Maria Geneci Silveira nasceu no dia seis de janeiro de 1952 em Caçapava do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de José Almerindo Silveira e Maria Erocilde Silveira. Professora, servidora pública federal, cientista política, militante e ativista em sindicatos e ações sociais. Tem formação em Magistério, Enfermagem e Ciências Sociais. Servidora pública federal aposentada, trabalhou na 5ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), em Caxias do Sul, como coordenadora regional de Dermatologia Sanitária, Saúde do Adolescente, Saúde das Diversidades e Saúde da População Negra. Ministrou aulas de saúde à população carente de todo o país. Dirigiu o Sindicato de Saúde Trabalho e Previdência Social (Sindisprev-RS). Coordenou, nos âmbitos nacional e estadual, o Movimento Negro Unificado (MNU). Foi presidente do COMUNE - Conselho Municipal da Comunidade Negra de Caxias do Sul e do COMDIM - Conselho Municipal dos Direitos da Mulher. Dentre tantos títulos recebidos pelo trabalho desenvolvido com a população negra, destacam-se: Comenda João Cândido Felisberto em 2005, Troféu recebido pela Câmara Municipal de Caxias do Sul de Mulher Cidadã em 2007, Troféu Margaridas (Clube Gaúcho) em 2010, Comenda Zumbi dos Palmares em 2013, Personalidade Negra em 2014, e o mais recente título de Doutora Honoris Causa em 2023. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.
Maria Elisa Dalla Rosa nasceu em vinte e seis de maio de 1974, na cidade de Caxias do Sul, filha de Zulmira Koslowski Dalla Rosa e de Valdenor José Dalla Rosa. Os avós maternos chamavam-se Paulo Adolfo Koslowski, de origem polonesa, e Maria Teresa Ghilardi, filha de imigrantes italianos. Estudou na Escola Estadual de Ensino Fundamental Abramo Pezzi e na Escola Estadual de Ensino Médio Cavalheiro Aristides Germani. Trabalhou na Fábrica de Calçados Brasnelo, no Supermercado Calcagnotto, na Loja Brasileiras e na Farmácia de Manipulação Natufarma. Entre os anos 2001 e 2004, cursou Enfermagem na Escola de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira (Circulo Operário Caxiense). No mesmo ano de sua formação em Enfermagem ingressou como estagiária no Hospital do Círculo, onde posteriormente foi efetivada. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.
Maria do Carmo Favaro Verdi nasceu no dia 04 de outubro de 1958 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Filha de Ênio Favaro e de Carmem Maria Wisintainer Favaro. O pai foi militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), perseguido político e preso logo após o Golpe Civil Militar (1964), destacando-se pelo envolvimento em causas sociais e pelo caráter contestador e inventivo. A entrevistada estudou no Colégio São José, no Colégio Madre Imilda e realizou o Científico no Instituto Estadual de Educação Cristovão de Mendoza. Cursou Artes no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Participou do movimento estudantil em Porto Alegre (RS) e da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) em Caxias do Sul (RS). A ênfase do relato é o resgate da trajetória de vida de Ênio Favaro.
Dados extraídos da entrevista.
Maria de Queiroz Casara [n.1937] filha de Anna Maria Rath de Queiroz e Euzébio Beltrão de Queiroz. Casou-se com Valter Romeu Casara. Sua mãe, mais conhecida como dona Marianinha, foi professora estadual de português e literatura, recebeu o título de professora emérita pelo governador do Estado pelos cinquenta e três anos dedicados ao magistério. Seu pai, cidadão que se destacou em várias entidades por ações solidárias como o Natal dos Pobres, o Orfanato Santa Terezinha, do Hospital Pompéia e a Cruz Vermelha. Foi presidente do Tiro de Guerra 248, gerente da Caixa Econômica Federal e fundador da Sociedade Caxiense de Auxílio aos Necessitados (Scan). O casamento dos pais ocorreu em 1925 e tiveram quatro filhos: Maria, Antonio, Regyna e Marília. Maria, a primogênita do casal, seguiu os passos da mãe, formando-se professora.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.
Maria Alba Rodrigues de Campos nasceu no dia dez de junho de 1939 na localidade de Cazuza Ferreira, em São Francisco de Paula (RS), filha de Venturina Rodrigues da Silva. Após a morte da mãe, foi criada pelos tios em uma fazenda de São Francisco de Paula. Trabalhou no campo até os dezoito anos. Depois de vir à Caxias do Sul (1957) para consulta médica, decide pela permanência na cidade, aos dezoito anos. Foi costureira e bordadeira. Casou-se com o militante do Partido Comunista Brasileiro e perseguido político, Leovegildo Neri de Campos, com quem teve uma filha chamada Olga.
Maria Adami Tcacenco nasceu em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), no dia 31 de dezembro de 1916. Filha dos imigrantes italianos Francesco Adami e Silene Spadari, provenientes, respectivamente, do Tirol e da Lombardia. A entrevistada era a mais jovem de dez irmãos, sendo que o primogênito era o historiador João Spadari Adami (1897-1972). Casou-se com o professor Basílio Tcacenco, com quem teve seis filhos. Escrevia literatura infantil, com histórias publicadas no jornal Correio do Povo. Foi responsável pela organização, pela complementação e pelas notas da edição póstuma do livro “História de Caxias do Sul – Educação”, de João Spadari Adami. Maria Adami Tcacenco faleceu em 2003.
Margareth Trevisan nasceu em 24 de junho de 1951, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Otávio Trevisan e de Maria Rosa Pontalti Trevisan. Foi rainha da Festa da Uva em 1972 representando o clube Recreio da Juventude.
Mansueto de Castro Serafini Filho (1939) natural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (Brasil). Advogado, político e jornalista brasileiro, vereador e duas vezes prefeito de Caxias do Sul. É filho de Mansueto Serafini, engenheiro civil com atuação no DAER, e Ivone de Castro. Formado em Direito pela UCS, jornalista, fundador de três semanários e colaborador em tantos outros. Iniciou a vida política em 1964 como vereador pelo PTB, depois conquistando a vice-prefeitura na gestão de Victorio Trez (1969/1972), e por fim a prefeitura em dois períodos (1977/1982 e 1989/1992). Governou de fato um total de dez anos, pois seu primeiro mandato, ainda no tempo da ditadura militar, à qual fez oposição, foi prorrogado em dois anos.
Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.
Domingos Mancuso abre o estúdio em sociedade com seu cunhado Pedro Fonini em 1909, com o nome de Mancuso&Fonini. Logo abre ateliê fotográfico próprio.
Em 1910 consta que o Ateliê Mancuso localiza-se na Rua Sinimbu nº 14, e já em 1911 o endereço passa a Rua Sinimbu, 28.
Na década de 1930 os filhos Clemente, Caetano e Reno passam a trabalhar no estúdio.
Em 1937, Reno Mancuso assume o estúdio, transferindo o mesmo em 1942 para a Avenida Júlio de Castilhos nº 1657, ao lado do Clube Juvenil.
Na década de 1950 Reno passa a trabalhar no setor de fotografia da Ótica Caxiense.
Maisson Kauan Rodrigues Delpino nasceu no dia 09 de fevereiro de 2001, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil), filho de Janice Martins Rodrigues e Éverson Delpino. No ensino fundamental frequentou as escolas municipais: José Leovegildo Alves Paiva e Polivalente, e no ensino médio o Instituto Ruy Barbosa. Iniciou seus estudos de graduação na Faculdade da Serra Gaúcha, em contabilidade, porém atualmente cursa na Universidade de Caxias do Sul licenciatura em matemática, desde muito cedo aproximou-se na área das exatas e está cada vez mais próximo de seu sonho: ser professor. Fonte: informações obtidas na entrevista e em pesquisa realizada pela Unidade.