Lorena Maria Tomasi Chiaradia nasceu em 31 de outubro de 1934. Atuou na criação e na coordenação dos carros alegóricos da Festa da Uva, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). No final da década de 1960, iniciou o trabalho na organização dos corsos alegóricos e na confecção dos carros, convidada por Isaac Pelegrino Menegotto. Em 1984, assumiu a coordenação dessas atividades.
Lorena Maria Tomasi Chiaradia (1934-2020). Atuou na criação e na coordenação dos carros alegóricos da Festa da Uva, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). No final da década de 1960, iniciou o trabalho na organização dos corsos alegóricos e na confecção dos carros, convidada por Isaac Pelegrino Menegotto. Em 1984, assumiu a coordenação dessas atividades.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.
Líbera Bigarella Cavagnolli (1911-2006), filha de Benedito Bigarella (1866-1927) e de Luiza De Carli, imigrantes italianos do Veneto. Após o casamento (1890), já no Brasil, estabeleceram-se em Nova Pádua (Flores da Cunha), localidade que pertencia a Caxias à época. Libera era a mais jovem de treze filhos, aluna dedicada, aprendeu na escola e também com seu pai em casa. O pai era professor, agente dos correios e escrivão.
Fonte: informações obtidas nas entrevistas presentes no acervo e em pesquisa realizada pela Unidade.
Laura Maria Balconi Chiaradia nasceu em 5 de abril de 1925, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de João Balconi e da imigrante italiana Giulia Del Angelo, proveniente de Bergamo, na Lombardia. Casou-se em 14 de setembro de 1945 com Giovanni Chiaradia com quem teve três filhos. Foi professora alfabetizadora no Grupo Escolar Henrique Emílio Meyer a partir da década de 1950 até meados de 1970. Faleceu em 2017.
Juventino Dal Bó (1952), nasceu em Bom Jesus, Rio Grande do Sul (Brasil). Historiador, museólogo, artista plástico, colecionador, professor e escritor. Dedicado à defesa e conservação do Patrimônio Cultural, é formado em História pela Universidade de Caxias do Sul, curso do qual foi professor e coordenador. Diretor do Museu Municipal Maria Clary Frigeri Horn e do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami de Caxias do Sul em diferentes períodos, assumiu a direção do Departamento de Memória e Patrimônio Cultural da Secretaria Municipal da Cultura no período de 1997 a 2004. Contribuiu nas edições para a difusão cultural na cidade com as publicações: “Ocorrências”, “Cenas”, “Memórias”, “Caleidoscópio”, dentre tantas outras ao longo de sua trajetória. Sua atuação também se projeta no campo das artes visuais, com relevantes participações em exposições artísticas. Ademais, algumas de suas obras integram acervos institucionais de reconhecida importância, como o Acervo Municipal de Artes Plásticas de Caxias do Sul, bem como do Museu dos Capuchinhos na cidade. Títulos mais recentes publicados: “Vestígios de Ontem (Poemas do Caderno Verde e três cartas de amor e morte) em 2021 e Inventário dos Estandartes Profanos em 2024. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa de currículo realizada pela Unidade.
Juvelino Daneluz nasceu dia quinze de agosto de 1944, em Santa Lúcia do Piaí, município de Caxias do Sul (RS), na localidade de Camaldoli, filho de Pedro Daneluz e de Bernardina Andreatta Daneluz. Estudou na Escola Murialdo de Ana Rech. Casou-se em janeiro de 1973 com Isabel Frizzo. Formou-se professor rural em 1962. Iniciou a docência no ano de 1964 na escola Doutor Abelardo José Nacul, em Capão Bonito (RS), à época pertencente a Lagoa Vermelha (RS); foi professor, secretário e bibliotecário na Escola Professor Apolinário Alves dos Santos, onde se aposentou após quatorze anos de atuação. Fundou a Agropecuária Daneluz, atualmente administrada pelos filhos. Juvelino é um declamador conhecido na região da serra por recitar e criar poesias gaúchas.
Júlio Maurício Sassi nasceu em 9 de julho de 1906, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Adelino Sassi e de Amábile Lunardi Sassi, neto de imigrantes provenientes do Vêneto e da Toscana, na Itália. A família de Júlio Maurício Sassi destacou-se pelas casas de comércio nos primórdios de Caxias do Sul. O entrevistado trabalhou com o pai no comércio de secos e molhados no centro da cidade e na comercialização e exportação de erva mate. Na ocasião da entrevista (1996) atuava na Companhia e Vidraria Santa Marina, com matriz em São Paulo, da qual participava como associado. Faleceu no dia 30 de março de 2005.
Júlio Maurício Sassi (1906-2005) nasceu em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Adelino Sassi e de Amábile Lunardi Sassi, neto de imigrantes provenientes do Vêneto e da Toscana, na Itália. Em Caxias, estudou nos colégios São José e Carmo, completou seus estudos no Instituto Dante Alighieri, em Porto Alegre. Casou-se com Concília Atti, com quem teve dois filhos. A família de Júlio Maurício Sassi destacou-se pelas casas de comércio nos primórdios de Caxias do Sul e também pelo armazenamento e exportação de erva mate ao Uruguai e Argentina, na década de 1940. O entrevistado trabalhou com o pai na comercialização e exportação de erva mate. Atuou como representante na Companhia e Vidraria Santa Marina, com matriz em São Paulo. Com brevê desde 1942, foi fundador e primeiro presidente do Aeroclube de Caxias do Sul.
Fonte: informações obtidas na entrevistas presentes na unidade e em pesquisa realizada em livros e periódicos. Ver: THOMAS, Claudio (org). Personagens da historia de Caxias do Sul. Caxias do Sul: EDUCS, 1998.