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Registro de autoridade
Roni Rosa
BR RS AHMJSA · Pessoa · n. 11/04/1945 f. 15/02/2025

Roni Rosa nasceu no dia onze de abril de 1945 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Mário Rosa e de Irena Rosa. Estudou no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer e no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI – Nilo Peçanha), em Caxias do Sul. Trabalhou na Metalúrgica Abramo Eberle e foi professor instrutor do SENAI, onde se aposentou.

Roberto Segalla
BR RS AHMJSA · Pessoa · n. 15/12/1925

Roberto Segalla nasceu no dia 15 de dezembro de 1925, filho de Antônio Segalla e de Maria Panarotto Segalla, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Estudou na Escola Elementar José Bonifácio e no Colégio Nossa Senhora do Carmo. Trabalhou na Metalúrgica Abramo Eberle e foi professor instrutor do SENAI Nilo Peçanha.

Ricardo Gorki Segalla
BR RS AHMJSA · Pessoa · n. 30/01/1953

Ricardo Gorki Segalla nasceu em trinta de janeiro de 1953, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Bruno Segalla e de Almira da Silva Segalla. O pai foi sindicalista, político e renomado artista plástico, cuja trajetória foi marcada pela luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e pela atuação na Metalúrgica Abramo Eberle. O entrevistado estudou no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer, na Escola Estadual de 1º Grau Presidente Vargas, no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza e no Colégio Nossa Senhora do Carmo. Colaborou nas campanhas políticas do pai, realizando a distribuição de panfletos e também de jornais de cunho comunista durante a ditadura. Em 1970, foi preso e torturado em Lages (SC). É formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), atuando na área criminal.
Dados extraídos da entrevista e do site do Instituto Bruno Segalla (IBS).

Reno Mancuso
Pessoa · 11-11-1919 1974
Renan Falcão de Azevedo
Pessoa · n. 1923 - f. 1998

Renan Falcão de Azevedo (1923-1998), natural de Caxias do Sul, filho do poeta, jornalista, político e jurista Olmiro Palmeiro de Azevedo e de Rita Falcão. Foi jogador e diretor de futebol do Esporte Clube Juventude entre 1947 e 1954. Estudou no Colégio Nossa Senhora do Carmo e formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1946. Atuou como professor de Literatura no Curso de Letras da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1969) e de Direito Civil no curso de Direto da Universidade de Caxias do Sul (1964-1994). Na UCS ocupou o cargo de diretor entre 1967 e 1974. Integrou o Núcleo Jurídico do Banco do Brasil durante trinta e três anos. Foi membro e presidente da equipe de teatro da Aliança Francesa. No âmbito político, exerceu a vereança por três mandatos (1951-1963), tendo sido também presidente da Câmara Municipal de Vereadores (1958-1960). Foi conferencista de política, direito, literatura e música. Escreveu crônicas, artigos e poesias em revistas e jornais. Participou da coluna “Pensamento Gaúcho” no jornal Última Hora (1964). Publicou os livros “Posse: efeitos e proteção” (1984) e “Poesias, contos e crônicas” (1997). No exército foi Segundo-tenente da Reserva.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Regina de Queiroz Gazola
Pessoa · n.07/08/1941

Regina de Queiroz Gazola nasceu em sete de agosto de 1941, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. É filha de Euzébio Beltrão de Queiroz e de Anna Maria Rath de Queiroz, a professora Marianinha. Realizou o Primário, o Ginásio e o Curso Normal na Escola Normal Duque de Caxias. Casou-se com Júlio Gazola em 1960 e foi residir no Rio de Janeiro, onde permaneceu por sete anos. Iniciou seus estudos na Aliança Francesa em Copacabana. Ao retornar a Caxias do Sul, concluiu o Curso de Francês, obtendo o Diplôme Supérieur de Langue et Littérature Françaises pela Universidade de Nancy em parceria com a Universidade de Caxias do Sul (UCS). Concluiu também “As Matérias Pedagógicas na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras” na mesma instituição. Lecionou francês durante nove anos. Ingressou na Academia Caxiense de Letras em 1989. Foi eleita presidente da entidade na estão 1996/97. Ocupa a Cadeira nº 7, tendo como Patrona Anna Maria Rath de Queiroz, sua mãe. Em agosto de 2006, fundou a Confraria da Etiqueta. Ministrou cursos de Etiqueta e Comportamento Social em entidades, bem como ministrou aulas para as candidatas à rainha e princesas da Festa da Uva. Escreveu doze livros, sendo o primeiro deles, “Eu te amo, Amelinha”, lançado no Rio de Janeiro por incentivo do escritor Ary Quintella.
Fonte: Informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade Banco de Memória Oral.

Primo Francisco Cechim
Pessoa · n. 1933 - f. 2020

Primo Francisco Cechin (1933-2020), neto de imigrantes italianos, proveniente de uma família com dez filhos. O entrevistado destaca as dificuldades do trabalho na terra para o sustento da numerosa família que o impediram de dar continuidade aos estudos.
Fonte: informações obtidas na entrevista.

Pedro Ubirajara Rosa
Pessoa · n.1º/06/1989

Pedro Ubirajara Rosa nasceu no dia 1º de junho de 1989 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Sergio Ubirajara da Silva Rosa e de Celi Rosa. Graduado em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade de Caxias do Sul. Possui MBA em Comunicação e Semiótica. Tem experiência na área de Linguística, Letras e Artes, com ênfase em Artes Visuais, carnaval, cultura popular, performances culturais e religiões afro-brasileiras. Cenógrafo, fotógrafo e artista plástico. Atuou como bolsista PROBIC/FAPERGS na área de Antropologia. Atualmente é professor da rede pública municipal de ensino de Caxias do Sul. Fonte: Informações obtidas na entrevista e informações coletadas do Lattes em 16/09/2025.

Paulo Sérgio Nunes da Silva
Pessoa · n.09/05/1960

Paulo Sérgio Nunes Silva nasceu no dia 09 de maio de 1960, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Abrelindo Nunes da Silva e Laura Nunes da Silva. Formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul, foi conselheiro tutelar por duas gestões no município. Conhecido como Mestre Chocolate e fundador do Grupo de Capoeira Liberdade em Caxias do Sul. Considerado um dos maiores capoeiristas, é referência nacional na difusão, preservação e ensino da capoeira. Foi o pioneiro em ministrar aulas de capoeira dentro de projetos sociais na região e idealizou o espaço público de capoeira no Parque dos Macaquinhos (Capoeira - A Roda é Nossa). Autor do livro "Breviário da Capoeira", integra Casa da Capoeira do RS e o Conselho de Mestres da salvaguarda da capoeira junto ao IPHAN. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Paulo de Tarso Carneiro
BR RS AHMJSA · Pessoa · n.13/05/1942

Nasceu em 13 de maio de 1942, na cidade de Alegrete, Rio Grande do Sul (Brasil), onde realizou o primário no Colégio Osvaldo Aranha. Filho de José Pacífico Carneiro, operário da viação férrea, e da dona de casa Maria Amália Carneiro. A política fazia parte do cotidiano familiar desde cedo: o pai era getulista e concorreu a vereador pelo Partido Social Democrático (PSD), em Alegrete; já a mãe, muito católica, apoiava a União Democrática Nacional (UDN). Por volta de 1954, a família mudou-se para o Bairro Navegantes, em Porto Alegre (RS). Na capital, o entrevistado estudou na Colégio Luterano da Paz, na Escola Protásio Alves e no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, o “Julinho”. Nesse último local vivenciou a efervescência da militância estudantil e política e aproximou-se do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Posteriormente, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), devido à ilegalidade do PCB. Trabalhou como mandalete e, para incrementar a renda familiar após a morte do pais, ensinava matemática aos colegas na escola. Foi funcionário público municipal e atuou no Pronto Socorro de Porto Alegre. Trabalhou no Sulbanco, também na capital, ingressando no Sindicato dos Bancários. Foi funcionário do Banco do Brasil, em Garibaldi (RS). Em 1968, iniciou o curso de filosofia na Universidade de Caxias do Sul (UCS), porém não chegou a concluir. Participou do Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna (SP), no ano de 1968. Foi preso por doze dias junto a muitos outros estudantes que estavam no congresso. Integrou a Vanguarda Revolucionária Palmares (VAR Palmares), em Caxias do Sul. Em Garibaldi, onde trabalhava, foi preso novamente no dia seis de abril de 1970. Após a prisão, foi detido na Delegacia de Polícia de Caxias do Sul, até ser transferido para Porto Alegre. Na capital, permaneceu preso por um ano e um mês e foi torturado no Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). Em liberdade, ingressou na Universidade Federal do Rio do Grande do Sul (UFRGS) para cursar Direito. Como ex-preso político vivenciou dificuldades para colocar-se no mercado de trabalho. Com a anistia, voltou a trabalhar no Banco do Brasil até a aposentadoria em 1991. Trabalhou no gabinete de Tarso Genro (1993-1997) e de Raul Pont (1997-2001), do Partido dos Trabalhadores (PT), durante as respectivas gestões na prefeitura de Porto Alegre. Foi diretor de operação portuária no governo Olívio Dutra (1999-2003), e Diretor de Portos, no primeiro governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006).
Dados extraídos da entrevista.