              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">04/07/2025</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 111 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues e Gabriel Machado de Oliveira; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 13, 14, 18, 19 de agosto; 15 e 16 de setembro; 06, 08 e 09 de outubro de 2025; Revisão: Fabiana Zanandrea, 20, 21 e 23 de outubro de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 519.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130127_actor">Stanislav Tairov</persname>
                <corpname id="atom_130128_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-d912f5ee21d6002e522705fd866e2906" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Stanislav Tairov nasceu no dia primeiro de fevereiro de 1949 na cidade de Stanislav, atual Ivano-Frankivsk, na União Soviética, atual Ucrânia. Graduado em Controle e Automação pela Universidade Técnica Estatal Bauman de Moscou (1971), mestrado em Computadores dedicados pela Universidade Técnica Estatal Bauman de Moscou (1972), doutorado em Sistemas de Controle Microprocessados pelo Instituto de Tecnologia Eletrônica de Moscou - Universidade Técnica (1978), e doutorado em Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2003). Experiência na área de Engenharia da Computação e Engenharia Elétrica, com ênfase em Eletrônica Industrial, atuando principalmente nos seguintes temas: microprocessadores em sistemas de controle de tempo real, medição de sinais, DSP. Veio para o Brasil a convite do reitor Ruy Pauletti em 1993. Atualmente está aposentado da função de professor doutor adjunto do nível II da Universidade de Caxias do Sul. Casado com Olga Sergueevna Tairova, o casal tem duas filhas. Fonte: informações obtidas na entrevista e coletadas do Lattes atualizado em 23/05/2023.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Stanislav Tairov sobre sua história de vida na União Soviética, atual Ucrânia e aqui no Brasil, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Stanislav Tairov;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Stanislav Tairov;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Stanislav Tairov.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_130127_actor">Stanislav Tairov </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130128_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Comunismo</subject>
              <subject>União Soviética</subject>
              <subject>Rússia</subject>
              <subject>Ucrânia</subject>
              <subject>Engenharia</subject>
              <subject>Universidade de Caxias do Sul</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Stanislav Tairov</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça)</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H525</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 48 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 30 de outubro; 04 e 05 de novembro de 2025; Revisão: Fabiana Zanandrea, 25 e 27 de novembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 525.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
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                <persname id="atom_130347_actor">Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça)</persname>
                <corpname id="atom_130348_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Arminda Nunes Martins de Melo, conhecida como Dona Loça, nasceu em 31 de dezembro de 1919, embora tenha sido registrada apenas em 1920, no distrito de Criúva, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. É filha de João Nunes Martins e Davina Rodrigues da Silva. Sua avó paterna e seu pai exerciam a prática das benzeduras, enquanto sua mãe atuava como parteira. Dona Loça aprendeu a benzer de forma autodidata. Sua conexão com os santos que a protegem e fazem curar quem ela benze vem de muito tempo, desde a sua infância. Sua primeira bênção ocorreu quando ainda era criança, antes dos dez anos de idade, ao atender um jovem de dezessete anos que sofria de dor de dente. Desde então, nunca mais parou de benzer. Até hoje, continua atendendo diariamente todas as pessoas que a procuram, com queixas diversas, como dores abdominais, picadas de insetos, dores no corpo, pedidos de proteção, entre muitos outros males. Ao longo de sua vida, teve dez filhos. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça) sobre sua história de vida e as benzeduras.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça);<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça);<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça).</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130347_actor">Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça) </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130348_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Benzedeira</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça)</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Ivam Mantovani</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 67 minutos.**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 16, 17, 23 e 24 de abril de 2026; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 28 de abril de 2026.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 526.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
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                <persname id="atom_130651_actor">Ivam Mantovani</persname>
                <corpname id="atom_130654_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Ivam Mantovani nasceu em vinte e sete de fevereiro de 1936, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Filho de Octavio Mantovani e Alice Cestari Mantovani. Seu pai destacou-se como referência no ramo de barbearia na cidade durante a década de 1930. Elementos da Barbearia Mantovani como cadeira, espelho e navalhas integram o acervo histórico do patrimônio municipal. O estabelecimento situava-se na rua Visconde de Pelotas, em frente ao Museu Municipal. Ivam construiu sólida carreira como bancário, tendo atuado como tesoureiro no Banco do Brasil por trinta anos. Casado com Thalita Zattera Mantovani, com quem teve três filhos: Gisele Olívia, Gislaine e Giancarlo Mantovani (1964–1998), in memoriam, renomado fotógrafo caxiense que deixou valiosos registros da cidade, perpetuando sua memória por meio da arte. Em homenagem ao filho Giancarlo Mantovani, uma praça localizada na região do bairro Desvio Rizzo, em Caxias do Sul, recebeu seu nome. Fonte: informações obtidas na entrevista e pesquisa realizada</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Ivam Mantovani com ênfase em sua história de vida e de sua família.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Ivam Mantovani;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Ivam Mantovani;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Ivam Mantovani.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130651_actor">Ivam Mantovani </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130654_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Barbearia Mantovani</subject>
              <subject>Giancarlo Mantovani</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Ivam Mantovani</unittitle>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Sally Mariani Demore</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 103 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Marcelo Henrique Martini; Transcrição: Marcelo Henrique Martini, 01, 02, 03, 04, 05 e 08 de dezembro de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 11 de maio de 2026.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 521.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
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              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130671_actor">Sally Mariani Demore</persname>
                <corpname id="atom_130672_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
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              <note>
                <p>Sally Mariani Demore nasceu no dia dois de dezembro de 1931 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Adão Mariani e Graciema Bedin Mariani. Sally concluiu seus estudos no Colégio São Carlos na cidade. Seu pai, um comerciante local, fundou e comandou a Indústria de Refrigerantes Caxiense Ltda. Na década de 1950, a empresa adquiriu os direitos e maquinários para produzir o refrigerante Marabá na cidade de Caxias do Sul. A bebida fez grande sucesso local e marcou época na região. A sede da distribuidora estava localizada no bairro São Pelegrino, em Caxias do Sul. Casou-se com Domingos Demore, da união o casal teve três filhos: Paulo Fernando Demore, Domingos Demore Filho, esses já falecidos, e Gilberto Demore. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Sally Mariani Demore com ênfase em sua história de vida e de sua família.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Sally Mariani Demore;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Sally Mariani Demore;<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Sally Mariani Demore.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130671_actor">Sally Mariani Demore </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Bairro São Pelegrino</subject>
              <subject>Refrigerante Marabá</subject>
              <subject>Indústria de Refrigerantes Caxiense</subject>
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            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Sally Mariani Demore</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H521-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2026/2026" encodinganalog="3.1.3">05/2026</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/5/6/5/56545e8591388d02385754d642e2cb2897fc7916ba54666cf76a339c70d26e26/BMO_DI.00.000_H521-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Guadalupe Traslatti Pante</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-25-H516</unitid>
              <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">21/05/2025</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 75 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues e Rosana Peccini; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 23, 24, 28 e 29 de julho de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 30 de julho de 2025. </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 516.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130826_actor">Guadalupe Traslatti Pante</persname>
                <corpname id="atom_130827_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-5507aa17edb893aabe474a770b4949ac" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Guadalupe Traslatti Pante nasceu no dia sete de março de 1983 no distrito de Criúva em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Átila Raimundo Pante e Cláudia Maria Traslatti. Turismóloga formada pela Universidade Caxias do Sul em 2008. Proprietária da Criúva Operadora de Turismo, condutora local de caminhadas, canionismo e cozinheira do jantar na mata. Sempre apaixonada pela natureza, criou-se nesse meio ambiente natural e, buscando a cidade para estudar, descobriu-se muito mais apaixonada por Criúva, buscando como fonte de inspiração seguir os passos da família. Desde os dezessete anos ajuda a família a desenvolver o turismo, e acredita que o interior é o lugar que pode ajudar as pessoas a se conhecerem. O autoconhecimento é a chave para as melhores descobertas, e a natureza pode dar este importante apoio ao ser humano.<lb/>Fonte: informações obtidas durante a entrevista e site: criuvaoperadora.com.br</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Guadalupe Traslatti Pante, com ênfase na sua história de vida e nas vivências como turismóloga. O relato evidencia os seguintes aspectos: a infância no distrito de Criúva; a produção do queijo serrano; sítios arqueológicos indígenas; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Guadalupe Traslatti Pante;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Guadalupe Traslatti Pante;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Guadalupe Traslatti Pante.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_130826_actor">Guadalupe Traslatti Pante </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130827_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Criúva</subject>
              <subject>Turismo</subject>
              <subject>Queijo serrano</subject>
              <subject>Sítios arqueológicos indígenas</subject>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Guadalupe Traslatti Pante</unittitle>
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                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/6/0/8/6086a6a702d3f40c2e57a1df8c097af0ea15d22ffb104bbc9a8c79d924748686/BMO_01.00.005_H516-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevistas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-24</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">2024</unitdate>
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        Documentos eletrônicos de áudio, documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Série composta por dossiês de entrevistas realizadas pela Unidade ou incorporadas ao acervo no ano de 2024.</p>
          </scopecontent>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Joel José Viana</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-24-H511</unitid>
              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">18/12/2024</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de áudios e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 137 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 30 de abril, 02, 05, 06, 07, 08, 19, 22, 23 e 27 de maio de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 27 e 28 de maio de 2025.
<lb/>
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 511.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_129565_actor">Joel José Viana</persname>
                <corpname id="atom_129566_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-c6162d581b85fdaa47d7854ecd4c0336" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Joel José Viana nasceu no dia nove de julho de 1955 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Francisco Marques Viana e Rita Andrade Viana. No ensino fundamental frequentou a Escola Estadual de Ensino Fundamental Coronel Pena de Moraes e Escola Santo Antônio. O ensino médio concluiu no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza. Iniciou a graduação em Administração de Empresas, mas não se identificou com a profissão, encontrando na música sua realização pessoal e profissional. Músico, integrou as bandas Lumiére Show, Lobo da Estepe, Brazilian Tropical Sound e Musical Abertura. Concursado do Banco do Estado do Rio de Janeiro, trabalhou como bancário desde a abertura até o fechamento da agência na cidade, por dezoito anos. Além de produtor musical e proprietário do JV Studio, é escritor de contos e livros publicados dentre eles: O carro preto, Um segredo a mais, O outro filho do meu pai, O suicida, entre outras produções. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Joel José Viana sobre sua história de vida.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN- Síntese da entrevista com Joel José Viana;<lb/>TRA- Transcrição da entrevista com Joel José Viana;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Joel José Viana.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_129565_actor">Joel José Viana </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_129566_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Música</subject>
              <subject>Banco Banerj</subject>
              <subject>Banda Lumiére Show</subject>
              <subject>Banda Lobo da Estepe</subject>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Joel José Viana</unittitle>
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                <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">05/2025</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Diva Virgínia Menegotto Tregansin e Isolda Menegotto Bonan</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-24-H505</unitid>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>  ** Tempo de duração da entrevista: 76 minutos. **
<lb/>  
<lb/>  
<lb/>  </p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>  Roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 27 de novembro; 01, 02, 04 de dezembro de 2025 Revisão: Fabiana Zanandrea,  08, 09 dezembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>  Código da entrevista: HDE 505.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>  Autodeclaração: branca.</p>
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                <persname id="atom_127108_actor">Diva Virgínia Menegotto Tregansin</persname>
                <persname id="atom_127109_actor">Isolda Menegotto Bonan</persname>
                <corpname id="atom_127110_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-b658e5ab2929555b21e345374bf76413" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Diva Virgínia Menegotto Tregansin nasceu no dia dezoito de março de 1935 em Caxias do Sul. É filha de Adelino Menegotto e Aurora Viganó Menegotto e a primogênita de nove filhos. Viveu a infância com a família em uma colônia da região de Caravaggio, em São Luiz da 6ª Légua, Caxias do Sul (RS). Casou-se com Olinto Tregansin, com quem teve os filhos Antônio Luís Tregansin, Volnei Tregansin e Denise Tregansin. Trabalhou com crochês e bordados na confecção de enxovais com a colaboração de seu filho Volnei. Os desenhos eram criação da própria Diva. No auge da produção chegou a contar com o serviço de sessenta bordadeiras localizadas em diferentes regiões de Caxias do Sul. A sua atividade profissional foi a base do sustento da família e também contribuiu para incrementar a renda de muitas mulheres da região.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <note>
                <p>Isolda Menegotto Bonan nasceu no dia vinte e seis de dezembro de 1945. É filha de Adelino Menegotto e Aurora Viganó Menegotto. Viveu a infância com a família em uma colônia da região de Caravaggio, em São Luiz da 6ª Légua, Caxias do Sul (RS). Casou-se com Olívio João Bonan, com quem teve Janice Bonan e Márcio Luís Bonan. Trabalhou com crochês, bordados a mão e na máquina. Colaborou com o empreendimento da irmã Diva Maria Menegotto Tregansin na confecção de bordados.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Diva Virgínia Menegotto Tregansin e Isolda Menegotto Bonan sobre a história de vida e o trabalho como bordadeiras. O relato evidencia os seguinte aspectos: a vida familiar na colônia; os tipos de bordado; o incremento da renda familiar; o trabalho feminino, entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN - Síntese da entrevista com Diva Virgínia Menegotto Tregansin e Isolda Menegotto Bonan;<lb/>TRA - Transcrição da entrevista com Diva Virgínia Menegotto Tregansin e Isolda Menegotto Bonan;<lb/>AUD - Áudios da entrevista com Diva Virgínia Menegotto Tregansin e Isolda Menegotto Bonan.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_127108_actor">Diva Virgínia Menegotto Tregansin </persname>
              <persname role="Produtor" id="atom_127109_actor">Isolda Menegotto Bonan </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127110_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Trabalho feminino</subject>
              <subject>Bordados</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Diva Virgínia Menegotto Tregansin e Isolda Menegotto Bonan</unittitle>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Otnilo Fedumenti</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-24-H503</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">07/11/2024</unitdate>
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        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 0 ( ) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 68 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 11, 12, 14, 18 e 19 de novembro de 2024; Revisão: Fabiana Zanandrea, 21 de novembro de 2024.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 503</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_127082_actor">Otnilo Fedumenti</persname>
                <corpname id="atom_127083_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Otnilo Fedumenti nasceu em cinco de agosto de 1930, em Caxias do Sul, filho de Olinto Fedumenti e Ernestina Zatti Fedumenti. Seu pai era do ramo madeireiro e na juventude trabalhou como motorista particular do imigrante italiano Amadeo Rossi. O entrevistado cursou o primário no Colégio Nossa Senhora do Carmo, em Caxias do Sul, e o ginásio no Colégio Nossa Senhora das Dores, em Porto Alegre. Em 1974 casou-se com Delcia Molon, com quem teve o filho Roberto Fedumenti. Foi sócio-proprietário da Livraria Ramos, na área central da cidade, que funcionava também como bazar. Fundado na década de 1950, esse comércio encerrou as atividades em 1982. Atualmente administra a Floricultura Recanto das Flores. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Otnilo Fedumenti com ênfase na história de vida. Em seu relato, o entrevistado teceu considerações sobre: o trabalho do pai Olinto Fedumenti com serrarias; a hospitalidade da mãe Ernestina com os visitantes da Festa da Uva; o cinema de rua;   a vivência em Porto Alegre durante o ginásio, o CDL Caxias, entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.XX.000.001.SIN<lb/>BMO.01.XX.000.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Otnilo Fedumenti;<lb/><lb/>BMO.01.XX.000.003.AUD-1<lb/>BMO.01.XX.000.003.AUD-2<lb/>BMO.01.XX.000.003.AUD-3<lb/>Áudios da entrevista com Otnilo Fedumenti.</p>
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            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_127082_actor">Otnilo Fedumenti </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_127083_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Festa da Uva</subject>
              <subject>cinema</subject>
              <subject>Livraria Ramos</subject>
              <subject>Casas de Negócio</subject>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da Entrevista com Otnilo Fedumenti</unittitle>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Marilise Terezinha Bristot e Evelise Cristina dos Reis Pellini</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-24-H502</unitid>
              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">05/11/2024</unitdate>
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        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>Tempo de duração da entrevista: 80 minutos</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Entrevista: Fabiana Zanandrea Transcrição: Fabiana Zanandrea, 05, 06, 08, 13, 15 e 20 de janeiro/2026. Revisão: Fabiana Zanandrea, Revisão:  20/01/2026.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 502.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
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                <corpname id="atom_130365_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
                <persname id="atom_130369_actor">Evelise Cristina dos Reis Pellini</persname>
                <persname id="atom_130371_actor">Marilise Terezinha Bristot</persname>
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            </did>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-5d6c1c9bfb1c7c74edc0469e9e4746d7" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Evelise Cristina dos Reis Pellini, nasceu em 17 de junho de 1961, na cidade de Caxias do Sul. É filha de José Joaquim dos Reis e Ladi Angelina Maggi dos Reis. O pai, os tios Valdemar e Américo e o avô eram tanoeiros. A família veio de Portugal para Caxias do Sul em 1937, estabelecendo-se junto à comunidade portuguesa no bairro Lusitano, atual bairro Exposição.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-cacafa30a7a5f91f069c4a07a11ca889" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Marilise Terezinha Bristot nasceu no dia quatro de agosto de 1949, na cidade de Caxias do Sul, Filha de José Joaquim dos Reis e Ladi Angelina Maggi dos Reis. O pai, os tios Valdemar e Américo e o avô eram tanoeiros. A família veio de Portugal para Caxias do Sul em 1937, estabelecendo-se junto à comunidade portuguesa no bairro Lusitano, atual bairro Exposição. Marilise foi professora de Estudos Sociais e Geografia.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista com Evelise Cristina dos Reis Pellini e Marilise Terezinha Bristot sobre a imigração do pai José Joaquim dos Reis para o Brasil em 1937, a vida no antigo bairro Lusitano e a profissão de tanoeiro.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Evelise Cristina dos Reis Pellini e Marilise Terezinha Bristot;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Evelise Cristina dos Reis Pellini e Marilise Terezinha Bristot;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Evelise Cristina dos Reis Pellini e Marilise Terezinha Bristot.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_130365_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_130369_actor">Evelise Cristina dos Reis Pellini </persname>
              <persname role="Produtor" id="atom_130371_actor">Marilise Terezinha Bristot </persname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Tanoeiros</subject>
              <subject>Bairro Lusitano</subject>
              <subject>Chupa Bico</subject>
              <subject>Zé Maria</subject>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Marilise Terezinha Bristot e Evelise Cristina dos Reis Pellini</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/9/9/5/995d6f4f5b442209664aad274b34e3e3473700ba02cd5bdfb543554688b77430/S__ntese_da_entrevista_com_Evelise_dos_Reis_Pellini_e_Marilise_Bristot.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Juventino Dal Bó</unittitle>
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        05 (cinco) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 263 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Elenira Inês Prux e Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, novembro e dezembro de 2025, janeiro a março de 2026; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, março de 2026.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 500.</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <note>
                <p>Juventino Dal Bó (1952), nasceu em Bom Jesus, Rio Grande do Sul (Brasil). Historiador, museólogo, artista plástico, colecionador, professor e escritor. Dedicado à defesa e conservação do Patrimônio Cultural, é formado em História pela Universidade de Caxias do Sul, curso do qual foi professor e coordenador. Diretor do Museu Municipal Maria Clary Frigeri Horn e do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami de Caxias do Sul em diferentes períodos, assumiu a direção do Departamento de Memória e Patrimônio Cultural da Secretaria Municipal da Cultura no período de 1997 a 2004. Contribuiu nas edições para a difusão cultural na cidade com as publicações: “Ocorrências”, “Cenas”, “Memórias”, “Caleidoscópio”, dentre tantas outras ao longo de sua trajetória. Sua atuação também se projeta no campo das artes visuais, com relevantes participações em exposições artísticas. Ademais, algumas de suas obras integram acervos institucionais de reconhecida importância, como o Acervo Municipal de Artes Plásticas de Caxias do Sul, bem como do Museu dos Capuchinhos na cidade. Títulos mais recentes publicados: “Vestígios de Ontem (Poemas do Caderno Verde e três cartas de amor e morte) em 2021 e Inventário dos Estandartes Profanos em 2024. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa de currículo realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Juventino Dal Bó sobre sua trajetória profissional na cultura de Caxias do Sul. O relato evidencia os seguinte aspectos: as gestões no Museu Municipal e o Arquivo Histórico de Caxias do Sul, aprendizados; desafios; trabalhos desenvolvidos; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN - Síntese da entrevista com Juventino Dal Bó;<lb/>TRA - Transcrição da entrevista com Juventino Dal Bó;<lb/>AUD - Áudios da entrevista com Juventino Dal Bó.</p>
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              <corpname role="Produtor" id="atom_130565_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <persname role="Produtor" id="atom_130566_actor">Juventino Dal Bó </persname>
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              <subject>Cultura</subject>
              <subject>Museu Municipal de Caxias do Sul</subject>
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              <subject>Museu Ambiência Casa de Pedra</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Juventino Dal Bó</unittitle>
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                <p>Publicado</p>
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        05 (cinco) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 136 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea; Transcrição: Fabiana Zanandrea, 09 a 29 de setembro de 2025; Revisão: Fabiana Zanandrea, 30 de setembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 496.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Autodeclaração: branca.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_129972_actor">Terezinha Luiza Zanandrea</persname>
                <corpname id="atom_129973_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Terezinha Luiza Zanandrea nasceu no dia doze de março de 1946, no Quinze da Graciema, na cidade de Bento Gonçalves (RS). É filha de Ernesto Maldotti e de Zenaide Maldotti. Estudou nas escolas Aristides Germani e Santo Antônio em Caxias do Sul. Casou-se com Ari Antônio Zanandrea com quem teve quatro filhos. A família, que possuía uma colônia na área rural de Bento Gonçalves, transferiu-se para Caxias do Sul a fim de trabalhar com engarrafamento de bebidas na década de 1950.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Terezinha Luiza Zanandrea sobre sua história de vida.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com Terezinha Luiza Zanandrea<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Terezinha Luiza Zanandrea<lb/>AUD- Áudio da entrevista com Terezinha Luiza Zanandrea</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_129972_actor">Terezinha Luiza Zanandrea </persname>
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              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Colasion</subject>
              <subject>Natal</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Terezinha Luiza Zanandrea</unittitle>
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        1 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 138 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa e roteiro: Fabiana Zanandrea; Entrevista: Fabiana Zanandrea, Graciela Deon Rodrigues; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, abril de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, setembro de 2024</p>
              </note>
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                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 482</p>
              </note>
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                <p>Autodeclaração: branca.</p>
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              <note>
                <p>Carine Soares Turelly nasceu no dia 13 de fevereiro de 1978, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil). Na edução básica frequentou as escolas: Pequeno Príncipe, Colégio Madre Imilda e Escola Estadual de Ensino Médio Imigrante. Formou-se em licenciatura e bacharelado em Arte, pela Universidade de Caxias do Sul. Tem Mestrado em Corpo, Corporeidades e Comunicação: pressupostos e proposições na cibercultura, pela Universidade de Tuiti do Paraná. Iniciou sua formação artística na escola de ballet e jazz Margô Dalla Rosa Brusa, em Caxias do Sul. Servidora municipal professora de Artes, tem colaborações em vários departamentos da Secretaria Municipal da Cultura como coreógrafa, diretora artística, coordenou a Unidade de Artes Visuais, entre outras contribuições na área da cultura. Bailarina da Cia. de Dança, professora de danças, atuou como professora em escolas de ballet na cidade. Trabalhou na Escola Municipal de Ensino Fundamental Ítalo João Balen, como professora de artes. Atualmente é diretora da Unidade de Arte e Cultura Popular na Secretaria Municipal de Cultura. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Carine Soares Turelly, com ênfase na sua história de vida e de seu trabalho desenvolvido junto à arte e cultura de Caxias do Sul. O relato evidencia os seguintes aspectos: Atuação na Cia. de Dança; educação; AMARP; Unidade de Artes Visuais; cultura; arte; Secretaria Municipal de Cultura; entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.XX.004.001.SIN<lb/>BMO.01.XX.004.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Carine Soares Turelly;<lb/><lb/>BMO.01.XX.004.003.AUD-1<lb/>BMO.01.XX.004.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Carine Soares Turelly.</p>
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              <subject>Acervo Municipal de Artes Plásticas (AMARP)</subject>
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                <p>Publicado</p>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Tadiane Tronca</unittitle>
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              <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">06/03/2024</unitdate>
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        3 (três) documentos eletrônicos de áudio e 2 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 156 minutos**</p>
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              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Leonardo Ribeiro; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, abril e maio de 2024; Revisão: Tadiane Tronca, maio de 2024</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 479</p>
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                <persname id="atom_125811_actor">Tadiane Tronca</persname>
                <corpname id="atom_125812_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Tadiane Tronca nasceu no dia 05 de maio de 1964, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Neusa Bonho Tronca e Zaly Carlos Tronca. Formação acadêmica em Educação Física em 1987 e em Direito em 2012 pela Universidade de Caxias do Sul. Trabalhou no setor administrativo e pedagógico da antiga Secretaria Municipal de Educação e Cultura – SMEC e outros espaços culturais. Foi Secretária Municipal da Cultura de Caxias do Sul de 1997 a 2004. Foi professora na Escola Estadual de Ensino Médio Evaristo de Antoni e na Escola Municipal de Ensino Fundamental Catulo da Paixão Cearense. Trabalhou no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami. Aposentou-se me 2017. Escritora, romancista, autora dos livros “Vapor Drina”, “Script”, “O segredo dos baús”- em coautoria com Juventino Dal Bó, “A casa do navio pintado”, “As casas de ontem: vida e morte do patrimônio histórico-cultural de Caxias do Sul -1975 a 2022”, premiada no Concurso Anual Literário de Caxias do Sul – Categoria Obra Literária, em 1994, e finalista do Prêmio Açorianos de Literatura na categoria Autor Revelação, em 1995, com a obra literária “Vapor Drina”. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Tadiane Tronca, com ênfase na sua história de vida, a criação da Secretaria Municipal de Cultura e sua gestão frente à direção desta secretaria. O relato evidencia os seguintes aspectos: envolvimento cultural desde cedo; criação da Secretaria Municipal da Cultura; gestão de dois mandatos da coligação Frente Popular (com o então prefeito Pepe Vargas); desafios e desenvolvimento de programas de descentralização da cultura; leis de incentivo e fomento à cultura; entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.XX.001.001.SIN<lb/>BMO.01.XX.001.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da terceira entrevista com Tadiane Tronca;<lb/><lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-1<lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-2<lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-3<lb/>Áudios da terceira entrevista com Tadiane Tronca;</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_125811_actor">Tadiane Tronca </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_125812_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul</subject>
              <subject>Cultura</subject>
              <subject>Livro As casas de ontem</subject>
              <subject>Patrimônio Histórico e Cultural</subject>
              <subject>Gilberto José Spier Vargas</subject>
              <subject>Leis de Incentivo</subject>
              <subject>Arte</subject>
              <subject>Re-Vista 1997-2004</subject>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Tadiane Tronca</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-24-H479-001 SIN</unitid>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
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              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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          </c>
        </c>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevistas</unittitle>
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            <unitdate encodinganalog="3.1.3">2023</unitdate>
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        Documentos eletrônicos de áudio, documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Série composta por dossiês de entrevistas realizadas pela Unidade ou incorporadas ao acervo no ano de 2023.</p>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Maria Alba Rodrigues de Campos</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-23-H466</unitid>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        03 (três) documentos eletrônicos de áudio, 01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 165 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Pesquisa, roteiro e entrevista: Fabiana Zanandrea e Leonardo Ribeiro; Transcrição: Fabiana Zanandrea, dezembro de 2023, janeiro, fevereiro e março de 2024; Revisão: Fabiana Zanandrea, 12 e 14 de março de 2024</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 466</p>
              </note>
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                <persname id="atom_126386_actor">Maria Alba Rodrigues de Campos</persname>
                <corpname id="atom_126387_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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              <note>
                <p>Maria Alba Rodrigues de Campos nasceu no dia dez de junho de 1939 na localidade de Cazuza Ferreira, em São Francisco de Paula (RS), filha de Venturina Rodrigues da Silva. Após a morte da mãe, foi criada pelos tios em uma fazenda de São Francisco de Paula. Trabalhou no campo até os dezoito anos. Depois de vir à Caxias do Sul (1957) para consulta médica, decide pela permanência na cidade, aos dezoito anos. Foi costureira e bordadeira. Casou-se com o militante do Partido Comunista Brasileiro e perseguido político, Leovegildo Neri de Campos, com quem teve uma filha chamada Olga.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Maria Alba Rodrigues de Campos, com ênfase em sua história de vida e na trajetória do militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e seu companheiro de vida,  Leovegildo Neri de Campos (1929-2004). Seu relato evidencia os seguintes aspectos: a infância e o trabalho no campo; o trabalho para a família de Giorgio Stasi, vice-cônsul da Itália; a prisão de Leovegildo em abril de 1964, a Associação dos Servidores Municipais; entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.XX.001.001.SIN<lb/>BMO.01.XX.001.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Maria Alba Rodrigues de Campos;<lb/><lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-1<lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-2<lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-3<lb/>Áudios da entrevista com Maria Alba Rodrigues de Campos.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <persname role="Produtor" id="atom_126386_actor">Maria Alba Rodrigues de Campos </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_126387_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Trabalho feminino</subject>
              <subject>Leovegildo Neri de Campos</subject>
              <subject>Política</subject>
              <subject>Partido Comunista Brasileiro (PCB)</subject>
              <subject>Regime Militar (1964-1985)</subject>
              <subject>Prisão</subject>
              <subject>Associação dos Servidores Municipais de Caxias do Sul</subject>
              <subject>Associação de Moradores do Bairro Madureira</subject>
              <subject>AMOB</subject>
            </controlaccess>
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              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Maria Alba Rodrigues de Campos</unittitle>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/7/d/a/7daae377b3ff8626c27f186de9176e6117e7bb3687ad4437fdd2af5e1b439402/BMO_01.XX.000_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          </c>
          <c otherlevel="dossie" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Dirceu Luiz Manfro Ramos</unittitle>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio e 02 (dois) documentos eletrônicos de texto    </physdesc>
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                <p>**Tempo de duração da entrevista: 96 minutos**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Entrevista: Fabiana Zanandrea, Leonardo Ribeiro e Rosana Peccini; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 18, 19, 22, 23, 24, 26 e 29 de julho de 2024; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 05 de agosto de 2024</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista na base ABCD: HDE 465.</p>
              </note>
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                <persname id="atom_123851_actor">Dirceu Luiz Manfro Ramos</persname>
                <corpname id="atom_125846_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
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                <p>Dirceu Luiz Manfro Ramos nasceu no dia 14 de outubro de 1947, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Virvi Ramos e Phelomena Rosa Ramos. Seu pai era médico e foi fundador do Hospital Virvi Ramos em Caxias do Sul. Formou-se em medicina na área radiológica, e trabalhou  no hospital de seu pai.</p>
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                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
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              <p>Publicado</p>
            </odd>
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              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Dirceu Luiz Manfro Ramos, com ênfase na sua história de vida e de seu pai Virvi Ramos, na construção do Hospital Virvi Ramos e na fundação da Universidade de Caxias do Sul. O relato evidencia os seguintes aspectos: construção do Hospital Virvi Ramos; religião espírita kardecista; fundação da Universidade de Caxias do Sul; assassinato do avô Orestes Manfro; entre outros temas.<lb/><lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/><lb/>BMO.01.XX.001.001.SIN;<lb/>BMO.01.XX.001.002.TRA<lb/>Síntese e transcrição da entrevista com Dirceu Luiz Manfro Ramos;<lb/><lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-1<lb/>BMO.01.XX.001.003.AUD-2<lb/>Áudios da entrevista com Dirceu Luiz Manfro Ramos.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_123851_actor">Dirceu Luiz Manfro Ramos </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_125846_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Saúde</subject>
              <subject>Religião</subject>
              <subject>Hospital Virvi Ramos</subject>
              <subject>Educação</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Dirceu Luiz Manfro Ramos</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-23-H465-001 SIN</unitid>
                <unitdate encodinganalog="3.1.3">2024</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/a/0/a/a0a56588fd4b08eb69b01316b753672e354321b4ec534e754ba96c5cf738a217/BMO_01.XX.000_001_SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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                <p>Publicado</p>
              </odd>
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          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrevista com Inês Marlene Sturmer Raimann</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-23-H470</unitid>
              <unitdate normal="2023/2023" encodinganalog="3.1.3">21/10/2023</unitdate>
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        02 (dois) documentos eletrônicos de áudio, 02 (dois) documentos eletrônicos de texto.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>**Tempo de duração da entrevista: 86 minutos.**</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Entrevista: Elenira Inês Prux e Rodrigo Lopes; Transcrição: Graciela Deon Rodrigues, 06, 10, 11, 18, 24 e 25 de novembro de 2025; Revisão: Graciela Deon Rodrigues, 25 de novembro de 2025.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Código da entrevista: HDE 470.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_130161_actor">Entrevista com Inês Marlene Sturmer Raimann</persname>
                <corpname id="atom_130162_actor">**Unidade Banco de Memória Oral**</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-151dac6f16890fdc4746ab5ef069b7dc" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Inês Marlene Sturmer Raimann nasceu no dia vinte nove de outubro de 1937, em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de alemães, João Alcino Sturmer e Elza Schoeller, o casal teve nove filhos. Seus pais chegaram em Vila Oliva em 1948, eram proprietários da Pensão Central e do Expresso Vila Oliva. Inês Marlene, sua irmã e nora, retomaram e administram a Pousada Recanto da Vovó, localizada ao lado da igreja de Santo Expedito, em frente à subprefeitura em Vila Oliva. A pousada recebe peregrinos do Brasil e também de outros países, que realizam os Caminhos ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio em Farroupilha, cidade vizinha do município de Caxias do Sul. Maria Irene Sturmer, irmã de Marlene, e Marizete Eliza Ferrazza Raimann, nora de Marlene, contribuíram no relato abordando questões sobre a família e também da Pousada Recanto da Vovó. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.</p>
              </note>
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            <bioghist id="md5-d7e0a7be80e12773ea5cc73c53057137" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Unidade Banco de Memória Oral iniciou suas atividade em 1980 e está em constante ampliação de seu corpus documental com o registro da memória de diferentes sujeitos e comunidades por meio de entrevistas semidirigidas.<lb/><lb/>A História Oral é a metodologia de pesquisa e registro de fontes voltadas ao estudo da História, da Antropologia e das Ciências Sociais. Consiste na realização e transcrição de entrevistas com pessoas que testemunharam os acontecimentos de seu tempo ou guardam na memória narrativas herdadas de outras gerações: pais, avós ou pessoas mais velhas.<lb/>O Banco de Memória do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami tem como primeira entrevista a história de vida da senhora Aurora Pezzi Ungaretti (1893-1997), em que as lembranças se entrelaçam à história dos primeiros imigrantes italianos e à formação da fisionomia urbana de Caxias do Sul. Mantendo a continuidade do trabalho, o setor conta com mais de mil entrevistas realizadas.<lb/><lb/>As entrevistas versam sobre diferentes temas: histórias de vida, política, educação, cultura, arte, associativismo, industrialização, sindicalismo, religião, esporte, entre outros. Os relatos também retratam a vida cotidiana, revelando valores, costumes, hábitos e a trama das relações sociais e familiares. A faixa etária dos entrevistados, oriundos de diversos segmentos sociais, se estende dos 20 aos l06 anos, o que é representativo para uma cidade que recebeu seus primeiros colonizadores em 1875. A lembrança de um passado tão recente permite a recomposição do cotidiano rural e urbano de nossa cidade.<lb/><lb/>Por trabalhar com “arquivos vivos”, o Banco de Memória oportuniza fontes históricas que, no seu conjunto, transcendem a memória individual integrando-se à memória coletiva. As narrativas complementam-se mutuamente, contribuindo para a construção de uma História Pública. Nesse sentido, a História Oral tem a sensibilidade de ouvir e reconhecer a riqueza do testemunho e, assim, pode dialogar com a historiografia oficial, com os documentos escritos; escutar a voz de diferentes sujeitos históricos para fazer a história de todos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>O dossiê refere-se à entrevista de Inês Marlene Sturmer Raimann, com ênfase em sua história de vida, o distrito de Vila Oliva e a retomada da Pousada Recanto da Vovó.<lb/>O relato evidencia os seguintes aspectos: Expresso Vila Oliva; o distrito Vila Oliva; Pousada Recanto da Vovó; Caminhos de Caravaggio; entre outros temas.<lb/>Constituem esse dossiê os itens:<lb/>SIN Síntese da entrevista com  Inês Marlene Sturmer Raimann;<lb/>TRA Transcrição da entrevista com Inês Marlene Sturmer Raimann;<lb/>AUD- Áudios da entrevista com Inês Marlene Sturmer Raimann.</p>
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              <persname role="Produtor" id="atom_130161_actor">Entrevista com Inês Marlene Sturmer Raimann </persname>
              <corpname role="Produtor" id="atom_130162_actor">&lt;strong&gt;Unidade Banco de Memória Oral&lt;/strong&gt; </corpname>
              <genreform>Entrevistas</genreform>
              <subject>Distrito Vila Oliva</subject>
              <subject>Pousada Recanto da Vovó</subject>
              <subject>Expresso Vila Oliva</subject>
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                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese da entrevista com Inês Marlene Sturmer Raimann</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RS AHMJSA">BMO-DI-23-H470-SIN</unitid>
                <unitdate normal="2025/2025" encodinganalog="3.1.3">11/2025</unitdate>
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        01 (um) documento eletrônico de texto.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br/uploads/r/arquivo-historico-municipal-joao-spadari-adami-setor-arquivo-publico/f/7/2/f720e3d2658fbb9e9b6e8a1e37401ff373b3836c5cd53fff5e46928f15a1a983/BMO_01.00.000_H470-SIN.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
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                <p>Publicado</p>
              </odd>
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