Arminda Nunes Martins de Melo, conhecida como Dona Loça, nasceu em 31 de dezembro de 1919, embora tenha sido registrada apenas em 1920, no distrito de Criúva, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. É filha de João Nunes Martins e Davina Rodrigues da Silva. Sua avó paterna e seu pai exerciam a prática das benzeduras, enquanto sua mãe atuava como parteira. Dona Loça aprendeu a benzer de forma autodidata. Sua conexão com os santos que a protegem e fazem curar quem ela benze vem de muito tempo, desde a sua infância. Sua primeira bênção ocorreu quando ainda era criança, antes dos dez anos de idade, ao atender um jovem de dezessete anos que sofria de dor de dente. Desde então, nunca mais parou de benzer. Até hoje, continua atendendo diariamente todas as pessoas que a procuram, com queixas diversas, como dores abdominais, picadas de insetos, dores no corpo, pedidos de proteção, entre muitos outros males. Ao longo de sua vida, teve dez filhos. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.
Evelise Cristina dos Reis Pellini, nasceu em 17 de junho de 1961, na cidade de Caxias do Sul. É filha de José Joaquim dos Reis e Ladi Angelina Maggi dos Reis. O pai, os tios Valdemar e Américo e o avô eram tanoeiros. A família veio de Portugal para Caxias do Sul em 1937, estabelecendo-se junto à comunidade portuguesa no bairro Lusitano, atual bairro Exposição.
Marilise Terezinha Bristot nasceu no dia quatro de agosto de 1949, na cidade de Caxias do Sul, Filha de José Joaquim dos Reis e Ladi Angelina Maggi dos Reis. O pai, os tios Valdemar e Américo e o avô eram tanoeiros. A família veio de Portugal para Caxias do Sul em 1937, estabelecendo-se junto à comunidade portuguesa no bairro Lusitano, atual bairro Exposição. Marilise foi professora de Estudos Sociais e Geografia.
Juventino Dal Bó (1952), nasceu em Bom Jesus, Rio Grande do Sul (Brasil). Historiador, museólogo, artista plástico, colecionador, professor e escritor. Dedicado à defesa e conservação do Patrimônio Cultural, é formado em História pela Universidade de Caxias do Sul, curso do qual foi professor e coordenador. Diretor do Museu Municipal Maria Clary Frigeri Horn e do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami de Caxias do Sul em diferentes períodos, assumiu a direção do Departamento de Memória e Patrimônio Cultural da Secretaria Municipal da Cultura no período de 1997 a 2004. Contribuiu nas edições para a difusão cultural na cidade com as publicações: “Ocorrências”, “Cenas”, “Memórias”, “Caleidoscópio”, dentre tantas outras ao longo de sua trajetória. Sua atuação também se projeta no campo das artes visuais, com relevantes participações em exposições artísticas. Ademais, algumas de suas obras integram acervos institucionais de reconhecida importância, como o Acervo Municipal de Artes Plásticas de Caxias do Sul, bem como do Museu dos Capuchinhos na cidade. Títulos mais recentes publicados: “Vestígios de Ontem (Poemas do Caderno Verde e três cartas de amor e morte) em 2021 e Inventário dos Estandartes Profanos em 2024. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa de currículo realizada pela Unidade.
Ivam Mantovani nasceu em vinte e sete de fevereiro de 1936, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Filho de Octavio Mantovani e Alice Cestari Mantovani. Seu pai destacou-se como referência no ramo de barbearia na cidade durante a década de 1930. Elementos da Barbearia Mantovani como cadeira, espelho e navalhas integram o acervo histórico do patrimônio municipal. O estabelecimento situava-se na rua Visconde de Pelotas, em frente ao Museu Municipal. Ivam construiu sólida carreira como bancário, tendo atuado como tesoureiro no Banco do Brasil por trinta anos. Casado com Thalita Zattera Mantovani, com quem teve três filhos: Gisele Olívia, Gislaine e Giancarlo Mantovani (1964–1998), in memoriam, renomado fotógrafo caxiense que deixou valiosos registros da cidade, perpetuando sua memória por meio da arte. Em homenagem ao filho Giancarlo Mantovani, uma praça localizada na região do bairro Desvio Rizzo, em Caxias do Sul, recebeu seu nome. Fonte: informações obtidas na entrevista e pesquisa realizada
Sally Mariani Demore nasceu no dia dois de dezembro de 1931 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filha de Adão Mariani e Graciema Bedin Mariani. Sally concluiu seus estudos no Colégio São Carlos na cidade. Seu pai, um comerciante local, fundou e comandou a Indústria de Refrigerantes Caxiense Ltda. Na década de 1950, a empresa adquiriu os direitos e maquinários para produzir o refrigerante Marabá na cidade de Caxias do Sul. A bebida fez grande sucesso local e marcou época na região. A sede da distribuidora estava localizada no bairro São Pelegrino, em Caxias do Sul. Casou-se com Domingos Demore, da união o casal teve três filhos: Paulo Fernando Demore, Domingos Demore Filho, esses já falecidos, e Gilberto Demore. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.
Dagoberto Vanoni de Godoy nasceu no dia 09 de agosto de 1962 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Filho de Dagoberto Lima Godoy e Dione Teresa Vanoni Godoy. Formou-se médico pela Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre com residência em pneumologia no Hospital Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Mestre e doutor em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande Do Sul e especialista em Medicina do Esporte na Universidade de Caxias do Sul. Atua como docente do Curso de Medicina da Universidade de Caxias do Sul, desde 1996. Em sua atuação profissional, participou do primeiro transplante de pulmão da América Latina, realizado em maio de 1989, ato que beneficia inúmeras pessoas até hoje. Fundou o Programa de Reabilitação Pulmonar da Universidade de Caxias do Sul, em conjunto com a professora e psicóloga Rossane Frizzo de Godoy, sua esposa. Na área clínica, atua principalmente com doença pulmonar obstrutiva crônica, reabilitação pulmonar e peri-operatório de cirurgia torácica. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.