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Registro de autoridade
saúde
Mancuso Caxias
Entidade coletiva · 1909-[1950]

Domingos Mancuso abre o estúdio em sociedade com seu cunhado Pedro Fonini em 1909, com o nome de Mancuso&Fonini. Logo abre ateliê fotográfico próprio.
Em 1910 consta que o Ateliê Mancuso localiza-se na Rua Sinimbu nº 14, e já em 1911 o endereço passa a Rua Sinimbu, 28.
Na década de 1930 os filhos Clemente, Caetano e Reno passam a trabalhar no estúdio.
Em 1937, Reno Mancuso assume o estúdio, transferindo o mesmo em 1942 para a Avenida Júlio de Castilhos nº 1657, ao lado do Clube Juvenil.
Na década de 1950 Reno passa a trabalhar no setor de fotografia da Ótica Caxiense.

Cleonice Félix Araújo
Pessoa · n. 15/08/1979

Cleonice Félix Araújo nasceu em quinze de agosto de 1979, em Rio Branco (MT), Brasil, filha de Luiz Inocêncio de Araújo e de Joana Rocha de Araújo. É descendente da etnia indígena Terena por parte materna. Formou-se Bacharel em Direito e é pós-graduada em Direito Público. É artesã e ativista da causa LGBTQIA+. Presidiu o Conselho Estadual de Políticas LGBT (2019-2022), o Conselho Municipal de Direitos Humanos e a ONG Construindo Igualdade, é também integrante do Conselho Municipal de Saúde. Foi terceira suplente do Partido dos Trabalhadores (PT), somando 1.045 votos na eleição municipal de 2020. Assumiu uma cadeira no legislativo como a primeira vereadora trans de Caxias do Sul, empossada em quatorze de setembro de 2021, no período de licença-paternidade do vereador Lucas Caregnato. Foi fundadora da Casa de Acolhimento Construindo Igualdade (2021), primeira iniciativa desse tipo na região sul do país. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan
Pessoa · n. 25/05/1959

Elisete Maria Mohr Frigeri Kaplan nasceu em vinte e cinco de maio de 1959, em Águas de Chapecó, Santa Catarina. Filha de Fernando Bernardino Frigeri, descendente de imigrantes italianos, e de Reni Geci Graves, descendente de imigrantes alemães. Muda-se para Caxias do Sul após o casamento com Celso Oscar Kaplan em 1978 e passa a trabalhar na Lancheria Barril, de propriedade do sogro. Com o falecimento do sogro e fechamento do estabelecimento, Elisete e seu esposo adquirem uma nova lancheria denominada Aurora. Entre períodos de prosperidade no negócio, Celso falece e em 2021 a lancheria encerra suas atividades em decorrência da pandemia de COVID-19. É também durante a pandemia que Elisete fica em estado de coma por três meses, devido à infecção pelo coronavírus. Mesmo após longa recuperação, a contração da doença respiratória continua influenciando seu cotidiano: a partir das sequelas, dos necessários novos cuidados com a saúde ou mesmo das reflexões em relação à sua perspectiva de vida. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.

Antônio Jorge da Cunha
Pessoa · n. 13/07/1963

Antônio Jorge da Cunha nasceu no dia treze de julho de 1963, na comunidade quilombola Sussuarana, na cidade de Piripiri, no Piauí (Brasil), filho de José Maria da Cunha e de Maria Pereira da Cunha. Estudou até o quarto ano nessa localidade, o ensino fundamental e o médio foram realizados em Caxias do Sul. Aos vinte anos deixou a terra natal em busca de trabalho em São Paulo, cidade onde permaneceu por dois anos. No ano de 1985 mudou-se para Caxias, a convite do irmão que aqui residia. Trabalhou em várias empresas, ingressou no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), onde cursou LID e Metrologia. Após esse aprimoramento profissional, passou a trabalhar na Pigozzi Cipolla (1989), empresa caxiense adquirida pela EATON Corporation em 2005, onde ainda atua. Em 1991, casou-se com Nivane Bernardete da Silva, com quem teve três filhos: Éder, Ezequiel e Samuel. Duas décadas após o casamento, graduou-se em Licenciatura Plena em História pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). Atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Educação na mesma instituição de ensino. Além de diretor do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade, o entrevistado é militante de movimentos sociais. Participou ativamente do processo que certificou, como remanescente de quilombo, a comunidade onde viveu no Piauí; integra a União Nacional dos Negros (UNEGRO); o Conselho da Comunidade Negra (COMUNE) e o Corpo de Lanceiros Negros, grupo constituído em Caxias do Sul no ano de 2022. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.