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Registro de autoridade
Abrelino Dal Bosco
Pessoa · n. 1945

Abrelino Dal Bosco (1945- ) natural de Antônio Prado, filho de Levino Dal Bosco e de Natália Maria Susin, neto de José [Giuseppe] Dal Bosco (1892-1965)e Giovana Furlin Dal Bosco. Casou-se Domitila Pozzebon em 1971, tiveram três filhos. Estudou no SENAI e com o conhecimento adquirido exerceu a função de mandrilador na empresa Agrale S/A. Recebeu, no ano de 1992, o título de Operário Padrão Agrale e, posteriormente, foi eleito Operário Brasil de Caxias do Sul, após competir com outros quatro candidatos. Atuou como presidente da Associação do Aposentados e Pensionistas de Caxias do Sul, além de integrar o conselho da Amob do bairro Cidade Nova. Dedicou-se também à apicultura.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Aldo Antônio De Antoni
Pessoa · n. 1928 - f. 2004

Aldo Antônio De Antoni (1928-2004) filho de Aurélia D’Agostini De Antoni e Evaristo De Antoni, industrial e proprietário da Oficina Mecânica e Agrícola de Evaristo de Antoni & Cia. Em 1908, a empresa iniciou a produção das primeiras trilhadeiras inteiramente brasileiras, e em 1912 transferiu-se para novas instalações, prosperando por mais de 90 anos. Aldo deu continuidade aos negócios da família.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Aldo Pedro Fedrizzi [e família]
BR RS AHMJSA AP-FED · Pessoa · 07/08/1920 a 04/05/1992

Aldo Pedro Fedrizzi nasceu no dia 07 de agosto de 1920, na localidade de São Romédio, situado no Travessão Santa Teresa da Quinta Légua de Caxias do Sul. Era filho de Antonio Fedrizzi e Eliza Gollo Fedrizzi e neto de Celeste Fedrizzi e Raimunda Webber Fedrizzi. Casou-se no dia 04 de maio de 1946, na Catedral Diocesana Santa Teresa, com Aládia Celínia Pedron, nascida aos 21 de outubro de 1923 e filha de Luminato Pedron e Maria Segat Pedron. O pai de Aládia, Luminato Pedron, foi um grande empresário, proprietário de cantina de vinhos e um dos primeiros sócios da Sociedade Vinícola Rio Grandense Ltda.; foi sócio, ainda, de uma empresa de materiais de construção, além de possuir sociedade em outros ramos de negócios.

Aldo e Aládia tiveram três filhos: Aldo José Pedron Fedrizzi, nascido a 23 de abril de 1956 (casou-se com Jaqueline de Azevedo e tiveram um filho, chamado Arthur de Azevedo Fedrizzi, nascido em 25 de janeiro de 1993; Arthur nascera surdo, como o pai); Arnaldo Pedron Fedrizzi, nascido a 22 de janeiro de 1958 e Arlete Regina Pedron Fedrizzi, nascida a 18 de Março de 1960.

Aldo foi fundador do Instituto de Educação de Surdos (em 22 de agosto de 1960), visando não só um tratamento para o filho bem como um auxílio a outros pais que também tiveram filhos com a mesma necessidade especial. Aldo José foi o primeiro aluno matriculado da instituição, localizada na Vila Kayser e anexa ao Grupo Escolar João Paternoster, atual Escola Olga Maria Kayser. Aldo foi buscar em Porto Alegre o professor surdo David Battastini Filho para ministrar aulas ao filho e aos demais alunos que estavam sendo matriculados na Instituição. O Instituto usou esta sala do grupo escolar Paternoster por pouco tempo, pois, entre os meses finais de 1960 até o início de março de 1961, o Instituto de Educação de Surdos usou uma construção de madeira que foi a biblioteca Monteiro Lobato, no Parque Infantil Monteiro Lobato, no então Bairro Guarany, atual bairro Exposição.
Em março de 1961, mudou-se para o Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer; em agosto de 1963, o instituto retornou para o local onde estava a biblioteca (Rua Santos Dumont, próximo da MAESA), mas com nova sede: um prédio em alvenaria, onde permaneceu de 1963 a 1986. Atualmente (2016), no mesmo prédio inaugurado em 1963, funciona a Sociedade dos Surdos de Caxias do Sul e o Centro de Atenção Psicossocial.

Aldo Pedro Fedrizzi faleceu aos 04 de maio de 1992 e Aládia Celínia Pedron Fedrizzi faleceu aos 27 de Outubro de 2014.

Alice Gasperin
BR RS AHMJSA · Pessoa · n. 1906 - f. 2002

Alice Gasperin nasceu no ano de 1906 em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul (Brasil). Iniciou sua trajetória profissional como educadora na década de 1920 até meados dos anos 1960. Foi professora municipal desde os quatorze anos na região de Barracão, onde lecionou por vinte e quatro anos. Posteriormente, atuou como professora do Grupo Escolar Farroupilha. Sempre buscou aperfeiçoamento com leituras e cursos de atualização, além de ser uma estudiosa da imigração italiana, produzindo memórias autobiográficas e de sua comunidade. O primeiro livro, publicado em 1984 aos 78 anos de idade, foi “Vão Simbora: relatos de imigrantes italianos da Colônia Princesa Dona Isabel”, um registro de suas memórias, passando pelos avós imigrantes, pelos pais, pela comunidade e pela vida escolar. Em 1980, publicou o segundo livro, “Farroupilha: ex-colônia particular Sertorina” e aos 94 anos publicou “Ricordi della Colonia - Lembranças da Colônia”, escrito em dialeto. Alice Gasperin ocupou a cadeira número 7 da Academia Caxiense de Letras (ABL). Em 1990, foi convidada para ser a patrona da VII Feira do Livro de Caxias do Sul e, em 1996, recebeu o Título de Cidadã Caxiense. Faleceu em 2002.

Antônio Jorge da Cunha
Pessoa · n. 13/07/1963

Antônio Jorge da Cunha nasceu no dia treze de julho de 1963, na comunidade quilombola Sussuarana, na cidade de Piripiri, no Piauí (Brasil), filho de José Maria da Cunha e de Maria Pereira da Cunha. Estudou até o quarto ano nessa localidade, o ensino fundamental e o médio foram realizados em Caxias do Sul. Aos vinte anos deixou a terra natal em busca de trabalho em São Paulo, cidade onde permaneceu por dois anos. No ano de 1985 mudou-se para Caxias, a convite do irmão que aqui residia. Trabalhou em várias empresas, ingressou no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), onde cursou LID e Metrologia. Após esse aprimoramento profissional, passou a trabalhar na Pigozzi Cipolla (1989), empresa caxiense adquirida pela EATON Corporation em 2005, onde ainda atua. Em 1991, casou-se com Nivane Bernardete da Silva, com quem teve três filhos: Éder, Ezequiel e Samuel. Duas décadas após o casamento, graduou-se em Licenciatura Plena em História pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). Atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Educação na mesma instituição de ensino. Além de diretor do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade, o entrevistado é militante de movimentos sociais. Participou ativamente do processo que certificou, como remanescente de quilombo, a comunidade onde viveu no Piauí; integra a União Nacional dos Negros (UNEGRO); o Conselho da Comunidade Negra (COMUNE) e o Corpo de Lanceiros Negros, grupo constituído em Caxias do Sul no ano de 2022. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Antônio Rodolfo
Pessoa · n.1927

Antônio Rodolfo (n.1927- ) nasceu na Fazenda Rosa, na localidade do Juá, em São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul (Brasil). Neto de Agostini Rodolfi, filho do tropeiro Essio Rodolfo e de Dorcelina Antônia Rodrigues. Casou-se com Maria Izaura de Medeiros, de origem açoriana, em 27 de julho de 1949, com quem teve cinco filhos: Moacir Medeiro Rodolfo (1950), Clóvis Medeiros Rodolfo (1952), João Medeiros Rodolfo, Terezinha Medeiros Rodolfo (1958) e Jucelaine Medeiros Rodolfo (1971). Antônio seguiu a profissão do pai, transportando mercadorias entre os Campos de Cima da Serra e a região de Praia Grande, entre fins de 1930 e a década de 1940. Quando a tração animal foi substituída e o tropeirismo entrou em declínio, Antônio tornou-se caminhoneiro. Com o deslocamento da família para Caxias do Sul, o entrevistado passou a atuar no comércio local.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Arlete Fátima Argenta
Pessoa · n. 15/11/1954

Arlete Fátima Argenta nasceu dia quinze de novembro de 1954, em Caxias do Sul (RS), filha de Juventino Argenta e Hilda Borges de Oliveira Argenta. Estudou na Escola São João Bosco e no Colégio São Carlos, onde cursou magistério. Formou-se em pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) com ênfase em Deficiência Intelectual, especializou-se em Deficiência Visual em um curso oferecido pelo governo do estado em Porto Alegre (RS). Foi professora da rede municipal de ensino, onde trabalhou nas salas de recursos e no acompanhamento pedagógico de pessoas com deficiência, nas escolas E.M.E.F Catulo da Paixão Cearense e E.E.E.M. Irmão José Otão. Participou da criação da Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADEV), em 1983, e do Instituto da Áudio Visão (INAV), em 2009, nesta cidade. Nestas instituições trabalhou com Orientação e Mobilidade para capacitar deficientes visuais. Concorreu ao Prêmio Claudia em 2011, reconhecimento público do trabalho de mulheres brasileiras. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Arminda Nunes Martins de Melo (Dona Loça)
Pessoa · n.1920

Arminda Nunes Martins de Melo, conhecida como Dona Loça, nasceu em 31 de dezembro de 1919, embora tenha sido registrada apenas em 1920, no distrito de Criúva, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. É filha de João Nunes Martins e Davina Rodrigues da Silva. Sua avó paterna e seu pai exerciam a prática das benzeduras, enquanto sua mãe atuava como parteira. Dona Loça aprendeu a benzer de forma autodidata. Sua conexão com os santos que a protegem e fazem curar quem ela benze vem de muito tempo, desde a sua infância. Sua primeira bênção ocorreu quando ainda era criança, antes dos dez anos de idade, ao atender um jovem de dezessete anos que sofria de dor de dente. Desde então, nunca mais parou de benzer. Até hoje, continua atendendo diariamente todas as pessoas que a procuram, com queixas diversas, como dores abdominais, picadas de insetos, dores no corpo, pedidos de proteção, entre muitos outros males. Ao longo de sua vida, teve dez filhos. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Armindo Zanotti
Pessoa · n. 1911 - f. 1997

Armindo Zanotti (1911-1997), natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho dos imigrantes Luís [Luigi Marco] Zanotti e Enrica [Vittoria]Perini. Estabeleceram-se em São Virgílio, na sexta légua. Casou-se com Cecilia Formolo, com que teve seis filhos. O entrevistado foi agricultor, cultivava videiras e produzia vinhos.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.